Notas iniciais
YOOOOOOO!! SAUDADES? O/

Ela estava apenas...

Linda.

Porém, não em paz.

Sua face estava inerte e apenas a respiração e corar de suas bochechas denunciavam vida, já que matinha os olhos fechados, e uma expressão ainda angustiada crispava seus lábios e franzia sua testa.

Ela ainda estava perturbada, e Hinata e Kushina faziam o possível para acalma-la penteando seus longos cabelos com carinhos após um bom banho.

O ataque de choro deixou-a muito nervosa sua pressão até caiu um pouco e as mulheres a forçaram a ir tomar um banho. Estava deitada com a cabeça no colo de Hinata e esta e a garotinha penteavam as longas mexas com suavidade, sabe-se lá que milagre aconteceu para Kushina nãos as estar tentando arrancar, talvez a criança, por ser uma criança, tenha percebido o clima melancólico e por ser tão alegre procurava passar isso da melhor forma possível.

Era uma criança gentil e sensível, como a mãe.

–isso é bom...- Sakura comentou num suspiro enquanto se encolhia sob o Rob branco que usava cobrindo a camisola de mesma cor.

–melhor? – Hinata disse docemente.

–hun...

–tão macio...- disse Kushina encantada com as mexas, e por um momento, Sasuke teve inveja de não poder toca-las.

–é muito bonito não é? – riu Hinata — não deve puxa-los Shina, são mais bonitos quando cuida bem assim, certo. A garotinha assentiu animada.

– são cabelos admiráveis- falou a senhora Yumi enquanto se abaixava pondo uma bandeja sobre a mesa – do tipo que toda mulher com o nome como o meu gostaria de ter, mas estou feliz com uma filha que os tenha.

–um nome como o seu? Perdão... afinal sempre a chamamos por seu titulo- falou a primeira dama enrubescendo um pouco pelo sinal de rudeza. A senhora meneou a cabeça compreensiva enquanto servia o chá numa das xícaras.

–não tem porque se desculpar, sempre estive nessa posição de poder, estou tão acostumada ao titulo quanto ao meu próprio nome, só meu falecido me chamava propriamente, meu nome é Sakurako.

–oh...

–Sakurako Yumi , e sempre quis ter uma Sakura- disse bem humorada – e tenho, querida levante-se, tome um pouco de chá, vai dormir melhor –

Aos poucos Sakura se sentou as Hinata e Shina deixaram as mexas escaparem dos dedos lentamente e a cortinha rosa caiu sobre as costas e desceu pelo sofá de forma delicada e fascinante. Ela aceitou a xícara e cheirou o vapor com gosto.

–arigato, hahaue

–Yato acordou, a fome deve ter causado isso, logo ele voltará para cama, esta exausto.

–e Yukine-kun?

–tombou faz tempo, não se preocupe.

–hun.

Meio cansada, Touka seguiu para cozinha buscando ao menos água o café para se manter acordada, parou na porta ao ver Yato sentado na cadeira com os pés apoiados nela e uma tigela de curry pela metade no colo, usava calça moletom e uma camiseta azul regata, seu pulso estava enfaixado e as listras azuis em seus antebraços amostra, seu cabelo ainda estava úmido, sua expressão, perdida, o azul vagando no nada, solitário.

Solidão apenas.

Ela foi até a geladeira e buscou uma garrafa de água.

–um cara como você sem fome? Assustador...- comentou mas pareceu ne ser ouvida. Ela contornou a mesa e parou atrás dele – vai deixar isso esfriar?

Sem resposta, ela lembrou porque detestava garotos e a maioria das pessoas. Levantou a garrafa e a pousou com certa rudeza na nuca exposta dele.

Yato tremeu sobressaltado, com se acordasse.

–ah, voltou? – ela ironizou, ele piscou ainda confuso e ergueu a cabeça para trás encarando-a ainda surpreso, seus olhos azuis eram intensos mesmo atordoados, e pareciam de alguma forma, possessivos, ela não podia simplesmente tirar o olhar do dele.

–Touka- chan...

Touka perdeu um pouco de ar quando um arrepio nem quente nem gelado tomou sua espinha, e a fez recordar que nunca ouvira seu nome ser chamado de forma tão... estranha, por um timbre masculino.

Limpou a garganta e desviou o olhar para tigela.

–você devia comer, sua mãe quase bateu no Naruto-oji-san e em Minato para não deixa-los comerem tudo e deixar pra você, sua mãe vai ficar zangada, hunpf... eu também ficaria.- resmungou.

–eh? – ele parecia perdido e baixou o olhar para tigela, se encontrando, ainda que só um pouco, suspirou e pos a tigela na mesa.

–eu estou bem...

–bem? hunpf, você é um péssimo mentiroso...

–eu ainda tenho que aprender, muito...- Touka se viu o fitando seus cabelos negros em busca de uma resposta.

De alguma forma a cozinha estava mergulhada no vazio do olhar que ele dedicava para o nada.

Era frio, solitário, escuro e sufocante.

E o fato de ele parecer não ver isso, de apenas afundar-se mais a deixou tendo lidar com uma estranha sensação de pânico.

Não afunde...

Sua mente ecoava. E quando voltou a si sentia dedos gelados e um pouco ásperos delineando sua face com delicadeza, Touka abriu mais e o encarou mas ela mantinha o olha no nada a cabeça baixa a testa escondida sob a franja e a mão enfaixada, erguida tocando o rosto dela, ao redor de um leve corte que ela só percebera quando foi ao banheiro e que muito ligada na confusão que havia ocorrido só deu-se ao trabalho de lavar, ele tocou o corte com aponta do indicador ela deixou escapar um ofegou por conta da ardência, sentiu os dedos tremerem.

–gomen – ele murmurou.

Fazendo-a lembrar como conseguira o tolo corte.

–gomen – repetiu ele e seus dedos deslizaram da face dela até terminarem o contato, Yato se levantou seguindo para fora a passo calmo, como se ainda procura-se descobrir que caminho seguiria dali em diante.- ainda tenho muito que aprender...- falou consigo.

Touka deixou a garrafa cair a água que envolvia o matéria a fizera escorregar, ou talvez, por um momento, havia perdido a força para segura-la, ela meneou a cabeça e se abaixou pegando-a ao erguer a vista notou que a tigela não estava mais na mesa, nem em nenhum outro lugar da cozinha.

Yato a tinha levado.

Assim como, talvez, o calor da pele dela, que se viu chocada por ter pensado algo tão estranho tocou a face e nada sentiu arregalou os olhos e olhou para um pequeno espelho oval que devorava parede da cozinha se apressou até ele e foi olhar a bochecha, agora intacta.

–ele...

Sua mente logo processou o que havia acontecido, pois ouvira os relatos do irmão, sobre o herdeiro Yumi.

E então além de limpa e perfeita a pele de sua face estava agora tomando um rubor que a escandalizou chegou até a medir a própria temperatura da testa, mas estava aparentemente tudo bem.

Porém não podia crer, nunca iria aceitar.

Que estava corada.

E principalmente por que era por um garoto te-la apenas tocado e curado.

Sendo que ele próprio parecia precisar de cura.

Tomou água e voltou a sala quando voltava viu Sai sândi do quarto que era de dos garotos viu sua expressão fechada até zangada e viu enquanto ele fechava a porta, Yato sentado na cama de baixo da beliche, seu olhar perdido e angustiado de novo mas ainda sim levando a boca as grandes colheradas de curry e arroz, Yukine ressonava na cama de cima coberto por um grosso cobertor só sua cabeleira e o subir e descer de sua respiração calma davam para ser vistos.

E a porta se fechou e ela apenas seguiu os passos pesado do homem que também perturbava seus pais.

************************************************

–ah, ela dormiu – disse Hinata e então fitou a filha e sorriu – nós conseguimos né? – Shina a fitou um pouco surpresa e então sorriu lindamente assentindo enérgica.

–sim!

–agora só precisamos leva-la ao quarto – disse Sakurako enquanto recolhia a louça.

–nós já vamos está tarde, deem boa noite a Sakura e diga pra não se preocupar com nada foi um almoço ótimo e queremos repetir – Disse Kaorin enquanto se despediam. Temari e a filha já haviam partido agora um tanto preocupadas por nem o marido nem o filho terem dado as caras, Karin e Suigetsu se forma por que tinha hora, uma missão, Chouji e Hinami também.

–eu a levo, alias onde está o mané do Sai? – disse Naruto enquanto colocava educadamente a xícara que tomara na bandeja, a senhora Yumi deu de ombros.

–imagino que até ele tenha algo a dizer a Yato hoje, só espero que fique tudo bem...- comentou com um suspiro.

–eh?

Foram interrompidos pela passada pesada de Sai adentrando sala, sua expressão não era das boas, ele contornou o sofá e parou.

–a senhora ficará, certo? – Sakurako negou parecendo pouco incomodada com o tom meio autoritário.

–lie, tenho um compromisso, mas não se preocupe Yuzuru deixou um guarda para me acompanhar de volta, como... está Yato.

–hunpf, foi dormir, já conversamos.

–não precisa ser duro com ele, Sakura está bem.

–eu não dou a mínima para os ataques dele, é como o pai, mas não tem o mesmo controle, e ao contrario dele, não sabe escolher quem machuca quando tem seus ataques – Sai disse se abaixando e encarando a face adormecida de Sakura analisando cada traço. – então, se ele não se controlar, eu também não vou.

Ele precisava mesmo ficar tão perto?

Ele a conhecia a muito tempo e já estivera perto dela bastante não?

E Sasuke não foi o único a estar incomodado, Naruto fez menção de se abaixar e dizer algo mas parou quando o viu por o indicador entre as sobrancelhas rosadas e massagear lentamente em movimentos circulares.

–não faça essa cara, quer ficar feia de novo? – ele suspirou e se levantou levando-a nos braços com facilidade tamanha que só se devia se obter com prática.- hora de ir pra cama.- comentou – hey, pinto pequeno, vai estar no escritório hoje?

–idiota, não mesmo, porque?

–tinha um assunto a tratar mas pode esperar, de qualquer forma vou pousar por aqui.

–a-aqui?

–é até porque me apartamento está...inundado...

–você mora no terceiro andar, como diabo seu apartamento inundou?!

Sai ia responder mas Sakura se remexeu em seu colo e ele deu as costas apenas murmurando.

–longa historia...

Logo que saiu Sakura foi ao quarto despedir-se dos meninos e então se foi acompanhada de um ninja de mascara esquisita mas com símbolo de sua aldeia, ela foi logo após fechar o armário fúnebre cerrando os mortos dentro dele.

E sua visualização.

Os Uzumaki e Uchiha também tiveram que se despedir e Sakura não gostou da última imagem que teve de Sai tão bem acomodado na sala vendo TV, como se pertencesse e fosse parte importante do ambiente.

Não mesmo.

Ele não era importante, era só um substituto.

Sempre fora antes. E sempre demonstrara não gostar muito disso.

Isso teria mudado, logo agora?

Tinha haver com Sakura?

***********************************************

O dia estava embaçado, Touka sou disso ao vislumbrar a umidade escorrer pela janela, havia chovido bastante depois que chegaram em casa aquela noite, e parecia que o tempo continuaria ruim.

Levantou-se da cama e foi ao banheiro, teve que lidar com um café da manhã silencioso mas já estava acostumada, Itachi havia saído cedo para uma tarefa de campo da academia e seu pai estava ( ou pelo menos tentava demonstrar) ocupado demais com o jornal para dedicar-lhe algo de além um “hn” para seu bom dia, sua mãe se via distraída demais com o que fazia na cozinha, novamente quieta, silenciosa, apática.

–vou ensaiar com a banda, volto para o almoço – ela anunciou ao deixar a mesa.

–oh, divirta-se.- disse Ino

–sem encrencas – foi a única recomendação do pai. Ela não era uma fedelha que aprontava mas não negava algumas confusões aqui e ali...

Ela e seus amigos estavam longe de serem exemplos!

Touka apenas assentiu e foi para o quarto buscar a guitarra, saiu do distrito e seguiu para a praça mais perto onde sempre se encontrava com os garotos, já estavam todos lá o que a deixou admirada, Akira geralmente faltava em dias de folga e principalmente dias de frio. E lá estava ele, em pleno dia de folga e de frio!

–você é o verdadeiro Akira? – ela ironizou.

–hehe eu perguntei o mesmo- riu Inu, Akira bufou encarando os dois feio e virou cara.

–não enche, vamos logo.

–nossa que humor!- ela não perderia a oportunidade nunca e junto a Inu seguiram provocando Akira sobre seu amor pelo sono, e Mamoru apenas ria dos três.

–hey, por que estamos aqui? – disse o “fofo” quando pararam em frente o prédio, claro que os três reconheciam e viram Akira segurando um pedaço de papel e encarando a construção.

–ah, então é aqui? Legal hein?

–o que quer aqui?

–alias, porque não veio ontem?

–meu pai e eu fomos numa reunião chata, mas soube que aqui as coisas foram bem divertidas né?

–hah?! Você não faz ideia cara! Foi muito louco! Parecia que eles iriam se matar, e tinha uma princesa gostosa e metida depois o Kage e...

–tá tá, minha mãe já passou o conteúdo, porra que saco, perdi uma briga de gostosas né?

–estava mais para uma gostosa surrando outra...

–o que você quer aqui?- Touka disse enfim.

–minha mãe mandou eu vir aqui, parece que a “tia” – ele fez mesmo aspas com as mãos – passou um pouco mau né? Ela mandou eu vir trazer um agradinho e pedir desculpas pelo coroa por não termo vindo,e ainda chamar o Yato pra sair com a gente.

–Yato?! – disseram os três.

–é é, parece que levou uma puta bronca né? Ela disse pra eu ser legal, bom, não gosto de homem mas não é como se não fosse com acara dele, afinal com uma mãe daquelas, sem falar que sou um ótimo filho né?

–já que você mencionou... eu também sou!

–e eu! e eu!

–manés... certo, vamos lá, bons filhos – desdenhou ele r índio seguiram para dentro, não que ela risse, na verdade, pensado nos acontecimentos da noite passada, ela percebeu que não queria ir naquele apartamento tão cedo, que não queria vê-lo tão cedo, e muito menos estar com ele tão cedo.

Mas o que podia fazer? Dar meia volta e ir sem dar explicações? Nem mesmo ela acreditava nas próprias desculpas.

Era apenas bobagem.

Pensar naquilo.

Entrou no elevador logo estavam diante da porta que foi mais uma vez atendida por Yukine que esfregava os olhos sonolentos, o cabelo e a roupa ainda amassados denunciaram que havia acabado de sair da cama.

–yoo- Disse Inugami. O garoto aprecia tão sonolento, que nem ficou surpreso, apenas deu as costas e seguiu esfregando a vista.

–ohayo... –murmurou preguiçoso – okaa-san está no banho, mas o nii-san e oji-san estão no terraço, podem ir lá...- e arrastando o pé ele seguiu de volta ao quarto.

–tão preguiçoso quanto você Akira- disse Mamoru, Akira adentrou a casa com as mãos nos bolsos, girou enquanto andava, e assoviou demonstrando a admiração.

–maneiro, bonita e rica, ah se eu pego...

–verdade, agora que você falou, com ela é tão endinheirada? Papa dizia que ela era uma garota de uma família comum – comentou Inu.

–não sei mas se ela tiver a receita, eu quero, onde fica o terraço?

–ah, por aqui! Vamos!

Akira os seguiu para dentro e Touka não pode deixar de olhar para a porta do quarto entreaberta vendo Yukine já em sono profundo na cama de cima enquanto a de baixo estava já arrumada, ela sentiu certo alivio mas lembrou do que o menino avisara e percebeu que ele só falava o sufixo de irmão quando este não estava por perto.

Garotos eram tão bobos, em todas as idades e em uma gama enorme de assuntos tão simplórios...

Chegaram cozinha e o som pesado de guitarras e baterias chegou até eles.

–3

2

1...

Ignition.

Fire....

–oh, parece que chegamos na hora –disse Akira correndo para fora quase sem notar que não havia porta –interessante... –comentou eles saíram a luz do sol e viram os Akumas no centro do pátio, formavam um circulo, cercados de caixas amplificadoras e fios Yuri tinha abaixo dos pés pedaleiras multiefeitos e Yato apoiava um dos pés numa das caixas enquanto soltava voz para o microfone, não estava muito alto só o bastante para não serem calados pelos instrumentos que tocaram com vontade, euforia, até certa violência.

– A 70 milhões de anos, o macaco nasceu,

E depois que "evolução" levou sua vez, aqui estamos nós.

Mas só comecei a 70000000 anos estúpido.

Regredindo mais e mais.

Pelo menos eu não posso ajudar, mas acho que sim ...

Humanidade magnífica!

No tempo que me leva a cantar essa música de merda,

Alguém vai ser deixado para morrer,

E cada vez que alguém chegar ao eixo,

A felicidade de outra pessoa cresce.

Passamos esses dias chato-burros,

Desejando para algo grandioso para acontecer nos bastidores,

Perguntando: "É aqui ainda?", Uma vez que corrói nós.

Ah, o que diabos eu devo fazer ?!

–que som maneiro! – gritou Inu, mesmo não recebendo atenção, Touka olhou em volta e viu o ninja pintor de pé em frente uma tela usava camiseta de mangas curtas, e desenhava algo na tela enquanto sacudia a cabeça no ritmo da canção mesmo tão concentrado.

–Quando a maçã bateu chão,

Ela sugou a água e começou a inchar.

Mas agora que já caíram da árvore,

Nós nunca vamos ver o sol.

Nós usamos o dinheiro para comprar os nossos corações,

E acendemos fogueiras para aquecê-los,

Enquanto esse macaco que estava na lua,

Ainda está sorrindo em auto-satisfação.

1, 2, 3, 4, aprendemos muito.

A, B, C, D, aprendemos muito.

Mas não se pode descobrir a causa da estupidez.

1, 2, 3, 4, que clamou em alta voz,

Mais e mais e mais uma vez,

Mas não se pode descobrir a causa da estupidez.

23 anos atrás, eu nasci.

Quando eu percebi que era o fim do progresso evolutivo,

Eu não podia acreditar nessa porra. Quero dizer,

Por que eu estou escondendo o sangue em minhas próprias mãos?

Cantando sobre o amor e guerra.

Eu sou um gênio.

Eu sou um gênio em enganar-me!

Guerra e conflito! Pegue uma arma!

Love and War! Love and War!

Guerra e conflito! Siga a pessoa à sua direita!

Love and War! Love and War!

A jovem observava agora que Yuri tinha grande participação na performance, dançando e se sacudindo com a guitarra tinha sua parte na letra, uma bela voz e trocava olhares animado com Yato os dois tinham as costas recostadas uma na outra e sei fitavam sorrindo entre as pausas da letra, de forma tão natural, deviam mesmo ter sido assim ávida toda.

E olhar vazio e perdido não mais estava em seus olhos azuis, usava novamente aquelas roupas formais que não gostava apesar do colete estar aberto e os punhos da camisa também sacudindo o cabelo úmido.

Ele aprecia livre, ao lado da garota e dos caras que tinham olhos felinos como os seus.

Da garota...

Onde é que o macaco vai quando ele cai da árvore?

1,2,3,4, aprendemos muito.

A, B, C, D, aprendemos muito.

Mas não se pode descobrir a causa da estupidez.

1,2,3,4, que clamou em alta voz,

Mais e mais e mais uma vez,

Mas não se pode descobrir a causa da estupidez.

A 70 milhões de anos, o macaco nasceu,

E depois que a "evolução" levou sua vez, aqui estamos nós.

Mas só comecei a 70000000 anos, estúpido.

Regredindo mais e mais.

Pelo menos eu não posso ajudar, mas acho que sim ...

Humanidade magnífica!

(Saru wa ki kara Doko e ochiru – HelloSleepwalkers)

(Obs Aut.: essa foi a melhor tradução que consegui, usando o Google tradutor :v mas espero que curtam... Nas notas finais vou deixar o link do clipe :3.)

–YEAAAHHH – gritou Haru – de primeira hein?!

–mandamos ver – disse Yabo sempre sereno enquanto deixava o baixo recostado num das caixas.

–yep!- disse Yuri saltitante e puxando a alça da guitarra de si, ela estava diferente não usava roupas largas, mas um shorts jeans curto e azul, tennis e uma blusa roxa colada de mangas longas e ombros amostras e dando a descoberta de que... tinha um bom volume de seios, o tipo que Akira e os garotos perseguiam com afinco, não nada para ver antes por causa das camisas longas ou kimonos que sempre a viam usar, mas hoje ela estava mais maquiada.

E era uma garota realmente linda com seus cabelos cintilantes e esvoaçantes mesmo curtos. – mandamos ver Yatinho! – ela disse mostrando o punho pequeno para ele. Yato suspirou puxando a guitarra de si mas bateu o punho com o dela, um gesto que Touka e os amigos acostumaram-se a ver entre o Hokage e seus melhores amigos, principalmente, o pai dela.

–é, mandamos. –ele concordou sorrindo um pouco.

–ah, temos publico, Yoo!- disse Haru acenando com as baquetas.

–ah Yooo! Mandaram ver! vão tocar essa em um show? – disse Inu.

–talvez hehe, é inédita! Yato terminou hoje de manhã.

Os dois grupos se aproximaram cumprimentando-se Yuri sempre animada mau deu atenção as olhadas que eles deram as seu seios, mas o que irritou Touka foi o olhar de Akira e o sorriso que ele deu dizendo facilmente um: “maior que os seus, de novo!”

Ela odiava como ele sempre a comparava com outras garotas! Ela não ligava para seios, cochas ou traseiros, estava satisfeita consigo oras!

Então porque a beleza da baixinha a incomodava agora?

–uma visita tão cedo? – comentou Yato sorrindo –mau saí da cama, acordei com esses três me perturbando.

Haru enlaçou seu pescoço e lhe fez um ruídos cafuné.

–com assim heeinnn? Somo sua banda você é chefe! Tem que comandar maneééé!!

–itaaaiii!

–não pode nos abandonar Yatoooo- provocou Yuri rindo.

–argh! Grudentos!

–tenho um convite pra fazer- disse Akira- mas antes disso preciso falar com sua mãe.

–hun? Ela está no banho, né tio?!

Sai apenas confirmou com o polegar estendido pra cima e continuou a pintar.

–o que ele tanto pinta?- disse Mamoru.

–ver agora vai irrita-lo, ele detesta que eu bisbilhote – disse Yato – Yukine os deixou entrar ? vamos ver, tem outras pinturas pela casa, venham – eles seguiram Yato de volta para dentro.

–seu irmãozinho abriu e voltou pra cama, não o culpo...- Disse Akira.

–hehe, esse fedelho, tem essa, da gente lá em casa – Yato mostrou ao quadro não muito grande e tão realista que só agora Touka percebeu que não era uma foto, mas desenhada e colorida.

–sugoi! Achei que fossem fotos! Essa também!- Inu indicou outra.

–hun! O tio é bom! Na verdade a maioria dos retratos são dele, okaa-san prefere guardar as fotos em álbuns.

–vai mostrar? – provocou Akira.

–aquelas coisas constrangedoras? Não quero ser chantageado e você?

–hehe, tá certo, já basta minha mãe, ela sempre tenta mostrar pras gatas.

–hehe, a minha mostra pra qualquer um, cara... sabe, eu revirei as coisas dela, mas não achei, eu pretendia dar sumiço, não preciso que ela exiba minhas fotos de recém nascido enquanto não estou aqui...

–entendemos!

Na sala ele mostrou mais dos desenhos que pareciam fotos e então ouviram o som de saltos no piso se viraram e viram Sakura, ela os fitou surpresa mas logo sorriu.

–are, visitas tão cedo? Ohayo!

–ohayoo.

–ah, Akira-kun, aqui está você, senti sua falta ontem sabia?

–ah, bom saber – ele disse indo até e pegando suas belas mãos e beijou fazendo-a sorrir radiante claro que não era o efeito que ele queria,faze-la sorrir sim., faze-la apertar suas bochechas, não.

–tão fofo, nem parece filho de quem é, venha você foi o único que não provou meus bolinhos ainda, Yato, seu irmão acordou?

–acho que ele só bancou o sonâmbulo...

–oh, tadinho, acorde ele certo? Vamos crianças.

Os garotos a acompanharam e Touka quis rir da cara de Akira sendo puxado pela mão como uma criancinha.

Yato seguiu par ao quarto e na cozinha, enquanto os servia ela ouviu a historia de Akira sobre a visita.

–ah, bobagem, estou ótima, mas agradeço a seus pais pela preocupação...

–ITAAAAII YUKINEEEEE?!!!

–SAAAAAIII EU QUERO DORMIR BAKAAAAA!!- Yato veio correndo após aporta do quarto bates meio pálido ele ofegava e esfregava a cabeça.

–ele está possuído! Possuído! –choramingou.

–oh, ele sempre fica com um certo mau humor quando acorda, tudo bem eu o desperto, você tome seu café, Yuri, sirva os meninos por favor.

–hai!

Sakura seguiu para o quarto enquanto a garota serviu café a eles com eficiência.

–é bom gostarem, fui eu que fiz! – brincou.

–está muito bom!

–arigato!

–ela foi bem treinada afinal – Disse Haru – as garotas da família passam por um treinamento nessas coisas de cozinha é quase pior do que treinar pra ser líder né Yato.

–hehe...- Ela deu um cascudo nos dois bufando.

–bakas.

–então Yaboku...- começou Akira.

–agora você?!

–heh, nós vamos ensaiar na praça, você sabe, porque não vem conosco? Vai ter uma galera legal, podem gostar de conhece-lo.

Yato o fitou surpreso.

–sair? Maneiro! Ah... não vai rolar, não agora.

–huh? Tenho um compromisso – ele suspirou pondo xícara no pires viram Sakura voltar trazendo Yukine e massageando seus ombros carinhosamente enquanto ele resmungava esfregando os olhos.

–não se irrite, que tal sairmos? Seu tio pode leva-lo pra passear, e você pode dormir mais a tarde...

–lie...- resmungou manhoso e ela riu beijando a sua cabeça.

Yato tirou a vista da cena, os olhos vagaram para a xícara.

–tenho umas coisas pra aprender... –murmurou.

–huh?

–mas amanhã? Acho que vou estar livre.

–amanhã pode ser legal – incentivou Yuri sorridente.

–tudo bem então, hey me mostre aquelas caixas, são mesmo a marca que estou pensando? – Yaboku sorriu faceiro e orgulhoso.

–vamos ver?! – desafiou e disparou da cadeira para fora, Akira e os garotos seguiram rindo.

–fala sério?!

–ganhei de aniversário, bom só duas as outras comprei!

– fala sério?

–totalmente, meu porquinho já era!

–ah cara!

Sakura riu e Yukine resmungou.

–ai que mau humor meu bebe.

–hunpf, por todo esse alvoroço logo da manhã?

–haha ciúmes?

–claro que não!

Yuri riu e saiu junto a Touka.

–hunpf, homens, ignoram até garotas bonitas como nós por causa dessas coias – resmungou vendo-os tão distraídos com os apetrechos.

–hn, então por que está na banda? – Yuri a fitou e sorriu.

–ora é divertido né! E estamos juntos desde pequenos, não da pra simplesmente sair e deixa-los né? Ou eles ficam perdidinho sem a gente!

Touka se surpreendeu, por perceber o mesmo, elas eram bem parecidas nesse ponto aqueles três eram inúteis sem ela, Akira precisava de sua ajuda com as letras, Inu com a afinação e Mamoru com a melodia, ela também os ajudavam com os deveres e mesmo que não se conhecessem desde muito pequenos, ela não via uma vida em Konoha sem eles nela graças a eles ela tinha uma boa vida de adolescente em Konoha, muito melhor do que poderia sonhar.

E eles eram inúteis sem ela.

–é...é divertido – concordou e Yuri assentiu animada e correndo na direção deles, e Touka fez o mesmo, mau percebendo, que sorria, ainda que só um pouco, ainda que no discreto jeito Uchiha.

Conversaram bastante e até praticaram com os instrumentos uns dos outros enquanto o dia ficava mais aberto, ensolarado e vivaz.

–aí está ele... – a voz meio fria chegou até eles cortando seus risos e a explicação e Yato de como conseguiu uma guitarra tão boa, seu sorriso também acabou dando lugar a uma expressão séria enquanto fitava o tio Shinjukage na saída da cozinha, atrás dele Yukine os fitava com uma olhar tenso e apreensivo.- ohayo – Yuzuru disse com as mãos nos bolsos do sobretudo.

Yato nada disse apenas deixou a guitarra recostada na caixa amplificadora e seguiu até ele.

–estou pronto – disse agora abotoando o colete e parou quando sentiu a mão grande sobre a cabeça e ao afago no cabelo.

–não está, mas vai ficar – Yuzuru disse, e foi só deu as costas seguindo para dentro e então parou – aff, onde está aquele idiota?!

–co-com a okaa-san- murmurou Yukine.

–que?! Aquele…

–baka.- resmungou Yato e os dois entraram, foram até

A sala e apararam vendo Sakura deitada no sofá com uma cara manhosa fingindo ignorar os elogios e mimos de Ren que acariciava sua mão e beijava distraindo-a e agradando com um buque de flores.

–vamos lá meu bibelô... sabe que não quis ser duro com você daquela forma, eu me axaltei, você se exaltou e eu fui muito grosso, nunca deveria te-la tratado daquela forma e estou arrependido.

–hunpf... o quanto? – ela resmungou fazendo bico. Ele riu um pouco e insistiu.

–muito, você sabe, sou um idiota.

–hun, verdade...

–viu? Me perdoe irmãzinha linda...

Sakura já estava quase cedendo, mas fora interrompidos bem rápido, num instante Ren estava no chão com Yato pisando em suas costas e Yuzuru sentado ao lado dela já tomando a sua mão e pisando o pescoço do irmão.

–se pensou sobre Ren, espero que tenha pensado sobre mim também, querida...

–huh?

–vá se danar Yuzuru! Sai de cima fedelho!

–vocês são dois velhos aproveitadores! – reclamou Yato, mas saindo de sobre o tio.

–tsc, estava só pedindo desculpas a sua mãe – Ren se levantou encarando o rapaz de braços cruzados e afagou sua cabeleira também. – e você também.

Yato bufou um pouco.

–hunpf, espero que não me venha com flores...

–haha! Muito engraçado, são só pra sua mãe, ainda estamos pensando num jeito de nos redimir, e você pode ajudar que tal?

–huh? Porque eu faria? É mais divertido vê-los se ferrando pra me agradar não acha?

–seu tampinha...- Ren afagou-o com força desnecessária e sorrindo forçado – sempre uma gracinha não é...

–itaai!

Sakura se levantou pegando o as flores.

–vou po-las num vaso, são lindas, obrigado Ren.

–de nada querida!

Ela saiu e Yuzuru se levantou.

–bom, temos que ir, com sorte voltamos depois do almoço, talvez você nem se enfade é uma reunião de cunho...militar.

–hun – o rapaz assentiu – vou chamar o pessoal.

–tudo bem, vamos lá.

O acompanharam de volta ao terraço.

–hey, está na hora- Yato anunciou.

–é? Tudo bem então! – Disse Yuri correndo para pegar uma mochila largada ao pé da bateria.

–outro compromisso huh? Boa sorte – Disse Akira cumprimentando-o.

–obrigado, depois combinamos aquela saída?

–claro.

–valeu.- Ele caminhou até o tio agora mexendo no bolso da calça e tirando um lenço branco meio velho, ao qual prendeu envolta da boca e nariz ocultando-os.

Então viram Yuri parar ao lado dele agora usando uma mascara com face de gato, em um tom rosa pálido e expressão assassina. Haru usava uma também de gato mas que só cobria metade superior do rosto, mas azul escuro e a de Yabo era de uma criatura assustadora.

– e essas coisas? – perguntou Inu – estão seguindo a moda AMBU?

–mais ou menos, tradição de família, todos temos mascaras.

–menos o Yato néééé?! –provocou a baixinha.

–ugh, não enche, eu só não decidi como quero que seja a minha.

–porque não uma de neném? – brincou Haru.

–não enche!

–oh voces já vão? – disse Sakura saindo –boa sorte, então, e bom trabalho.

–heh, pode deixar!

–se é assim – vamos logo – falou Ren seriamente sua mascara era de uma pantera de presas vermelhas enquanto o Shinjukage tinha apenas um longo cachecol cinza cobrindo boca e nariz todo com bordados do símbolo do Diamante.

–vamos – ordenou e num piscar de olhos eram apenas sombras desaparecendo.

–are, are, e lá vão eles. –sorriu Sakura.

–eu podia ter ido...- resmungou Yukine.

–claro que sim, mas não depende sempre deles, depende também daqueles com quem vão negociar, vai entender aos poucos querido.

–hun.

***************************************************

Ele se sentia frenético, apenas por pensar naquela possibilidade.

O que diabos Touka queria indo a casa de Sakura logo depois do que houve aquela noite?

Ela não havia assistido a fúria que a Haruno podia ter?

Ela não ia desafia-la mesmo assim ia?

Ele não podia pensar em outra possibilidade, sendo que a garota saira de casa dizendo que encontraria os amigos.

Ele só soubera porque um AMBU que vigiava o amado herdeiro de Sakura lhe informava de hora em hora da presença das pessoas naquele apartamento, informou até que Sai realmente passara a noite lá, e ainda estava.

Ele nunca admitiria que também estava nervoso com isso.

Mas estava, no mínimo, puto.

Estar ali de novo o enchia e esvaziava de euforia, queria estar sozinho ali, e estava, mas ela não.

Impaciente, buscando sentir qualquer sinal de ameaça ou gritos, ele tocou a campanhia sendo atendido por Yukine.

–ohayo, veio buscar Touka nee-san?

–hn, sim ela está aí?

–hun! – Yukine assentiu e foi para dentro, deixando-o sozinho na porta, Sasuke suspirou e adentrou a sala, mais tranquilo com a atmosfera, calma e familiar.

Pos as mãos nos bolsos e caminhou até perto do sofá, rodando o olhar pela sala, buscando e comparando marcas de Sakura na decoração ele concluiu que sendo ou não os moveis mais caros faziam o gosto dela, com cores claras, desenhos ondulosos mas não exagerados, nada remetia a um ambiente muito ostentoso, a coisa mais luxosa ali era o armário fúnebre, em madeira de madrepérola e marfim, negro com flores de marfim, qualquer ladrão daria um braço para poder vende-lo, detalhes como aqueles eram antigos e muito raros até, devia ser arte de um grande escultor.

Mas ele só estava interessado no que poderia encontrar lá dentro.

E antes de pensar direito, caminhou até o móvel e pousou as mãos nas esculpidas maçanetas abrindo, a primeira coisa que viu foram as velas e o incenso, a bandeja com oferendas e na segunda prateleira as fotos de Kizashi e Mebuki Haruno, que ele já conhecia tal como o vazo funerário que levava as cinzas misturadas dos dois.

Um pedido estranho, porém muito simbólico.

Estar misturado ao outro mesmo em cinzas.

Havia outra prateleira, a mais alta e espaçada onde havia um retrato maior.

E encarou com um misto insano de emoções, os olhos cinzentos, sobrenaturais.

Daquele homem, ao qual ele só conhecia e lembrava as costas, mesmo havendo dezenas de retratos dele nos arquivos AMBU e do Hokage, Sasuke nunca fizera a mínima questão de conhece-lo, ele resistira a vontade por quase uma década, ele não queria encarar aquele rosto, e ver, e quem sabe descobrir, que ele tinha mais do que ele.

Algo mais do que ele, algo que puxava e prendia Sakura a ele.

O homem no retrato tinha cabelos brancos, uma franja espessa que cobria toda a testa num corte que parecia até infantil de certa forma, a imagem destacava seu rosto e um pouco do torso mas percebia que tinha ombros largos, pescoço largo, lábios finos entreabertos numa expressão que parecia pensativa, fria, ou serena, não dava pra definir, não dava pra saber no que ele pensava realmente, passava impressão imponente, superior. Sua imagem quase dizia:

Eu sou superior.

Mas não de forma arrogante, era natural.

Ou sobrenatural.

Ele não podia realmente existir, podia? aqueles óculos simples davam um ar intelectual, e pensando nessa combinação, ele não podia acreditar que Sakura se agradaria de um tipo que lembrava um velho inimigo do passado deles.

Kabuto, ainda que os cabelos deste fossem mais cinzentos, o estereótipo não era tão diferente.

Aquele era Yasuhiko Yumi, o homem que tivera Sakura por longos cinco anos, cuja memória ainda a tinha por doze.

Aquele era o homem que tomou Sakura quando ele a deixara escapar.

E em seu olhar ele quase podia ver, que aquele homem a quem chamavam de o Akuma, que diziam ter a sabedoria de anjos e deuses, não estava, ou não era, interessado em devolver o que pegava.

Ele a tinha, e não devolveria.

Morto ou não.

Ele a tinha.

–o que está fazendo?! – A voz de Sakura chegou até ele se virou vendo-a encara-lo surpresa e encarar o retato também, ela usava uma saia cinza junta e de cintura alta e corte formal, blusa de seda branca e o cabelo para trás com uma presilha, de forma simples e casual.

Mas linda, segurando um vaso com flores vermelhas.

Higanbanas.

Ela veio e parou ao seu lado o fitando-o interrogativa e em censura com se fita uma criança, pos o vazo ao lado do retrato e ajeitou os outros itens como se ele tivesse bagunçado.

–o você é idiota? Isso é sagrado se vai mexer ao menos preste homenagem, não perturbe oras!

–go...gomen...

–hunpf,-ela juntou as mãos e fez uma breve oração. Então fechou depois de olhar nos olhos de cada retato e se demorar mais no do homem, chegou enrubescer um pouco, se recompôs e encarou Sasuke cruzando os braços.

– então?

Ela queria respostas.

Mas ele só tinha mais perguntas.

Para ela.

Para si...

Notas finais
e agora Sasu-kun?! MUAHAHAHAHA! Então gostaram do Yasuhiko? eu pensei em faze-lo de outra forma então lembrei do ARIMA e acabei decidindo trabalhar com ele. CLIPE >>> https://www.youtube.com/watch?v=5dPpdvPM2FM