Notas iniciais
Olá amores!! Aqui estamos com mais um cap o/ Esperamos que todos vocês gostem dele *-* E o prox, provavelmente sai na outra semana :) Boa leitura.

Fazia uma semana que Syo havia ido à boate. Uma semana que tivera a melhor noite da sua vida. O loiro não conseguia esquecer os toques de Ai. Nunca sentiu tanto prazer na vida. Mas tinha que esquecer o que aconteceu. Syo terminou de se arrumar e escolheu um de seus chapéus favoritos e colocou na cabeça. Sentiu o celular vibrar e o tirou do bolso.

"Você já está vindo, Syo? Eu preciso falar com você. Você tem me evitado a semana inteira, desde a nossa briga... Koji".

O loiro suspirou e respondeu a mensagem.

"Vou, já estou de saída.".

O Kurusu deu um ultimo ajuste no chapéu. O loiro saiu de seu quarto e foi em direção à escada. Assim que desceu viu que seu irmão olhava entediado para a TV.

Syo: estou de saída.

Avisou, indo em direção a porta.

Kaoru: vai aonde nii-san??

Perguntou curioso, já que não tinha nada melhor pra fazer, iria xeretar a vida do irmão.

Syo: vou me encontrar com o Koji e…

Ele parou no momento que o mais novo começou a rir.

Kaoru: ehh… tem certeza nii-san? Os roxos já sumiram? Você já consegue andar direitinho? Cuidado para não confundir os nomes.

Piscou ao loiro que ficou vermelho de raiva.

Syo: cala a boca Kaoru!!

Gritou sem paciência.

Kaoru: nossa… calma. Foi só uma brincadeirinha.

Sorriu inocente ao menor.

Kaoru: apenas falo isso por preocupação com você.

Syo: preocupação?

Kaoru: sim.

Ele sorriu malicioso.

Kaoru: pelos suspiros e pelas tantas vezes que se masturbou nessa semana… o carinha foi marcante pra você.

Syo arregalou os olhos.

Syo: o-o-o que??!! Você escutou???

Kaoru: você parecia um lobo urrando… a culpa é sua e da falta de discrição pra gozar.

Falou se segurando pra não rir.

Syo: Kaoru… eu juro que um dia te mato!!

Gritou e caminhou a passos pesados em direção à porta.

Kaoru: nee nee… já que, com certeza, voltará para o Koji. Bem que poderia me apresentar esse carinha. Estou necessitado de um cara bom de cama pra me fazer gozar a noite inteira.

Syo ficou paralisado na porta pelo que o mais novo disse.

Syo: eu vou fingir que não ouvi isso...

Disse bufando, e arrancando uma gargalhada do mais novo.

Kaoru: não sabia que era tão ciumento, Syo-nii-chan!

Falou ainda rindo.

Syo: adeus Kaoru!

Disse rolando os olhos. Syo foi para a garagem em busca de seu carro e foi até a agência, local em que se encontraria com Koji. Enquanto dirigia, o loiro recordava a noite que passou com Ai.

Syo: "eu não consigo tirar ele da cabeça..."

O transito estava relativamente tranquilo por ser um sábado, então o loiro rapidamente chegou ao seu destino e estacionou na área reservada a funcionários. Entrou no prédio com seu crachá de identificação e foi em direção ao elevador. O Kurusu não sabia muito bem o que iria dizer a Koji. O evitou durante toda a semana para impedir que ele descobrisse o que aconteceu entre ele e Ai, já que o bluenette deixou seu corpo cheio de marcas no pescoço, peito e inclusive um chupão perto da virilha.

O loiro olhou para o espelho do elevador e viu seu próprio rosto vermelho. Não era possível que ele estivesse ficando excitado naquele momento apenas por lembrar do chupão que Ai deu, para logo em seguida abocanhar seu membro e enfiá-lo de uma vez na boca...

Syo sacudiu a cabeça tentando dissipar a lembrança. A porta do elevador finalmente abriu e o loiro saiu dele e foi em direção a sala do namorado. O loiro hesitou por um instante na porta, mas não poderia continuar fugindo. Abriu a porta lentamente e viu Koji mexendo em uma papelada em cima da mesa. Syo entrou e depois de alguns segundos Koji finalmente notou sua presença.

Koji: Syo! Porque sumiu a semana inteira? Você só atendeu minha ligação ontem!

O loiro se encolheu um pouco, sentindo a consciência pesar.

Syo: eu ainda estava com raiva de você...

Mentiu. Embora tivesse realmente ficado magoado com o namorado, aquele não era o motivo real de seu desaparecimento.

Koji: desculpe por aquilo...

Disse olhando para o menor. Por aquela desculpa genérica, o idol sabia que Koji nem lembrava o motivo da discussão.

Syo: tá tudo bem.

Koji: ótimo.

Disse satisfeito, puxando Syo pela cintura e o beijando rapidamente.

Koji: você recebeu uma nova proposta de trabalho!

Falou assim que encerrou o beijo.

Syo: que proposta?

Indagou curioso.

Koji: a Star Hat's quer lançar uma nova linha de chapéus com a sua assinatura. O lançamento está previsto para daqui a um mês.

Koji viu os olhos de Syo brilharem com a proposta.

Syo: eu não acredito... Eu amo os chapéus deles. Quando eu começo?

O outro riu da empolgação do menor.

Koji: amanhã mesmo.

O Kurusu sorriu satisfeito.

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Cinco dias depois…

Ai havia acabado de resolver um problema para Aine, não era tão sério perto dos que a Yakuza às vezes tinham. Ele estava exausto e ainda bem que o seu Oyabun o tinha dado o resto do dia de folga, só queria naquele momento se jogar na sua cama e dormir.

Ai: irritante…

Comentou ao ter que parar o carro, por causa do sinal fechado.

Ai: maldito engarrafamento. Malditas pessoas.

Resmungou bufando e relaxou no banco. O bluenette levantou a vista para ver como estava o céu, se ameaçava chover… mas em vez disso, seu olhar acabou pairando sobre um outdoor em que anunciava a nova coleção de chapéus de uma marca bem famosa, e o astro da marca não era ninguém menos que o idol Kurusu Syo.

Ai: Syo…

Seus lábios se contorceram num sorriso malicioso. O menor estava lindo naquele anuncio, com aquele sorriso, o olhar, a roupa, chapéu… tudo contribuía para aumentar ainda mais a beleza que o Kurusu já tinha de sobra.

Ai: bem a cara dele essa coleção.

Riu. Depois da noite que teve com o chibi, por curiosidade ele foi pesquisar sobre a vida do Kurusu na internet. Descobriu que tinha um irmão gêmeo que cursava faculdade e que parecia ser meio desequilibrado pelo histórico de ter passado 4 vezes pela delegacia, seu pai era um estilista muito famoso e a mãe era do ramo da musica também, viu milhares de fotos e pode perceber que o garoto era bem estiloso e sua marca era sempre os chapéus elegantes que carregava em sua cabeça, sempre perfeitamente combinados com as roupas de grife e também… Syo tinha um namorado de dois anos, Koji, o empresário da banda.

Ai: “eles devem ter brigado aquele dia. Por isso ele tinha aquela expressão…”

Riu pensando em quanto seria agradecido ao idiota do namorado do menor. Por essa briga, ele tivera a noite mais prazerosa de sua vida e não poderia negar… ele sentiu falta do Kurusu nessas quase duas semanas. Ai ainda olhando o outdoor teve uma ideia que o fez sorrir animado e ao mesmo tempo cinicamente.

Ai: minha genialidade merece um premio.

Falou sarcástico, seguindo com o carro quando o sinal abriu.

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Reiji não conseguia falar com Ranmaru desde que ele saíra do quarto do motel. O moreno continuou chorando por mais uma hora naquele dia. Ele havia estragado tudo com o Kurosaki. O rapaz olhou para o celular novo na esperança que o outro tivesse respondido uma de suas mensagens, mas não tinha nada novo. Reiji já havia perdido a conta de quantas vezes ligara para o albino e o celular chamava até cair na caixa postal. Seu celular mostrava 47 mensagens enviadas para o contato "Ran-Ran" e nenhuma resposta.

O moreno sentia que poderia chorar novamente a qualquer momento. Reiji ouviu duas batidas na porta e em seguida sua secretaria anunciou que a reunião com o dono da Agência Saotome começaria em 5 minutos. Apenas concordou com a cabeça e esperou que a moça fechasse a porta. Olhou novamente para o celular e discou novamente o número do Kurosaki. O celular chamou até cair na caixa postal.

"Ran-Ran, me atende, por favor. Eu preciso falar com você. Eu preciso de você. Sinto a sua falta."

No final da mensagem, Reiji já tinha a voz embargada. Não aguentava mais ficar longe do albino. A cada dia que passava a dor no seu peito aumentava.

Reiji: eu te amo tanto, Ran-Ran.

Sussurrou para si mesmo em meio a um suspiro.

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Duas semanas...

Duas semanas que ele evitava Reiji de todas as formas possíveis. Não atendia suas ligações insistentes, não respondia um único SMS sequer e também evitava sair para os mesmos lugares que o Kotobuki frequentava. Ranmaru suspirou e passou a mão no cabelo, se esparramando na poltrona do escritório em sua casa.

Ranmaru: imbecil!

Resmungou ao recordar a mensagem que o moreno havia recebido na manhã seguinte após eles passarem a noite juntos. O Kotobuki havia jurado que não saia com aquele cara há mais de um ano, mas que garantias ele tinha?? Reiji sempre foi um cafajeste, galinha, com um apetite sexual impossível de ser saciado por uma única pessoa. Idiota seria quem se apegasse a alguém como ele...

O Kurosaki estreitou o cenho e abriu a gaveta que era fechada com chave em sua mesa. De lá tirou um envelope e releu o conteúdo do papel que havia dentro.

Ranmaru: já devia ter jogado isso fora...

Fechou os olhos em reprovação. Às vezes, odiava a si mesmo por ser tão ridículo. O albino ia amassar o papel e jogá-lo na lixeira, mas como sempre acontecia toda vez que ele tentava se livrar daquilo, ele voltou a se lembrar de algo que já devia ter apagado da memória e outra vez... Acabou guardando o envelope dentro da gaveta e a trancou.

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Syo estava escrevendo a letra da música que entraria para o novo CD do Starish. Koji entrou na sala sorrindo.

Koji: ótimas notícias. Acabaram de ligar da Star Hats informando que o coquetel de lançamento da sua linha de chapéus será daqui a cinco dias.

O Kurusu o fitou surpreso.

Syo: cinco dias? Mas o lançamento está previsto para daqui a vinte dias.

Koji: a campanha ganhou um novo patrocinador, inclusive é ele quem está organizando esse coquetel. Parece que foi exigência dele que o lançamento fosse antecipado em quinze dias.

O loiro o fitou boquiaberto.

Syo: mais você vai viajar depois de amanhã e só volta na semana que vem, não é?

Koji: sim, infelizmente não poderei estar presente no coquetel, mas já deixei tudo acertado com o diretor da Star Hats, uma limusine virá buscá-lo no dia do evento.

Explicou, vendo o menor arregalar os olhos surpreso.

Koji: agora tenho que voltar para a minha sala. Até mais tarde, Syo.

Disse. Koji não esperou a resposta do menor e saiu da sala. O Kurusu olhou por um tempo para o papel que tinha na mão e sorriu.

Syo: essa letra realmente ficou boa.

Falou para si mesmo satisfeito.

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Camus estava em uma cafeteria próxima a delegacia, combinou de encontrar um amigo de longas datas. Um dos poucos que era só amigo mesmo, e não daqueles que precisam de “favores”.

Camus: tsk!!

Rosnou ao ver um reclame na TV sobre a banda do momento, Starish. Seus olhos se estreitaram ao visualizar a imagem de Cecil. Aquele moleque havia fugido dele desde a vez que o Kaoru foi preso e o loiro nem tinha cobrado o resto da “fiança”.

Ranmaru: se continuar apertando o copo assim, o café vai cair em cima da sua roupa barbie.

Camus levantou a vista visualizando o melhor amigo.

Camus: você tem sorte que esse é um lugar público.

Ameaçou mostrando a arma que estava em sua cintura. Ranmaru riu.

Ranmaru: como se isso fosse impedimento pra você matar alguém.

Rebateu sarcástico.

Camus: é verdade… então isso significa que posso te dar três balas de presente.

O Kurosaki revirou os olhos.

Ranmaru: se me matar, quem aceitará escutar seus dilemas amorosos com o pirralho do Starish?

Sorriu cinicamente vendo o loiro fuzila-lo.

Camus: aquele infeliz ta fugindo de mim!

Ranmaru: ainda? Fazem o que? Quase cinco meses…

Camus suspirou.

Camus: na verdade, nos reencontramos há duas semanas lá na delegacia e acabamos ficando.

Ranmaru: na delegacia?

Camus sorriu.

Camus: o companheiro dele de banda, Syo, tem um irmão gêmeo meio maluco de pedra e o pirralho foi preso por dirigir embriagado e bater no policial.

Ranmaru começou a rir.

Ranmaru: e deixa eu adivinhar… pra soltar o garoto você cobrou uma boa fiança. Mas em vez de cobrar do irmão, você cobrou do Cecil. Acertei?

O delegado sorriu perversamente.

Camus: você me conhece muito bem.

Ranmaru: somos amigos desse a época em que você ainda era honesto. Pra você ver o tempo que faz.

Eles riram.

Camus: você acertou em cheio. Mas eu cobrei uma entrada dessa fiança, mas o maldito ta fugindo de mim desde então.

Bufou, tomando um gole do café.

Ranmaru: e por que não desiste dele?

Perguntou sério.

Camus: apesar do meu jeito e da vida que levo, eu realmente me importo com ele… acho que o amo.

Ele fitou o copo.

Camus: você conseguiria desistir de alguém que ama?

Perguntou dessa vez fitando o amigo. Ranmaru arregalou minimamente os olhos e depois desviou, fitando um ponto qualquer do Starbucks.

Ranmaru: não me faça perguntas que não poderia responder.

Camus riu.

Camus: ah é mesmo… você tem um passado bem…

Ranmaru o fuzilou, como um recado pra que ele calasse a boca.

Camus: oh! Calma Ranmaru.

Levantou as mãos rindo. O Kurosaki suspirou e pegou seu celular.

Ranmaru: liga pra ele.

Camus: hã?

Ranmaru: se ele ta te evitando, não vai atender se ver seu numero no celular. O meu ele não conhece. E depois é só convence-lo estilo delegado de ser.

Piscou malicioso ao loiro que sorriu maldosamente.

Camus: excelente ideia. Se não fosse tão insuportável, eu casava com você.

Ranmaru riu. Camus discou o numero do indiano e se levantou da mesa, querendo privacidade para o que ele queria falar. Camus ficou esperando, até que escutou a voz do menor ser atendida do outro lado da linha, e parecia estar meio sonolento.

Cecil: moshi moshi.

Camus: Cecil... coisa feia ficar devendo para os outros. Não te ensinaram a pagar suas "dividas"?

Cecil: C-Camus?

Falou com a voz tremida. O indiano olhou para a tela do celular e viu que não conhecia o número no visor.

Cecil: que número é esse?

Perguntou no intuito de mudar de assunto.

Camus: que cara de pau…

Falou cinicamente.

Camus: tentando mudar de assunto descaradamente.

O menor congelou.

Camus: mas respondendo a pergunta… é de um amigo meu.

Cecil: amigo?

Indagou interessado.

Cecil: que amigo é esse?

Um sorriso de satisfação brotou nos lábios do delegado.

Camus: está com ciúmes?

Cecil corou e agradeceu por não estar na frente do loiro, ou ia se confirmar que ele realmente ficou incomodado com aquele “amigo”.

Cecil: é claro que não! E não mude de assunto, que amigo é esse?

Camus revirou os olhos.

Camus: aprendeu bem rápido a ser cara de pau, Cecil. Agora… sou eu que digo isso, não mude de assunto.

Cecil: mas…

Camus: é apenas um amigo de infância. Nunca transei com ele se é o que quer saber. Meu desejo é você…

Cecil se arrepiou com a voz firme que o mais velho fez ao dizer aquilo. O indiano mordeu os lábios.

Cecil: Camus...

Gemeu ao telefone. O delegado respirou fundo para manter o controle.

Camus: você está me provocando?

Cecil: talvez...

Disse com a voz sensual.

Camus: você… ou gosta de sofrer ou então gosta de me provocar só para que eu te castigue.

Cecil suspirou em contentamento, estava deitado em sua cama e apertou com a mão livre o lençol ao recordar de como Camus o punia.

Cecil: C-Camus… eu… nós não deveríamos e…

Camus: se você continuar insistindo nisso de se afastar de mim, eu juro que te punirei de uma forma que jamais conseguirá esquecer na sua vida.

A voz dele se transformou num tom malicioso e perverso ao mesmo tempo.

Camus: você ainda está me devendo o resto da “fiança”, Cecil. Não sei por que tenta fugir… se sabe que quando eu quero… vou até o inferno pra encontrar alguém.

Aijima sorriu.

Cecil: então você iria até o inferno por mim, Camus?

Indagou mordendo os lábios de leve em tom provocante.

Camus: se for pra te ter na minha cama gemendo… eu iria com certeza.

Ele abaixou a voz e consequentemente a deixando mais rouca e sexy.

Camus: eu vou te castigar por me deixar esperando duas semanas. Vou cobrar cada segundo que fiquei na “mão” querendo você. Você sabe como meu preço é caro Cecil, e eu vou cobrar essa divida com todos os juros que tenho direito.

Cecil fechou os olhos em deleite e acabou gemendo. O baixo ventre do loiro latejou.

Camus: é melhor avisar ao seu grupo… que ficará sem andar direito por vários dias.

Cecil gemeu necessitado com a ameaça.

Cecil: e o que pretende fazer comigo, Camus?

Perguntou "inocentemente".

Camus: eu vou te jogar na cama, prender seus pulsos com as algemas tão bem conhecidas por você… vou chupar cada centímetro da sua pele…

Cecil gemeu ao lembrar da sensação da boca do delegado em seu corpo.

Camus: vou sugar tanto seu membro, até que ele goze e eu possa engolir todo seu sêmen.

Cecil: Camus…!

Ele tocou o pênis que já estava duro.

Camus: ah Cecil… eu quero te comer bem gostoso outra vez. Quero gozar muitas vezes dentro de você e fora… marcar seu corpo inteiro com meu sêmen.

O indiano estava quase arrancando sangue dos lábios de tanto que mordia.

Camus: você quer isso? Admita que quer também… eu posso escutar seus gemidos. Ou será que vou ter que bater em você com meu cassetete até você admitir?

Provocou malicioso.

Cecil: ah Camus...

Falou livrando-se da cueca e começando a se masturbar, gemendo alto no telefone. Camus sentiu seu membro duro e o acariciou por cima da calça.

Camus: você está se masturbando, Cecil?

Indagou com a voz rouca e excitada.

Cecil: ah Camus, queria que tivesse me comendo com força... Queria você todo dentro de mim agora!

Falou, deixando o celular no viva voz em cima de seu peito, lambendo os próprios dedos com vontade, fazendo barulho de sucção. Sem parar de se masturbar, Cecil levou seus dois dedos devidamente lubrificados até sua entrada e enfiou ambos de uma vez, gemendo de dor e prazer ao mesmo tempo.

Cecil: Meus dedos não são o suficiente.... Ahh Camus!!

Disse estocando os dedos até atingirem a próstata, o que o fez gritar de prazer. Camus precisou morder a língua e resistir a vontade de se masturbar bem ali, ouvindo os gemidos do seu garoto.

Camus: isso Cecil... Feche os olhos.

Ordenou e prontamente o menor obedeceu do outro lado da linha.

Camus: agora pense que é meu pau no lugar dos seus dedos. Estoque bem fundo, atinja sua próstata como eu faço quando estou dentro de você.

Cecil arqueou o tronco gemendo longamente.

Cecil: ahh!! Camus!

O loiro sorriu.

Camus: se masturbe com mais velocidade, goze gritando meu nome! Lembre de todas as vezes que estive em sua cama e te fiz gritar até perder a voz nela.

O Aijima estava delirando já e não resistiu, mais umas estocadas e ele gozou forte, pensando e gritando o nome do delegado.

Cecil: ahh...

Estava ofegante.

Cecil: ah Camus... a minha mão tá toda melada...

Disse ainda ofegante e lambendo os próprios dedos audivelmente para o outro ouvir.

Cecil: mas ainda não é o suficiente...

Sussurrou manhosamente, ouvindo a respiração do loiro levemente acelerada.

Cecil: Camus...

Chamou o nome do maior.

Camus: que foi Cecil?

O indiano quase gemeu com o timbre da voz excitada.

Cecil: eu quero você agora. Vem pra minha casa...

Os orbes azuis se alargaram.

Cecil: venha... E eu pago tudo que eu to devendo pra você.

Um sorriso bem safado surgiu em Camus.

Camus: chego aí em 5 minutos.

Cecil mordeu o lábio inferior.

Cecil: eu vou te esperar. Sem roupa pra facilitar mais a minha vida e a sua. Tenho certeza de como você deve ta agora...

Camus sorriu.

Cecil: ah… não esqueça as algemas e o cassetete. Eles serão bem utilizáveis hoje.

Disse com uma voz devassa e riu com o gemido rouco do delegado, antes de desligar o celular.

........................

Reiji estava com seu assessor e por muita insistência do mesmo, o moreno havia topado entrar em um Starbucks.

Yan: não vai demorar Reiji-san!

Disse animado. O Kotobuki riu e assentiu.

Reiji: ok. Mas não esqueça que ainda temos mais uma reunião.

Yan: hai.

Disse correndo para o caixa. Reiji olhou o ambiente, que não estava muito cheio, até seus olhos encontrarem Ranmaru que estava em uma mesa lanchando e olhando a TV.

Reiji: Ran-Ran…

Ele abriu um sorriso. Era a oportunidade que queria pra falar com ele. Antes de Reiji mover um passo para se aproximar do Kurosaki, viu um cara loiro, alto e muito bonito chegar perto dele e se sentar ao seu lado sorrindo.

Reiji: quem…?

Ele ficou paralisado no lugar. Quem era aquele cara com o seu Ranmaru?? E por que o albino estava rindo tanto?! Com ele era sempre tão sério e mal humorado!

Reiji: tsk…!

Rosnou com ciúme daquele homem.

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Ranmaru: finalmente… pensei que estivesse transando com ele pelo celular.

Camus riu.

Camus: foi quase isso…

Piscou ao amigo.

Camus: valeu Ranmaru pelo celular e pela ideia de ligar pra ele. Mas agora eu tenho que ir.

O albino abriu um sorriso malicioso.

Ranmaru: ah é? E pra onde?

Camus o fitou cinicamente.

Camus: tenho uma divida pra cobrar, com juros e correção monetária.

Eles riram.

Ranmaru: eu já tinha que ir mesmo. Preciso assinar uns papeis da empresa.

Camus: por isso nessas horas, eu amo ser delegado. E tenho um padrão de vida excelente.

Ranmaru: fala como se não trabalhasse…

Revirou os olhos.

Camus: eu trabalho. Mas mesmo você sendo o dono, tem que bater ponto lá todos os dias.

Ranmaru suspirou.

Ranmaru: não posso discordar.

Camus riu da cara dele. O Kurosaki se levantou da mesa e antes de dar meia volta, seus olhos se trombaram com os do Kotobuki que o fitava com uma mistura de irritação e dor ao mesmo tempo.

Camus: Ranmaru… o que houve?

Perguntou vendo o amigo parado no lugar.

Ranmaru: nada.

Respondeu ainda encarando Reiji.

Ranmaru: vamos logo.

Ele saiu na frente do loiro que ficou sem entender nada, mas mesmo assim o seguiu. Reiji quase foi atrás, mas percebeu que seria uma péssima ideia.

Reiji: droga… eu preciso arranjar alguma maneira de chegar perto dele.

Passou a mão no cabelo enciumado ainda.

.......................................

Syo chegou em casa cansado. Gritou pelo irmão, mas não teve resposta. Estava sozinho. O loiro subiu as escadas e foi em direção ao seu quarto tomar um banho. O Kurusu se despiu rapidamente e entrou no chuveiro. Sentiu a água quente cair pelo corpo e suspirou aliviado. O loiro fechou os olhos e se recordou do que aconteceu na casa de Ai...

Flash back on.

Os dois entraram pelo elevador sem cessar o beijo. Sorte que devido ao horário não havia fluxo de pessoas. Ambos tinham a roupa amassada e mal colocada já que se vestiram rapidamente no carro apenas para irem para o apartamento de Ai. O bluenette morava em um edifício onde o apartamento era um por andar, sendo ele dono da cobertura.

Assim que a porta do elevador abriu, Syo foi guiado até uma porta com trava por senha. O Mikaze a digitou rapidamente e ambos entraram. Syo sentiu Ai agarrar sua cintura e carregá-lo. O loiro colocou as pernas em volta do quadril do bluenette. Ambos estavam duros e excitados. Ai guiou o chibi até seu quarto e o deitou na cama, cobrindo seu corpo logo em seguida.

Flash back pausa.

O loiro arfava e tinha a mão esquerda apoiada na parede enquanto a direita acariciava e masturbava seu membro que já estava duro.

Syo: Ai...

Gemeu o nome do bluenette fechando os olhos.

Flash back play.

Ai e Syo tiraram as peças de roupas rapidamente. Syo olhou para os olhos cianos do bluenette por alguns segundos e o puxou para um beijo. O loiro levou a mão aos cabelos de Ai e os soltou, passando a puxá-los, o que fez o maior gemer.

Ai tirou a calça de Syo junto com a roupa intima de uma só vez e começou a descer beijos pelo pescoço do menor. Syo jogou a cabeça para trás e gemeu longamente ao sentir os dentes do Mikaze morderem seu mamilo. Ai continuou descendo as caricias até chegar próximo ao membro duro do menor. O bluenette lambeu a glande lentamente e viu Syo morder os lábios para conter o gemido. Ai sorriu cinicamente e deu uma mordida seguida de um chupão próximo a virilha do loiro.

Syo: Ah Ai...!!

Gritou de prazer, ouvindo o bluenette dar uma risada de satisfação antes de colocar todo o seu membro na boca. Syo se contorcia na cama e segurava o cabelo de Ai para guiar o ritmo. O Mikaze o chupava com destreza enquanto massageava os testículos com a mão direita, e a esquerda brincava com os mamilos, alternando entre um e outro. Ai sentiu o gosto do pré-gozo e cessou o oral, lambendo os lábios de forma sexy. Syo lhe lançou um olhar irritado.

Syo: porque parou?!

Perguntou com o semblante emburrado. O bluenette riu maliciosamente.

Ai: porque quero que você goze quando eu estiver dentro de você...

Sussurrou de forma provocante no ouvido do menor.

Syo: o que está esperando então?

Falou excitado, puxando Ai para outro beijo. Syo sentiu o membro do bluenette roçando na sua entrada e rebolou gemendo. Ai provocava Syo fingindo que ia penetrá-lo, mas na hora em que a cabeça começava a entrar o bluenette retirava. O Kurusu já gemia sofregamente.

Syo: não me tortura... me penetre logo.

Pediu de olhos fechados em tom de súplica.

Ai: Syo, abra os olhos!

Ordenou de forma autoritária

Ai: olha para o espelho do teto. Eu quero que você veja o seu rosto enquanto goza gritando o meu nome, porque você nunca vai esquecer dessa noite, chibi.

Flash back pausa.

Syo gemia alto enquanto masturbava seu membro de forma frenética. O loiro já podia sentir o pré-gozo melando sua mão. Aproveitou como lubrificante e levou dois dedos na própria entrada e os enfiou aos poucos.

Syo: Ai...!

Gemia o nome do bluenette de forma necessitada.

Flash back play.

Syo gemeu ao ouvir as palavras do maior e não conteve o grito de prazer misturado com um pouco de dor quando Ai o penetrou de uma vez. O loiro olhava para o espelho do jeito que Ai ordenara. O Kurusu via as próprias pupilas dilatadas de excitação e o rosto vermelho. Syo desceu um pouco os olhos e pode observar melhor alguns detalhes da bela tatuagem de dragão. O loiro levou os dedos em direção ao desenho e contornou encantado.

Ele ouvia o Mikaze gemendo rouco no seu ouvido e contraia ainda mais seu próprio canal para dar mais prazer ao maior. Os dois já estavam próximos do orgasmo. Ai olhou intensamente para os orbes azuis de Syo e o beijou em seguida. O menor colocou as pernas em volta do quadril de Ai e o abraçou com força, gemendo mais alto ao sentir sua próstata sendo atingida mais vezes. Ai deu mais algumas estocadas e sentiu seu abdômen ser atingido pelo sêmen do loiro. O bluenette estocou mais algumas vezes e o acompanhou em um gemido rouco.

Fim flash back.

O loiro estava de joelhos no chão. Tinha três dedos estimulando seu ânus e ao mesmo tempo masturbava seu membro. O Kurusu sentiu espasmos e gozou com força, vendo o liquido viscoso sujar sua mão e parte descer pelo ralo. O loiro arfava e tinha dificuldade para recuperar o ritmo da respiração.

Syo: Ai, o que você fez comigo??

Perguntou em desespero ainda ofegante.

............................

Cecil estava só com um roupão, não tinha absolutamente nada por baixo. Sua pele queimava, seu membro já estava duro e ele estava desesperado esperando o delegado.

Cecil: por que não me encontrei com ele logo há duas semanas?? Kami-sama!! Esse meu receio me faz fazer coisas estupidas!!!

Desarrumou o cabelo impaciente. Quando Cecil ia sentar no sofá, ouviu batidas na porta que o fez dar um pulo e correr na direção da porta, a abrindo.

Cecil: Camus!

Abriu um sorriso satisfeito e nem teve tempo de falar mais nada. O loiro entrou em seu apartamento o jogando contra a parede e beijando-o lascivamente. Camus chutou a porta com o pé, a fazendo travar automaticamente. O delegado mordeu o lábio inferior do moreno, o puxando para si, enquanto sua mão destra fez um caminho bem lento e torturante para o nó do roupão o desmanchando e expondo o corpo do seu garoto ainda mais.

Cecil: Camus…

Gemeu baixinho com o olhar devorado do maior.

Camus: agora sim… você vai me pagar cada segundo que me fez sentir sua falta.

Ameaçou de forma maliciosa e o idol estremeceu. Camus arrancou o roupão do corpo do Aijima, o jogando num canto da sala mesmo, e levou as mãos para as coxas do outro sustentado o corpo que fez o idol trançar as pernas em sua cintura.

Cecil: ah!

Ele gemeu pela pressão que fez em seu membro. O delegado o beijava cheio de desejo prensando o corpo contra a parede como se quisesse fundi-los.

Cecil: ah Camus! Tira logo essa roupa e me come!

Implorou gemendo assim que separaram os lábios. O delegado o fitou maliciosamente.

Camus: ainda não, Cecil, primeiro você será punido por atrasar com as suas dívidas.

Falou dando um tapa no rosto do moreno, que gemeu em satisfação e beijando-o em seguida. Camus colocou Cecil no chão e o fitou autoritariamente.

Camus: ajoelha!

O moreno o obedeceu na hora e o fitou com um sorriso provocador. O loiro devolveu o sorriso. Camus pegou as algemas do bolso e desentoo o cassetete do cinturão.

Camus: era isso que você queria, não é?

O indiano mordeu os lábios excitado.

Cecil: você não está com raiva de mim, Camus? Então o que está esperando para me punir?

O delegado riu.

Camus: você é realmente muito corajoso.

Falou aquilo passando o cassetete pelo abdômen do moreno e desceu até o membro. Cecil gemeu alto quando o loiro bateu com o objeto em seu pênis que estava duríssimo naquele momento.

Camus: se masturbe me olhando.

Cecil mordeu o lábio inferior.

Cecil: isso é muita tortura!

Camus: eu sou bom em torturar pessoas. Por que com você seria diferente?

Ele tirou a blusa e sua calça. Os orbes do idol fitavam o maior maliciosamente, passando pelo corpo másculo inteiro até pairar sobre o pau de Camus que também estava duro como o seu.

Camus: me obedeça! Se masturbe logo!

Ordenou autoritário vendo o menor gemer baixinho quando tocou em seu membro entumecido. Cecil se masturbava olhando o corpo inteiro do loiro a sua frente. Camus era tão perfeito que chegava a ser crime para pessoas normais. Tinha um corpo delicioso, e apesar da vida que levava, não havia uma cicatriz sequer… se bem que se houvesse, ainda sim o delegado teria toda aquela sensualidade que só ele possuía.

Cecil: ahh…!

Ele gemeu mais alto fazendo o membro de Camus latejar por dentro da boxer. Cecil lembrou das varias vezes que o delegado o comia tão gostoso que só de recordar dos orgasmos que tinha com o maior, seu membro se enchia de sangue mais rápido e o prazer naquela masturbação aumentava.

Cecil: ah Camus… eu quero que me coma logo!

Pediu arqueando a coluna, e acelerando os movimentos com a mão.

Camus: eu vou acabar com essa tortura, quando achar que você teve o que mereceu.

Cecil: então me castigue me penetrando com toda a sua força!

Camus: seria o que quer agora! Eu sei que você ta se masturbando pensando em todas as vezes que eu gozo dentro de você…

Cecil: hmm…

Gemeu mordendo os lábios.

Camus: pensando em como te estoco com força! Pensando no prazer imenso que sente quando meu pau alcança sua próstata… em como te fodo com violência…

Cecil: ahh!!

Aquilo foi quase como um grito.

Camus: eu vou te foder assim logo, logo. Mas antes… você vai sofrer bastante implorando pra que esse momento chegue.

Cecil: você é cruel!

Camus: pensei que já soubesse disso.

Apontou o cassetete na cara dele.

Camus: chupe-o como se fosse meu membro e não pare de se masturbar.

Cecil não relutou e fez tudo que o delegado havia ordenado. Ele não estava em condições de negar nada. Cecil olhou para o cassetete e lambeu os lábios excitado. O moreno começou dando uma leve lambida na ponta do objeto e olhou para o delegado para ver a reação do mesmo. Camus devorava o indiano com os olhos, o que o deixou satisfeito. Aijima voltou a fitar o cassetete e sorriu pervertido.

Cecil: Senti sua falta...

Falou abocanhando o objeto até onde conseguia e o chupando como se estivesse fazendo um oral. O delegado sentiu seu membro latejar com aquela cena. Cecil permanecia masturbando a si mesmo, enquanto chupava o cassetete de forma sensual. Camus massageou o próprio membro por cima da cueca. O moreno cessou o oral e se afastou levemente, continuando ligado ao objeto por um pequeno fio de saliva.

Cecil: Porque não me deixa te aliviar logo, Camus? Deixa eu te chupar bem gostoso, vai...

O loiro sentiu seu baixo ventre reagir ao pedido. O idol percebeu e levou a mão direita ao membro do maior e acariciou o local, arrancando um gemido rouco de surpresa. Aijima sorriu satisfeito e levou a outra mão a cueca do delegado e a retirou de uma vez, liberando o membro intumescido do mesmo. Cecil fitou com luxuria o pênis do amante e chupou de leve a glande. Camus segurou os cabelos do menor e o forçou a engolir todo o seu membro, fazendo ambos gemerem.

Camus: Põe os dois braços para trás.

Ordenou com a voz excitada.

O menor o obedeceu e sentiu seu pulso rodeado pelas algemas.

Camus: Feche os olhos.

O indiano obedeceu sem hesitar e continuou chupando o pênis do loiro, quase engasgando ao sentir o que julgava ser o cassetete estimulado sua entrada. Camus sorriu malicioso ao ver Cecil pressionando as pálpebras fortemente com a sensação de sua entrada ser tocada pela ponta do cassetete.

Camus: isso Cecil… está indo muito bem.

Ele agarrou com mais força a cabeleira do idol. Cecil gemeu com o membro em sua boca e empinou a bunda, buscando mais contato com o objeto que estava quase entrando em si.

Camus: está tão necessitado assim amor?

Cecil gemeu mais alto. Camus acabou rindo do desespero dele.

Camus: vou te aliviar então…

Ele puxou o moreno com força pra cima e o levou contra a parede, de costas para si.

Cecil: ah Camus… me coma…!

O delegado sorriu e apenas para provoca-lo roçou a ponta do seu pênis no orifício que já estava dilatado.

Cecil: Camus, por favor!!

Implorou desesperado.

Camus: será penetrado sim… mas não por mim.

Cecil ficou perplexo.

Cecil: ehhh?? Então…

Ele não terminou ao sentir a ponta do cassetete entrar em si.

Cecil: ahh!! Camus!!

Ele gritou alto. Aquilo não doeu, mas foi forte a sensação que o fez tremer todo. Camus sorriu diabolicamente.

Camus: queria que o trouxesse não é? Agora… será comido por ele.

Cecil: ah…! Ahh!! C-Camus…!

O loiro penetrava até onde podia do objeto e começou a estocar com força a próstata do idol, que estava gritando em plenos pulmões.

O delegado mordeu o ombro de Cecil e levou a mão direita ao pênis dele e começou a estimulá-lo no mesmo ritmo em que enfiava o cassetete em seu interior.

O moreno rebolou buscando ainda mais contato com o objeto e a mão de Camus.

Cecil: Ah, eu não tô mais aguentando, eu vou... ah.

O loiro sorriu e apertou a glande do menor e o impediu de gozar.

Camus: Não Cecil, ainda não está na hora de gozar... você só vai gozar quando o meu pau estiver te fodendo.

Falou de forma sádica, estocando novamente o objeto com força na próstata do menor, o vendo soltar um gemido de dor e prazer erótico, enquanto sentia seus joelhos cedendo. Camus sorriu perversamente, aproximando seus lábios do ouvido de Cecil.

Camus: Eu falava sério quando disse que você não andaria uma semana, você realmente deveria ter avisado seus companheiros de banda.

Falou sádico, aumentando a estocadas que fazia com o cassetete, vendo Cecil gemer sofregamente devido a excitação e lagrimar.

Cecil: a-aaaahn!! Camus… v-você…!

Ele mordeu o lábio com força o que acabou ferindo-o.

Cecil: você é muito mau!

O loiro sorriu e passou a marcar o pescoço e a nuca do idol com chupões fortes. A mão que estava sob o membro do moreno acelerou também proporcionalmente ao cassetete que passou a entrar com mais rapidez no interior do Aijima.

Cecil: ahh!!

Jogou a cabeça pra traz, a apoiando no ombro do maior.

Cecil: mas eu amo esse seu jeito!!

Confessou, fechando os olhos em deleite e rebolando com mais intensidade no objeto que o penetrava com força.

Camus: eu jamais te machucaria Cecil…

Sussurrou no ouvido do idol.

Camus: eu só faço, o que sei que você gosta.

Sorriu malicioso mordendo o lóbulo do moreno que gemeu baixinho.

Cecil riu.

Cecil: E gosto mesmo...

Disse provocante.

Camus segurou o queixo do menor e virou o rosto para si e o beijou de forma intensa e lasciva.

O indiano sentia a língua habilidosa do loiro explorando toda a sua boca de forma dominadora.

Sentiu o delegado mordendo seu lábio inferior com força e gemeu de prazer em meio ao beijo.

Os dois se separaram. Cecil olhava com os olhos desesperados e necessitados.

Cecil: Por favor Camus, me deixa gozar... me faz gozar...

implorou. Camus parou a masturbação e também retirou o cassetete do idol.

Cecil: Camus!

Falou num tom aflito arrancando um riso do maior.

Camus: é maravilhoso ter ver implorando assim por mim…

Ele virou o idol de frente pra ele e pegou a chave que libertava os pulsos do menor das algemas.

Cecil: infeliz sadomasoquista!!

Gritou irritado. Camus mordeu o lábio inferior.

Camus: nesses quatro meses… você se deitou com alguém?

Perguntou tocando com a ponta do cassetete o pênis do idol.

Cecil: argh… p-por que está…?

Camus: me responda!

Cecil o fitou.

Cecil: não.

Camus arqueou a sobrancelha.

Camus: mesmo? Quatro meses e não se aliviou com ninguém?

Cecil suspirou.

Cecil: por que pergunta?

Ele desviou o olhar.

Cecil: se sabe que o único que me toca há dois anos é você. Mesmo quando estamos separados, eu não me deito com ninguém. Embora você…

Ele não terminou de falar. Camus o beijou com voracidade e carregou o menor até seu quarto. O loiro chutou a porta com força, entrando no lugar e deitando o moreno na cama. Cecil o olhava em expectativa enquanto o delegado prendia seus pulsos outra vez com as algemas, mas dessa vez com as mãos a frente de seu corpo.

Cecil gemeu ansioso, olhando para o loiro necessitado.

Cecil: Me come Camus, por favor.

Pediu, puxando o loiro para um beijo.

O indiano gemia na boca do delegado e implorava por ele vez ou outra.

Cecil quase gritou quando sentiu o maior escancarando sua perna e roçando o pênis na entrada.

Cecil: Ah Camus, eu quero você!

Implorou, passando os braços que estavam presos pelas algemas por cima da cabeleira do loiro e o puxando pelo pescoço.

No mesmo instante o maior o penetrou de uma vez e avançou no seu pescoço, mordendo e chupando. Cecil gritou excitado.

Cecil: Ah Camus, assim! Ah...

O loiro estocava certeiramente na próstata do menor e gemia rouco no ouvido dele.

Cecil contraia seu canal, ouvindo os gemidos do maior aumentarem.

Cecil: Ah Camus, enfia mais forte, você não disse que ia me deixar sem andar? Pois me deixe então!

Falou enlaçando as pernas em volta da cintura do loiro.

Camus: ah… Cecil! Você é gostoso demais!!

Confessou estocando com toda sua força a entrada do menor. O idol, apenas para provocar mais, começou a gemer alto e sofregamente no ouvido do delegado que arfava, ficando mais excitado.

Cecil: C-Camus!!! Ah… eu precisava de você…!! Eu… senti sua falta… tanto!

Fechou os olhos em deleite. O delegado saia e entrava em si freneticamente. A força que ele colocava em cada estocada dava pra parecer que partiria o menor ao meio. Ninguém delirava tanto o Aijima como Camus, e o mesmo valia para o loiro em relação ao seu idol predileto.

Camus: então pare de fugir de mim!

Ele levantou seu rosto para fitar o de Cecil que estava mergulhando em êxtase.

Camus: é inútil! Se eu quiser… te acho até no fim do mundo se for se esconder lá.

Cecil mordeu o lábio inferior.

Camus: pare com essa ideia estupida! Nós já estamos há dois anos juntos não?

Ele colou sua testa na do mais novo, o vendo entreabrir os lábios gemendo mais alto quando Camus se retirou de dentro dele e voltou a penetra-lo de uma vez só.

Cecil: ahhh!!!

Ele arqueou a coluna fortemente.

Cecil: Camus!!!

Cecil sentia o loiro atingi-lo com precisão na próstata. Camus levou a mão ao pênis de Cecil e o masturbou no mesmo ritmo das estocadas.

Camus: Cecil...!

Gemeu o maior, fechando os olhos e intensificando os movimentos. O idol fitava a reação do mais velho excitado e passou a rebolar rapidamente com o pênis do maior completamente dentro de si. Camus arfava com a intensidade do mais novo. Não importava se ele tentasse ficar com outros caras quando as crises de consciência de Cecil começavam, jamais outra pessoa o conseguiria levá-lo a loucura daquela forma.

Cecil: Dentro! Goza dentro de mim Camus!

Falava completamente excitado.

Camus: olhe pra mim!

Ordenou firmemente.

Camus: prometa! Prometa que vai parar com essa estupidez de querer ficar longe de mim!

Ordenou sem cessar os movimentos libidinosos.

Cecil: C-Camus…

Ele não poderia prometer isso. No fundo, jamais iria querer ficar longe da pessoa que ele ama, mas não conseguia evitar aquelas crises de consciência que tinha.

Camus: prometa Cecil!!

Falou de forma mais autoritária e o moreno gemeu alto, quando Camus apertou seu membro.

Cecil: eu… aahh!

Fechou os olhos quando o loiro sentou-se na cama e o puxou firme, o obrigando a sentar em seu colo.

Cecil: ahh!!

Camus: prometa!

Passou a desferir estocadas mais violentas em sua próstata e chupava o pescoço do idol, que já estava todo marcado.

Cecil: Camus… ahhh…!

Ele jogou a cabeça pra traz.

Cecil: kami-sama!! Tudo bem!!

Ele puxou com força o cabelo do maior.

Cecil: eu p-prometo… que não vou mais… me afastar de você…!

Camus: você jura?

Perguntou com uma voz sedutora em seu ouvido. O menor gemeu.

Cecil: h-hai…! Agora… por favor… goze dentro de mim!

Camus sorriu vitorioso e passou a se concentrar em fazer o seu garoto gozar, o que não demorou muito. Bastou mais umas investidas certeiras e Cecil se desmanchou, sujando o abdômen dos dois. Ele deitou a cabeça no ombro do delegado e gemia sem folego enquanto Camus ainda o penetrava, depois de uns segundos o maior gozou dentro do moreno, o preenchendo em um jato forte.

Cecil: ah…

Os dois respiravam ofegantes.

Camus: não pense que é o suficiente Cecil…

Sussurrou mordendo o ombro do moreno. Cecil riu.

Cecil: você é muito insaciável Camus.

Falou o fitando. O delegado desceu a mão vagarosamente pela costa do outro, arrepiando seus pelos todos.

Camus: mas parece que você também quer.

Cecil mordeu levemente o lábio inferior.

Cecil: bom, digamos que eu entendo e aceito o castigo.

O olhou maliciosamente. Camus riu e puxou sua cabeleira, envolvendo-o num beijo cálido.

Notas finais
Gostaram?? *-* https://31.media.tumblr.com/6347e1cab166898324d9d4b4f89f0749/tumblr_nb3iz7ZXzB1t9xt36o1_500.jpg Um desenho que o amigo da senpai, que por sinal é um fantástico desenhista, fez para a fic. É do Aine e do Ai com as tatuagens da Yakuza, pra vocês terem alguma ideia de como é. Obrigada LP o/ Obrigada por lerem. Beijos. bye-bye o/