Quando os demais estavam prestes á chegar na porteira, perto do local onde Manu,Charlie e Aya estavam, Aya repentinamente aparece na frente de todos, com seu teletransporte.
— Gente... nos encontramos um agente da Black Brain pelas redondezas e....
Todos ficam atentos, curiosos para saber o que aconteceu.
— Ele nos atacaou... e tivemos que lutar.... com isso, o Sam acabou morrendo no combate!
Términa Aya.
— M-Mas... como assim ? Vocês evitaram usar os poderes ? E como eles nos descobriu aqui ?
Fala Loras rapidamente, espantado.
— Não, nós usamos os poderes, mas não foi o suficiente pra derrotar ele, ele é bem forte, e eu realmente não sei como eles nos descobriu, mas como sabemos, eles tem um ótimo programa de vigiliância e investigação, logo, não é surpresa nos descobrirem, agora temos que estar prontos para enfrentar eles.
Responde ela.
— Além do mais, o Sam era um dos nossos, temos que vingar a morte dele! Isso não pode ficar assim! Vocês identificaram o agente ?
Pergunta Dave.
— Apenas sabemos que o nome dele é Joe, e que possui habilidades de magnetismo... mas presumo que ela seja da base da Black Brain de Nova York, a qual estamos á caminho.
Diz Aya.
— Aya, traga a Manu e o Charlie! Agora mesmo iremos em direção á base da BB... com força total !
Ordena Loras.
— Ok!
A repórter novamente se teleporta. Enquanto todos estavam apreensivos e confusos, Loras tentava pensar em um plano para lutar contra a organização inimiga.
— Gente, como assim a Sam morreu?
Pergunta Myrcella, incrédula. Alice suspira e responde:
— Era o Sam... Ele era menino. Mas enfim, parece que não estamos tão seguros como pensamos, eles podem nos atacar a qualquer momento, então não devemos baixar a guarda.
— Pode deixar, se algum babaca vier tentar me matar, vou transformá-lo em churrasco!
Exclama Megan, enfurecida. Matt suava frio, estava profundamente preocupado ao pensar que poderia morrer nessa missão, mas o que mais o assustava era o pensamento de que Lilly podia morrer também.
— (Relaxa, eu vou ficar bem...)
O emo ouve a voz de Lilly em sua cabeça e se assusta. A menina muda ainda não havia revelado a sua habilidade até então. Matt olha para o lado e vê que Lilly sorria tranquilamente para o mesmo, ela não estava nem um pouco abalada com a morte de Sam.
— (Ah, desculpa se eu te assustei, minha habilidade é a telepatia... Mas vai um pouco além disso, eu também posso infligir dano à mente do alvo se eu quiser...)
— (Entendi... Nossa, habilidade interessante... Você não está com medo de ser assassinada por eles? Eu não quero que isso aconteça, acho melhor sairmos dessa missão suicida!)
— (Não, eu estou bem, parei de temer a morte há um bom tempo atrás.)
Os dois continuavam conversando mentalmente através da telepatia, enquanto os demais continuavam conversando entre si. Zack estava fumando um pouco afastado do grupo, olhando para o céu e pensando “aquela nuvem parece um disco voador kkk legal”.
De repente, Aya aparece diante do grupo, dessa vez com Manu e Charlie. Manu estava com um olhar melancólico, e Charlie parecia preocupado com o estado mental de sua irmã, mas Aya a abraça de uma maneira carinhosa e sussurra em seu ouvido:
— Não fique assim, eu entendo como você se sente, mas o Sam cumpriu a missão dele, morreu com honra. Você não devia ficar triste, ele não ia querer te ver assim.
— Na verdade eu nem gostava dele, por isso que eu não entendo ele ter feito aquilo, mas... O choque já passou, estou bem agora.
Responde Manu, retribuindo o abraço de Aya e abrindo um pequeno sorriso em seu rosto. Charlie fica aliviado que sua irmã se recuperou, e vai até os outros. Em seguida, os 12 adolescentes começam a discutir um plano em equipe sobre invadir a base da organização inimiga e exterminá-los de uma vez por todas.
Neste momento, Joe chegavan a sede da BB em New York. O canto que se situava, era muito escondido, e todos os prédios que tinham lá, eram pretos, deixando um ar bastante sombrio no local. Ao entrar na sua sala, onde ficava ele mais os demais agentes do seu grupo, é recebido por uma garota loira, dos olhos verdes, aparentemente da sua mesma idade, que também era agente especial da Black Brain, era TIffany.
— Ora ora...então ele voltou. Isso é um sinal que estamos realmente lidando com crianças.
Indaga a loira, enquanto se olhava em espelho.
— Foi mais fácil do que eu esperava... A OSA realmente montou um grupo de pirralhos e os deus super-poderes, achando que nos derrotariam apenas com isso, achei no mínimo patético.
Fala Joe para sua colega.
— E em relação aos objetivos ? Decobriu o que eles procuram ?
Pergunta á Joe.
— Sim, eles estão vindo para cá nesse exato momento, querem se infiltrar e coletar informações de onde será nosso primeiro ataque no páis, irei avisar ao batalhão do portão para os exterminarem rapidamente assim que o avistarem pelas redondezas.
— Interessante... isso vai ser divertido.
Fala Tiffany com um suave sorriso no rosto.
Já numa floresta próximo a divisa da Pensylvania com New York, os 12 adolescentes continuam incessantemente sua trajetória para chegar ao local desejado, e agora, mais do que nunca, cheios de vontade e determinação, projetada pela morte de seu companehiro, Sam.
— É, ei Megan, você ainda tá chateada comigo pelo o que acontenceu naquele dia na festa?
Pergunta Marwin enquanto os dois corriam pela floresta um do lado do outro.
— Ah, Marwin, eu não quero falar disso agora, estamos no meio de uma missão!
—Mas... é que eu queria que você soubesse que aquilo que rolou entre eu e a Bervely não foi nada, eu gosto de você.
— Ai Marwin, dá um tempo, acha mesmo que eu vou acreditar nisso ?
Fala Megan em tom de deobche enquanto sai de perto do mesmo.
— Pessoal, ja tive a impressão de ter visto aquela árvore 3 vezes... to achando que nos estamos perdidos!
Fala Dave repentinamente enquanto aponta ao local da tal árvore.
— Eu também percebi isso, mas já tive a impressão de ter visto 64 vezes.
Complementa Myrcella.
— Temos quer ir para oeste, então basicamente é só ir para a frente, não ?
Pergunta Loras.
— Nem sempre, eu costumo muito andar pela floresta as vezes para catar algumas ervinhas, e ja me perdi diversas vezes, mas eu inventei uma técnica para evitar que isso acontecesse, e é de uma forma super prática.
Fala o garoto com os olhos vemelhos e com voz preguiçosa.
— E-e o que você faz pra achar a direção correta ?
Diz Loras.
— Eu apenas sopro a fumaça do meu béck no ar, então para onde a direção do vento leva a brisa, é a direção correta, sempre funciona.
Afirma ele.
Com a falta de opção de recursos de localização, tipo bulssola, o grupo aceita a invervenção de Zack, e com isso, seguem sua fumaça. Por sorte acharam a saída da floresta, chegando assim, no estado de New York, após a fronteira.
— Já andamos tanto... estamos chegando?
Pergunta Myrcella, cansada.
— De acordo com as coordenadas que nos mandaram... A sede da BB não está muito longe.
Afirma o presidente do conselho estudantil.
Após alguns minutos, os jovens conseguem ver a base inimiga de longe, um pouco camuflada por estar à noite, mas conseguem avistá-la. Eles também observam que haviam vários guardas no portão principal, impedindo a passagem.
— E então, como vamos entrar lá?
Pergunta Megan, impaciente.
— Só a gente ir destruindo tudo!
Responde Dave, formando um punho com a mão.
— Até que não é má ideia... Vou tacar fogo lá.
— Esperem! Não vamos agir de forma imprudente, qualquer erro pode resultar na morte de um de nós, então... Vamos nos dividir em equipes, isso vai facilitar na infiltração.
Fala Loras, pensativo.
— Até que não é má ideia...
Diz Marwin, olhando fixamente para Megan, porém a mesma desvia o olhar. Os demais também concordam e decidem formar 3 equipes, com 4 integrantes cada uma.
— Escutem pessoal, devem entrar o mínino de pessoas possivéis na sede, como sabemos, lá é muito perigoso, então, apenas um grupo irá se infiltrar lá dentro, o restante dos grupos irão para pontos estratégicos ao redor dos prédios, ficar em formação, para que se qualquer coisa acontencer, intervirem.
Explica Loras aos seus colegas.
— Loras, como eu tenho a habilidade de atravessar as coisas acho que eu serviria para facilitar a infiltração e a locomoção dentro da sede!
Diz Myrcella, orgulhosa de sí mesma.
— Sim, Myrcella, bem lembrado, você está no grupo que irá adentrar o local, juntamente com Alice, que pode usar suas ilusões como modo de defesa! Mawrin também irá, sua velocidade podem ajuda-los a escapar de quaisquer situação, e para uma boa ofensiva, o Zack também vai vocês, entendido ?
— Certo
Respondem eles.
— Vocês tem que dar um jeito de ir até o gabinete principal BB e destruirém os sistemas operacionais que irão comandar o ataque contra a estátua da liberdada amanhã, eles irão lançar um missíl á 100 quilometros de distância, que seria o primeiro baque que eles queriam causar na sociedade para demonstrarem do que são capaz, pra a partir daí começarem a agir no comando da política do país, mas nos temos que impedir,ou ao menos atrasar o domínio deles na américa, além do mais, um monumento histórico como esse não pode ser destruído assim, pensem nos possiveis estragos que ocorreriam com as pessoas que residem proximo a ela, seria desolador, então vamos em frente, foco, galera !
Conclui Loras.
Com isso, os outros dois grupos que ficariam do lado de fora,se espalham, ficando apenas o grupo que iria se infiltrar, escondido, se preparando para agir.
O grupo que foi pela esquerda do prédio era composto por Loras,Charlie,Manu e Aya, enquanto o grupo que foi pela direta era formado por Matt,Lilly,Megan e Dave.
— Parece que eles chegaram Tiffany, as cameras os captaram com antecedência, haha
Fala Joe em tom sacárstico, colocando suas luvas em suas mãos.
— Bem, eu te desejo boa sorte, por mais que sejam crianças, todo cuidado é pouco.
Fala a garota ao sair do corredor.
— Você não vem ?
— Não, não, tenho uma coisa pra fazer.
Joe estranha o compartamento de Tiffany, mas a ignora, e continua andando pelo corredor.
— Certo, pessoal, então como vamos entrar aqui ?
Questina Marwin pro seus outros 3 colegas.
— Não seria legal a Alice criar uma ilusão pros guardas ? Aí teria como a gente dispistar eles e entrar!
Pergunta Zack.
— Não, de todo jeito eles iriam nos ver, e o nosso objetivo aqui é passar despecebido.
Explica ela.
Nesse momento Myrcella levanta, pedindo para que os mesmos segurassem na mão dela.
— Mas, Myrcella, pra gente poder atravessar eles vão ter que ver a gente, não ? Já que nos teriamos que atravessar a parede ?
Questiona Marwin, sorrindo.
— Não atravesso paredes, bobinho, atravesso qualquer coisa.
Nesse momento, Myrcella estando de mão dadas com todos, puxam-nos para dentro da terra, utilizando sua intagibilidade.
Enquanto isso, o grupo do Charlie prosseguia pelo lado esquerdo do prédio. Loras ia na frente enquanto os outros três iam atrás conversando.
— Ei, Aya, por que você foi tão legal comigo naquela hora? Ficou com pena de mim porque eu estava triste?
Manu pergunta subitamente, fazendo a jornalista virar o seu olhar para ela.
— Ah, é porque... Você tem uma grande semelhança com a minha irmã mais nova, Ayumi. Ela faleceu ano passado.
— N-Nossa, meus pêsames... Eu não devia ter perguntado isso!
— Tudo bem. – Aya sorriu. – Quando eu olho pra você, Manuella, eu me lembro dela. Então eu não queria que você ficasse triste, de alguma forma me deixa meio pra baixo também.
— Entendi... Você me consolou quando eu precisava, então eu te agradeço muito... Aya.
— Não há de quê. E pode me chamar de Ayano. “Aya” é só um apelido... Eu venho de uma família japonesa, então “Ayano” soa estranho aqui no ocidente.
— Ah, interessante! Já que você é do Japão, você gosta de yaoi? Eu tenho muitos mangás lá em casa! Sou praticamente uma fujoshi, hehehe...
— Err... Não... Yaoi não é muito o meu estilo, prefiro yuri...
— Romance lésbico?! Ih... Bom... Tem gosto pra tudo né kkk.
— Odeio interromper a conversa de vocês, mas olhem lá na frente...
Interrompe Charlie, apontando para frente, onde havia um grande número de guardas bloqueando o caminho. Os homens, que estavam armados, atiram nos adolescentes sem qualquer hesitação, pois estavam apenas cumprindo as ordens de Joe. Charlie usa sua reflexão para se proteger dos tiros, Aya se teleporta com Manu para um local seguro, e Loras para as balas no ar com a sua telecinese.
— Muito fácil.
Diz o loiro, fazendo as balas irem contra os próprios atiradores, matando-os facilmente. Charlie fica assustado com o poder de seu amigo, mas ao mesmo tempo impressionado. Aya e Manu teleportam-se para perto de ambos, e o grupo continua o seu caminho.
Dentro do prédio, o grupo de Myrcella consegue se infiltrar graças a habilidade da loira, porém eles se veem em uma sala totalmente escura após emergirem do solo.
— Agora aquela tal de Manu seria bem útil, poderia iluminar o local. — Afirma Alice, suspirando. — Alguém tem uma lanterna?
— Euu!
Exclama Myrcella, empolgada, tirando uma lanterninha rosa de sua bolsa rosa, acendendo-a em seguida.
— Boa! Então vamos lá... Não se separem, pessoal.
Diz Marwin, seguindo Myrcella, que ia na frente para iluminar o caminho. O grupo passa por diversos corredores vazios, o lugar parecia um labirinto sem fim. Depois de muito andar, finalmente acham uma luz no fim do túnel, chegando à uma sala bem grande que já estava iluminada.
— Parece que não vamos precisar mais disso... Valeu, senhora lanterna.
Fala Myrcella, guardando o objeto em sua bolsa. Após entrar na sala, eles notam que só havia Joe lá, como se já estivesse esperando por eles.
— Então finalmente vocês chegaram... Eu estava cansado de esperar. – Diz o mesmo, com um sorriso macabro no rosto, andando lentamente até eles. – Estão prontos para morrerem?!
— Cala a boca, por favor... Sua voz me irrita. – Diz Zack, bocejando. – Vamos logo matar esse cara de pamonha, gente.
— Ok!
Marwin concorda, se preparando. No entanto, Myrcella nota que só haviam os três ali, estava faltando alguém do grupo.
— Gente, cadê a Alice?!
Enquanto isso, Alice andava perdida pelos corredores. Ela havia se separado do grupo há alguns minutos atrás e estava tentando acha-los.
— Droga! Onde eles se meteram?!
Pergunta à si mesma, irritada. Em seguida, ela ouve barulhos de passos se aproximando, e vê finalmente uma mulher loira um pouco alta, parada à sua frente.
— (Nossa, que pirralha! E ainda por cima tem um gosto por moda bem cafona... Eu poderia exterminar essa perua agora, mas acho que ela pode ser útil.)
Cogita Tiffany em sua mente, enquanto Alice a encarava com uma expressão confusa.
— Eh... Quem é você? (Será que eu posso matá-la? Ela deve fazer parte da organização inimiga.)
— Meu nome é Tiffany! Sou um membro da organização BB e... E-Eu não deveria estar me apresentando, afinal você é uma intrusa e eu não lhe devo quaisquer informações, então não me faça mais perguntas!
Grita a loira, irritada. Alice ri baixinho, e saca a sua katana, que estava em suas costas. A menina havia feito vários anos de esgrima, então sabia empunhá-la corretamente.
— Entendo... Então, já que você é um deles... Eu posso te matar.
Rapidamente, Alice sopra uma espécie de pó brilhante em Tiffany, que fica confusa. Esse pó era necessário para ativar sua habilidade de criar ilusões. Em seguida, Alice se dissolve em milhares de pétalas vermelhas que começam a rodear a adversária, confundindo-a mais ainda.
— (O que é isso!? Uma espécie de camuflagem? Ou então...)
No momento em que Tiffany pensa isso, Alice revela-se atrás da mesma, pronta para desferir um corte diagonal com a espada nas costas de sua oponente. No entanto, no último instante, Tiffany libera uma onda de energia elétrica ao redor de seu corpo, eletrocutando Alice e fazendo-a desmaiar. Assim que a menina cai, as pétalas desaparecem e a ilusão se desfaz. Tiffany começa a rir e diz em tom de deboche:
— Você não achou que ia me vencer com um poderzinho desses, né?
Após isso, Tiffany sai do local, levando Alice desacordada, juntamente com ela.
— Será que ta acontecendo alguma coisa ? Não tem como saber !
Exclama Matt irritado, por no fundo querer ter entrado na sede.
— ( Duh, claro que tá acontecendo, se eles não tivessem fazendo nada la dentro seria inútil)
Fala Lilly mentalmente pra Matt.
— Aff... sério, eu não aguento mais ficar aqui, quero usar meus poderes e fazer alguma coisa !
Fala Matt, ja impaciente.
— Hum... tive uma idéia ! Vem comigo Lilly !
Continue ele. O garoto puxa Lilly pelo braço e sai correndo do local onde estavam, sem nenhuma explicação.
— Ei, pra onde vocês estão indo ?
Susurra Megan, por não poder gritar. Porém, ja era tarde pra que eles podessem ouvi-la, estavam se distanciando.
— ( O que você ta fazendo cara ? Até tava achando você legalzinho, mas agora ta parecendo um retardado ! )
Diz Lilly.
— A gente vai entrar pra ajuda ! Eu não sei por que mais sinto que eles tão precisando de reforços ! Vamos entrar pelos fundos, temos menos chances de ser pego !
— (Tá, por mim tanto faz, já estamos aqui mesmo)
Ja dentro da sede, o embate contra Joe estava preste a começar.
— Droga, perdemos a Alice, mas nós três podemos dar conta dele.
Fala Marwin pros seus amigos.
— Vamos começar a brincadeira !
Grita Joe inusitadamente, interrompendo sua fala.
Nesse instante, os três se dividem pela sala, que parecia ser toda metalizada. Marwin e Myrcella se distribuem pelas laterais, correndo em direção ao vilão, enquanto Zack vai contra ele diretamente.
— Acho bom você parar de ser tão bossal e experimentar um pouco disso !
Grita Zack, simultaneamente atacando Joe, utilizando seu poder de controle da natureza. Uma grande tora de árvore é arremessada contra ele, que por sua vez, defende, apenas levantando uma fina placa de metal á sua frente.
— Já acabou Zack ?
Pergunta Joe em tom irônico.
— Melhor manter a boca mais fechada, otário !
— O que ?
Raízes de plantas disferidas por Zack no chão, tinham pecorrido o trajeto até Joe sem ele perceber, e as mesmas estavam enrroscadas em suas pernas, o enrrolando.
— Desgraçado !
Fala Joe, já extremamente irritado.
Com essa brexa, Marwin aproveita e utiliza seu poder de super velocidade, fazendo um impulso com seu braço e desferindo um soco bastante veloz no rosto do seu inimigo, o que faz o jogar para longe, atingindo suas costas em uma das paredes da sala.
— Mandou ver, Marwin !
Parabeniza Myrcella.
— Bem, acho que tá na hora de levar um pouco mais a sério isso aqui....
Fala Joe friamente, ao se levantar, limpando um sangramento de sua boca com a mão.
Ele inclina seus dois braços pra frente do corpo e toda a sala começa a se movimentar, fazendo os três adolescentes ficarem desequilibrados, as raízes são desfeitas, e Joe fica livre das mesmas.
— Vou contar um segredinho pra vocês...essa sala é inteiramente feita de metal, eu a preparei especialmente para o seu fim.. ou seja... eu tenho total dominio daqui !
Fala Joe, em um tom alto, terminando sua fala com uma gargalhada psicopata.
— Ah é ? Então é o que nós vamos ver !
Zack corre contra o mesmo e lança dois espirais de folhas cortantes teleguidos, porém, Joe esquiva com muita facilidade, andando lentamente em direção do jovem.
— Merdaaa !
Fala Zack.
Com isso, Joe controla o chão de metal abaixo de Zack, á prende-lo, como um uma salsicha dentro de um cachorro quente.
— Argh... alguém me ajuda.
Grita Zack olhando pros seus colas.
Logo, rapidamente Marwin usa sua velocidade para ir até Zack, porém, ao chegar perto do mesmo, Joe faz um grande bloco de metal ir com velocidade contra Marwin, o fazendo cair desmaiado alí mesmo no chão.
— Agora só resta a garota, vamos acabar com isso !
— Até parece ,isso não vai funcionar comigo !
Diz Myrcella enquanto corre.
Joe tenta a prender da mesma forma que envolveu Zack com metal do chão, mas não funcionou, visto que Myrcella conseguiu atravessa-los. Com isso, Joe abriu uma grande vala no chão por onde a loira corria, formando um buraco profundo e escuro no chão sala, deixando apenas um pedaço do piso flutando para qual ela podesse se segurar, e é exatamente isso que ela faz para evitar a queda.
— Ora, Ora... mas parece que eu consegui... peguei os três numa cajadada só !
Fala Joe.
— Hoje não, Joe !
Nesse instante, Zack sopra uma densa e enorme névoa pela sala, preenchendo todo o local, deixando todos sem conseguir exergar nada que alí estava.
— Mas o que está acontecendo aqui ? Desfaça isso !
Joe retruca, enforcando Zack pelo pescoço com o metal.
— Nunca! Não vou parar até ver você pagar pelo que fez com o Sam, e com meus colegas aqui, por mais que eu seja noiádo, eu também sei ser sério !
Joe começa a enforca-lo com mais força, até que o mesmo não consegui-se mais respirar, e acabasse morrendo sufocado. Porém, para a surpresa de Joe, a névoa não se dissipava, o que fez ficar ainda mais em fúria, a névoa começava a se condensar, e especialmente, apenas no corpo de Joe, com o passar dos segundos, toda a névoa vinha para um só mesmo ponto e grudava no vilão, o fazendo ficar imóvel pela técnica de Zack, que tinha como necessidade esperar um certo tempo para que a nevoa se condensasse e prende-se seu inimigo, e mesmo estando morto, Zack consegue o feito de prende-lo.
— Isso não vai ficar assim !
Grita loucamente Joe, o pedindo para o soltarem.
Até que Lilly e Matt chegam na sala, vendo Marwin descarodado no chão, Zack, já sem vida envolto por metal, e Myrcella suspensa no ar segurando uma placa metálica. Sem pensar muito, Matt vê a situação na qual seus amigos estavam e logo aponta o dedo em direção ao Joe que o olhava com uma cara de desespero.
— Vocês vai pagar pelo que fez....sua má sorte vai vir á tona, Joe !
Diz Matt, calmamente.
Falando isso, subitamente aparecem uma nuvem de corvos ao redor de seu oponente, na qual o amaldiçoa, com sua habilidade da má sorte. Com isso, o própio Joe, sem entender, controla o metal do teto da sala, a enforcar ele mesmo, puxando seu pescoço para cima, e consequentemente o deixando sem ar, o matando.
— Até que enfim!!! Usei meus poderes pra algo útil!
Grita Matt feliz, ao derrotar Joe.
— (Nossa, então você controlou ele a própio se matar com a técnica da má sorte ? Quem diria, achei que você fosse o mais inutil, sem ofensas)
Diz Lilly telepaticamente.

FIM DO CAPÍTULO