“… Nessa armadilha isolada que alguém criou,

Antes de meu futuro se tornar desvendado,

Por favor, lembre-se de mim,

Então... lembre-se de mim…”

–Ya-bo-ku… Os Yumis estão aqui, a batalha lá for a promote se sangrenta e nem Ghouls da Aogiri ou dos Yumis vão se sair bem, nem os humanos que se aliarem e eles e…- O sorriso diabólico de ele se revelou após tirar a mascara, e sua voz não esteve mais abafada por ela – sua familia, parace que estão todos lá… arriscando a suas vidas… por voce.

Tudo o que poderia desejar nesse momento era que o fim fosse rapido, a dor cessasse e pidesse ser recebido pelos braços de luz que sua visão ambaçada lhe fazia ver. O som do inseto venenoso em seu ouvido, a dor dos menbros quase destroçados, o chakra desistindo de tentar reconsitui-los. Sua vida desistindo de viver…

–Yaboku, Vou devorar voce!

“Yato?”

O sorriso dela era tão brilhante.

Mas também era tão triste, quando a conheceu.

Ele quis ser a pessoa a faze-la sorrir, sempre.

“Yato?

Voce não disse que voltaria?

Yato…?”

“Yato… Meu filho, eu deposito minha fé em voce, embora não se acredite, que alguém como eu tenha fé… Voces são minha maior crença…”

–o…otou-san…?

–Yaboku?! Eu vou devorar voce! E os Ghouls vão ascender finalmente! Seu sangue sera a nossa libertação! E Nossa Arma!

O que era ser um Ghoul afinal?

Comer pessoas?

Ser uma arma?

Ou um animal?

Ele não sabia, mas sabia o que era, o que iria se tornar a partir de agora.

“-Morrer não é uma opção, Yaboku,

Voce não pode fazer nada se morrer… Se sacrificar não é a opção, mas lutar sim, se puder lutar poderá proteger a todos, se morrer, sera lembrado, talvez se torne inspiração, mas não poderá proteger ninguém.

–Nem se eu morrer como um heroi?

–Como diz o ditado, mas vale um covarde vivo que um herói morto, mas puder se tornar um heroi e viver, voce será ainda maior, mas isto são coisas para o futuro, e voce ainda tem muito o que aprender…”

O Ghoul assassino avançou sobre ele, suas correntes dos pés se partiram e saltou da cadeira que se esmiuçou quando o a kagune dupla e cheia de picos afiados atingiu o chão ladrilhado rachou, e a figura de madeixas de um alvo palido pousou nas costas do semental insano, usando as algemas envolveu o pescoço largo e puxou para trás.

Devore isso. — Respondeu de Volta, gelidamente.

Jason agarrou-o pelas camisa, e apenas lançou, num giro simples o garoto pousou no piso pútrido e úmido mais adiante e o encarou, com expressão vazia enquanto limpava o canto da boca.

–eca…

O mais velho arregalou os olhos incredulous e então sentiu a quentura úmida escorrer pelo rosto tocou com a mão e encarou o liquid vermelho.

–Voce-…-voce tem tentou me devorar?!

– tem gosto de tripas de peixe podre…

O outro lançou a kagune em sua direção cravando-a no piso, em resposta Yato saltou girando ao redor dela até tentar atingi-lo com um chute, o grande homem agarrou seu pé com as duas mãos e o encarou sorrindo alucinado.

– não vou soltar!

O rapaz girou sobre a perna, a carne se retorcendo numa espiral sangrenta ao acerta-lo com o pé livre e o jogar contra parede.

Ele pousou no chão, e o pé retorcido girou espalhando sangue para então, o chakra e seus genes raros agissem, sobre ela a curando de forma quase instantanea, para que erguesse a cabeça e fitasse a fumaça de escombros onde o Ghoul mais velho caíra.

– depois de tudo o que me fez… acha mesmoque isso dói?

– eu vou matar voce! Eu vou matar voce! Eu vou matar voce filho da puta! – Yamori berrou enquanto a meia Kakuja se esticavaa sobre seu corpo num tom de vermelho coagulado vibrante ,rasgando as elegantes vestes, cobrindo todo o braço direito, a cabeça, repuxando o olho e os cantos da boca fazendo-o salivar em excesso como a aberração insaciavel que era de verdade.

Yato o esperou paciente e comum sorriso sádico e talvez pretencioso, enquanto um formigamento que tinha gosto de libertação atacava a região baixa de suas costas. Estralou seus dedos como forma de aquecimento enquanto seu olho direito também fomigava.

Ele daria a Jason o que queria.

Mais do que queria.

Esperou a besta vançar e desviou do golpes assustadoramente rapidos e massivos, desferiu um chute sem grande efeito e por isso esperou uma chance melhor de se aproximar, ela veio e ele acertou com tudo o que tinha um golpe em seu toráx musculoso, e está parede de carne nem tremeu, fazendo a besta rir e num golpe rapido o envolveu com a extesão da Kakuja em seu braço o empurrou para cima e o engoliu como uma flor cannibal e então o lançou com um boneco de trapos contra a parede mais distante da sala o som e o impacto fizeram todo o local tremer e ele riu satisfeito, mas logo se desmanchando em furia novamente ao ver o jovem surgir da nuvem de escombros.

O formigamento sumiu, enquanto em flor, uma rinkaku vibrante desabrochava em suas costas, mais um estralar seco e alto, e Yato o encarou sorrindo de maneira cruel.

– Agora é… A minha vez.

Bufando comum touro ensadecido Jason não teve tempo de avançar, o garoto se lançou sobre ele ainda sorrindo e as Kagunes se chocaram soltando faiscas.

–YABOKU!

Yato se manteve no ar usando dois dos braços da rinkaku enquanto atacava com oos outros dois sem cessar. Conseguiu atingi-lo e então pousou no chão sobre pés e mãos, ficou de em pé e o próximo ataque veio, a violencia empregada e força sobre humana prometiam por abaixo aquela sala rapidamente.

Num momento ele conseguiu desviar da ponderosa Kakuka imcompleta e com os quarto tentaculos destruiu-a jogando-o o Ghoul para o lado saltou no ar, braços e mãos abertas, toda a força concentrada na em seu poder sanguineo, desceu com a rinkaku nele e dest vez uma nuvem gigantesca de pó se ergueu engolindo tudo. Assim que limpou revelou o homem estendido no centro de uma cratera, de bruços, a Kakuja semi destruida perdia seu brilho, e o rapaz se parou mais atrás dele, um dos braços da rinkaku avançoum e se cravou na mão esquerda de Jason fazendo-o urrar de dor enquanto o outro voltava a estralar o dedo e calmamente exigia.

–quanto é mil menos sete?

O homem o encarou tremulamente os olhos grandes esbugalhados, e sem resposta, seu tornozelo esquerdo foi o golpeado desta vez.

E mais um grito ecoou.

–responde, quanto é mil menos sete?

Outro urro, após outro golpe.

–quanto é mil menos sete?

Outro urro, após outro golpe.

E Jason balbuciou e ofegou até enfim responder.

–mi-mil n-novecentos… e noven-t-ta… e tres… Mi-mil novecentos… e oitenta… e seis…- gemeu enquanto grossas lágrimas inundavam seu rosto.

Sentado sobre o quadril dele Yato observava a contagem.

–mi…l novecentos… e setenta… e nove… Mil novecentos e setenta… e dois…- o Garoto se endireito e começou a dar tapas no lado esquerdo da cabeça enquanto a inclinava para a direita.

–voce disse que ia me devorar…- cometou com outro estralo, e então levando os dedos ao ouvido direito e puxando dele a grande e venenosa centopéia vermelha – então não acho que possa reclamar se…- Jogou-a fora e se curvou na direção do ghoul – eu devorar voce…

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–eles nunca acabam?! – Sasuke gritou e em resposta Ren riu um pouco.

–achei que não estava preocupado! – respondeu de volta, meio brincalhão.

Era dificil admitir, mas Ghouls, mesmo os da Aogiri lutando como animais, eram animais astutos e traiçoeiros, e alguns pareciam se tornar dois com a força e qualidades de suas kagunes. Eles tinham uma força sobre humana também, mas que era nada comparada a de uma discipula da Sannin, porém, o bastante para dar baixas entre os aliados da Areia.

De repente, Sakura apenas recuou. A kagune rinkaku regrediu sua forma e desapareceu na atraente curva de suas costas.

Mas ela não tinha terminado.

–esquadrões de seis e nove, a quero que avancem pelas laterais, baixar não são importantes, quero avanço!- ordenou a todo tom, e dois grupos se dividiram obedecendo-a correndo a toda velocidade e buscando ganhar terreno.

Ren e ele pousaram atrás dela e pararam ao seu lado.

–qual o plano? – disse o Yumi.

–Sai vai dar cobertura, quero a equipe médica avançando e tirando qualquer um imcapacitado da linha de fogo. – ela respondeu, seu olhos ainda mas apenas vermelhos focados no inimigo.

–eles não são o bastante, precisam de apoio e a equipe que Naruto mandou ainda deve demorar alguns minutos preciosos – Sasuke argumentou.

–então alguém vai regredir e dar a apoio, meu unico intesse é avançar – e assim Sakura seguiu caminhando e gritando.

–quero um esquadão Shinki! Agora! – exigiu.

Dois ninjas pousaram ao redor dela os rostos escondidos em mascaras, Sasuke só reconheceu ser Yabo que rapidamente se tornou um flash iluminado assim como os outros serpenteando pelo ar até se unirem no corpo de Sakura.

Ela brandiu o chicote energizado, o cabelo estava no alto em um rabo de cavalo e usava uma especie de armadura cuja parte de baixo era uma saia longa e esvoaçante, botas e luvas com garras, ela girou o chicote ao redor de si e avançou com expressão séria agora.

–shinki? – Sasuke disse curioso com tal vestimenta.

–é uma do tipo armadura, é o Haru.

–um dos garotos?

–ele evoluiu o sua forma a algum tempo, antes era como um kimono, ela veste Haru, e empunha Yabo, pelo memos por enquanto, não pudemos tira-los da briga, mesmo sendo novos demais, eles nunca desistiriam de Yato.

–Shinki! – Sakura exigiu outra vez enquanto partia ao meio qualquer um com aquele chicote, outro lance de luz veio até ela e se tornou uma compirda lança que ela usou para vançar ainda mais.

–agora é Yuri! – Ren disse enquanto corria. Para também avançar.

Sasuke sacou mais umavez a Kusanagi, e avançou, já estava na hora de avançar até o fim. Acima e adiante dele Sai lançava suas feras impiedosas que só de pousarem sobre o inimigo o esmagavam servindo de distração. O lugar que queriam alcançar estava próximo, um terreno plano mas que ficava depois de uma linha de vegetação.

Sakura chegou até ela e pareceu dispensar os Shinkis que cairam sentados ao seu lado ofegantes e meio arranhados, mas bem.

Novamente em suas veste negra esvoaçante ela deixou as mãos próximas fazendo sinais distintos.

Ele vira aquilo poucas vezes na vida.

Mas não havia como esquecer, da singular arte de fazer selos com apenas uma mão.

Ela selou o ninjutso com as duas e então as pousou na terra ao se agachar, o chão tremeu e entao uma fileira de cristais afiados cortou a terra e avançando adiante e por todos os lados destruido tudo, derrubando arvores e tremendo o sacudindo o chão tão forte quanto os ledanrio socos de sua mestra.

E então tinha a seu alcance o terreno, e mais corpos por onde passar livremente.

Ela avançou com pressa seguida de Ren e Sai acima pararam e ficaram a espreita, olhando em volta em busca de algum entrada.

Mas não havia nenhuma.

–mas que merda tem que ser aqui…

–e se não for? – disse Ino assim que chegou, mesmo ofegante e se apoiando nos jeolhos – o esquadrão da folha chega em cinco minutos – disse. –mas é aqui mesmo? – disse e encarou Sakura, embora esta nem a tenha respondido e mantinha o olhar atento, mesmo que ele tremulasse e os lábios estivessem comprimidos.

–se não for…

O chão tremeu, como um terremoto natural poris parecia vir de baixo deles, as rachaduras encheram o solo que cedeu, eles saltaram para o mais distante possivel da grande crater que mais parecia um rasgo e que começara a se abrir.

O resto das equipe chegou e sem mesmo olhar Sasuke já sabia que o capitão da equipe da folha era seu sensei.

–de onde isso veio? Não pareceu um ataque – Ino disse e de repente se espantou – o-o que é esse… chakra?

O marido franziuo cenho enfim dando atenção a energia que vibrava de dentro da cratera.

Como serpente espreitando para fora da toca, um tentaculo afiado escapou da abertura,e depois outro, empurrando a abertura e esgarçando-a, mais um, e mais outro, e Sakura se moveu naquela direção.

Seus olhos verdes encarando a visão estupefatos e ao mesmo tempo esperançosos.

–Sakura…- Ren chamou cauteloso embora ela nem tenha dado ouvidos mesmo quando dois braços atravessaram abaertura e se firmaram.

Sakura travou no lugar lufando, quando viu uma cabeça repleto de fios alvos como neve.

Seus olhos embaçaram e ela mal respirou.

–Ya..-Yasu…?

Porém o corpo que se seguiu não era grande e imponente, era apenas um menino.

Seu menino.

Sakura avançou novamente e só parou quando aquela rinkaku de um vermelho vivo e que vibrava como a batidas de um curacao se apurou e ficou apontada para si, formando um arco ao redor do rapaz que esfregava a boca de maneira quase frenetica sem levanter a cabeça.

–Yaboku?- chamou, ele ergueu a cabeça e sorriu o olhos direito era uma poça negra com um centro cheio de fome de crueldade.

–Sakura! – Ren e Sai gritaram e isso atiçou a insanidade daquela mente antes tão pura, e com laminas as rinkaku avançaram para ela.

–ainda estou com fome…

–Yato.

Ele travou sua arma no ar enquanto piscava e sentia as mãos quentes ebvolverem seu rosto, seus olhos enfim encontraram aqueles verdes tremulantes e ela lhe falou com a gentliza de sempre, terna e amorosa.

–Yato, voce não está com fome… está com medo.

O peso daquela pequena verdade se abateu sobre ele, e levou suas mãos aos braços dela enquanto a fitava deseperado e atordoado.

–eu…eu…

–voce só está com medo, com medo, minha criança assustada, está com medo…

Yato enfim cedeu, a pressão, a dor, mesmo não sendo mais fisica haveria dor para sempre encravada em sua alma, desespero e insanidade.

Como se cada parte sua tivesse se partido e esmiuçado.

Ele quebrou.

Mas cada pedaço seu seria junto novamente, embora nunca mais pudesse ser o mesmo.

Ele se agarrou a mãe, seu alento e calor e simplesmente despencou sobre os joelhos levando-a junto, a rinkaku caiu no solo como se fosse agora apenas menbros inuteis e só então o resto do grupo se permitiu aproximar e observer em silencio, cada grito alto e desesperado do menino, cada lagrima grossa que inudava um olho vermelho e negro, e outro com a iris cinzentas. Tão indefeso como uma criança pequena tão assustado e machucado quanto qualquer outra.

Sasuke se recusou a olhar no começo, era como ver a si mesmo ainda criança envolto em sangue e lágrimas e desespero. Porem acabou olhando de novo, porque ao contrário dele, Yato não estava sozinho.

Sakura acalentava o rapaz como se fosse um recém nascido, e ele lembrou que o bebe que ela deveria ter tido nos braços estava em algum lugar, vivo, ou morto.

Sakurako chegou, pousando quase ao tropeços e se jogando para agarrar neto e nora gritando aos céus seus agradecimentos pelos deuses terem protegido seu neto adorado. Gritando aos céus agradecendo pelo filho ter olhado por ele.

O tempo transcorreu de maneira lenta até que fossem embora, porém, não para o Diamante.

Eles foram para a folha, receber toda a segurança dela, e cuidar do rapaz, que nem se quer era reconhecivel.

E como se não bastassem tantos problemas, Sai simplesmente desapareceu. Deixando um recado com Yuri.

Ele disse que estava desertando, e ainda por cima, por “tempo indeterminado”.

Notas finais
ja ne!