Notas iniciais
Yoo!! ~le chegando com a senpai~ Eu avisei no ultimo cap que iamos atrasar esse kkkkkkkkkkkkkkkkkkk nos perdoem divas e divos!! *-* Mas ta aí o cap, recheado de lemon e grande /o/ Boa leitura!

Syo não prestava muita atenção na conversa ao seu redor. O loiro não conseguia tirar da cabeça o que Mikaze lhe dissera.

"Tem o resto da noite para você ser meu"

O Kurusu sentia seu corpo se arrepiar ao imaginar o que Ai tinha em mente para fazer consigo.

Natsuki: Syo-chan?

Disse passando a mão na frente dos olhos do amigo.

Syo: Hã?

Indagou saindo do transe.

Natsuki: Está muito distraído hoje, Syo-chan. Deve ser a empolgação de lançar sua própria linha de chapéus!

Falou sorrindo.

Syo: É isso mesmo, Natsuki.

Disse com um sorriso sem graça, vendo Cecil fitá-lo com a sobrancelha levemente arqueada.

Otoya: Minna, o que vocês acham da gente cantar??

Perguntou empolgado.

Natsuki: Eu topo!

Respondeu igualmente empolgado.

Cecil: Por mim tudo bem.

Masato deu de ombros e acenou em concordância.

Tokiya: Eu não acho uma boa ideia, nós não preparamos nada.

Falou, vendo Otoya fitá-lo com os olhos pidões.

Otoya: Onegai, Tokiya! Nós não precisamos ensaiar e é só subirmos no palco e fazermos o que amamos. Só uma música, vai.

Insistiu, olhando dentro dos olhos do Ichinose, que desviou um pouco sem graça.

Tokiya: Que seja, apenas uma música.

O Jinguji começou a rir, chamando a atenção de todo o grupo.

Ren: Que diria que o Ichi se tornaria tão obediente... Excelente trabalho, Ikki.

Provocou, vendo o ruivo corar levemente e o Ichinose fitá-lo em desafio.

Tokiya: pelo menos não sou eu que recebo ordens do Masato.

Falou ironicamente vendo o Hijirikawa o fitar de esguelha e o sorriso do ruivo desaparecer do rosto. Todos os presentes riram.

Ren: eu não recebo ordens do Masato.

Falou tentando manter a calma.

Tokiya: ah não? Quer que eu faça uma lista de tudo que você já fez porque o Masato “mandou”.

Continuou provocando o amigo.

Tokiya: afinal de contas… o Masato é do tipo que manda e não pede. Mas isso você já sabe mesmo.

Piscou aos dois que se entreolharam e logo desviaram o olhar.

Masato: não nos confunda com você e o Otoya. Esse é apenas o meu jeito, sou assim com todos…

Ren: já você só faz o que o Ikki quer…

Voltou a esbouçar o sorriso malicioso.

Ren: basta abrir um sorriso que você se derrete.

Otoya: R-Ren!!

Tokiya fuzilou o companheiro de banda. Syo, Natsuki e Cecil seguravam a risada daquelas indiretas que os quatro lançavam um ao outro.

Tokiya: se o Otoya me convence com um sorriso, me pergunto o que o Masato faz para recompensar tudo que você faz as ordens dele.

Masato cuspiu o drink que tinha acabado de por na boca e Ren arqueou a sobrancelha fuzilando o Ichinose, Otoya começou a rir.

Ren: Você se acha esperto, Ichi...

Sorriu sarcástico.

Ren: É, o Masa faz coisas que você nem imagina... Ele faz valer a pena cada ordem que dá.

Masato quase derruba o copo de sua mão com o comentário de Ren.

Masato: Eu te mato, Jinguji!

Falou com o rosto vermelho de raiva e vergonha. Dessa vez Syo, Natsuki e Cecil não seguraram a risada, o que deixou o moreno ainda mais sem graça. Tokiya arqueou a sobrancelha com a resposta do outro.

Tokiya: Ah é? Se o sorriso do Otoya tem o poder de me convencer a fazer qualquer coisa... Você não imagina o resto.

Falou sorrindo malicioso. Itokki quase desmaia de vergonha.

Otoya: Tokiya!

Falou em tom de repreensão, escondendo o rosto que estava quase no mesmo tom de seu cabelo com as mãos.

Masato: Francamente, chega dessa palhaçada! Eu e o Otoya não somos obrigados a participar dessa competição idiota de vocês!

Falou impaciente, fitando o Jinguji em seguida com um discreto sorriso maldoso.

Masato: Ren, uma semana!

Ren: O que? Mas Masa...!

Tentou protestar.

Masato: Duas semanas! Ainda quer continuar falando?

Ren calou-se a contragosto. Tokiya riu, mas percebeu o olhar sério de Otoya.

Tokiya: Otoya, você não tá pensando em...?

O ruivo deu um sorriso.

Otoya: Não Tokiya.

Disse, vendo o mais alto relaxar.

Otoya: Pra você serão só doze dias!

Piscou, vendo o Ichinose olhá-lo desolado.

Otoya: Vamos ou não vamos cantar?

Perguntou sorrindo novamente. Syo, Natsuki e Cecil ainda riam da cena cômica de segundos atrás.

Masato: já chega! Parem de rir!!

Bufou, virando a cara.

Cecil: nii-san… coisa feia castigar seu namorado assim.

Piscou, provocando Otoya.

Otoya: C-Cecil!!

Tokiya: pelo menos um pra me defender…

Syo: concordo. Coitado do Ren, Masato…

Natsuki: com dois dias os dois já estarão subindo pelas paredes.

Os três riram da cara dos quatro.

Masato: os dois mereceram! Assim param de serem idiotas exibidos!

Falou fuzilando o ruivo.

Otoya: deveria aprender a fazer isso.

Disse para o Aijima.

Otoya: assim evitaria ficar duas semanas sem sentar direito.

Abriu um sorriso cínico, Cecil corou furiosamente.

Cecil: Otoya!!

Ren: esse seu namorado misterioso te pega de jeito em…

Piscou maliciosamente ao indiano que sentiu o rosto esquentar mais ao lembrar de Camus.

Cecil: já chega!

Masato: pior foi o Syo que ficou suspirando e essas semanas andando meio robô enferrujado.

Tokiya: o Koji levou um chifre pra ninguém colocar defeito.

O Kurusu ficou tão vermelho que pensou que fosse desmaiar ali. Todos riram da cara dos dois.

Syo: já chega! Vamos logo cantar a merda dessa musica!!

Se levantou irritado. Ai observava analiticamente todo o comportamento do chibi com os colegas de banda dele e achou super fofo o jeito como Syo corou por algum comentário que eles fizeram, a forma como ele riu espontaneamente… aquele garoto realmente era lindo demais. Syo falando com Ren acabou se deparando com Ai o fitando de forma intensa do lado oposto a onde ele estava com os amigos, o rosto do menor voltou a ruborizar e mordeu os lábios de leve com o sorriso cínico de lado que o bluenette deu, estendendo o copo em sua direção.

Natsuki: Syo-chan!!

O Kurusu foi despertado do transe.

Syo: que foi?

Natsuki: vamos subir? Todos já estão indo na direção do palco.

Disse sorrindo. Syo retribuiu o gesto meio sem graça.

Syo: hai!

Os sete integrantes do Starish finalmente estavam no palco, e assim que a plateia percebeu, começou a gritar e bater palma. O Kurusu olhou para a plateia com sorriso satisfeito e falou no microfone.

Syo: Estão gostando do coquetel?

Ele ouviu como resposta gritos empolgados.

Syo: Que bom. Bem, isso não estava combinado, mas o Otoya sugeriu que cantássemos uma música para vocês, o que acham da ideia?

Todos começaram a bater palma e gritar o nome de Syo, da banda e dos demais integrantes. O loiro olhou de relance para Ai e viu que ele o fitava com um sorriso malicioso, que fez o loiro desviar o olhar envergonhado. Cecil percebeu que o amigo ficara sem graça por algum motivo e acenou para o resto da banda e todos se prepararam para iniciar "Maji Love 2000%". Syo foi para o seu lugar e os sete começaram a dançar e cantar, ouvindo a plateia cantar junto empolgada.

Na parte em que Syo e Cecil cantavam juntos, ambos foram para a beira do palco e Cecil acabou cruzando seu olhar com o de Camus, que conversava com o rapaz que havia sido apresentado como novo patrocinador. O loiro deu um meio sorriso malicioso que deixou o indiano arrepiado. Syo também era observado pelo bluenette, que o devorava com os olhos. O Kurusu jamais admitiria, mas estava louco para fugir com Ai para qualquer lugar que o Mikaze quisesse levá-lo. A música já estava quase no final. Syo viu Ai ficar com uma expressão incrédula por algo que Camus havia o dito e em seguida fitá-lo com um olhar determinado, andando em direção a saída lateral do palco. Cecil percebeu e arregalou minimamente os olhos, vendo Camus rir e seguir o bluenette.

Eles terminaram de cantar com os gritos do publico que estavam alucinados por estarem presenciando de tão perto os queridinhos do Japão. Syo foi um dos últimos a descer do palco, seguido por Cecil e Natsuki, mas logo o Shinomiya se despediu deles alegando ter que fazer uma ligação urgente e que havia esquecido de ligar antes. Os dois, mesmo sem saberem um do outro, estavam tensos já que viram Ai e Camus irem naquela direção.

Cecil: nee Syo… por que você tá tão nervoso hoje?

Perguntou no intuito de ocupar sua mente com outra coisa que não fosse o delegado. Syo congelou e fitou o amigo.

Syo: bom, é toda essa pressão da inauguração… isso me deixa tenso.

Cecil arqueou a sobrancelha.

Cecil: é só isso mesmo?

O Kurusu não teve tempo de responder a pergunta do indiano, já que o amigo foi parado por um braço que rodeou a frente do seu corpo.

Cecil: mas o que…?

Ele paralisou ao sentir o cheiro de Camus.

Camus: estou querendo falar com você desde que cheguei.

Sussurrou no ouvido do mais novo que se arrepiou todo. Syo sorriu de canto.

Syo: como vai Camus?

O loiro maior sorriu cinicamente.

Camus: ótimo… e pretendo ficar melhor.

Cecil corou furiosamente.

Cecil: o-o que você ta fazendo aqui? Como entrou?

Perguntou olhando parcialmente para Camus.

Camus: convite especial do patrocinador da marca. Não poderia recusar, isso seria uma desfeita deselegante.

Syo e Cecil ficaram perplexos. O Kurusu congelou ao ver Ai logo atrás do delegado.

Ai: ah com certeza seria. Não gosto de aceitar “não” como resposta.

Olhou do amigo para Syo.

Syo: v-v-vocês se conhecem?

Ai: digamos que de outra vida.

Eles riram.

Camus: ou melhor, desde o tempo que você e eu ainda valíamos alguma coisa.

Ai sorriu maldoso. Syo estava assustado com todas aquelas coincidências e Cecil notou aquilo. O indiano notou que a relação do amigo com o Mikaze ultrapassava apenas a superficialidade de patrocinador e estrela da marca.

Camus: bom, o chibi é todo seu Ai. Eu tenho um assunto particular com o meu idol aqui.

Cecil corou e tentou falar algo, mas foi puxado antes de tentar argumentar. Syo viu o companheiro de banda ser puxado de lá por Camus, que sorria malicioso. O loiro desviou o olhar do casal e o direcionou ao bluenette, que o fitava com desejo nos olhos.

Syo: Ai... eu... nós...

Ai: Chibi, vamos embora daqui agora ou vou comer você aqui mesmo na frente de todos os convidados.

Falou com a voz levemente rouca de tesão. Syo prendeu a respiração por uns segundos.

Syo: "Que se dane!"

Pensou, puxando o bluenette pelo pulso e indo em direção à parte de trás do palco, que levava a outra saída. Ai deixou o menor guiá-lo e assim que ambos estavam longe da vista de possíveis curiosos, Ai parou, vendo o chibi fitá-lo nos olhos com um olhar excitado. O bluenette não resistiu e imprensou o loiro na parede mais próxima e começou a beijá-lo de forma desesperada, sendo correspondido na mesma intensidade.

Syo: ahhh…!

Ele gemeu longamente, fechando os olhos quando Ai pegou em cheio no seu membro.

Ai: já está duro, meu chibi?

Syo gemeu manhoso e mordeu o lábio inferior. Ai obteve um brilho super malicioso nos olhos com aquela expressão tão orgástica que o chibi fez.

Ai: sentiu minha falta?

Ele levou o polegar e roçava de leve na boca do menor, delineando seus lábios. Syo gemeu baixinho.

Ai: se masturbou pensando em mim?

Continuou o provocando enquanto a outra mão estava massageando seu membro.

Syo: Ai…

Ele pendeu a cabeça de leve, a encostando na parede atrás de si.

Ai: vamos Syo… me responda. Sentiu ou não minha falta?

O Kurusu o fitou completamente excitado.

Syo: s-sim.

Ai sorriu satisfeito.

Syo: o que fez comigo naquela noite?? Eu não parei de pensar em você…! Eu me masturbei incontáveis vezes lembrando de você…!

Dizia de forma desesperada e gritou quando Ai deu um aperto mais forte em seu membro.

Ai: ah chibi… você me deixa insano.

Ele foi com os lábios para o lóbulo do mais novo e mordeu. Syo pressionou fortemente as pálpebras quando Ai ficou o provocando com o musculo de sua língua em seu ouvido.

Ai: você acaba com toda a pouca racionalidade que eu tenho. Você é um vicio gostoso que eu não quero largar…

Syo: Ai…!

Ele estava ficando desesperado de tesão.

Ai: é bom saber desde agora, que você será meu quantas vezes eu quiser.

O tom perigoso e autoritário que o Mikaze usou, fez o corpo do chibi se arrepiar inteiro.

Syo: Ai… aqui! Agora! Por favor…

Ele levou as mãos a nuca do bluenette e puxou seu rosto, deixando a altura do seu.

Syo: me coma agora! Nesse lugar!

Ai o fitou em expectativa.

Syo: eu nunca quis tanto um pau dentro de mim… como eu quero o seu! A noite inteira como naquela vez…

O Kurusu não precisou falar mais nada. Ai virou o chibi e o imprensou na parede, ouvindo-o gemer excitado.

Ai: Eu também meu masturbei muito pensando em você Syo...

Sussurrou no ouvido do loiro, acochando-o por trás, fazendo o menor sentir seu membro intumescido sob o tecido. O Kurusu empinou o traseiro e deu uma rebolada que arrancou um gemido rouco e surpreso de Ai.

Ai: Chibi se prepara pra não andar.

Falou com a voz cheia de tesão, levando as mãos ao cinto do menor e desafivelando rapidamente, para em seguida desabotoar a calça e abaixá-la de uma vez junto com a boxer. O pênis de Syo já estava duro e já era visível o pré-gozo na glande. Ai levou a mão esquerda ao membro do menor e iniciou uma masturbação lenta e torturante.

Syo: Ah Ai...

Gemia necessitado. O bluenette sorriu malicioso e levou três dedos a boca do menor, que os abocanhou com vontade, lubrificando-os bem. Syo rodeava os dedos de Ai com a língua, ao mesmo tempo em que o Mikaze passou a acelerar a velocidade da masturbação. O loiro largou os dedos de Ai e gemeu alto, apoiando a cabeça na parede. O bluenette sorriu satisfeito. Ai atacou o pescoço do menor e deu um chupão, sorrindo satisfeito ao ver a marca roxa.

Syo: b-baka…! Você não pode…!

Ai: te marcar por causa do seu namorado?

Completou cinicamente a fala e logo em seguida mordeu com força a nuca do loiro que acabou gritando de prazer e dor.

Syo: v-você sabe?

Ai sorriu de canto.

Ai: é impossível alguém que te conheça não saber que você namora aquele pinguim de gravata. Serio que gosta daquilo?

Zoou o chibi que suspirou.

Syo: você realmente não vai querer discutir esse assunto agora não é?

Ai: não…

Ele parou a masturbação e abriu o fecho de sua própria calça, a abaixando junto com a boxer.

Ai: tenho coisas mais interessantes pra fazer do que falar sobre esse tal de Koji. Por exemplo… comer o namorado dele.

Syo suspirou excitado.

Syo: você realmente é muito mau Ai.

O bluenette abriu um sorriso pretencioso.

Ai: eu não sou mau, Syo. Eu sou péssimo.

Murmurou roucamente metendo de uma vez só dois dedos na entrada do idol que arqueou a coluna gritando o nome do mais velho.

Ai: senti falta dos seus gritos.

Sussurrou no ouvido do menor. Syo fechou os olhos e rebolou nos dedos do bluenette, cerrando os punhos quando Ai os estocou até atingir sua próstata.

Ai: Está com tanta pressa pra ter meu pau dentro de você?

Provocou, mordendo a nuca do menor, que gemeu sôfrego.

Syo: Ai... me come logo.

Pediu necessitado, rebolando novamente nos dedos do maior. O Mikaze mordeu os lábios ao ver o loiro tão entregue. Ai retirou os dedos de dentro do Kurusu e ouviu um gemido em protesto. O bluenette sorriu malicioso e roçou seu pênis ereto na entrada recém-violada por seus dedos, o que fez o Kurusu empinar o traseiro ainda mais e gritar de prazer.

Syo: Entra em mim de uma vez, Ai!

Ai: adoro ver você implorando desse jeito.

Fez uma voz maliciosa e levou a mão destra para o membro do Kurusu.

Syo: Ai!! Por favor…!!

Fechou os olhos, suplicando em meio ao desespero para que Ai o invadisse logo.

Ai: eu ia amar torturar você mais um pouco, só pra te ver implorando assim. Mas…

Ele soprou uma região perto da clavícula, arrepiando Syo.

Ai: eu também to desesperando pra te comer de novo. Bem gostoso só pra te ver gritando meu nome.

Syo: ahh…

Ai mordeu a mesma região que havia soprado no mesmo instante em que violou a entrada do idol. Syo automaticamente empinou mais a bunda e abriu a boca em um gemido mudo.

Ai: tão quente…

Ele sussurrava rouco no ouvido de Syo. Ai abraçou o pequeno corpo com os dois braços e colou de forma completa ao seu. O chibi mordeu os lábios tentando reprimir seus gemidos que estavam ficando altos demais quando o bluenette passou a desferir estocadas certeiras e intensas em sua próstata

Ai: eu não gosto que reprima. Quero ouvir seus gritos, Syo!

Ele saiu de dentro do menor e entrou de uma vez só.

Syo: ahhh!!!

Ele pendeu a cabeça pra traz, a apoiando no peito de Ai. Seu corpo era movido pra frente e para atrás em um ritmo frenético, seus olhos estavam estreitos e com as pupilas dilatadas, Syo gritava sem pudor a medida que Ai o violava com mais força.

Syo: Ah Ai! Isso!!!

Gritava fora de si devido as estocadas certeiras do mais alto. O bluenette deu um tapa forte na bunda do loiro e o ouviu gemer de dor e prazer, ao mesmo tempo em que comprimia o seu membro, arrancando do Mikaze um gemido alto que se assemelhava a um urro.

Ai: Eu sentia falta da sensação maravilhosa que é violar seu corpo e estar dentro de você, chibi...

Falou com a voz repleta de luxuria. Syo virou o rosto e fitou o Mikaze ofegante, sentindo ele tomar sua boca em um beijo cheio desejo e luxuria, onde o bluenette engolia cada gemido que a boca do menor emitia devido as estocadas intensas e a masturbação no seu membro. Syo afastou os lábios do maior do seu, restando uma fina linha de saliva separando-os. O loiro deu um meio sorriso e mordeu o lábio inferior de maneira sexy, contraindo seu canal interno ao redor do membro intumescido do mais alto.

Syo: Anda Ai, me fode com mais força!

Implorou, gemendo necessitado em seguida.

Ai: chibi insaciável.

Provocou cinicamente em seu ouvido e levou o menor contra a parede com força. Syo apoiou-se com as duas mãos na parede e empinou mais seu quadril que passou a ser violado com mais velocidade.

Ai: chame. Chame meu nome, Syo. Grite!

Ele apertou com força a cintura do chibi e provavelmente aquilo ficaria marcado.

Syo: Ai!! Ahhh…! Uuhum…!!

Ele afastou mais as pernas uma da outra e rebolava com vontade no falo que entrava e saia de si em intervalos mínimos de segundo. Os punhos do loiro fecharam-se contra a parede e ele abriu a boca em um gemido mudo quando Ai passou a provoca-lo, rebolando com seu pau dentro dele. O Kurusu sentia seu interior ser revirado pelo membro do bluenette.

Ai: ahh…

Ele não evitou o gemido quando o idol empurrou sua bunda de encontro ao quadril dele, obrigando o falo a afundar-se mais em si. Syo repetiu o movimento, ouvindo o yakuza gemer seu nome em deleite, o que o deixou satisfeito.

Ai: Chibi, você me deixa louco.

Falou rouco de tesão, penetrando Syo com força até atingir a próstata dele, o que fez o menor gritar de prazer.

Syo: Ai, eu quero gozar olhando pra você...

Disse com dificuldade em meio aos gemidos e gritos de prazer devido as intensas estocadas de Ai. O bluenette parou de se mover por um instante e se retirou de dentro do loiro, ouvindo um gemido desgostoso que o fez rir. Ai virou o chibi de frente e o viu arfando, com o rosto vermelho, lábios inchados e cabelo arrepiado.

Ai: Você definitivamente será a minha perdição, chibi.

Falou, avançando nos lábios do menor e iniciando um beijo erótico e intenso, sendo correspondido na mesma intensidade pelo Kurusu, que logo deu passagem para a língua ávida do mais alto. O Mikaze levou as mãos as coxas roliças do menor e o ergueu do chão, sentindo-o gemer surpreso em meio ao beijo. Syo passou as pernas em volta da cintura do bluenette e sentiu seu corpo ser imprensado na parede ao mesmo tempo em que Ai o penetrava novamente, atingindo a sua próstata de primeira.

Syo: ahhhh!!!

O grito que ele deu foi tão alto, que se não fosse pelos falatórios e a música alta do DJ, todos os convidados ali presentes ouviriam o grito sôfrego e cheio de prazer do idol.

Syo: ahh Ai!! Assim!! Com mais força, por favor!!

Ele passou os braços pela nuca do bluenette e o abraçou com força, afundando seu rosto na curvatura do pescoço do maior. Syo revirou os olhos, a cada segundo as estocadas ficavam mais fundas e intensas, Ai o estocava com toda sua força, fazendo o corpo do chibi subir e descer pela força exercida nos movimentos.

Syo: Ai… v-você quer me matar assim…!

Ele mordeu os lábios quando o Mikaze se retirou e voltou a afundar-se em si com força.

Ai: quero você em êxtase gritando meu nome, Syo!

Ele fitou os olhos carregados de luxuria do loiro.

Ai: você é meu!

Syo sorriu extasiado e jogou a cabeça pra traz, tentando rebolar no falo que entrava e saia de si rapidamente. Os orbes do yakuza focaram na face ruborizada de Syo, aquele garoto era enlouquecedor e muito devorável. O Kurusu gemia completamente entregue o nome do bluenette.

Syo: Ai, eu to quase...

Disse com dificuldade, olhando nos olhos cianos do mais velho. O Mikaze apertou as fartas coxas do menor e se enterrou ainda mais fundo, ouvindo o loiro gritar e puxá-lo em seguida para um beijo. Ai explorava a boca de Syo com a língua, sentindo o menor fazer o mesmo consigo. Os dois separaram os lábios respirando com dificuldade. Syo olhou para o rosto do maior e sorriu, recebendo de volta o meio sorriso cínico que tanto lhe encantara.

Ai: Juntos, chibi.

Falou, intensificando novamente as estocadas e sentindo Syo apertar seu falo com as paredes internas.

Syo: Ai!

Gritou extasiado, derramando-se no seu próprio abdômen e no do bluenette. O Mikaze o estocou por mais alguns segundos, despejando seu prazer no interior do menor com um gemido rouco. Os dois se olharam arfando. Syo puxou o mais alto para um beijo rápido.

Syo: Ai, vamos continuar isso em outro lugar, cansei desse coquetel.

Falou com um sorriso “inocente”.

Ai: Você que manda, chibi.

Disse sorrindo cínico.

.................................

Camus puxava o indiano com urgência e nem se preocupava se batia em alguém ao longo do caminho.

Cecil: baka! As pessoas estão olhando!

Ele estava corado levemente. O loiro deu um sorriso de canto.

Camus: está com vergonha de mim Cecil? O delegado não é digno o bastante de estar diante de um dos idols queridinhos do país?

O menor revirou os olhos.

Cecil: menos Camus. Menos…

O loiro riu e o puxou com mais força, jogando-o dentro de um dos banheiros da casa de eventos e colocou uma plaquinha do lado de fora, avisando que o banheiro estava com o piso molhado.

Cecil: por que fez isso?

Perguntou sem entender o motivo do delegado por aquela placa. Camus sorriu e bloqueou por dentro a porta, para se certificar que ninguém pudesse entrar no local. Cecil estremeceu com medo do que pudesse estar passando pela cabeça do amante.

Cecil: Camus… por que você…?

Camus: não precisa ficar tão tenso, meu amor. É só pra podermos ter privacidade.

Levantou as mãos como defesa. Cecil recuou quando ele deu um passo para frente.

Cecil: e por que você quer “privacidade”?

Camus sorriu maldoso.

Camus: qual o problema? Esta com medo de mim?

Cecil engoliu em seco.

Camus: eu posso querer só conversar…

Disse com uma falsa inocência na voz.

Cecil: conversar?

Arqueou a sobrancelha.

Cecil: não consigo imaginar você fazendo isso.

Cruzou os braços. Camus sorriu maliciosamente.

Camus: nós sempre conversamos Cecil. Nossos corpos tem uma linguagem que só nós entendemos.

O moreno corou furiosamente e sentiu todos os seus pelos se arrepiarem.

Cecil: Acho que não estou entendendo... Você podia ser mais claro, Camus?

Perguntou, passando a língua pelos lábios em seguida. O delegado o fitou com os olhos luxuriosos. Aijima o estava provocando, e ele adorava isso.

Camus: Cecil, você realmente adora ser castigado...

Disse com a voz sexy e autoritária. O moreno se arrepiou e deu um sorriso de satisfação quase imperceptível.

Cecil: Acho que ainda não está sendo claro o suficiente, Camus...

Disse com o tom de voz provocante, descruzando os braços. O loiro contorceu os lábios e se aproximou do menor, que sentia seu corpo se arrepiar a cada passo que Camus dava em sua direção, sentindo seu membro endurecer com a proximidade do outro.

Camus: quer que eu seja mais claro?

Perguntou em um tom ameaçador.

Cecil: eu agradeceria.

Camus o puxou com força pelo braço e o levou contra a bancada da pia, deixando-o de costas para si.

Camus: eu quero comer você, Cecil.

Ele usou um tom rouco e sedutor que fez o moreno gemer satisfeito.

Cecil: Camus… sabe que aqui não é lugar para isso.

Fechou os olhos em deleite sentindo as mãos fortes do delegado descerem pela lateral de seu corpo.

Camus: é mesmo? Esqueceu em quantos lugares diferentes você e eu já transamos?

Cecil sorriu de canto.

Camus: você apenas gosta de me provocar.

Cecil: digamos que… eu gosto quando perde a cabeça.

Camus sorriu e mordeu uma região no pescoço do menor. Cecil gemeu carente.

Camus: com esse gemido, ainda tenta me convencer que não quer transar aqui?

A mão esquerda do loiro saiu de sua cintura e foi para o meio das pernas do idol. O Aijima mordeu os lábios quando Camus tocou em cheio em seu membro e ficou massageando.

Camus: está duro e querendo minha atenção nele.

Cecil: ahn…

O delegado roçou seu nariz na pele macia da nuca do mais novo.

Cecil: v-você veio de proposito pra esse coquetel não foi? Você odeia eventos assim.

Camus riu de leve.

Camus: eu sabia que você ia tá aqui. E eu tava começando a sentir sua falta…

Cecil: não faz nem dois dias que dormimos juntos.

Gemeu longamente sentindo a mão livre do loiro subindo por dentro de sua camisa e tocando em seus mamilos.

Camus: e daí? Eu gostaria de ter você na minha cama todas as noites.

Cecil sentiu seu rosto ficar mais vermelho e o coração disparou na hora.

Camus: ainda temos que rever essa historia. Não concordo com o fato de você ta na cidade e não dormir comigo.

Cecil sorriu de leve em meios aos suspiros que soltava.

Cecil: vamos parecer namorados se eu dormir todas as noites com você… teríamos uma rotina…

Ele fitou o delegado pelo espelho grande que estava a sua frente. Camus retribuiu o olhar e apertou com mais força a ereção de Cecil, arrancando um gemido alto do mesmo.

Camus: Isso seria um problema pra você, Cecil?

Perguntou, sussurrando no ouvido do moreno e mordendo o lóbulo da orelha do mesmo em seguida.

Cecil: Camus!

Gemeu o nome do loiro de forma necessitada, sentindo o delegado passar a mão direita por todo o seu abdômen, retornando aos mamilos para estimulá-los novamente. Aijima gemia, deixando Camus ainda mais excitado. O delegado aproximou ainda mais o corpo do moreno. Cecil sentiu que Camus já estava tão duro quanto ele e sorriu satisfeito.

Camus: Porque tá sorrindo?

Perguntou, apertando novamente o membro do moreno, que quase grita de prazer.

Cecil: Ah Camus! Adoro quando fica duro por minha causa!

Afirmou excitado, rebolando no membro coberto do loiro, que gemeu surpreso. Ainda sorrindo, Aijima rebolou novamente, gemendo junto com o delegado dessa vez. Cecil virou-se de frente para o loiro, que o fitava com desejo, luxuria e carinho.

Cecil: Sobre a sua pergunta, eu não me importaria em ter uma rotina com você... Mas você tem que levar em consideração que eu sou um tanto insubordinado... Posso dar mais trabalho que os seus prisioneiros mais irritantes... Está disposto a aguentar isso, Camus?

Indagou com um sorriso provocante, sentando na bancada de mármore da pia e puxando o loiro para o meio de suas pernas. Os olhos do loiro desceram para a boca do mais novo e puxou sua nuca para um beijo repleto de paixão. Cecil gemeu com sua boca sendo invadida pela língua do delegado e mesmo sabendo que não era o lugar certo, ele se entregava completamente ao mais velho. Cecil nunca resistiu a Camus, sempre… desde o começo o loiro foi sua perdição. Quando se conheceram, o idol sentiu uma forte atração pelo delegado, mas tinha medo de arriscar sua carreira e imagem pública se envolvendo com qualquer pessoa. Mas Camus não permitiu que ele se afastasse, ele o cercou… o cercou como um tigre que não desvia o foco de sua presa. O Aijima não foi forte o bastante e permitiu ser devorado por ele, todo, completamente e naqueles momentos com ele… Cecil percebia que para o bem ou para o mal, Camus sempre vai ser o melhor que aconteceu em sua vida.

Cecil: Camus…!

Ele gemeu com os toques devassos do loiro. O delegado colou mais seus corpos, ele era o caminho da perdição eterna do jovem idol.

Camus: se você não fosse tão complicado assim, talvez eu não seria tão louco por você.

Sussurrou em seu ouvido. O moreno sorriu e jogou a cabeça para traz sendo devorado pelos olhos ardentes e desejosos do maior. Camus começou atacar seu pescoço com mordidas fortes.

Cecil: você gosta de deixar meu corpo eternamente marcado. É difícil esconder isso dos fotógrafos, sabia?

Provocou sorrindo cinicamente.

Camus: eu gosto de marcar o que é meu.

Cecil o fitou.

Camus: você sempre foi um gatinho arisco… e foi isso que me atraiu mais pra você. Pensei em como seria a sensação de você na minha cama… gemendo… te beijando… marcando seu corpo… essa boca deliciosa me chupando…

Cecil quase gemeu com a intensidade do amante.

Camus: além disso, eu gosto de te por na linha Cecil. Sou bom em adestrar gatinhos travessos.

O idol o fitou malicioso.

Cecil: Camus... Eu fui um gatinho muito mal hoje... Eu tava pensado em fugir de você quando te vi lá do palco...

Falou, sorrindo com falsa inocência em seguida.

Camus: Você ia fugir de mim, Cecil?

Indagou, segurando o queixo do moreno com força e o ouvindo gemer de dor e prazer.

Cecil: Ia Camus! Eu ia sumir por dias... Só pra te deixar louco!

Provocou, fitando o loiro. O delegado deu um tapa no rosto do menor, que gemeu satisfeito.

Cecil: Você ia sentir minha falta, Camus?

Falou com a voz sensual, puxando o maior para mais perto de si.

Cecil: Você tem tanta necessidade de me ter por perto assim?

Sussurrou no ouvido do loiro, mordiscando de leve o pescoço dele em seguida. Camus soltou um suspiro longo de contentamento e apertou forte a cintura do moreno, arrancando outro gemido heterogêneo de dor e prazer do idol.

Camus: você… garoto não me provoca.

Ele levou a mão destra ao pescoço de Cecil.

Camus: eu já falei que é inútil fugir de mim.

O menor prendeu a respiração quando teve seu cinto arrancado bruscamente de sua calça.

Cecil: eu gosto de te ver assim. Desesperado por minha causa.

Provocou. Camus estreitou o cenho e puxou seu cabelo com força, pendendo a cabeça deste para o lado, deixando uma parte do seu pescoço a mostra. Camus mordeu com força aquela região, obrigando o mais novo gemer de dor mais uma vez.

Cecil: Camus…

Fechou os olhos e rebolou, buscando mais contato com sua ereção na do outro.

Cecil: eu quero você Camus!

O loiro sorriu maldoso.

Camus: não era você que ia fugir de mim?

Arqueou a sobrancelha em zombaria. Cecil suspirou e se afastou dele minimamente, somente para tirar sua camisa e sorriu com o olhar de luxuria do delegado para sua pele. Cecil retirou o blazer que o maior usava e o atirou longe e não teve paciência pra desabotoar botão por botão da camisa social, ele apenas deu um puxão arrancando todos de uma vez só.

Camus: eu poderia tirar Cecil.

Disse irônico, o idol riu.

Cecil: sempre tive vontade de fazer isso…

Mordeu os lábios excitado.

Cecil: eu sou seu hoje, a noite inteira. Faça o que quiser comigo…

Camus sorrindo, apoiou as duas mãos, uma a cada lado do corpo de Cecil na bancada de mármore.

Camus: só hoje?

O moreno olhou para o delegado com um sorriso travesso.

Cecil: Hm... Talvez amanhã de manhã também, quem sabe...

Camus franziu o cenho, o que fez o menor rir.

Camus: Não fuja do assunto.

Falou em tom de ameaça.

Cecil: Não estou fugindo, Senhor Delegado... Acredito que me levará detido daqui, certo?

Falou, passando a mão no peitoral exposto do maior, vendo a respiração do mesmo acelerar.

Cecil: Sabe, você devia andar sempre de uniforme... E isso inclui o seu equipamento... Nunca se sabe quando vai encontrar um gatinho travesso que precisa ser adestrado...

Camus fitou o moreno com um olhar perverso e malicioso.

Camus: Não preciso do meu cassetete pra te adestrar.

Falou com a voz rouca e sexy, descendo o menor da bancada e o virando de costas. Cecil virou o rosto e olhou para loiro sorrindo em seguida.

Cecil: O que tá esperando pra me por na linha?

Perguntou excitado, rebolando de forma provocante. Camus sorriu e levou a mão ao queixo do indiano e o virou para si, beijando-o fogosamente. A mesma mão, Camus a desceu pelo tronco do idol, arranhando a pele morena, arrepiando Cecil completamente.

Cecil: C-Camus!!

Ele gemeu necessitado, sentindo o zíper de sua calça ser aberto e a mão libidinosa do maior entrar, sem cerimonias, por dentro de sua boxer.

Cecil: k-kami…!

Ele precisou se apoiar na bancada, suas pernas tiveram um forte tremor apenas pelo fato de Camus ter tocado diretamente e daquela maneira em seu falo entumecido.

Camus: geme mais!

Ordenou, abaixando de vez a calça e a boxer do corpo do idol. Cecil mordeu os lábios tentando manter algum pingo de sanidade.

Camus: não me desobedeça, Cecil. Geme… geme meu nome.

Cecil: aa-aahn… C-Camus…

Ele fechou os olhos em êxtase e arqueou a coluna sentindo o dedo do meio do delegado fazer movimentos circulares em seu orifício.

Cecil: e-estamos num lugar público. Eu não posso g-gemer… alto.

Camus sorriu perverso o fitando pelo espelho e começou a dar vários chupões em sua nuca.

Camus: ah pode sim. Tanto pode como vai. Se não for por vontade própria, então vou te comer com tanta força que você será incapaz de segurar os gritos.

Cecil: ahh…

Ele gemeu com a contração que seu baixo ventre teve com aquela ameaça.

Camus: aquele assunto não está encerrado ainda, Cecil. Ter você por temporada não é o bastante.

Cecil arregalou minimamente os olhos e o coração passou a bater muito mais rápido. Camus retirou a mão do seu membro e o dedo do anel do menor e se abaixou, levando a língua a lubrificar a entrada.

Cecil: ahhhhnn!!

O grito que ele deu foi mais alto e empinou a bunda, se deitando parcialmente por cima da bancada. O idol rebolava com a língua de Camus o estimulado a cada segundo mais intensamente. Cecil sentiu dois dedos lhe invadindo, ao mesmo tempo em que a língua hábil do maior ainda o estimulava e gemeu alto. O moreno levou a mão à boca e a mordeu, tentando controlar os próprios gemidos e a vontade que tinha de gritar de prazer. Camus deu um tapa forte na bunda do menor, deixando a marca dos cinco dedos, o que o fez arfar e mordeu a própria mão com mais força.

Camus: Já disse que quero você gemendo e gritando o meu nome.

Falou autoritário, levantando-se e batendo na bunda do moreno novamente, vendo-o cerrar os olhos e engolir o gemido de prazer. Camus deu um sorriso malicioso.

Camus: Vamos ver como se sai sem a mão pra morder...

O delegado puxou a mão que estava na boca do menor para trás, vendo uma fina linha de saliva escorrendo no canto da boca de Aijima. Camus puxou o outro braço e juntou ambas as mãos na costa de Cecil, agarrando os pulsos em um aperto forte com sua mão. O loiro lambeu os lábios com a visão e puxou o menor pelo cabelo, ouvindo um gemido sôfrego.

Cecil: Ah Camus... isso...!

Disse em deleite quando o maior mordeu seu ombro e voltou a estimular sua entrada, dessa vez com três dedos.

Cecil: ah! Ah! C-Camus…!!

Ele fechou os olhos fortemente e rebolou empinando o traseiro para que o loiro aprofundasse mais os dedos dentro de si.

Camus: resolveu gemer Cecil?

Perguntou em tom de zombaria.

Cecil: filho de uma…!

Ele não conseguiu terminar pelo forte tapa que recebeu em sua bunda outra vez e a mão, que segurava seus pulsos, apertou com mais força obrigando o menor a gemer de dor.

Camus: cuidado como fala comigo, garoto.

Seus lábios se contorceram em um sorriso maldoso.

Camus: eu posso matar você agora sabia?

Cecil mordeu sua língua e fitou Camus pelo espelho.

Cecil: Me matar, Camus? Como?

Falou em um sussurro. O moreno fitava os olhos do delegado através do espelho e via claramente o sadismo estampado neles. Cecil quase gemeu com isso. Quase. O loiro apertou novamente os pulsos do menor, que gemeu de dor.

Camus: Esses seus gemidos me excitam demais, você não tem ideia do quanto me deixa louco...

Falou com a voz rouca e sensual no ouvido do moreno, que fechou os olhos arfando. Camus mordeu com força o ombro de Aijima e apertou a cintura dele, cravando na pele as unhas. O idol abriu a boca em um gemido mudo.

Cecil: b-baka… você tá me marcando. Desse jeito vão achar que eu vim de uma guerra.

Disse irritado. Camus estreitou as sobrancelhas e jogou o menor bruscamente contra a parede.

Camus: quem vai achar?

Perguntou sem elevar a voz, no entanto dava pra ver a irritação nela.

Cecil: c-como assim?? Meus amigos é claro e…

Ele arregalou os olhos vendo o loiro levar a mão direita para traz do corpo e sacar uma pistola de 9mm.

Cecil: você tá armado??

Camus: claro que sim. Um delegado do meu nível nunca tem que andar desprevenido.

Ele passou o cano de leve pela face do moreno.

Camus: nunca se sabe quando será necessário matar alguém.

Cecil engoliu em seco.

Camus: agora... quem tem intimidade com você o suficiente pra te ver sem roupa?!

Cecil: o-o que?! Camus eu não…!

Ele gemeu de dor quando o delegado pressionou com mais força a ponta da arma em sua cabeça.

Camus: eu não to brincando Cecil! Quem é o desgraçado que toca em você?!!

Dessa vez o mais velho gritou fazendo o idol se encolher. Mas apesar de Camus está tão assustador, Cecil estava gostando daquele lado cruel dele.

Cecil: o que faria com ele? Mataria?

Provocou e recebeu como resposta dois dedos do loiro que entraram em si sem pena.

Cecil: ahh!!

Camus: eu mato qualquer um que tocar em você, Cecil! Arranco todos os dedos de forma bem lenta e depois decepo a mão e ainda levo ao forno para o filho da puta comer.

Cecil mordeu os lábios e gritou cheio de prazer ao ter sua próstata atingida. Os olhos de Camus estavam fixos e gélidos fitando o mais novo, ele não conseguia nem imaginar a ideia de outro ter aquela visão em sua frente, ter os gemidos do seu garoto.

Cecil: ahh… Camus…

Camus: fala logo!! Alguém já transou com você nesses dois anos?!! Alguém toca em você ainda?! Fala!!

O moreno mordeu os lábios.

Camus: Anda Cecil, responde porra!

Falou alterado, destravando a arma e preparando o gatilho. Cecil fechou os olhos e começou a rir. Camus sentiu sua irritação ficar ainda maior e piorou ao ver o outro sorrir cinicamente. Camus deu um tapa no rosto de Aijima, que mordeu os lábios excitado com a agressividade do maior. O delegado estava ofegante e olhava para o idol de forma possessiva. Camus levou a arma ao queixo do menor, que mantinha o sorriso cínico na face.

Camus: Você é meu, Cecil! Ninguém pode tocá-lo, apenas eu!

Falou rouco e autoritário.

Cecil: Então o que está esperando para me tocar de uma vez, Camus?

Provocou, desafiando o maior com o olhar.

Camus: tsk!

Ele estalou a língua completamente fora de si.

Camus: você não tem amor a vida moleque!

Cecil riu mais.

Cecil: digamos… que seja interessante te ver assim.

O fitou cheio de malicia e puxou Camus pela barra da calça que o mesmo ainda usava, beijando-o fogosamente. Cecil se agarrou aos cabelos do loiro enquanto devorava seus lábios com vontade e esfregava seu corpo no do outro, atiçando mais ainda a ereção do delegado. Camus encerrou o beijo com uma mordida forte nós lábios do moreno que gemeu de dor e excitação.

Cecil: Camus… me come logo…!

Implorou abrindo o zíper de Camus e deslizando a calça junto com a cueca pelas pernas do maior. Cecil bombeava o falo duro do loiro e o mesmo cerrava os dentes sentindo seu corpo ficando mais quente e excitado.

Cecil: não fique tão irritado…

Mordeu o lábio inferior cinicamente.

Cecil: mesmo que outro me coma… eu ainda prefiro você.

Provocou e viu o maior explodir de ódio. Camus pôs a arma em cima da bancada e levantou as coxas de Cecil, as sustentando firme e prensou o corpo do menor contra a parede forte, logo o penetrando com seu membro de uma vez só. O Aijima arregalou os olhos e gritou alto o bastante e se não houvesse música alta do lado de fora, todos ouviriam. Os olhos dele lacrimejaram pela forte sensação de dor e prazer. Camus não esperou que ele se acostumasse e logo passou a penetrá-lo num ritmo lascivo. O corpo do moreno subia e descia enquanto suas mãos apertavam com força os ombros do loiro.

Cecil: ahh!! Ahhh!! Camus!!

O moreno cravou as unhas no ombro do delegado e enlaçou a cintura do mesmo com as pernas, sentindo-o atingir a próstata intensamente. Aijima jogou a cabeça para trás e começou a rebolar a cintura intensamente, sentindo seu membro ser estimulado pelo seu próprio abdômen e pelo de Camus, além da profundidade da penetração ter aumentado. Camus colou ainda mais os corpos enquanto desferia estocadas fortes.

Camus: Quem é o único que pode te foder desse jeito?? Quem é o único que pode te ver rebolando e pedindo por mais?!

Perguntou com a voz autoritária repleta de luxuria.

Cecil: v-você!

Murmurou com dificuldade.

Camus: Eu não ouvi, Cecil!

Falou, pressionando o falo do moreno entre eles ainda mais firme.

Cecil: Ah Camus! É você, só você, sempre foi e sempre vai ser! Me come mais forte!

Gritou completamente entregue.

Camus: assim que eu gosto garoto! Implorando por mim!

Ele levou Cecil contra a bancada outra vez e o fez ficar sentado nela. O Aijima abriu bem suas pernas permitindo uma penetração mais funda.

Camus: reconhecendo que ninguém é melhor que eu!

Ele saiu e entrou três vezes em seguida arrancando gritos sôfregos e escandalosos do moreno.

Cecil: v-você não pode f-falar nada! Sei que transa com outros por aí…!

Disse meio irritado e apertou com força a borda da bancada ao ter o ritmo de penetração intenso outra vez.

Camus: se eu transo com outros é sua culpa! Eu só quero você Cecil!

Puxou o cabelo dele com força o obrigando a gemer manhoso.

Cecil: C-Camus…

Ele mordeu o lábio o fitando.

Camus: pare de fugir de mim e eu jamais volto a tocar em outra pessoa!

Cecil: ahh!

Ele jogou a cabeça para traz gemendo mais alto e voltou a trançar suas pernas na cintura do loiro, levando os braços para sua nuca e o puxando para si.

Cecil: e-eu já não prometi que não vou mais fugir??

Ele sussurrou no ouvido do maior ofegante.

Cecil: então cumpra o que disse agora… n-não toque mais em ninguém. N-Não transe com ninguém além de mim Camus!

Puxou o cabelo do delegado com força e o fitou sério, mesmo em meio aos gemidos e o rosto ruborizado. O loiro devolveu o olhar seriamente.

Camus: Eu não tocarei em nenhuma outra pessoa se você estiver comigo, então nunca mais me deixe!

Camus encerrou a distancia entre os lábios e logo sua língua pediu passagem, passando a explorar cada canto da boca do menor. Cecil correspondia com desejo. Estar com Camus sempre o fazia ir do inferno ao paraíso. Ninguém conhecia seu corpo melhor que o loiro. Ninguém o deixa daquele jeito com apenas um olhar. No tempo que Cecil passou longe do delegado não deixou que mais ninguém o tocasse. O moreno pertencia ao delegado de corpo e alma, embora não fosse admitir isso em voz alta. Aijima encerrou o beijo com uma mordida no lábio inferior do mais alto, encostando sua testa na do outro em seguida.

Cecil: Camus, me faz gozar. Me deixa louco como só você sabe!

Sussurrava com a voz sensual cheia de desejo.

Cecil: Me fode com toda a sua força...!

Implorou, beijando o rosto do loiro e dando um meio sorriso excitado. O maior sorriu e desceu com a mão direita pela lateral do corpo do idol e a outra foi para sua nuca o beijando, de forma mais carinhosa, mas ainda sim o ato continha bastante desejo pelo mais novo. Cecil entreabriu os lábios gemendo provocante contra os de Camus e rebolava sutilmente no falo que entrava em si com volúpia.

Cecil: e-eu… vou gozar Camus…!

O loiro mordeu o lábio inferior do idol e o puxou para si, sustentando as coxas mais firmes e penetrou o Aijima mais profundamente.

Cecil: ah! Ah! Camus!!

Fechou os olhos e abraçou o corpo do delegado com força, enterrando o rosto na curvatura do pescoço do mesmo. Em mais umas estocadas o loiro fez o idol gozar intensamente e o acompanhou logo em seguida quando Cecil pressionou seu falo com força dentro de si enquanto gozava.

Cecil: Camus…

Gemeu satisfeito apoiando o queixo no ombro do loiro.

Camus: você vem comigo.

Falou firme puxando Cecil pela cintura. O mais novo ficou em pé e sorriu.

Cecil: pra onde você quiser.

Fitou-o cinicamente. Camus riu de leve.

Camus: ótimo.

Eles se beijaram com intensidade.

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Ranmaru estava jantando com um conhecido de anos, Kakeru. Eles eram amigos, porém já tinham ficado algumas vezes e como o moreno iria viajar para os EUA a dois dias, ele queria se despedir de Ranmaru. O Kurosaki estava ali com o rapaz, no entanto sua mente não conseguia parar de rondar em Reiji e na expressão de dor e as lagrimas evidentes no rosto do menor.

Kakeru: Ranmaru…

Chamou e sorriu vendo a expressão incrédula do albino.

Ranmaru: que foi?

Kakeru: eu to há meia hora falando sozinho.

Ele disse rindo. Ranmaru suspirou.

Ranmaru: desculpa Kakeru. Eu to só com alguns problemas…

Ele forçou um sorriso.

Ranmaru: o que falava?

O moreno sorriu ao maior.

Kakeru: problema com algo ou alguém?

Ranmaru: hã?

Ele riu.

Kakeru: isso tá com cara que é problema com alguém, Ranmaru.

O Kurosaki bufou.

Ranmaru: não é ninguém.

Kakeru: ihh por essa cara que fez… agora mesmo que vou desconfiar que é.

O provocou.

Kakeru: seria o Reiji?

Ranmaru arregalou os olhos.

Ranmaru: e por que eu teria problemas com aquele cara?!

Kakeru sorriu.

Kakeru: bom, vocês tem um caso não é.

Ranmaru: o-o que? Não é um caso! Saímos algumas vezes… só isso.

Respondeu irritado.

Kakeru: mas ele é a única pessoa que você saí há tanto tempo. Os outros são poucos meses que dura, e o Reiji já ta um ano.

Ranmaru: não fale como se tivéssemos um namoro Kakeru. Saíamos de vez em quando nesse um ano…

O moreno riu.

Kakeru: mas ainda sim foi muito mais do que você já saiu com uma só pessoa antes. Nós dois somos um exemplo. Antes de ser “ficantes”, somos amigos… porém mesmo ficando de vez em quando, isso leva ate seis meses pra sairmos de novo… e com o Reiji um mês apenas. Isso quando vocês brigam por alguma coisa e ficam separados.

O Kurosaki o olhava surpreso.

Ranmaru: eu nunca te falei isso. Como sabe?

Kakeru sorriu de canto.

Kakeru: eu sempre te vejo na balada e 90% das vezes que os dois estão no mesmo local. No fim da noite acabam saindo juntos de lá.

Falou rindo da expressão que Ranmaru fez.

Kakeru: já pensou em levar em consideração que talvez sint-…

Ranmaru: chega Kakeru!

O cortou antes que fosse obrigado ouvir o que não queria.

Ranmaru: por favor… vamos encerrar esse assunto.

Falou mais baixo e na hora o menor percebeu que Ranmaru não se sentia bem com aquela conversa.

Kakeru: tudo bem. Mas só falei isso porque sou seu amigo… e acho que se você e ele sentem algo um pelo o outro… deveriam investir fundo nisso.

Sorriu gentil ao maior.

Kakeru: eu fico feliz que tenha vindo jantar comigo. Vamos passar muitos meses sem nos ver.

O Kurosaki sorriu.

Ranmaru: eu não ia deixar de me despedir de você.

Ele voltou a pensar na hora que Kakeru ligou pra ele e o que o Reiji fez em seguida.

Reiji: Olha pra mim, Ranmaru, por que é em mim que você estará pensando quando estiver com esse cara.

O maior suspirou e passou a mão no cabelo.

Ranmaru: Kakeru… você se importaria se a noite acabasse só com o jantar?

O moreno sorriu imaginando o porque Ranmaru estava tão desconfortável daquele jeito.

Kakeru: claro que não. Minha amizade não se resume em sexo sabia?

Falou brincando e tirou um riso do outro.

Ranmaru: obrigado. Eu não to…

Kakeru: com cabeça?

Ele sorriu.

Kakeru: eu percebi.

Ele tocou na mão do amigo.

Kakeru: só pensa no que te falei. É para seu próprio bem.

Ranmaru ficou em silencio e depois desviou o olhar suspirando.

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Reiji chegou ao seu apartamento ainda chorando. O moreno só queria esquecer o maldito amor que sentia pelo Kurosaki. O Kotobuki foi em direção ao bar que tinha na sala e pegou a primeira bebida que viu. Por ironia ou não, era o mesmo vinho que bebia quando conheceu Ranmaru.

Flash back on.

Reiji estava acompanhado de um dos seus ficantes. Os dois bebiam e se agarravam quando o moreno teve sua atenção voltada para a pista de dança. Ele viu um rapaz albino que dançava ao ritmo da música junto com um outro cara moreno. O desconhecido se movimentava de maneira sexy, puxando pela cintura o parceiro e juntando os corpos. Reiji mordeu os lábios com a cena.

Reiji: “Esse homem deve ter uma pegada...”

Pensou ao ver o albino atacando o moreno que o acompanhava. Naquele dia Reiji não soube como era estar nos braços daquele homem, mas descobriria em breve essa sensação...

Dois dias depois o moreno voltou à mesma boate desacompanhado e foi direto para a adega de vinhos, encontrando para sua surpresa, o mesmo desconhecido que lhe chamara atenção na pista de dança.

Reiji: Esse vinho é muito bom, particularmente é meu favorito. Dizem que é afrodisíaco, que tal experimentar uma taça por minha conta?

O desconhecido lhe fitou com os olhos arregalados, mas em seguida deu um meio sorriso.

Ranmaru: Você é bastante prestativo...

Disse em tom provocativo, percebendo os pelos do moreno se eriçarem ao ouvir a sua voz.

Reiji: Eu sou uma pessoa altruísta. À Proposito, me chamo Reiji Kotobuki.

Piscou, sorrindo em seguida.

Ranmaru: Ranmaru Kurosaki.

Apresentou-se.

Reiji: Então Ran-Ran, o que acha de beber essa garrafa de vinho comigo?

Convidou, vendo o mais alto arquear a sobrancelha com o apelido, mais rindo em seguida e aceitando o copo que outro lhe oferecia.

Fim flash back.

Reiji apertava a taça na mão com tanta força que estava prestes a quebrar na sua mão. O moreno sentiu a vontade de chorar voltar com tudo e começou a soluçar.

Reiji: Porque Ran-Ran?? Porque você mudou tanto?? Porque sente tanto prazer em me ver sofrer?!

O Kotobuki olhou para a taça cheia pela metade e a arremessou na parede. O moreno levou as mãos ao rosto e chorou desesperado.

Reiji: Eu te amo seu desgraçado, eu te amo tanto!

Falou com a voz embargada, deixando de lado a garrafa de vinho e optando por algo mais forte. Pegou a vodka e começou a bebê-la na própria garrafa.

Notas finais
Gostaram?? Beijos meus amores. Obrigada por lerem. bye-bye ~le se despede com a senpai~ o/