Notas iniciais
Mais uma img desse gostoso. VAMOS ENALTECER ESSA DELICIA Voltando mais cedo, pq to super animada com essa coisa de guerra haushaauhua AVISO, LEIAM AS NOTAS FINAIS OU TIRO O YASU DA FIC SÓ DE MÁ!

Estavam num dos acampamentos entre a fronteira do país do Fogo com o Cristal, era noite avançada, mas ninguém conseguia dormir.

Touka caminhou por entre as tendas, covardemente evitando se aproximar das do posto médico e ouvir aqueles gritos de dor.

Um dos esquadrões havia entrado em confronto e só ouvir como ficou o campo de batalha e ver o estado em que alguns ninjas chegaram, revirava seu estômago de horror.

Ela não podia negar que estava decepcionada consigo mesma, achou que seria mais forte.

Tinha permissão para dormir, mas não conseguia, um sentimento ruim a impedia de dormir além de todo o resto. Sua mãe e seu irmão estavam seguros dentro dos muros de Konoha, mas isso não a tranquilizava. Independente de qual seria o fim desta guerra, já sabia que nada mais seria como antes.

— Sem dormir também? – Ela parou, voltando-se para Akira.Tal como ela, ele vestia todo o uniforme ninja, seu cabelo estava preso de forma mais firme, e se houvesse um pouco mais de barba, a expressão dele o deixaria muito mais parecido com o pai.

— Sim...e você?

— Vigília.

— Deve ser péssimo pra alguém que dorme como você – ela não conseguiu conter a piadinha, talvez fosse um instinto ou ânsia de sentir que as coisas eram um pouquinho como antes.

Akira, do contrário do que esperou, não coçou a cabeça nem bocejou. E eles dois passaram a caminhar lado à lado.

— Nem se eu pudesse, dormiria – ele comentou, com um suspiro.

— Hn... Onde estão os garotos?

— Mamoru está do outro lado do acampamento... e Inugami...- Akira parou e encarou com um olhar sombrio — Foi remanejado para o esquadrão que saiu duas horas atrás.

Touka deixou os lábios caírem em choque.

— Inu...- seu ar faltou, e sentiu seus olhos arderem.

Porque no fim, ela ainda havia conservado a esperança de que os quatro estariam juntos no campo de batalha, protegendo um aos outros. Mas Inugami foi sozinho com Shiro, o cão.

Sentiu o ombro pesar com a palma de Akira e o encarou.

— Eu sei... mas é assim que as coisas são... estamos todos apenas aprendendo, Touka, isso é tudo aquilo que nossos pais diziam mas, que ouvíamos com os olhos brilhando porque para nós, eram contos de heróis de guerra, e nos esquecíamos que só um se torna herói entre as mortes de milhares, e que isso significa que, as probabilidades de sermos os mortos, serão sempre as maiores.

Touka rapidamente baixou a cabeça e esfregou os olhos, sentindo-se uma tola e uma fraca. Mas Akira estava certo.

Nem todos poderiam ser heróis de guerra como os pais deles foram, e se eles foram, não significava que também seriam.

— Eu queria ter ido com eles...

— Sim, eu também, mas vamos acreditar neles, certo?

— Certo.

Era tudo o que podiam fazer.

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Yasuhiko Yumi ou fazia questão de parecer poderoso e intimidador, ou sabia o ser sem nem tentar.

De toda forma, Sasuke continuou mantendo a espada entre os dedos e observando cada passo dele pela sala. Aqueles cristais estavam dominados por chakra e sentia-se enjoado de estar naquele meio.

O ckakra daquele homem era massivo, pesado e bastante agressivo, era essencialmente tipo terra, mas também parecia suscetível a genjutso, o que o surpreendeu.

Ele caminhou olhando em volta, se aproximando do próprio túmulo, demandou um olhar simplesmente vazio em direção ao corpo.

— Devo presumir que algo muito... complexo esteja se passando.

— Complexo é só... o começo. – Yuzuru disse, com hesitação. — É você mesmo... certo?

Yasuhiko deslizou os dedos pela beirada da abertura e o encarou de soslaio com uma sobrancelha de pé.

— Esperava outra coisa?

— Não, quer dizer, você parece... você não parece exatamente confuso em estar... de repente... aqui, irmão.

Yasuhiko se limitou a recostar-se no túmulo e descansar uma perna esticada sobre a outra, cruzou os braços e manteve o olhar no irmão.

— Eu sei que estou morto, Yuzuru, tive muito tempo para me acostumar com a ideia.

— O que quer... o que quer dizer?

— Que podem ter me matado, mas, não significa que tenha sido fácil.

O choque caiu sobre eles com força. Mesmo que já houvessem praticamente tido certeza dessa historia, ainda foi estarrecedor confimar que até mesmo a morte do Shinjukage havia sido planejada, como se o sequestro de Sesshoumaru já não tivesse sido perfeito o bastante...

Yuzuru soltou o ar, perplexo demais para dizer algo, levou as mãos ao cabelo e os puxou, frustrado.

— Você tem certeza? Não foi mesmo um acidente? – Ren exclamou.

— Duvida da minha palavra ou da minha capacidade?

— Duvido que pudesse ter sido pego tão facilmente pela Aogiri! Sinceramente, um acidente teria sido muito menos difícil de aceitar, e foi! Você nunca foi descuidado dessa forma ainda mais levando...- ele suspirou, calando-se repentinamente, algo que todos notaram, inclusive o mais velho.

Ele soltou ar suavemente e moveu seus olhos cinzentos para o céu escuro.

— Foi uma armadilha.- começou.

— Como?

— Estava chovendo muito, da metade do caminho até aqui, mas, um deles estava escondido no topo do morro onde a estrada ficava, fui pego por uma seibon envenadada com ferrugem, o veneno de uma planta chamada...

— Ayakashi...- Naruto murmurou.

— Sim, também haviam mais algumas propriedades nela, potencializou seu efeito em mim, e buscava deixar-me paralisado, fizeram a torrente de lama cair, usaram os troncos misturados me acertarem. Tive que esperar o momento certo, a onda parar, usar o máximo de chakra que não estivesse dispersado, e proteger o que sobrou da carruagem de ser esmagada.

Os irmãos assentiram, lembravam perfeitamente daquele dia, quando chegaram, encontraram grandes montes de lama, e os cristais afiados saindo deles, indicando onde Yasuhiko estavam quando conseguiram mover a maior parte da lama, ele estava morto.

Havia usado o próprio corpo para proteger Sakura, inconciente no solo, e cravado em si mesmo estavas de cristal para se usar como teto, sobre ela, poderia sobreviver ao que fez a si mesmo, mas ao tronco afiado cravado em seu tórax, e que se encravara no solo ao lado de Sakura, não.

— Não havia resquícios de veneno na sua corrente, nos fizemos exames – Yuzuru recordou.

— O potencializador deve ter cuidado disso, eu lembro que suei bastante, o veneno evaporou assim que fez efeito em meus músculos, tentei usar chakra para faze-lo evaporar logo, mas o efeito se prolongava mesmo com a substância já fora do meu organismo.

— Malditos...

— Sim, muito inteligente, o que me leva á questão, quão inteligentes eles foram até aqui? E, principalmente, quanto tempo se passou?

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— Avancem! Não deixem quem que vençam!

Brados corajosos soaram em resposta, mas já não havia mais tanta força de vontade, o horror e o terror enchia cada vez mais o sangue de cada um.

Inugami sabia lutar como uma fera, mas não era uma besta.

Seu chakra já estava acabando, Shiro não daria mais conta de outra técnica, e e seu corpo pesava de tantas tentativas de desviar daquelas coisas afiadas e poderosas.

Para todo lado haviam aquelas coisas de olho vermelhos e faces animalescas.

Shiro latiu, e se jogou contra ele, fazendo-o ir para o chão e levar um golpe de uma kagune, o cão ganiu alto, contorcendo-se no chão com o corte fundo em sua pata direita e anca.

— Shiro! – Inu se jogou sobre o cão, ouvindo apenas a risada maldita daquela coisa e seu golpe cortando o ar.

Encolheu-se lamentando apenas que não poderiam voltar como Akira exigiu em nome dos amigos deles.

Um grito estridente de dor encheu o ar, mas só depois ele percebeu que não era dele.

Ergueu a cabeça e encarou novamente olhos ferozes, mas, um deles ainda era cinzento.

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— Obaa-san... Quando vão trazer okaa-san de volta? – Sesshoumaru indagou enquanto girava uma bola entre as mãos, sob a fraca luz de uma lamparina.

Verona e Aleera cochilava num dos colchonetes, enquanto a velha matriarca suspirava, dolorosamente encarando um antigo álbum de família.

No fim fora a única coisa que conseguira levar da casa, era a mais importante, mas ainda sabia que seria doloroso demais sair daquele porão e encontrar seu lar em ruínas mais uma vez.

Piscou espantando as lágrimas e fechou o álbum, pousando-o numa pequena mesa, voltou-se para o menino e acarinhou seus fios.

— Logo, meu bem, torceremos para que seja logo, é melhor você dormir tudo bem?

Ele deixou a bola de lado e se deitou, encolhendo-se sobre a coberta.

— Obaa-san...

— Sim, querido?

— Pode cantar para mim?

Sakurako sorriu, ternamente, uma lágrima ainda ousou escapar, ela sentou-se ao redor da criança e massageou sua cabeleira e face carinhosamente.

Uma beleza extraordinária do norte

A coisa mais bonita existente no mundo...

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“Em seu primeiro olhar, a cidade se curvaria ante seus joelhos...”

Seus olhos ardiam, um cansaço mortal dominava cada músculo pesado como chumbo, a base de suas costas parecia ter sido esfaqueada, várias fincadas em pontos próximos que latejavam.

Seu tronco estava curvado para a frente e seus braços e pernas contidos por um material estofado mas firme. Não conseguia olhar diretamente para baixo porque dali vinham fachos de luz que praticamente a cegavam.

Apertou o olhos e tentou ergueu o pescoço e a cabeça, a nuca latejou e tentou enxergar além das manchas em sua visão.

Enxergou um chão de cristal polido e branco, espesso demais para se transparente, ouvia o som de bipes que pareciam de um centro cirúrgico, e também vozes.

Este ultimo alarmou-a inteiro, e buscou capta-las movendo a cabeça para o lado e também, tentando livrar o braços.

— ... Os planos estão indo todos nos conformes, ninguém sabe como chegar até aqui, e estamos movendo os exércitos por baixo da terra, custa mais algumas horas, mas é um ótimo efeito surpresa...

— Temos sorte que o terreno ajuda, a geografia daqui tem uma vasta rede de túneis, chega a ser irônico, porque foram eles que começaram a usar isso primeiro...

— De fato, mas ainda estou preocupado com a aldeia, Suna e Konoha estão movendo cada vez mais ninjas para lá! Estou dizendo! Deveríamos tomar o Diamante logo! Fazer dele nossa base!

Sakura apertou as vistas, desta vez não por incomodo, mas um reflexo à tentativa de reconhecer aquelas vozes.

Algo em seu subconsciente apitava que não eram completamente estranhas.

Então, foi como se novas facas penetrassem seu sua coluna novamente, e quando sentiu uma espécie de sucção, sua mente clareou o bastante para entender o que se passava com ela.

Ergueu os ombros e lutou contra as travas em seus braços, tentando enxergar e debater-se o bastante para se afastar daquelas seringas. Mesmo que isso pudesse mata-la de dor ou mesmo aleija-la.

Mas não deixaria aqueles vermes continuarem usando-a.

Seus gritos saíram altos, mas não era capaz de saber o quanto era como estar numa cúpula dentro de si mesma, seus sentidos entorpecidos e distantes por conta da dor.

— Oh, ela despertou...

— Faça-a parar! Ela está se machucando!

— Ela é muito forte, mas podemos conte-la.

— Não parece!

— Apenas vá embora, ficar aqui admirando-a não será útil pra você, se ainda quiser manter a aparências...

— Tsc...

Sakura parou quando sentiu algo ser injetado em seu braço sem a mínima sutileza, a agulha era tão longa que parecia que poderia atravessar seu braço, ela gemeu e rosnou e seus olhos captaram outra luz que não era abaixo dela, vindo de um ponto da sala. Encarou grandes portas serem abertas e a silhueta que por elas passou.

Sua boca caiu em choque, em dor, em mágoa, e sentimento de traição.

O sentimento que ela mais abominava sentir de qualquer forma que fosse.

Porque ela reconheciam aqueles ombros, cabeça de fios negros, e postura.

Deixou a cabeça cair, derrotada pela descoberta e pelas drogas.

Mas abriu os olhos com determinação.

Porque era mais um motivo para continuar lutando, de um jeito ou de outro.

“Em seu segundo olhar, o império cairia em ruínas...”

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— Entendo...- Yasuhiko concluiu, calmamente demais para tudo o que ouvira acerca dos últimos doze anos.

Ele permaneceu calmo quando ouviu que seu filho mais velho fora sequestrado e torturado.

E calmo quando disseram como a Aogiri parecia estar se organizando em torno de obter o sangue deles.

Calmo quando soube que Sakura fora sequestrada e da declaração de guerra e exigências feitas pela organização.

— Agora somos nós que fazemos as perguntas – Yuzuru disse, firme.

— Não que eu tenha feita alguma... apenas pedi que falassem...

— Inferno! Não me venha com essa! Pode ser nostálgico mas nada apropriado para o momento!

— Nostálgico para você, para mim parece que foi ontem que mandei pararem de competir com Aleera e Verona, aliás, estão casadas, finalmente?

— E quem diabos iria querer aquelas duas?! – Ren protestou.

— Lamentável, mas verdade...

— Agora nos responda! Porque eles iriam querer que te recussitassemos, o que é o Rei de um olho, e como diabos estão conseguindo fazer mais ghouls?!

Yasuhiko suspirou com enfado.

— Isso é uma historia um pouco longa...

— Ironicamente, temos tempo!

— Mas me preocupa mesmo é que não entendam...

— Ah, agora vai ofender!

— Vai dizer que não sentiu saudades? – uma pontada de sarcasmo despontou em sua boca entortando-a pela primeira vez.

Yasuhiko ergueu a mão cortando o ar suavemente em direção horizontal, e todos os cristais se desfizeram e recuaram. Ele caminhou pela sala destruída e passou por eles.

Sasuke girou no lugar mantendo-se atento a cada movimento dele, e por um momento encarou seus olhos, vendo-os direcionados a si, ainda que de soslaio.

Não foi o tempo para mais que uma rápida análise, mas ele ainda se viu interpretando e buscando o máximo de significados ocultos naquele olhar.

O Yumi seguiu em frente, ganhando a saída. E caminhando pelo gramando parou e olhou em volta, provavelmente procurando todas as mudanças que deveriam ter ocorrido desde sua morte.

— Começando do começo – declarou — Quando eu era mais novo, e me infiltrei em diversas células da Aogiri em busca de informações, conheci um homem, ele se chamava Kanou, Akihiro Kanou.

— Kanou...

— Não devem se lembrar, ele não consta como grande coisa nos livros, mas era um geneticista promissor na época em que estive perto.

— Geneticista?!

— Eu não consegui informação sobre seus projetos na época, fui descoberto e sai de lá matando todos que encontrei pela frente e ateando fogo no resto. Achei que ele tinha ido com as chamas.

— Mas não foi...- disse Kakashi.

— Não, ele estava vivo e anos depois, pouco antes da morte de Issa, eu soube que ele estava trabalhando no mesmo que eu, eu estudei um pouco sobre os genes Ghouls, suas as cadeias em que se empregavam, a forma de manifestação e a possibilidade de serem afloradas em DNAs não sanguineamente relacionados aos Ghouls originais, em outras palavras, eu estudei a possibilidade de um ser humano, comum, como você, Naruto, se tornar um Ghoul.

— Eh?! Por que diabos estavam querendo isso?!

— Porque Kanou era humano.

O silêncio se abateu entre eles. Yasuhiko empurrou a armação dos óculos para o lugar e prosseguiu.

— Um humano estudando Ghouls e trabalhando entre Ghouls, algo tinha de muito estranho nisto.

— Você tem certeza?! Ele não era um Ghoul sangue fraco?

— Não, era humano, quando refleti sobre isso, me peguei pensando nesta questão, Kanou poderia ter um passado com os de nosso sangue, que o fascinasse o bastante para fazê-lo buscar a forma de se tornar um de nós.

— Maldição...

— Eu consegui resultados positivos na pesquisa, não usei cobaias, obviamente, eram apenas estudos de teorias e testes feitos diretamente no DNA in vitro.

— E?

— Sabem que todos os humanos, são, de certa forma, carnívoros não?

— Somos? – disse Naruto, Sasuke revirou os olhos.

— Você é a espécie que se alimenta apenas de lamén – alfinetou, Naruto socou seu ombro.

— Vai se danar!

— Humpf.

— Nós comemos de tudo um pouco não? –disse Kakashi — Animais, verduras, ovos, legumes...

— Sim, mas nos primórdios da existência humana, vocês caçavam, matavam animais, e essa procura por carne os levou a evoluir, buscar armas, buscar abrigos, buscar formas de comer essa carne e conserva-la, assim como também veio a agricultura, em suma, humanos comem carne, é instintivo, mesmo que muitos tenham a possibilidade de optar por abandona-la e viver sem ela, hoje em dia existem muitas forma de substituir os nutrientes que a carne oferece assim evitando problemas de saúde por conta da falta deles na dieta.

— Tipo Tofu? Aquela coisa horrível...- Naruto resmungou, enjoado.

— Também, mas, sendo assim, o que diferencia vocês, de nós, Ghouls?

— Ah...?

— Vocês parecem mais susceptíveis – Sasuke comentou — Vocês são completamente capazes de esquecer qualquer coisa, cultura, tradição, senso social, e canibalizarem um ser que ainda é seu semelhante, até mesmo seres de sua linhagem.

— Exatamente, nós temos o instinto, nós comemos comida como vocês, mas nosso organismos são muito mais dependentes dos nutrientes da carne e, a carne humana fornece nutrientes diferentes que potencializam nosso desenvolvimento, isso se dá porque os humanos comem e absorvem nutrientes de tudo que está abaixo deles, bovinos, suínos, peixes, e o mundo vegetal, enquanto que outros animais tem dietas restringidas, comem apenas vegetais ou sementes ou suas presas naturais, podem ver onde quero chegar?

— Isso quer dizer, basicamente, que somos carne nobre? – disse Kakashi.

— Exatamente, vocês são o alimento mais completo – Ren continuou — É como se fossem filé pra gente, sabe?

— Assustadooor! – Naruto disse.

Sasuke soltou uma risada amarga.

— Não fode... então é como dizer que os Ghouls é que estão no topo da cadeia alimentar.

— Sim...

— E mais completa que a carne de um humano é a de um outro Ghoul, um que tenha uma kakuhou desenvolvida, ele funciona com uma vitamina de alto poder de absorção e ação. – Yasuhiko prosseguiu — Prosseguindo, partindo do principio de que humanos são carnívoros, existem similaridades neste aspecto de nossos DNAs, eu descobri que para isso, haveria apenas de inserir células Ghoul em humanos com capacidade de genética de se tornarem um, isso é algo que pede muitas características, de todo modo, se eu descobri que podia, sabia que Kanou também poderia, e a contrário de mim, ele tinha recursos e nenhuma ética para testar em cobaias humanas.

— Maldição, é ainda pior mesmo.

— Mas algo me diz que ele nunca conseguiu...- ele comentou encarando o céu.

— Porque?

— Ele não tinha a fórmula correta.

— A fórmula...

— E a fórmula é Sakura.

— Sakura-chan! Mas porque ela?!

— Primeiro, porque ela tem características físicas que batiam com de uma possível cobaia perfeita, ela lembra um de nós até mesmo no temperamento infernal, definitivamente pior... Eu comprovei isso quando inseri minhas células nela de forma bruta, mas não teria conseguido se não fosse por um pequeno grande detalhe.

— Que é...?

Yasuhiko voltou-se para eles com um olhar afiado.

— Ela estava gestando, um Ghoul.

As bocas deles caiu, provavelmente.

— Seu corpo estava mais do que preparado para receber a criança, ela ingeria em abundância tudo o que o feto precisava para se desenvolver e isso incluía carne também, o laço de sangue entre eles, até mesmo a formação de chakra do pequeno, estava ligada a ela, o que a deixou ainda mais susceptível a mudança em seu DNA e chakra, mas isso você já devem ter presumido.

— Sim, ela mesmo presumiu isso, na verdade.

— O esperado dela, isso a fez não só o primeiro exemplar de ser humano ghoulificado, mas o mais perfeito.

— Eles precisavam dela? Apenas dela? Então porque sequestrar Yato?! Porque sequestrar...- Kakashi começou.

— Yato era um meio Ghoul – disse Yuzuru — ainda o é, ele conserva habilidades do clã Hasegawa, embora não tão aparentes como as nossas.

— Isso definitivamente foi mais que o esperado, mesmo que tenha vindo para unir e ser esta aliança, ele a foi mesmo no sangue – Yasuhiko olhou para o céu novamente, com um suspiro — Issa teria ficado orgulhosa... pergunto-me se chegamos a nos reencontrar...

— Não te vem nada além daquela noite na cabeça, não é?

— Presumo que os segredos do além vida devam permanecer lá.

— Então porque levar Yato?

— O velho jogo da provocação, e da aposta incerta, Kanou sabe que sou o sangue mais puro deste clã, ou fui, ele ainda deveria ter duvidas se apenas meu gene isolado não bastava, e pegou Yato, depois que concluiu que não, ou frustrado nisso, partiu para Sakura, é ela que estão usando, e é com ela que tem tantos neste exército, estão oferecendo a plenitude para aqueles de sangue fraco, e poderes para aqueles que nunca o tiveram.

— E estão conseguindo.

— Nem tanto, se estão ghoulificando em larga escala, não podem dar atenção a cada caso, e cada caso é um caso, humanos reagirão de formas diferentes tal como outros sangue ghoul também irão, ele está lidando com um número de cobaias fracassadas também, acreditem.

— Bom, pode ser, mas ainda não devem ser o bastante em comparação aos resultados positivos! Temos que impedir isso, Yasuhiko!

— Isso nós ainda estamos por descobrir, não sabemos, e eu duvido que Kanou e a Aogiri tenham conseguido aliciar tantos humanos.

— O que quer dizer?

— A Aogiri almeja formar seu próprio sangue puro, nunca ousem se esquecer disto, se eles estão usando humanos, estes são simples peões para sacrifício, eles podem estar forçando a ghoulificação e a fome que isso trás a essa gente, essa fome com a qual nunca lidaram nem tem fibra para tal, os transforma em animais sem consciência buscando apenas carne, o que não facilita o trabalho da aliança shinobi, eles sabem trabalhar com estratégias, não com bichos doentios de fome, e embora isso pareça fácil de lidar, em tão maior número, eles podem e vão ganhar se não chegarmos ao coração desta fábrica e arranca a matriz das mãos deles.

— Como faremos?! Temos você aqui, mas não temos contato, e duvido que devolvam Sakura!

— E não vão mesmo, querem tornar o jogo divertido, tem confiança que podem ganhar pelo número superior que representam, mesmo que possam isolar o DNA de Sakura e nem precisem dela, vão guarda-la como troféu, ela é o trunfo desta guerra.

— Tch...

— Agora vamos – ele declarou começando a caminhar.

— O que? Para onde?!

— Para a frente da batalha.

— Mas...

— Eu fui ressuscitado para isso, não?

— Foi para nos dar respostas – Yuzuru cortou, indo até ele — Agora me responda, o que é o Rei de um olho, e porque eles te chamaram assim?

— Está mais firme, Yuzuru, foi bem lapidado pelo posto, acredite...

— Me diga.

Yasuhiko suspirou, levando uma das mãos ao queixo num gesto reflexivo.

— Vejamos... Eu sinceramente... Não sei.

— Huh?!

— Provavelmente é um jogo psicológico, que parece estar dando certo, mesmo não acreditando que devolveriam Sakura, vocês me trouxeram por causa desta e das outras duvidas.

Yuzuro soltou o ar, frustrado.

— Bem ... é verdade.

— Sendo assim, vamos partir logo.

— Mas.

— Quero chegar a frente da batalha, encarar a face desta guerra, e então partir novamente.

— Ora, mas para onde?

— Para onde mais? Tomaram algo. – ele os encarou de soslaio, um sorriso quase perverso tomava sua face, sob a luz do luar — Eu estou apenas indo buscar...o que me pertence.

— Ah...

Em seguida sua expressão se tornou dura e afiada

— Agora eu faço as perguntas.

— Yasuhiko...?

— E começo por: Onde estão meus filhos?

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Era madrugada. Yukine nunca apreciou ficar acordado até tarde, na verdade, quanto mais pudesse dormir, melhor.

Mas sempre haviam as excessões, como ficar acordado para ver um filme na TV, algum programa de humor ou conversando amenidades com os irmãos.

A correria ao redor, os gritos incessantes seja de dor ou de ordem, não lhe permitiriam qualquer minuto de sono. Seus pés estavam bem doloridos das horas de pé andando de um lado para outro.

A maioria dos médicos nin estava em campo, e no hospital uma mão estava sempre sendo bem vinda. Tudo o que lhe deixaram fazer foi ficar no depósito, anotando a retirada dos remédios e materiais descartáveis, e também a chegada deles.

O cheiro de sangue enchia os corredores e o nervosismo o deixava de estômago revirado, nem lembrava a ultima coisa que tinha comido, mas não sentia fome, apenas muito agitado, o que até ajudava.

— Yukine! Traga mais bandagens! – Aos poucos, parecia que todo mundo sabia seu nome.

— Hai! – ele apanhou a prancheta novamente e correu entre as prateleiras, mau havia pego o pacote e já ouvia mais pedidos.

Aquela noite seria a mais longa de sua vida.

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Touka saltou da cama, ignorando os minutos de sono que havia tentado tirar e disparando para fora da tenda. A movimentação lá fora e as vozes anunciaram a chegada do esquadrão em que Inu fora mandado.

Ela sabia que era cedo para eles virem, e era isso que a assustava mais.

Quando chegara no perímetro demarcado, pode ver as sombras que se aproximavam, correu entre elas, vendo ninjas carregando macas com feridos ou mortos, e trazendo colegas sobre os ombros, cambaleantes ou inconscientes.

Rodou os olhos procurando qualquer sinal de Inu e Shiro, viu Akira correndo mais adiante e tentou segui-lo.

— Inu! Seu idiota! – Akira gritou, com raiva, ela não foi capaz de se encher de alivio ainda.

Chegou até eles, vendo Shiro nos braços de Haru, o cão ofegava e gania baixo com um um ferimento estancado por um tecido na pata.

— Shiro?!

— Ele vai ficar bem – ela se virou, reconhecendo a voz de Inu e só então se permitiu ter alívio, ele estava exausto e mancava de uma perna, sendo sustentando por Yato, mas estava vivo e lhe sorriu daquela maneira idiota, como um cão que sabe que aprontou.

Foi até ele e acertou-o com um cascudo que fez os dois trepidarem no lugar, Yato firmou os pés tentando manter o equilíbrio.

— Itaaai! Touka! – ela bufou e o abraçou.

— Cão idiota, cães idiotas!

— Haha! Quem diria hein? Sentiu minha falta? Não achou que se livraria de nós tão fácil, né?

— Humpf – resmungou, fracamente se afastando — Vá logo pra tenda, tem que tratar isso e o Shiro também!

Alguns médicos nin apareceram e levaram os dois, Touka tomou o ar e respirou fundo voltando os olhos para Yato que encarava o redor com aquela expressão tensa e vazia. Ele estava suado e sujo, usava um sobretudo preto já bem acabado, mas parecia bem, fisicamente, ao menos.

— Não agradeça ainda, Touka – proferiu.

Ela ergueu os olhos, surpresa. Yato suspirou e ergueu a mão, pousando-a em sua cabeça.

— Ainda não acabou.

Ela queria protestar e manda-lo deixar de ser presunçoso, mas só pode tentar conter um fungado, e apreciar a segurança que o calor da mão dele passava.

Não sabia se voltaria a sentir isso novamente.

Aquilo ainda não tinha acabado.

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Já estavam chegando ao primeiro ponto demarcado pela aliança em torno da aldeia.

Nuances avermelhadas, laranjas e róseas tomavam o céu.

— Deus, eu sinto o cheiro de sangue no vento – Yuzuru disse, com pesar.

— Nem me fale – falou Ren mais atrás.

— Devemos chegar em mais alguns minutos, vou precisar enviar uma mensagem para Shikamaru, e Sasuke, você vai voltar? – Naruto indagou.

Sinceramente, ele não estava mais tão afim, mas tinha um dever a cumprir, no entanto, tentaria obter informações do esquadrão de Touka, ou Ino enlouqueceria quando ele retornasse, e também queria informações dela e de Itachi.

— Verei isso quando chegarmos.

Ainda precisava saber se iriam atrás de Sakura também.

— Acha que Sakura tem chances de se libertar sozinha? – Kakashi indagou.

Yasuhiko ia mais a frente, o sobretudo fechado e longo sacudindo na velocidade em que iam.

— Eu duvido, sabem como lidar com ela, toda aquela força monstruosa não pode com tantas drogas, mas a capacidade de cura do nível em que presumo que esteja, deve permitir apenas que sua kakuhou cure rápido dos processos de extração, o que dá a Kanou a chance de extrai-la mais vezes e usa-la “fresca”.

— Filho da puta...

— Onde está minha IXA?

— Que? Ah, IXA...- Yuzuru disse — Bem, você herdou do nosso velho, então, Yato a herdou de você.

— Entendo...

— Narukami está no selo ainda, só você podia invoca-la afinal, você não passou para ninguém.

— Ótimo, então vamos para a última pergunta do tópico desta noite.

— Ah?

Yasuhiko voltou os olhos para eles, por cima dos ombros.

— Você também está me passando informações incompletas, devo assinalar.

— Do que está falando?

— Quero saber onde está o meu filho – foi seco e direto.

Yuzuru entreabriu a boca para protestar, pois já havia dito onde Yato deveria estar e que Yukine estava em Konoha.

— Sabe que não tolero rodeios acerca desses assuntos, Yuzuru, sabe de que filho estou falando, o mais novo, o último.

— Yasu-... – Ysuhiko cortou outra veze, e desta sua voz foi exigente e impassível numa ferocidade que não pode ser ignorada .

— Onde está a cria, entre a mim e Sakura?

Não há um império ou cidade em toda a criação
Que possa ser mais estimada que a sua beleza.”

Notas finais
ESSE HOMI PREOCUPADO COM AS CRIA......... ME COME FDP! Agora só posso lançar esta pequena questão, quem será o grande traidor que Sakura descobriu?! Esperando suas apostas! AGORA VAMO FALAR DE COISA SÉRIA. Gente, eu resolvi fazer uma page no face pras minhas bebês, as fics, assim vcs poderiam acompanhar o andamento delas e cobrar ainda mais haushushuasu, Vou falar quando tem att, falar quando e pq to atrasando e o mais legal, divulgar projetos quentinhos lá pra vcs verem! *---* Vou deixar o link aqui e espero que curtam! Vai ser muito legal! E considerem ela livre para poder compartilhar tudo aquilo que acham que pode ter haver com cada historia, fanarts, músicas, vídeos e até memes haushaushua AMO MEMES aceitoooooo Kinester Fanfictions >> https://www.facebook.com/Kinester-Fanfictions-811027559003374/