Tempestade

20 Emancipação


Notas iniciais
Obrigada pelos reviews Víh Corrêa, Raskia, michele djenifer, Heloiseh, AlexandrinaC, Lígia Ribeiro, Evelyn Cullen, DaniDávi, ClaudiaMonteiro35, Jussara Stefanos, Teresinha, Eduarda, guerreira12, LittleDoll, novacullen, Clara Farias, Siramada, Tuca Albuquerque, RoCullen, DEA, Ethyene e Eclipse She, bjos. -;- Capítulo dedicado a Evelyn Cullen pela recomendação a Fic. -;- Betado por Eclipse She, obrigadaaaaaaaaa amiga

“Eu ateei fogo no meu universo, e observei ele queimar”. Kristen Stewart

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– Música sugerida (Storm – Lifehouse) -

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Irina Denali era uma mulher obstinada... Durante o velório de seu pai portou-se com sobriedade e gestos comedidos, durante cerimônia sua mente desenfreada já planejava as ações a seguir e estas em nada agradariam seu noivo... Aliás ela estava, inclusive, repensando a ideia do casamento e indo de um pensamento a outro notou a presença de um antigo rival de seu pai no meio das pessoas que assistiam ao oficio fúnebre... Aro Volturi conhecia os Denali a anos, existia entre eles uma certa rivalidade já que o ramo de taxi aéreo era o ganha pão deles... Enquanto Aro ostentava um bom nome no Reino Unido, os Denali ganhavam a América, contudo Eleazar morrera desejando tomar o lugar do Volturi em seu país de origem e esse desejo ele passara para sua filha que não gostara nada, nada de ver Aro no enterro de seu pai.

Eu deveria mandar que ele se retirasse. – Confessou revoltada e Charlie, que sabia os motivos da revolta...

Mostre superioridade querida, indiferença é a melhor resposta para esse tipo de provocação. – Colocava o Swan.

**

Alice chorava, o medo do que viria pela frente tomava de assalto o seu adolescente coração... Edward sentou-se ao lado dela no chão e em silêncio se colocou.

Você também está bra... Bravo comigo? – Perguntou chorosa em um fio de voz.

Ninguém está bravo com você pequena... Eu menos ainda... Amo você. – Afirmou carinhoso e ela enxugando o rosto com as mãos...

Estou com medo. – Confessou e sentiu os braços dele ao seu redor.

Eu sei e também sei que você não está sozinha... Estamos com você e tudo vai ficar bem. – Declarou seguro.

Eu não faço a menor ideia de como cu... Cuidar de um... Bebê... – Soltava insegura e trêmula com a realidade.

Vamos ter que descobrir. – Disse beijando seus cabelos com certo humor e ela esboçando a ideia de um sorriso...

Obrigada por estar aqui, maninho. – Afirmou agarrando-se a ele.

**

– O fato do testamento de Renée não possuir a discrição detalhada dos bens é em sua totalidade o que nos permite fazer a limpa meu caro amigo... – Comentava Sam sorrindo com orgulho por suas armações estarem dando certo, é fato que o advogado estava ganhando o seu e, diga-se de passagem, os honorários que estava recebendo de Charlie Swan poderiam ser considerados mais do que gordos... Já o Swan estava beneficiando-se com as armações do amigo que lhe proporcionava nesse momento, enquanto assinava vários documentos, a oportunidade de finalmente ficar rico as custas da herança da filha...

E agora? – Questionou ao finalizar as assinaturas.

Agora, registro os documentos e passo os imóveis para o nome dos novos compradores e como tudo isso é legal, ou seja, você sendo o tutor responsável por Isabella que se encontra “interditada” tudo se torna dinheiro em suas mãos. – Definiu confiante e Charlie sorriu.

Não terá quem reclamar... – Pensava alto o satisfeito Swan.

Exatamente... Quem poderia reivindicar algo seria Isabella, mas o que ela iria reivindicar se não tem noção do que possui ou melhor possuía, porque a partir de hoje mais da metade do patrimônio passa para o seu nome. – Concluía.

Perfeito! – Colocou Charlie. – Quando ela completar a maioridade se dará a leitura oficial do testamento e ninguém irá desconfiar do montante revelado. – Definiu.

Não se esqueça que ainda existe o agravante dela estar “interditada”, dará a ideia de que você preocupado com o pouco que ela tinha de herança tentou protege-la... E sem provas contrárias... Nenhum juiz poderá lhe recriminar. – Explicava o Uley.

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O documento nas mãos de Isabella lhe garantia a conclusão de seu Ensino Médio... Leah ao seu lado sorria orgulhosa por tê-la ajudo a conseguir o feito, a Swan se mostrava de mesmo modo...

Agora posso concorrer a uma vaga na universidade. – Soltou confiante e o pequenino Emmett como se concordasse chutou a barriga da mamãe e Isabella levando a mão ao local sorriu ainda mais. – Emm concorda comigo, não é pequeno amigo? – Soltou fazendo as Clearwater sentirem-se abençoadas por participar daquele momento.

Sua mãe teria um enorme orgulho de você, filha, aposto que teria. – Afirmou Sue com a voz embargada... Aquele mesmo dia traria ainda mais esperanças... A hora do jantar na fazenda estava ultimamente regada de boas notícias...

O que eu sugiro é pedir a sua emancipação... – Dizia Paul a Isabella e todos os Clearwater prestavam atenção.

Explique melhor isso, filho. – Pediu Harry.

Estive estudando o caso da Bella e a melhor solução é a emancipação, porque assim resolvemos tudo de uma vez só... Isso consiste em pedir na justiça que ela se torne independente, dona do seu nariz, entendem? Assim ela poderá desde já gerir seus bens e cuidar de sua vida junto com o pequeno Emmett sem a mão do seu pai no meio. – Explicava...

Isso parece ótimo, querido! – Colocou Leah e Isabella interessada como estava...

Ok, mas como fazemos isso? – Questionou e o advogado detalhou os por menores do assunto em questão...

**

Edward completava dezoito anos, sua ficha diante da justiça estava limpa... A pequena reunião em família estava cheia de sorrisos e o garoto se via maravilhado diante de tantos cuidados... Segurava nas mãos uma camiseta que ganhara de Alice que ostentava uma pequena barriguinha... A irmã teria uma menina e o papai Jasper estava orgulhosamente a procura de um emprego para poder ajudar nos gastos que logo viriam, mas tanto os Cullen quanto os Whitlock eram categóricos na decisão de que independente da responsabilidade que agora adquiriam, o casal iria para a universidade e teria que se desdobrar para cuidar da pequenina que logo chegaria e ainda darem conta dos estudos...

– Eu achei sua cara, maninho... – Dizia notando que ele observava os aviões estampados na camiseta.

Obrigada Alli, gostei muito. – Declarou sorrindo.

Agora abra este querido. – Pediu Esme lhe estendendo o minúsculo pacote e Edward com cuidado abrindo o embrulho se deparou com uma chave e sem entender fitou Esme que era abraçada pelo esposo... O gritinho de Alice ao constatar do que se tratava chamou atenção da rapaz que ainda não entendia... – É um presente meu e de seu pai. – Disse com a doçura de sempre e Carlisle sorrindo...

Fui eu que escolhi a cor. – Declarou e foi nesse momento em que Edward entendendo do que se tratava mostrou-se em choque.

Um... Um... Um carro! Vocês estão me dando um carro? – Soltou em choque e todos riram enquanto Esme e Carlisle assentiam.

Achava o quê?... As horas de aprendizado na auto escola seriam apenas para enfeite, garoto? – Lançou brincalhão o Cullen e Edward engolindo em seco...

Mas... Pai... Eu... – Edward sem conter-se se jogou em cima de Esme e Carlisle que o receberam de braços abertos... Mas a surpresa maior ainda estava por vir... Cortaram o pequeno bolo e James como sempre ao lado do amigo fazia a alegria do momento...

– Edward... – Chamou Carlisle agora sério pedindo que o filho o acompanhasse até o escritório... Nas mãos de Carlisle havia um documento e esse logo foi direcionado para Edward... – Esse é o meu presente, chegou em minhas mãos fazem dois dias... Mas achei apropriado entregar a você hoje... – Dizia e Edward ansioso como estava abriu o envelope que dentro continha uma certidão de nascimento... O garoto não conteve as lagrimas que lhe alcançaram os olhos... – Finalmente a injustiça foi reparada e eu confesso, filho, que me sinto aliviado por isso. – Afirmava o médico...

Edward Masen Cullen. – Lia o garoto. – Filho de Elisabeth Masen e Carlisle Cullen... – Continuava agora com a voz embargada.

Você definitivamente é um Cullen agora, filho. – Concluía Carlisle também emocionado.

**

A intimação se encontrava amassada nas mãos do Swan que espumava de raiva...

O que diabos significa isso? – Vociferou e Sam...

Sua filha está solicitando sua emancipação... Alguém, com certeza, está orientando a garota. – Comentava percebendo o amigo se irritar mais e mais a cada instante...

Era só o que me faltava... Não bastasse Irina dando uma de superior e se achando competente para ocupar o cargo do pai... – Rosnava feito cão raivoso... A verdade é que Irina estava decidida a ocupar o lugar do pai e o conselho estava apoiando a ideia o que deixava Charlie sem alcançar o tão sonhado objetivo que era ostentar a presidência da maior companhia de taxi aéreo dos EUA...

Sobre Irina eu não tenho como lhe ajudar, Charlie... Agora com Isabella... Fique tranquilo, ela apenas descobrirá a novidade mais cedo do que esperávamos... – Jogava sorrindo. – A ínfima herança deixada pela mamãe agora será exposta. – Concluiu causando ao Swan um grande contentamento ao ponto de levar um sorriso aos lábios.

Tem a certeza de que estamos seguros quanto a isso, certo? – Questionou.

Absoluta... Todo o nosso esquema está seguro... Como falamos antes, o testamento de Renée foi redigido de um jeito que só nos beneficia... O fato de não ter detalhes sobre o patrimônio no documento deixa as perspectivas em aberto para mais ou para menos que é o caso. – Explicava e com essa o Swan riu.

No final eu levei a melhor, Renée. – Disse rindo e a raiva sobre a decisão de noiva perdera a força.

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Ele tinha uma família, um pai que se preocupava com seu futuro e estava planejando leva-lo para a universidade depois de ter lhe ajudado a conquistar seu diploma de Ensino Médio em um curso supletivo... Edward havia estudado com esmero para conquistar aquele certificado e agora se permitia sonhar com a possibilidade de ser alguém... A reunião a poucas horas em sua casa, com seus familiares e amigos o deixara feliz, radiante com a novidade... Agora era um Cullen... A madrugada chegara... A casa estava silenciosa... Ele estava feliz, mas a sensação agridoce de não ter sua Isabella ao seu lado para desfrutar desses momento trazia a ideia de incompleto para ele...

Eu... Sei que te assustei, linda... Foi demais para você... – Dizia baixinho, entristecido... Edward aceitava a decisão de Isabella, apresentada por seu pai, contudo ainda lhe restava um quê de indignação por não conseguir entender essa atitude... A garota que se mostrava determinada em estar a seu lado, que dizia entender e aceitar tudo pelo que ele tinha passado, a namorada que praticamente gritava para quem quisesse ouvir que ele era inocente, injustiçado e que com ele queria ter uma vida em comum... Como essa mesma garota hoje não desejava se quer saber dele, vê-lo... Seu pai com certeza teria lhe contado que ele estava vivo, não teria? As dúvidas pairavam em sua mente misturadas as inseguranças que ele carregava durante toda a vida... Talvez fosse como Charlie Swan dissera... Um sonho infantil foi o que tinham vivido, um doce sonho, pensava...

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A cena se repetia, se desdobrava em mais uma madrugada... O som seco, o grito entrecortado... A angustia de sentir e ver o corpo caindo no precipício e a sensação de perda assoladora lhe invadindo a alma... Ela acordava sem folego... Suando frio e desorientada... As lágrimas mais uma vez lhe faziam companhia...

Edward... – Soltou baixinho dando-se conta de que era mais um pesadelo... O pequeno Emmett remexeu-se deixando a posição ainda mais desconfortável para quem alcançava o terceiro trimestre de gestação... Ela sentou-se e esfregando o local do chute tentava acalmar seu filhote que também parecia assustado. – Desculpe amigo, me desculpe. – Disse baixinho enxugando o rosto.

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Estou lhe dizendo Carlisle... Deixe o menino vir... Eu garanto que estudará em uma grande universidade de Londres... – Dizia Aro ao telefone a um Cullen relutante... O Volturi ficara impressionado com o talento nato de Edward para o desenho e já arquitetava mil e um planos para usá-lo em seu novo empreendimento... Uma montadora de jatos executivos...

Ele mal se adaptou conosco, com essa nova vida... Eu... Eu não sei... – Devolveu Carlisle inseguro e pensativo... O médico sabia que as intenções do cunhado eram as melhores, mas a ideia de perder o contato recém adquirido com o filho não lhe agradava... Aro continuava insistindo e sendo persuasivo em suas colocações...

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A audiência com sobre a emancipação de Isabella se dera em clima tenso... Ali Isabella descobria que havia sido interditada, e mesmo diante da notícia não se abateu ou até mesmo decepcionou-se com o pai... Charlie já havia lhe feito tanto rejeitando o neto que nada mais lhe importava... Portanto, de um lado estava um Charlie sisudo e do outro uma Isabella cautelosa, porém decidida... As partes colocaram suas defesas... Sam Uley que representava o Swan alegava que o pai estivera preocupado com as ações da filha, seu possível envolvimento com um delinquente culminara em uma gravidez e isso só o deixara ainda mais assustado ao ponto de pedir a interdição da garota para poder proteger o seu patrimônio... Já Paul Lahote levando algumas testemunhas retratava uma adolescente esquecida pelo pai, a ideia se reforçara com os depoimentos de Sue e Harry Clearwater bem como da madre Zafrina, que diante da situação de sua antiga interna se vira compadecida e resolvera colaborar... O juiz analisou as partes e por fim retirou a interdição dando a Isabella a emancipação... Essa decisão lhe dava direito de abrir o testamento da mãe e tomar posse antecipadamente de seus pertences e qual não foi a surpresa geral ao descobrir no que de fato consistia a tal herança...

– Bella... Isso é absurdo, filha... Seu pai lhe roubou. – Assumiu Sue indignada. A certeza lhe era tão pontual que ela não teve medo de afirmar...

Eu sei Sue, eu sei... – Dizia uma Isabella convicta da realidade mentirosa de tudo aquilo.

– Como assim você tem de herança apenas a fazenda, um apartamento em Seattle e cem mil dólares em uma conta? Tem alguma coisa errada aí... Mamãe... Você vivia dizendo que o senhor Clarke era um homem de visão... Que tinha um patrimônio imenso e... – Dizia Leah.

– Sim, vivia porque era uma verdade... É uma verdade...

– Eu sei apenas o que minha mãe me contou e essas lembranças são distantes, eu ainda era muito criança. – Colocou Isabella.

Paul, amor... Tem certeza de que isso está correto? – Questionou Leah.

Espera... Se existia um patrimônio assim tão grande, e se esse patrimônio seria exclusivamente seu... Alguém vai ter que dar conta dele... – Soltou Victoria.

Não tem isso de se... Existia é claro que existia... Os Clarke eram donos de muitos e muitos imóveis em todo o condado de Pierce... Sem contar as ações... Uma vez Renée me disse que seu pai ao longo dos anos passara a mexer com o mercado financeiro... Eu não sei se é assim que se fala... Mas minha amiga me contou... Dizia que o patrimônio não se limitava a imóveis... Mas a ações do governo... Não era pouco dinheiro... Não era mesmo. – Afirmava um Harry indignado.

A questão é que não tem como provar isso... Não existe nenhum papel apontando para algo além do que está registrado... O montante do patrimônio apresentado para a justiça foi esse... – Colocava Paul com certa austeridade enquanto Isabella sentia-se de fato roubada o que era uma grande verdade.

Calma rapaz, todos nós sabemos da sua competência... – Solicitou Harry.

Isso tem o dedo de Charlie Swan eu aposto minha vida. – Declarou Sue com raiva... Isabella em silêncio avaliava tudo à sua volta... Em seu coração a certeza de que o pai lhe roubara se agigantava ao mesmo tempo que a indiferença diante dessa notícia ganhava força... E em meio a tudo aquilo um rosto lhe veio à mente... O sorriso fácil, os orbes azuis esverdeados, a força que emanava de suas palavras e a coragem que sempre demonstrara... Edward... Era como senti-lo ao seu lado... De repente forte se colocava... Levou a mão ao abdômen dilatado... Ele estava ali... No DNA daquela pequenina figura... E sua força se concentrava toda ali...

Bella, o que você pensa fazer agora? – Perguntou Victoria que ao seu lado permanecia tão surpresa quanto os outros... A jovem fitou a amiga e os demais queridos...

Eu vou construir a minha vida a partir de agora... Com a minha nova família. – Afirmou sorrindo e para quem olhasse com certeza pensaria que a menina ficara louca... De tanto que sofrera a coitadinha, agora realmente, estava desequilibrada, imaginariam... Mas Isabella não se importou, continuou a sustentar o sorriso vitorioso...

Mas... Isso é roubo! – Levantou Leah, indignada.

Eu sei que é... Mas eu não vou parar a minha vida por isso... Se ele roubou e todos nós nessa sala sabemos que o fez...

– Não podemos provar... O testamento não traz detalhes sobre cada bem ou...

– É por isso mesmo que não vou me martirizar ou parar a minha vida que está apenas começando. – Declarava austera e segura de cada palavra... Em Isabella aflorava naquele momento uma personalidade decidida... Mostrava-se uma guerreira...

Isso é absurdo... – Argumentava Sue.

– Eu tenho essa fazenda... Um apartamento e cem mil dólares, certo? – Jogou em quase afirmativa...

É o que consta. – Devolveu Paul.

Então com isso eu vou fazer a minha vida. – Declarou decidida.

E o roubo? Seu pai vai sair impune? – Questionou Harry.

Eu não tenho pai! – Afirmou obstinada. – E quanto ao roubo que Charlie Swan cometeu... Vou dar tempo ao tempo... No que preciso pensar e nada no mundo vai tirar meu foco... É em estudar e criar o meu bebê e para isso eu já tenho um começo. – Disse em paz e sem medo de se arrepender...– Paul... Lhe peço apenas mais um favor... – Disse serena, com uma maturidade ímpar. – Providencie para que eu não mais precise carregar o sobrenome Swan... A partir de agora quero ser conhecida como Isabella Clarke. – Definiu.

Spoiler —

A festa seguiu seu curso em um cenário repleto de bexigas azuis, a cor favorita do garoto...

Sabe o que, mamãe? – Perguntou a uma Isabella alegre pela movimentação ao seu redor...

O que amigo? – Devolveu.

Nossa casa parece o céu com todas essas bexigas... Eu gostei! – Afirmou admirando a arte das tias Leah e Victoria.

Notas finais
E chegamos ao final da fase de transição... No próximo capítulo entraremos na segunda fase da Fic... E pessoinhas mais do que especiais irão surgir... Mas me diga o que achou? Vamos não se acanhe, faça uma ficwriter feliz :) -;- Novidades, já sabem, chegam antes no Facebook - Lu Nandes Fanfic's. -;- Bjos e obrigada por chegar aqui, até mais com Tempestade!