Tempestade

22 Amar = Possibilidade


Notas iniciais
Obrigada pelos reviews Raskia, katilene, Víh Corrêa, DEA, SHIRLEY, jcullen, Heloiseh, DaniDávi, AlexandrinaC, Jussara Stefanos, Clara Farias, Lígia Ribeiro, PrincMoon, ClaudiaMonteiro35, Teresinha, LittleDoll, Ethyene, Caly, Tuca Tuca, RoCullen e Andréia Graça, bjos. -;- Capítulo betado pela incansável Eclipse She, amiga guerreira OBRIGADA! Bjão -;- E entre grossos pingos existia muito amor...

“ Entre o céu azul e tempestades existe a vontade de seguir adiante. Não importa o que aconteça”. Juliana Manzato

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– Música sugerida (Hope for Me Yet — Marc Broussard) -

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Ser mãe solteira, uma dadiva ou uma constante preocupação? Isabella, ás vezes, se via fazendo essa pergunta principalmente quando as contas se acumulavam em cima de sua pequena escrivaninha... A máquina de calcular não parava e sempre lhe mostrava o saldo negativo no banco... Ok, vamos voltar um pouco no tempo... Isabella herdara da mãe uma conta com cem mil dólares, uma fazenda com muitos hectares e um apartamento em Seattle... A jovem Clarke tivera que custear seus estudos universitários, portanto os cem mil dólares haviam se extinguido antes de seu curso terminar lhe rendendo um belo credito educativo que agora lhe era cobrado sem contar com os custos de se criar um filho, esses em definitivo não eram poucos e muitos menos supérfluos, Emmett estava em idade escolar e Isabella se recusava a mantê-lo em um ensino deficitário, a questão é que custear um colégio pago estava tornando-se algo mais do que oneroso para seus padrões financeiros atuais...

Mamãe, sabe o que? – Soltou a figurinha aproximando-se da mesa com seu boné virado para trás ostentando um bigode de leite... Isabella teria rido se não fosse suas preocupações.

O que amigo? – Devolveu como sempre e sem conter-se passou o polegar em torno de seus lábios para retirar o excesso.

Estou resolvido! – Afirmou com maturidade e dessa vez Isabella não conseguiu deixar de sorrir.

Ótimo, e qual seria essa resolução? – Questionou fazendo o garotinho franzir a testa e em seguida...

Vou ser piloto de avião e jogador de baseball. – Disse totalmente decidido.

Duas profissões amigo? Ok! – Devolveu se voltando para as contas, mas o garoto ainda não tinha terminado...

Sim, e sabe o que? Eu vou precisar praticar as tacadas, porque quero ser bom, sabe? Então... Então... – Dizia e Isabella já prevendo que aquela conversa levaria a novos gastos suspirou, mas Emmett não se deu por vencido... – Eu vou entrar para a Liga Mirim de Baseball de Seattle! – Disse estufando o peito.

Emm... Amigo... – Começou e o garotinho já preparado levantou a palma da mão em sinal de 'pare' e a mãe arregalando os olhos...

Eu já sei mamãe. – Disse solene. – E sabe o que? Sabe? – Falava agora empolgado e antes que a mãe se pronunciasse. – Não a senhora não sabe... – Soltou dando uma risadinha ao final e voltando a ficar sério... – Eu já conversei com o tio Paul... – Colocava e as palavras já prontas querendo sair da boca de Isabella mantiveram-se mais presas diante do garoto que sem esperar continuava... – E ele... Ele vai levar eu e Seth... E... E o Jake também, eu acho... – Explicava. – Aí a senhora não vai precisar se preocupar porque eu vou e volto com o tio Paul então não vai ter problema e assim...

– Emmett... Filho... Vamos com calma, ok? – Pediu conseguindo a palavra de volta e o garotinho arregalando os olhos esperou pela negativa. – Não é assim, você resolve, fala com seu tio e pronto... Eu preciso ver isso direito, você nem se quer me comunicou antes... Eu não sei amigo... Preciso ver quanto isso vai custar e...

– Não, não vai custar nada... Ou quase nada, mamãe... – Antecipou-se e foi a vez de Isabella elevar a palma da mão pedindo que ele esperasse.

Emmett, é preciso conversar antes... Eu preciso ver se o seu tio Paul vai mesmo levar Seth e se pode te levar junto... Esse tipo de conversa é para adultos terem e não crianças e...

– Eu só queria resolver tudo e deixar... Deixar a senhora sem preocupação porque eu sei... Que... Que a senhora tem um montão de preocupação e um montão de contas pra fazer e eu sei que é difícil e... – Colocava demonstrando estar de fato preocupado e aquilo apertou o coração da mamãe Bella que instintivamente agarrou seu pequeno trazendo-o para o seu colo com certo esforço levando em conta sua estatura e peso atuais.

Ei... Que história é essa de se preocupar com as minhas preocupações, mocinho? – Questionou parando-o e ele suspirou...

Eu não sou bobo, sei que o dinheiro é pouquinho e a senhora está preocupada... E...

– Emmett...

– Mãe, eu sei... – Esboçou cansado e ela se calou deixando-o desabafar. – Eu ouvi a mamãe da Lucy dizer para a mamãe do Dani que a escola estava muito cara e eu sei que isso é um problema e...

– Emmett Clarke, você não tem idade e nem tão pouco obrigação de se preocupar com essas coisas. – Declarou cortando-o, mas como sempre o pequeno Emmett não se deu por vencido.

Mas eu me preocupo... Eu sou o homem da casa, mamãe. – Devolveu sério, testa novamente franzida. – E... E eu tomei uma decisão... – Lançou com a feição concentrada. – Eu ganhei muitos presentes no meu aniversário... Então... Então eu vou... Vou vender uns, sabe? E meus amigos vão comprar e aí... – Explicava e Isabella teve vontade de rir e chorar diante da ideia de seu homenzinho... Ela puxou-o para mais perto ainda e lhe beijou a fronte.

Meu menino, pode parar. – Soltou com suavidade e fitando-o nos olhos. – Nada disso vai ser necessário, os brinquedos são seus e as contas são minhas por enquanto... Até que você se torne um grande piloto de aviões e um talentoso jogador de baseball, aí sim eu vou deixar as contas com você. – Disse piscando para o pequenino que abriu um enorme sorriso. – Eu vou conversar com seu tio Paul e ver como podemos resolver essa questão chamada baseball, ok? – Finalizou e Emmett assentiu satisfeito.

**

– Estão em polvorosa, completamente alucinados pelo protótipo. – Dizia empolgado um Aro ostentando o largo sorriso.

Não vamos comercializar, nem sonhe, Aro. – Devolveu Edward recolhendo alguns documentos em cima de sua mesa.

Calma garoto, eu sei que não... Mas o fato deles terem acesso, poder ver de perto o Tempestade dá-nos a ideia de futuro que queremos que seja a cara da empresa. – Expressava satisfeito e Edward sorriu... O garoto Masen, agora um Cullen maduro, era de fato um gênio em sua profissão e Aro fora o primeiro a notar isso e lhe dera todas as oportunidades de crescer... Orgulhoso, o Volturi agora via que valera a pena enfrentar Carlisle que se mostrava ciumento naquela época... Hoje Edward só mostrava o quanto era capaz, acabara de criar algo inovador que estava mexendo com os brios dos orgulhosos e famosos engenheiros de sua classe... Tempestade era o primeiro helicóptero ou mais precisamente um mini helicóptero que funcionava com energia solar... A belezinha era de fato linda e cheia de minuciosos detalhes que encantava quem via... Londres estava admirada com o veículo que em poucos dias ganharia a América e se tornaria, como planejava Edward, o seu principal veículo de locomoção em seu retorno a Seattle.

A Volturi Aircraft Co. já é um sucesso homem, o que mais você quer? – Lançou Edward bem-humorado e Aro ficando sério.

Que você não me abandone. – Devolveu melancólico.

Aro...

– Você é talentoso garoto, se quiser construirá um império sem grandes esforços e em pouco tempo se tornará um grande concorrente da Volturi. – Expressou sua insegurança... Edward respirando fundo...

Jamais faria isso com você, jamais, tio Aro. – Declarou aproximando-se do homem. – E antes que comece com o drama a ideia de levar a companhia para o outro lado do oceano não foi minha. – Definiu e Aro soltou algo como um rosnado.

Eu sabia que dar ouvidos as ideias de Jane seria um problema... – Resmungou.

Um problema que já lhe rendeu sem grandes esforços um contrato com duas empresas de taxi aéreo. – Comentou sorrindo. – É, temos que admitir a maluquinha tem visão. – Esboçou mantendo o sorriso.

Eu não sei... Não sei se isso é bom... Eu...

– Qual é o problema? Estamos lucrando e ampliando horizontes... Eu não sei o que você quer mais...

Você voltando para os Estados Unidos, me deixando aqui sozinho...

– Ora essa, desde quando foi assim tão sentimental? – Brincou Edward tocando no ombro do homem que era seu segundo pai e Aro fez um bico com os lábios fazendo Edward rir. – Aro... Vou apenas manter as coisas organizadas por lá, esse foi o combinado e foi você quem disse. – Soltou.

Você vai fazer falta garoto e... Ainda por cima está levando Jane com você. – Colocou cabisbaixo.

Isso não foi ideia minha... Você conhece a filha que tem. – Devolveu ainda com humor.

Céus! Meus dias vão se resumir a ponte aérea Londres – Seattle. – Disse cansado e Edward mais uma vez riu...

Eu sei que existe uma certa Giana... Que vai lhe manter muito ocupado por aqui... – Lançou provocando e Aro arregalando os olhos ao ouvir o nome da amante...

Fale baixo moleque... Se Jane ouve sabe que vou ficar com a cabeça cheia por uma eternidade. – Disse voltando a fazer bico com os lábios. – E não se esqueça, foi você quem me apresentou Giana. – Argumentou.

Ora essa, tio... Eu apenas apresentei... Não lhe obriguei a nada. – Provocou e Aro resmungou mais uma vez fazendo o sobrinho de coração rir... Edward era um homem atraente, sabia disso e usava a qualidade como lhe convinha... Não era solitário, mas também não tinha raiz em lugar algum ou como preferir, em alguém... Mas era homem e homens, sabemos, não ficam sozinhos... Nosso Edward não seria diferente... Porém, seu coração permanecia trancado, encerrado em um sentimento infrutífero, contido... E sempre seria, algo de incompleto berrava na alma de nosso bem sucedido engenheiro.

**

Estavam Emmett, Seth e Jacob enfileirados ao lado de Riley ouvindo as instruções do professor Whitlock... Jasper sempre fora um apaixonado por baseball, na época da faculdade despontara como um grande lançador e teria um futuro brilhante na liga profissional não fosse uma séria lesão em seu ombro, mas o prazer pelo esporte continuara em suas veias e hoje ele trabalhava com os pequeninos em suas horas vagas... Rosalie, sua pequena surpresa, levava jeito para o esporte e lhe enchia de orgulho, a garotinha era destemida e viva, enfrentando os garotos de sua idade... Não era à toa que Riley sentia-se intimidado pela pequena...

Ela é bonita! – Disse Emmett baixinho referindo-se a Rosalie, Jacob e Seth ouviram... O filho da mamãe Bella de imediato sentira-se encantado com a presença de Rosalie e estava comportando-se estranho, pensava Seth...

Ela até que é bonita, mas tia Bella é mais bonita. – Retrucou Jacob expondo sem perceber sua admiração pela mãe de seu amigo e Emmett fitou-o indignado.

Você está falando da minha mamãe, Jake, pare já com isso. – Advertiu crescendo-se para cima do amigo e Jacob encolhendo os ombros.

O que posso fazer se é uma verdade? – Devolveu deixando Emmett ainda mais bravo ao ponto de empurra-lo com força.

Você sabe o que? Sabe o que Jacob Black? Eu vou bater em você! – Disse avançando e sendo parado pelo professor Whitlock.

Vamos parar com isso agora, nada de brigas em meu campo! – Ordenou segurando-os pelo colarinho e Seth ao lado revirando os olhos...

É sempre assim, sempre assim... Mas eles logo se entendem, não se preocupe treinador. – Disse com toda a propriedade de um conhecedor.

**

– Essas fotos ficaram fantásticas... – Comentava Leah sentada na bancada da cozinha de Isabella enquanto a amiga organizava se portfólio de trabalho para uma nova entrevista...

Eu espero que concordem com você na revista. – Devolveu Isabella.

Mamãe me disse ao telefone que precisa falar com você. – Jogou Leah.

Eu já sei qual é o assunto e a resposta é não, definitivamente não. – Destacou com ênfase.

Bella a fazenda é sua, lucrar com ela é um direito seu... Nada mais natural que a renda da última colheita seja entregue a você...

– A colheita é sustento dos seus pais, Leah... Seria absurdo da minha parte tomar isso para mim enquanto que eles ficariam sem nada... Ou você se esquece que eu não tenho dinheiro para mantê-los lá?

– Mas...

– A fazenda seria uma grande fonte de renda se eu tivesse como investir nela... Buscar novas formas de plantio ou modernizar a criação já existente de cavalos... Mas eu não tenho capital... O que é feito lá, é feito porque seus pais são corajosos e apaixonados por aquele grande pedaço de chão e investem o que conseguem juntar... Interferir nisso exigindo que me deem o pouco que economizam seria praticamente um crime...

– Seu pai exigia. – Esboçou baixinho.

Eu não tenho pai! – Reafirmou Isabella. – Vou conseguir um emprego fixo, você vai ver... E como diz meu garotinho... Sabe o que? Sabe o que? Vou dar um jeito em minha vida financeira. – Lançou sorrindo e Leah riu levando uma Isabella cheia de positivismo junto.

**

A Volturi Aircraft Co. chegava a América... A filial da agora montadora inglesa de jatos estava fincando raízes em Seattle e Edward seria o responsável pela organização de tudo... Mas a chegada de Edward ou melhor, seu retorno ao país, estava sendo recebida com grandes especulações pela impressa e concorrentes... Edward Cullen hoje era sinônimo de arrojo e avanço tecnológico no setor aéreo... Suas pesquisas e tentativas frutíferas eram notícia, como agora... O engenheiro Edward criara um veículo aéreo urbano, como ele denominava, seu funcionamento era alimentado por energia solar, a conclusão daquele experimento tinha rendido os últimos anos do Cullen e agora o mundo estava eufórico com a novidade... Era dia de mais um começo na vida de Edward, as portas da Volturi se abriam e uma coletiva de impressa exigia as palavras do representante oficial da companhia... Após uma rápida apresentação, Edward permitira que os principais veículos de comunicação lhe fizessem mais algumas perguntas... A jornalista, de maravilhada com a beleza de Edward, passou a admirada por sua simplicidade misturada a sua sabedoria... Contudo, mesmo admirada provocou, como todo bom repórter sabe fazer, para encontrar a verdade...

Estão chamando a sua criação de engodo, dizendo que seria impossível um capacitor impulsionado por energia solar sustentar uma aeronave... – Colocou a loira com o gravador em sua mão, ele a fitou com tranquilidade... – O que você me diz? – Questionou.

Einstein uma vez disse: O impossível existe até que alguém duvide dele e prove o contrário... Amanhã irei sobrevoar Seattle com o Tempestade e o impossível se mostrará completamente possível. – Afirmou sorrindo e a moça voltou a sentir-se deslumbrada por sua beleza.

O Tempestade, como você o chama... Será comercializado pela Volturi? – Perguntou por fim.

Não... O mundo ainda não está preparado para o Tempestade, falta domínio total do que se chama, hoje em dia, de consciência ecológica... Sem contar com a falta de legislação para um veiculo como esse... Tempestade tem permissão para dividir o espaço aéreo americano com as demais aeronaves em caráter de experiência e assim será por um bom tempo... – Explicava e a jovem jornalista se embevecia diante da imponência que aquele jovem engenheiro possuía... Quem diria Edward Masen hoje um Cullen, que não possuía nem eira ou beira tornara-se um profissional excelente... Nosso garoto era o orgulho da família e a surpresa mais bem-vinda para si mesmo... Aquele dia estava transcorrendo de forma bem sucedida, com certeza estava.

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A bola subiu... Foi impossível para Jacob rebater... O lançamento da pequena Rosalie fora de fato perfeito, tanto que tirara um grande sorriso dos lábios do papai Jasper...

Nossa! – Disse Emmett sentado no banco ainda com a luva de baseball na mão... Ele antecedera Rosalie no rodizio de lançamento e agora a via brilhar... – Ela é boa mesmo! – Declarou.

Eu falei... É a mais violenta que já vi. – Resmungou Riley... O jogo encerrou-se e de um lado Jacob estava enfurecido por ter sido eliminado por Rosalie enquanto Emmett...

Você é muito boa, Rosalie. – Disse aproximando-se da garotinha que sorrindo...

Obrigada... Você também foi muito bem, Emmett. – Esboçou ruborizando ao final... Ok, uma coisa é sentir-se orgulhosa e falar para toda a família que se é boa em algo, como a pequenina neta de Carlisle estava fazendo, mas outra é ouvir um elogio do garoto mais bonito do grupo... É claro que Rosalie achara Emmett bonito... O cabelo bagunçado e o sorriso sem vergonha conquistariam qualquer um e sem contar o tom galanteador em cada palavra e olhar... Rendeu até um suspiro no final e Emmett continuava sorrindo ainda mais por ela ter lembrado de seu nome.

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A entrevista, ser analisada, observada minuciosamente... Ninguém gosta, é desconfortável e intimidador em vários níveis... Mas Emily Young estava sendo receptiva e doce de certa forma... A mulher tinha fama de durona... Isabella já havia ouvido muito sobre ela, assim como sabia de sua vasta experiência profissional... Emily chegara a Seattle a poucos anos vinda de NYC onde fora redatora da New York Magazine para tornar-se editora chefe em Seattle... Aquele momento encerrava um processo, não era a primeira vez que Emily entrevistava Isabella, o contato estava sendo feito a algum tempo o que deixava a mãe de Emmett ainda mais ansiosa... Precisava do emprego, algo fixo finalmente, porque do contrário não saberia como conduzir seu futuro... A conversa seguia, Emily se mostrava interessada em Isabella e naquele momento escancarava a proposta...

– Estou dizendo que a ideia é um contrato... – Afirmou Emily e Isabella arregalou os olhos surpresa.

Está... Está dizendo que me querem de forma permanente? – Esboçou em choque fazendo a mulher à sua frente rir...

Ora Isabella, você achava o quê, depois do material que apresentou? Aquele editorial de moda foi mais do que satisfatório, sem contar as fotos do jogo dos Mariners... Suas lentes são magicas, mulher. – Afirmou e Isabella ainda desacreditada...

Mas... Um... Contrato... Tipo vou ser fotografa da revista de maneira... Maneira oficial? – Questionou.

Acostume-se Bella e antes que me esqueça seja bem-vinda a Seattle Met. – Declarou Emily Young e Isabella não conseguiu segurar o sorriso escandaloso.

Spoiler -

Edward Masen. – Definiu sorrindo. – Quem é vivo sempre aparece... A que devo a honra de receber o criador do Tempestade em minha porta. – Provocou bem-humorado e Edward riu feliz em rever o grande amigo.

Vim procurar um parceiro para concertar algumas caldeiras. – Retrucou entrando na brincadeira...

Notas finais
EXCEPCIONALMENTE... Na próxima semana não teremos postagem, pois estarei viajando, férias rapidinhas, ok? A próxima postagem ficará para o dia 08/09/15... Até lá! ;) -;- Agora voltando ao capítulo de hoje... Esses pequeninos... Uns fofos não é? Estou apaixonada por eles e você? Vamos me diga o que está achando dessa nova fase? Pleaseeeee ;) -;- Bjos e muito obrigada por ter chegado aqui, até mais com Tempestade!