Temptation.
2 Irresistível
Notas iniciais
Aine: Hai, entendido, senhor.
Respondeu de forma polida.
?: Certo, você e ele devem começar a missão agora mesmo.
Ordenou em tom autoritário.
Aine: Iniciaremos imediatamente, senhor.
?: Ótimo, quero os dois aqui amanhã depois do almoço.
Falou desligando o telefone em seguida.
Aine suspirou. Pelo visto, Ai comemoraria sua entrada na yakuza fazendo sua primeira missão.
O Kisaragi voltou para a parte interna da boate e foi em busca de Reiji para avisar que não poderia continuar na festa. Ele inventaria alguma desculpa quando encontrasse o moreno. O bluenette andou em meio às pessoas dançando até chegar ao local em que tinha deixado o amigo, mas não o encontrou em lugar nenhum.
Aine: Droga, onde ele se meteu?
Murmurou impaciente.
Aine: "Espero que ele não tenha ido atrás daquele idiota do "Ran-Ran". Depois eu dou um jeito de falar com ele, preciso achar o Ai."
Aine continuou andando pela boate atrás do seu subordinado, mas não o encontrava em lugar nenhum.
Aine: Onde esse idiota se meteu também?!
Falou puxando o celular e discando o numero de seu kobun.
"O celular encontra-se desligado ou fora da área de cobertura"
Aine: Porque diabos esse imbecil desligou o celular?!!
Disse um pouco alto, atraindo a atenção dos que estavam a sua volta.
Aine: O que foi?? Perderam alguma coisa em mim?!
Indagou em tom de ameaça, fazendo as pessoas se afastarem dele um pouco assustadas.
O Kisaragi suspirou. Ele teria que fazer a maldita missão sozinho, mas Ai com certeza o ouviria no dia seguinte.
..............................................
Ai abriu a porta do carona para o chibi, que aparentemente estava tão excitado quanto ele, e o bluenette estava amando aquela expressão no menor. Amava ver o desejo veemente nos orbes tão azuis quanto o oceano, mais belos até que a própria cor do mar.
Ai: entre.
Ordenou de forma tão sexy que o Kurusu se arrepiou todo. Syo não relutou nem um pouco e entrou no carro, Ai fechou a porta e rapidamente deu a volta no carro, desligando o celular no caminho para que ninguém o interrompesse; ele queria aquela noite toda completa para satisfazer todo seu desejo pelo loiro.
Ai: “espero que não haja nenhuma emergência.”
Pensou já abrindo a porta do motorista e adentrando. Ai mal havia entrado quando sentiu o peso do corpo do menor sobre si o envolvendo num beijo necessitado e estimulante para o sexo dos dois.
Syo sentou no colo de Ai, que agarrou sua cintura com força, o que fez com que o membro dos dois, que já estavam duros, roçassem, arrancando um gemido alto de ambos, mesmo que seus sexos ainda estivessem cobertos pelo tecido das roupas.
Ai separou as bocas e passou a atacar o pescoço do menor, enquanto sentia-o agarrando seu cabelo com força com uma das mãos. Com a outra mão livre, Syo foi em direção ao membro do bluenette e o acariciou por cima da calça. Ai regulou o banco do carro para dar mais espaço para ambos e desceu a mão que estava na cintura do Kurusu para a bunda e a apertou.
O menor mordeu os lábios com a carícia e levou as mãos até a jaqueta de Ai, tirando-a e revelando o ombro do maior, o que o fez ficar de olhos arregalados.
Syo: "Essas tatuagens, não pode ser, ele é da yakuza! "
Pensou receoso. Ai viu a expressão de medo do menor e riu malicioso.
Ai: Não se preocupe chibi, eu não vou te matar... Se bem que, talvez você não aguente todos os orgasmos que vou te dar e morra de prazer hoje.
Disse de forma sensual, arrepiando todos os pelos do Kurusu.
Syo "Que se dane!"
Pensou olhando para Ai com um olhar determinado e excitado, enquanto levava suas mãos a calça do maior e a abria, liberando o membro completamente duro. Mikaze mordeu os lábios em expectativa e se surpreendeu quando viu Syo voltar para o banco do carona e sem cerimônia se abaixar e abocanhar o seu membro.
Ai: Syo…!!
Ele pendeu a cabeça, apoiando-a no encosto do banco. O gemido foi tão sexy que fez o membro do Kurusu latejar na cueca o obrigando a gemer enquanto engolia o pau do bluenette com vontade. Ai levou sua mão a cabeleira loira e passou a dominar a velocidade dos movimentos que Syo fazia com sua boca, os dedos apertavam a base de Ai masturbando-a, enquanto a boca chupava languidamente a glande e vez ou outra Syo pressionava a ponta com a língua, dando lambidas bem sensuais que estava levando Ai a loucura.
Ai: ahh chibi… sua boca é tão gostosa!! Me chupe com mais força!
Ordenou com os olhos inundados em luxuria e o menor obedeceu se debruçando mais sobre o falo do Mikaze. Ai mordeu o lábio inferior e movia o quadril, fodendo a boca do Kurusu com mais vontade até que sentiu seu membro latejar e o gozo vir forte contra os lábios de Syo. O chibi pegou tudo, não deixando cair um rastro sequer do esperma.
Ai sorriu e pegou a mandíbula do menor a erguendo, fitou os olhos de Syo maliciosamente.
Ai: viu? Eu gozei bastante por você.
Ele movia o queixo do chibi o fazendo saborear seu gosto em seu interior até que permitiu que Syo engolisse. O Kurusu depois de ter engolido abriu a boca de leve arfando e foi a visão mais sexy que Ai já deve ter visto na vida. As bochechas estavam levemente ruborizadas, as pupilas dilatadas e a boca entreaberta com um pouco do esperma dentro e pelo canto dos lábios.
Ai: você é tão sexy Syo. Quero gozar em você todo…
Falou cinicamente. Syo mordeu os lábios e Ai não resistiu, encerrando a distancia entre os lábios e o beijando lascivamente, sentindo seu próprio gosto na boca do menor.
O loiro sentia seu membro pulsando e necessitado de alívio imediato. Ai olhou para a calça do menor e percebeu o sexo do mesmo duro e deu um meio sorriso malicioso. Levou a mão ao local e acariciou, arrancando um sôfrego gemido dos lábios do menor.
Ai: Chibi, eu quero te fazer gozar com o meu pau dentro de você.
Provocou, vendo o loiro corar e fitá-lo receoso.
Syo: Você é enorme, Ai.
O Kurusu falou, o que fez o Mikaze sorrir satisfeito.
Ai: É chibi? Então imagina meu pau enorme entrando em você e te alargando. Eu quero te deixar sem andar, Syo...
Sussurrava de forma provocante no ouvido do menor, enquanto liberava o membro dele da calça e iniciava uma masturbação lenta e torturante.
Syo: Ah… Ai!
Gemeu jogando a cabeça para trás e fechando os olhos. Ai já estava duro novamente apenas com aquela imagem.
Ai: você é tão estimulante para o meu sexo chibi.
Ai acelerou os movimentos com a mão e terminou de arrancar a cueca e a calça de vez.
Ai: só de olhar pra você me deixa com um tesão danado.
Murmurou contra a clavícula do chibi, mordendo-a.
Syo: Ai… ahh…!
Ele precisou se agarrar aos ombros do bluenette e fechou os olhos em deleite ao ter seu membro masturbado com mais força.
Ai: seus gemidos, seu rosto, seu corpo… tudo me deixa extremamente duro.
A mão livre do Mikaze foi num caminho lento até o meio das nádegas de Syo e tocou sua entrada.
Ai: tão apertada… ela tá pedindo pra ser alargada pelo meu pau que só de pensar na ideia de comer você, se enche de sangue no mesmo instante.
Syo mordeu os lábios gemendo de forma um tanto carente.
Ai: imagine como será a sensação dele entrando em você… te comendo… fodendo seu interior…
Syo: ahh!!
Ele só de pensar naquilo sentiu um espasmo violento e quase gozou na mão do maior, o que fez Ai rir de leve.
Ai: te farei lembrar da sensação de ser comido por mim até quando estiver sozinho.
Syo o fitou, os olhos não havia nada de inocência ou castidade, ao contrario… estavam completamente lascivos e inundados em desejo carnal.
Syo: então me coma Ai! Me coma nesse carro… me faça gozar incontáveis vezes!
Pediu excitado levando as mãos a cabeleira do maior e agarrando-a, Ai estreitou as sobrancelhas maliciosamente e beijou o menor novamente, e direcionou o corpo de ambos para o banco de trás do carro. Syo sentiu seu corpo todo se arrepiar quando deitou no banco e o corpo do maior o cobriu.
O Kurusu arrancou as ultimas peças de roupa que cobriam o bluenette, deixando-o completamente nu. Ele pode observar melhor a tatuagem e viu que se tratava de um lindo dragão, que começava no peito, pegava o braço e a outra metade terminava nas costas. Por curiosidade ele levou o dedo até o rabo do animal e delineou toda a extensão do desenho, que ocupava parte esquerda do peito do Mikaze.
Syo: Sexy…
Falou mordendo os lábios. Ai sorriu malicioso e levou dois dedos a boca do menor, que entendeu o recado e passou a chupá-los de forma bem sensual.
Ai sentia o seu pau crescer mais, se é que fosse possível ainda, com aquela chupada que Syo dava em seus dedos enquanto os orbes estavam presos nos de Ai de forma tão despudorada.
Ai: pelo visto… de inocente só tem a cara chibi…
Murmurou em seu ouvido e passou a lamber o local, Syo gemeu baixinho chupando os dedos do maior.
Ai: seu corpo é um labirinto de perdição pra mim… vou te foder com bastante força hoje Syo…
O menor fechou os olhos em deleite chupando com mais vontade os dedos.
Ai: se prepare para não dormir essa noite.
Avisou cinicamente tirando os dedos e um fio de saliva ficou pelo canto do lábio do Kurusu.
Syo: preferia que fosse inocente?
Provocou cínico.
Ai: se fosse, eu ia corromper você todo.
Levou os dedos a entrada novamente e fez a pressão do primeiro dedo, não demorou muito e o menor sentiu seu ânus ser penetrado o fazendo gemer.
Syo: mas não sou, o que fará a respeito?
Indagou malicioso e gemeu mais alto quando Ai colocou o segundo, estocando seu interior profundamente procurando o ponto G do menor.
Ai: te dar um pouco do céu e do inferno.
Avisou malicioso e Syo abriu a boca liberando um gemido mudo sentindo a próstata ser atingida pelos dedos. Ai sorriu satisfeito ao encontrar o ponto certo para levar o loiro à loucura.
O Kurusu rebolou nos dedos de Ai na intenção de sentir novamente a mesma onda de prazer. Mikaze novamente estocou a entrada do menor, que gemeu alto desta vez.
Syo: Ah… Ai!! Isso!
O bluenette olhava para Syo com os olhos luxuriosos e um meio sorriso cínico.
Ai: "Ele não faz ideia do quanto é tentador."
Ai acertou mais uma vez a próstata de Syo e parou os movimentos retirando os dedos de dentro do loiro, recebendo um olhar inconformado do menor, o que arrancou uma risada do bluenette.
Syo: Porque parou?
Ai: O que você quer que eu faça, chibi?
Indagou maliciosamente, circundando a entrada do menor com o dedo indicador que o fez gemer necessitado.
Ai: Anda chibi, me diz o que você quer...
Provocou, enfiando um dedo na entrada do loiro e o retirando em seguida.
Syo: "Maldito, ele quer que eu implore!"
O Kurusu mordia os lábios para evitar os gemidos necessitados. Ai sorria sádico ao ver que o menor quase não aguentava de excitação.
O bluenette rebolou em cima de Syo e fez com que o membro de ambos se encostassem ao mesmo tempo em que enfiou novamente os dois dedos dentro do menor, que gritou de prazer.
Syo: Ai!! Me fode!
Pediu derrotado, seu corpo não ia aguentar mais tanta provocação.
Ai: que pedido excitante chibi.
Falou se divertindo e meteu outra vez os dedos, Syo arqueou o tronco gemendo.
Ai: mas peça assim, “enfie seu pau dentro de mim e me coma o quanto quiser.”
Syo arregalou minimamente os olhos corando.
Syo: e-eu não… ahh!!
Ele deu outro grito quando Ai começou a simular uma penetração, esfregando fortemente seus membros enquanto o dedo penetrava o menor por traz.
Ai: se não pedir, não irei te satisfazer Syo.
O loiro mordeu o lábio irritado e ao mesmo tempo mais excitado com aquilo.
Syo: infeliz…!
Ai riu da careta dele.
Syo: e-enfie seu pau… dentro de mim e me coma… o quanto quiser.
Pediu corando profundamente. O bluenette sorriu vitorioso e retirou seus dedos de dentro de Syo e levou as mãos as coxas roliças do chibi abrindo-as bem e se acomodou no meio delas.
Ai: viu como é fácil pedir? Orgulho faz mal a saúde.
Disse sarcástico e riu com o olhar assassino do Kurusu.
Ai: assim como não satisfazer os desejos do seu corpo.
Dito isso ele investiu contra a entrada, metendo metade do seu pau que fez Syo arregalar os olhos gritando o nome dele. Foi uma mistura de dor e prazer, Syo estava tão desesperadamente excitado que quase gozou só de Ai entrar em si.
Ai: então é masoquista chibi?
Sussurrou em seu ouvido terminando de se afundar no loiro.
Ai: vou explorar bem essa “qualidade”.
Syo só sentiu Ai se retirar de dentro de si e voltar a invadi-lo sem pena arrancando um grito mais agudo e cheio de prazer do menor.
Syo: Aiii!!!! Ahhh!! Mais…!!
Ele jogou a cabeça pra traz a medida que mais e mais estocadas eram investidas contra seu interior.
Ai olhava a expressão excitada e entregue do menor e se sentia cada vez mais duro com aquilo. Aquele chibi o estava levando a loucura.
Syo enlaçou a cintura de Ai com suas pernas e o puxou para si, fazendo o membro do bluenette alcançar sua próstata.
Syo: Assim!! Me come bem gostoso, Ai!!!
Falava com a voz sensual. Ai olhou nos olhos do menor e viu desejo, excitação e determinação. Era um olhar completamente diferente do que ele tinha quando estava sentado no bar da boate. Naquele momento o Kurusu parecia livre.
Syo observava a forma analítica com que o bluenette o olhava. Mikaze parecia lê-lo com apenas um olhar. O loiro levou os braços ao pescoço do maior e o puxou para um beijo, que foi correspondido com intensidade.
Ai: está gostando?
Perguntou com a boca colada na de Syo.
Ai: está gostando de ser devorado pelo meu pau?
Ele deu uma estocada fortíssima que fez o Kurusu gritar longamente em seus lábios.
Syo: ahh… Ai!!!
Ele agarrou forte os braços do maior.
Syo: acelere…!! Me foda com toda sua força!!
Implorou necessitado e seu quadril rebolava contra o do bluenette.
Syo: me deixe sem andar direito por vários dias!!
Ai mordeu o pescoço de Syo reprimindo um gemido com aqueles pedidos. O quadril do Mikaze começou a acelerar mais os movimentos, levando os dois ao delírio. Ai estocava o menor tão forte que Syo não via a hora de sua cabeça bater na porta do carro pelos movimentos bruscos que os corpos dos dois faziam, os vidros estavam embaçados pelo calor infernal que estava dentro, apesar do ar condicionado, mas seus corpos ardiam como se estivessem num forno.
Ai: amanhã… cada parte do seu corpo lembrará do prazer que estou te dando agora.
Logo depois de falar deu um chupão forte no pescoço de Syo que gemeu mais alto. Ambos estavam próximos do ápice. O Kurusu sentia seu interior ser preenchido pelo membro do Mikaze de forma rápida e intensa.
Syo: Ai, goza dentro de mim!
Falou de forma necessitada, o que fez o bluenette fechar os olhos e gemer. Syo sentiu seu corpo chegar ao limite ao ouvir aquele gemido, e arqueou o corpo soltando um longo gemido e derramando o seu prazer no abdômen de ambos. Ai sentiu a parede interna do loiro apertá-lo e na estocada seguinte gozou, preenchendo o menor com seu sêmen.
Os dois respiravam com dificuldade pelo tamanho esforço e prazer que sentiram com aquele orgasmo.
Syo: hmm…
Ele gemeu baixinho sentindo uma sensação de leveza deliciosa e o corpo tinha espasmos fortes. Ai o fitava minuciosamente por uns segundos depois do clímax e se retirou de Syo, procurando sua cueca e calça. Syo olhava para o bluenette meio incrédulo o vendo se vestir e ir para o banco do motorista.
Syo: Ai? Tá tudo bem?
Perguntou meio preocupado, será que ele não havia gostado? Será que tinha feito algo errado e o bluenette não gostou?
Ai: tudo ótimo chibi.
Respondeu com uma voz cínica.
Syo: então…?
Ai: só estou indo para o meu apartamento.
Ele se virou para o Kurusu que ainda permanecia intrigado.
Ai: o segundo round será na minha cama.
Syo estremeceu com o sorriso malicioso dele e fechou os olhos sentindo um beijo leve nos lábios.
Ai: você será todo meu, essa noite.
Piscou ao loiro e voltou seu olhar pra frente para ligar o carro.
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Reiji nem ouviu qual era o número do quarto que o senhor que os atendeu disse. O moreno só pensava no quanto seu corpo e sua alma ansiavam por Ranmaru. Aquele um mês longe do albino fora o pior de sua vida. O elevador chegou e Reiji viu o Kurosaki apertar o numero 5. Assim que a porta fechou o moreno sentiu seu corpo ser imprensado na parede e os lábios de Ranmaru cobrirem os seus. O Kotobuki se agarrava ao maior de forma necessitada. A porta do elevador abriu e Ranmaru direcionou ambos ao quarto 503, entregando a Reiji a chave enquanto beijava e chupava o pescoço do menor, que gemia e tremia com os toques.
Reiji: Ah Ran-Ran…
Gemeu em deleite quando sentiu o Kurosaki morder seu pescoço. Com dificuldade, o moreno finalmente abriu a porta. Mal Reiji tinha aberto a porta e o Kurosaki foi logo o empurrando e tratando de fechar a porta e nem se preocupou onde foi parar a chave.
Reiji: Ran-Ran…!
Ele gemeu ao ser imprensando num móvel do quarto, as mãos do albino desciam com urgência pelo seu corpo como se estivesse louco para despi-lo e possuir seu corpo e sua alma com os movimentos vigorosos que eles fariam em poucos minutos. Reiji não resistia, só fechou os olhos e deixou que o maior tocasse onde quisesse, fizesse o que bem entendesse com seu corpo.
Ranmaru lambia o pescoço enquanto as mãos subiam por dentro da camisa até tira-la completamente do corpo do moreno. O Kurosaki sorriu de canto safado observando a pele do Kotobuki, ele passou os dedos lentamente trilhando um caminho até a barra da calça e puxou com tudo a fivela do cinto o tirando. Reiji gemeu baixinho pela rapidez e selvageria que o albino o despia. Ranmaru puxou o cabelo do menor firme, mas nada dolorido e o trouxe para si, beijando-o quase que pornograficamente enquanto a mão livre abriu o zíper da calça e se colocou dentro, tocando o membro de Reiji em cheio.
Reiji: argh…!
Ele gemeu contra os lábios do albino enquanto sua boca era atacada pela língua feroz do maior em um beijo que estava o deixando-o com a mente turva. Ranmaru terminou de tirar a calça de Reiji, deixando-o completamente nu e vulnerável. Reiji sentia seu coração bater acelerado e respirava descompassadamente. O Kurosaki o fitava com um olhar dominante, enquanto tirava a própria roupa de forma lenta e provocante. Reiji olhava para o albino com devoção. Tudo nele era perfeito. Ranmaru levou a mão ao próprio membro e o estimulou, recebendo um olhar de desejo de Reiji.
Ranmaru: Me chupa.
Ordenou com a voz rouca e sensual, o que fez que o moreno instantaneamente se ajoelhasse e começasse a chupar o membro do Kurosaki.
Ranmaru sorriu de canto vendo o menor ajoelhar-se no mesmo instante em que ele havia ordenado que o chupasse. Seus olhos bicolores observavam Reiji pegar o membro com firmeza, mas ao mesmo tempo cauteloso e sem cerimônia levou sua boca a glande, envolvendo-a com seus lábios e começou a chupa-lo com ânsia, como se sua vida dependesse do gosto do parceiro. O albino fechou os olhos por uns instantes.
A boca do moreno sempre foi tão deliciosa e experiente, conseguia deixar qualquer homem aos seus pés com aquele oral. Mas ele era diferente dos outros, Reiji é quem sempre ficava aos seus pés e fazia todas as vontades do albino.
Ranmaru: engula mais. Quero gozar dentro da sua boca Reiji!
Ele agarrou a cabeça do Kotobuki e passou a controlar o ritmo do oral, levando a glande quase a garganta do menor que gemia tendo sua boca fodida com tanta vontade, ele relaxou a garganta e deixou o Kurosaki fazer o que quisesse.
Ranmaru estocava com força e se Reiji não tivesse experiência, com certeza já teria se engasgado. Ver o moreno submisso daquele jeito o deixava ainda mais excitado. Reiji se empenhava em dar o máximo de prazer a Ranmaru. Levou a mão esquerda a coxa do albino e começou a acariciá-la. Com a outra mão, foi até o testículo dele e começou a massagear, o que fez o Kurosaki soltar um gemido mais alto.
Ranmaru: Eu to quase Reiji...!
Falou fechando os olhos e mordendo os lábios. O Kotobuki abriu os olhos e viu a expressão de prazer no rosto do albino e sentiu seu membro ficar ainda mais duro. Reiji aumentou a força da sucção, fazendo Ranmaru quase urrar de prazer. Ele queria sentir o gosto do albino, precisava daquilo. Ranmaru arqueou o corpo e despejou todo o seu prazer na boca do moreno, que engoliu tudo.
Reiji: hmm...!
Ele gemeu baixo saboreando o gosto do homem pelo qual ele estava ridiculamente apaixonado. Os orbes acinzentados fixaram nos heterocromáticos que estavam completos de luxúria, Ranmaru precisou segurar o gemido que queria escapar pela garganta quando Reiji abriu a boca levemente de forma sexy e ele pode visualizar seu gozo na boca do moreno que ficou satisfeito pela expressão do maior e engoliu. Reiji passou a língua pelos lábios da forma envolvente e sedutora que conseguia encarando o Kurosaki.
Reiji: você gozou bastante Ran-Ran...
Ranmaru puxou o moreno pelo braço, obrigando-o a ficar em pé e o beijou arrancando o fôlego do menor completamente. Reiji gemeu longamente no beijo quando suas coxas foram levantadas e o albino o fez se sentar no móvel atrás dele.
Reiji: ahh... Ran-Ran!!
Um som necessitado e cheio de prazer saiu pela boca quando o maior começou a atacar seus mamilos enquanto segurava e vez ou outra dava uns arranhões lentos nas coxas do menor, suas ereções estavam coladas uma na outra, Ranmaru pressionava a dele na do outro só para ouvir Reiji gemer de forma desesperada.
Reiji: Ah Ran-Ran, eu preciso...
Gemeu jogando a cabeça para trás e fechando os olhos.
Ranmaru: Precisa do que, Reiji?
Indagou malicioso. Reiji mordia os lábios e arfava. Era sempre assim quando estava com Ranmaru. O albino o dominava de uma forma que ninguém jamais fizera. Reiji sempre teve uma vida sexual intensa. Nunca fora de assumir compromissos e sempre se considerou um homem livre, isso até conhecer Ranmaru.
O Kurosaki dominou seu corpo e sua alma de um jeito que o moreno julgava ser impossível. Quando ele estava com Ranmaru, ele era um verdadeiro submisso. Seu objetivo se tornava o prazer do outro, ver Ranmaru gozar dizendo seu nome era como encontrar água no deserto. Era um pedaço do paraíso em meio ao inferno. Não importava com quantos Ranmaru fosse para a cama, se ele quisesse Reiji mais uma vez, o moreno estaria lá para ele.
Reiji: Eu preciso de você dentro de mim, Ran-Ran. Por favor.
Implorou, passando os braços em volta do pescoço do Kurosaki e o fitando nos olhos com a expressão necessitada e cheia de desejo. Ranmaru sorriu com o pedido do parceiro.
Ranmaru: você nunca sabe esperar não é?
Provocou malicioso no ouvido dele enquanto uma das mãos ia a entrada do moreno, circundando o orifício.
Reiji: esperar pra que?
Ele fechou os olhos em deleite sentindo a pressão no seu ânus.
Reiji: se você quer isso tanto quanto eu.
Murmurou arfando quando o dedo entrou em si. Ranmaru afundou seu rosto na curvatura do menor, mordendo a região e depois a marcando com chupões.
Reiji: ahh!
Ele gemeu com a invasão do segundo e rebolava buscando mais contato nos dedos.
Reiji: eu quero seu pau Ran-Ran!! Quero ele me revirando por dentro, por favor!!
Implorou, gemendo desesperado.
Ranmaru: você precisa de preparação...
Falou cínico.
Reiji: ambos sabemos que não quer me preparar! Você gostar de me ver desesperado implorando..!
Choramingou. O albino riu.
Ranmaru: é, tem razão.
Admitiu recebendo um muxoxo do outro. O maior desceu, mas sem tirar os dedos de dentro de Reiji e abocanhou seu membro, sugando a cabeça fortemente. Reiji arregalou os olhos e jogou a cabeça pra trás, arqueando o corpo inteiro gritando o nome do Kurosaki.
Reiji: Ranmaru!!
O albino fitou Reiji com um meio sorriso malicioso. Ele realmente queria ver o moreno implorando por ele.
O Kurosaki retirou os dedos de dentro do Kotobuki, recebendo um grunhido de reprovação. Ranmaru começou a masturbar lentamente o pênis de Reiji, fazendo o menor gemer sofregamente.
Reiji: Por favor...
Implorou com os olhos fechados e a respiração descompassada.
Ranmaru olhou para o moreno com a expressão satisfeita, mas ainda não era o suficiente. O albino deu um meio sorriso cínico e em seguida levou sua língua em direção a entrada do menor e começou a lamber, isso sem parar de masturbá-lo em um ritmo lento e torturante.
Reiji: Ah Ran-Ran...
O Kotobuki sentiu sua cabeça bater de leve na parede quando o albino começou a estimular seu ânus com a língua. Ranmaru o lambia de forma intensa, entrando com a língua no orifício e rodeando o que podia das paredes com a língua.
Reiji: Ran-Ran, eu vou...!!
Ranmaru sabia que Reiji estava prestes a gozar, mas não deixaria o moreno se aliviar, não ainda.
Ranmaru: Não Reiji, você não vai gozar ainda, apenas quando eu quiser.
Disse malicioso, apertou a glande de Reiji, evitando que o moreno gozasse.
Reiji: ahh...!! Você é cruel Ran-Ran!!
Choramingou por ter seu gozo interrompido.
Ranmaru: eu digo quando você vai gozar...
Ele se colocou de pé e puxou o Kotobuki com força o deixando de costas para si.
Ranmaru: ou melhor, eu te farei gozar.
A voz estava rouca sussurrando no ouvido do menor. Ranmaru entrou com o membro no meio das pernas de Reiji que gemeu e as pressionou automaticamente ao redor da ereção.
Ranmaru: te farei gozar com ele dentro de você...
Começou a se movimentar num vai e vem rápido.
Reiji: ahhh...!
Ranmaru: quando estiver fodendo sua entrada... Bater incontáveis vezes na sua próstata...
Reiji mordeu os lábios.
Ranmaru: te farei gritar muito essa noite!
Ele falou isso e sem aviso algum penetrou o moreno que gritou longamente e talvez o motel inteiro tenha escutado.
Ranmaru: esses gritos serão mais do que frequentes quando eu começar a te comer!
Ele retirou o pau de dentro do menor e voltou a enterra-lo de uma vez só. Reiji arqueou o tronco e gritou outra vez sofregamente.
Reiji: Ran-Ran... Me coma! Me coma logo!!
Ele rebolou firme, empurrando seu quadril pra traz fazendo o falo do albino afundar mais em si. Reiji jogou a cabeça para trás, apoiando-a no ombro de Ranmaru e continuou rebolando na ereção do albino. O Kurosaki mordeu forte o ombro do moreno, arrancando dele um gemido de dor e prazer. Reiji sentia sua próstata sendo atingida em cada estocada.
Reiji: Isso Ran-Ran!! Me fode com força!!
Falava com dificuldade em meio aos gemidos e gritos.
Ranmaru: Vou te partir em dois, Reiji!
Disse com a voz carregada de malicia e excitação. O Kurosaki saiu de dentro do moreno e o virou de frente. Tirou o menor do chão e o colocou sentado em cima do móvel de madeira do quarto de motel e voltou a meter nele, alcançando de primeira a sua próstata.
Reiji enlaçou a cintura do albino com as pernas, fazendo com que a penetração ficasse cada vez mais profunda e prazerosa.
Reiji: argh!! Ahhh!!!! Uuuh!!!
Ele gemia como louco, o calor de Ranmaru o queimava por dentro, deixava sua pele ardendo como se tivesse sido jogado numa fogueira. O Kurosaki era delicioso, ele era tudo de bom e de mal que existia na vida de Reiji, a calmaria e a agonia mais profunda. Ele o amava, precisava dele com todas as forças de sua alma.
Reiji: Ranmaru!!! Acelera!! Mais!! Mais, por favor!!
O albino agarrou as pernas de Reiji, que estavam escandalosamente abertas, e passou a metê-lo com mais força e de um jeito completamente selvagem. O móvel batia contra a parede fazendo um barulho grande, que só não era maior que os gritos de êxtase do Kotobuki que aquela altura já estava delirando de prazer. Reiji apertou o pau do albino dentro de si, arrancando um longo gemido rouco do parceiro que o fez sorrir satisfeito e ficar mais excitado.
Reiji puxou o albino para um beijo. Os dois se beijavam de forma completamente erótica e pornográfica. O Kotobuki já sentia seu corpo dando espasmos, estava próximo do ápice.
Ranmaru percebeu e parou de se movimentar, cessando o beijo com uma mordida no lábio inferior do moreno, e em seguida levou a mão direita a glande de Reiji e a prendeu entre os dedos novamente. O albino fitava o menor com um sorriso maldoso.
Reiji: Não faz isso comigo, Ran-Ran!
Pedia com um gemido choroso que fez o maior rir.
Ranmaru: Peça!
Ordenou dando uma estocada forte e atingindo a próstata do moreno, que gemeu alto.
Reiji: Me deixa gozar, Ran-Ran, por favor!
Gritou desesperado, arrancando um sorriso satisfeito do Kurosaki, que voltou a estocar com mais força e rapidez, atingindo a próstata do Kotobuki em cheio.
Reiji: Ah Ran-Ran!!
Gritou arqueando o corpo, se derramando em jatos fortes de sêmen no seu próprio abdômen e no do albino.
Enquanto Reiji gozava, Ranmaru passou a estoca-lo mais forte arrancando gritos sem fôlego e mais altos do moreno, até o mesmo atingir seu clímax ejaculando bem fundo no menor que gemeu baixinho.
Reiji: assim… um dia você vai acabar me matando...
Ele estava respirando com dificuldade e soltou um grito de surpresa ao ser carregado pelo maior.
Reiji: Ran-Ran?
Estava incrédulo e estremeceu com o sorriso maldoso do albino.
Ranmaru: não achou mesmo que tínhamos acabado não é?
O Kotobuki arregalou os olhos.
Ranmaru: é apenas o começo Reiji. Você vai gozar a noite inteira.
Avisou esboçando um sorriso malicioso, o moreno mordeu os lábios excitado.
Reiji: não vai nem me deixar recuperar o fôlego Ran-Ran?
Indagou "inocentemente".
Ranmaru: te darei um orgasmo atrás de outro.
Sorriu maquiavelicamente.
Ranmaru: veja como eu ainda estou duro Reiji… quero que me alivie até ficar completamente satisfeito.
Ele se mexeu dentro do menor que gemeu. Quando chegaram a cama o albino o jogou com força no colchão e fitou o Kotobuki com o olhar cheio de desejo.
Ranmaru: Eu vou te comer até você não aguentar mais...
Falou olhando nos olhos do menor e se deitando sobre ele, que já estava ficando excitado novamente.
Reiji: Me fode Ran-Ran, com força.
Pediu fechando os olhos e sentindo o pênis do albino preenchê-lo por completo, acertando a sua próstata.
Reiji: Ah Ran-Ran, isso...!
Gemeu necessitado novamente, colocando as pernas em volta do corpo do maior para facilitar a penetração.
O Kurosaki levou os lábios ao pescoço de Reiji e deu um chupão que fez o moreno arfar, enquanto o Kotobuki levava suas mãos as costas de Ranmaru e arranhava com força. O albino movimentava o quadril fortemente contra o de Reiji que já estava em meios a gemidos alucinados. O menor sentia seu próprio interior se contrair em torno do pênis do Kurosaki que estava mais selvagem do que de costume naquela noite.
Reiji: ahh!!! Ahh!! Ranmaru!! M-Mais...!
Ele implorou fechando os olhos e arqueou o tronco permitindo um ângulo em que o falo do maior entrasse mais fundo em si.
Ranmaru: olhe pra mim!!
Ele ordenou com a voz rouca e firme. Reiji abriu os olhos na mesma hora e se deparou com um par intenso heterocromático que o devoravam com apenas aquele olhar. Os orbes estavam cheio de malícia e Ranmaru sorriu de um jeito safado e convencido.
Ranmaru: quero ver seus olhos se revirando quando a cada segundo... Eu te foder com mais força!
Depois de dizer aquilo, ele desferiu uma estocada forte e funda que fez o moreno gritar embaixo de si.
Reiji: Ah Ran-Ran, eu...
Começou a dizer, interrompendo a própria fala.
Reiji: "Eu te amo".
Falou em pensamento, puxando o albino para um beijo de língua. Reiji se entregava completamente os toques do maior. Sentia o Kurosaki explorar toda a sua boca em um beijo intenso e dominador. Ranmaru mordeu o lábio inferior de Reiji e separou os lábios, voltando a fitá-lo intensamente.
Ranmaru: Goza pra mim, Reiji.
Ordenou. Reiji mordeu os lábios com aquela ordem. Ranmaru sempre era tão dominante e o pior que ele sempre se submetia a todas essas ordens, caprichos, desejos do maior... Ele nunca conseguia resistir.
Reiji: Ran-Ran...!!
Ele agarrou os braços do albino com força.
Reiji: goze comigo!! Me encha até o fundo...!
O Kurosaki sorriu de canto e acelerou as investidas arrancando gritos e palavras desconexas do menor.
Ranmaru: quer que eu goze em você de novo?
Provocou sussurrando em seu ouvido.
Reiji: sim! Goze dentro... fora... a onde quiser!!
Ranmaru mordeu o lábio inferior e sustentou o moreno, pegando-o firme e colocando em seu colo.
Ranmaru: cavalgue! Cavalgue até eu gozar dentro de você!
Reiji: ahh!!
Ele gemeu longamente sendo violado com mais força. O Kotobuki começou a rebolar intensamente e jogou a cabeça para trás, fechando os olhos e mordendo os próprios lábios com força.
Ranmaru olhava aquela visão com olhos desejosos. O albino levou a mão esquerda a cintura de Reiji e apertou com força, enquanto sua outra mão ia em direção ao falo intumescido do moreno e começou a masturbá-lo com força.
Reiji: Ah Ran-Ran!!
Disse colocando os braços em volta do pescoço do Kurosaki sem parar de rebolar no colo dele. Os dois se fitaram luxuriosamente, e Reiji encerrou a distância entre os lábios. Ranmaru sorriu com os lábios colados ao do menor e devorou-o num beijo fogoso que acompanhou o ritmo das cavalgadas do quadril do moreno e da intensidade que Ranmaru o violava, se movendo sempre contra o corpo do outro.
Reiji: R-Ran…Ran-Ran… ahh!! Ranmaru…!!!
Ele arqueou o tronco e gritou bem alto quando o maior o sustentou firmemente e depois o fez se sentar com tudo sobre o seu falo.
Ranmaru: estava sentindo falta não é??
Murmurou no seu ouvido e logo lambeu o lóbulo bem lentamente.
Ranmaru: estava com saudade de estar nos meus braços de novo.
Reiji: ahh… hmmm…!!
Ele gemeu enterrando seu rosto na curvatura do pescoço do Kurosaki.
Ranmaru: ninguém pode te satisfazer mais do que eu… ninguém!
Dito isso, Ranmaru jogou o menor no colchão outra vez e acelerou mais intensamente as estocadas, arrancando gritos de puro êxtase do Kotobuki. Reiji mordeu os lábios para tentar controlar os próprios gritos.
Ranmaru: Não tente impedi-lo. Quero que todos ouçam você gritando até perder a voz. Quero que saibam que te fiz gozar até quase perder a consciência!
Sussurrou de forma sexy, vendo o moreno revirar os olhos ao ter sua próstata atingida.
Ranmaru: Vai Reiji, grita pra mim o que você quer que eu faça!
Falou novamente no ouvido do menor, dando uma estocada certeira na próstata.
Reiji: Me fode, Ran-Ran…!
Sussurrou arfando.
Ranmaru: Eu não ouvi Reiji.
Provocou, mordendo o lóbulo da orelha do moreno, estocando-o mais uma vez profundamente.
Reiji: Me fode, Ranmaru!!
Gritou com toda a força, soltando um longo gemido em seguida.
Ranmaru: isso…! É assim que eu gosto!!
Ele agarrou a coxa do menor forte e a aranhou fazendo Reiji tremer todo pelo espasmo.
Ranmaru: grita meu nome! Implora para que eu te satisfaça!!
Reiji: Ranmaru!! M-Mais…!! Me faça gozar outra vez!! Goze em mim!! Dentro!! Por favor…!
O Kurosaki sorriu de canto.
Ranmaru: quer dentro?
A voz saiu desgraçadamente sedutora.
Reiji: s-sim!
O maior se inclinou, seus lábios tocaram os de Reiji.
Ranmaru: então me faça gozar…
Reiji cerrou os olhos e gemeu com uma investida funda do albino.
Ranmaru: me aperte dentro de si daquele jeito gostoso que sabe.
O Kotobuki fitou os olhos do albino e contraiu seu canal, apertando o membro do Kurosaki, que soltou um longo gemido rouco. Reiji mordeu de leve os lábios e deu um meio sorriso em seguida, voltando a contrair suas paredes internas em volta do membro de Ranmaru e rebolando.
Ranmaru: Ah Reiji…
O maior não conseguiu conter o desejo na voz, o que deixou o moreno satisfeito. Ranmaru continuou investindo intensamente na entrada do Kotobuki, enquanto ele comprimia seu pau, aumentando o prazer que o albino sentia de forma indescritível.
Ranmaru: Eu to quase, Reiji...!
Falou com a voz rouca de excitação.
Reiji: Goza bem gostoso dentro de mim, Ran-Ran!
Disse o moreno revirando os olhos ao sentir o Kurosaki atingindo sua próstata com mais força que na estocada anterior. Ranmaru penetrava e Reiji gritava a cada segundo mais alto. O menor tentava se concentrar em dar prazer ao outro, mas estava sendo difícil com todas aquelas investidas violentas que sua próstata levava.
Reiji: argh…!!
Ele fechou os olhos e abraçou o corpo do Kurosaki, gemendo em seu ouvido e passando as pernas pela cintura do mesmo.
Reiji: Ran-Ran… eu vou gozar!! Meu corpo não aguenta mais!!
Falou de forma necessitada e manhosa. O albino passou a beijar e chupar o pescoço do menor enquanto seu quadril acelerou e juntamente com o de Reiji, as estocadas ficaram mais fundas e numa certa investida, Reiji gozou fortemente gritando alto seu nome.
Reiji: Ranmaru!!
Com o orgasmo, Reiji apertou o membro do maior com toda a força que tinha e o ato fez com que o Ranmaru gozasse bastante dentro dele. Reiji sentiu seu corpo sendo preenchido pelo prazer do Kurosaki e gemeu satisfeito.
Reiji: Você gozou tanto, Ran-Ran.
Disso com um sorriso enquanto recuperava o ritmo da respiração, sentindo o liquido viscoso que preencheu completamente seu canal. Ranmaru se retirou de dentro do moreno, que gemeu ao sentir o sêmen escorrendo por sua coxa.
Reiji olhou para o Kurosaki e deu um sorriso verdadeiro que fez o coração de Ranmaru acelerar. Ainda sorrindo, o moreno se aproximou e roçou o nariz no do outro, que fechou os olhos e soltou um suspiro. O Kotobuki deu um longo selinho nos lábios do maior e se afastou com um sorriso radiante nos lábios.
Reiji: Oyasumi, Ran-Ran.
Ranmaru continuou o fitando, mesmo quando Reiji se entregou ao sono.
Ranmaru: “Reiji…”
Ele levou uma das mãos ao rosto do menor, mas antes de tocá-lo, sua mão paralisou e ele voltou a recolhê-la.
Ranmaru: “não seja estupido!!”
Suspirou irritado e voltou a fitar o Kotobuki mais uma vez até resolver se entregar ao sono também, fechando os olhos e adormeceu.
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