Tales
28 XXIV - Can't hold the passion of a soul in need
Notas iniciais
Gray conversou com Jellal e por incrível que pareça Jellal deixou ele pegar emprestado sua banda ao vivo para fazer aquilo. Jellal chamou Meredy em um canto e falou o que Gray faria para ela, logo Meredy foi falar com Juvia.
— Juvia! Vem comigo?
— Para onde?
— Para a pista de dança... — Ela falou de uma forma um pouco suspeita mais Juvia não notou.
— Eu preciso procurar o Gray-sama... Ele precisa de uma resposta...
— Eu entendo, mas você pode dar a resposta depois! Agora você vai comigo para a pista de dança! — Meredy começou a arrastar a mulher até a pista, mas antes que chegassem puderam ouvir aquilo começar.
— Desculpe interromper a festa de vocês, mas eu estou precisando fazer uma loucura então me desculpem mesmo — Gray riu nervoso ao microfone — Essa aqui é para você Juvia, que fez eu deixar de me sentir um estranho para o amor!
E a banda começou a tocar o ritmo da música. Juvia estava estática por alguns segundo para então começar a correr e de repente era ela que estava arrastando Meredy. Gray estava ao microfone cantando “Love ain’t no stranger” do Whitesnake para ela!
Who knows where the cold wind blows
I ask my friends, but, nobody knows
Who am I to believe in love
Oh, love ain't no stranger
I looked around an' what did I see
Broken hearted people staring at me
All searching 'cos they still believe
Oh, love ain't no stranger
I was alone an' I needed love
So much I sacrificed all I was dreaming of
I heard no warning, but, a heart can tell
I'd feel the emptiness of love I know so well
Love ain't no stranger
I ain't no stranger
Love ain't no stranger
I ain't no stranger to love, no, no, no
Can't hold the passion of a soul in need
I look for mercy when my heart begins to bleed
I know good loving an' I'm a friend of pain
But, when I read between the lines it's all the same
Love ain't no stranger
I ain't no stranger
Love ain't no stranger
I ain't no stranger to love
So who knows where the cold wind blows
I ask my friends, but, nobody knows
Who am I to believe in love
Lord, have mercy
Love ain't no stranger
I ain't no stranger
I was alone an' I needed love
So much I sacrificed all I was dreaming of
Can't hold the passion of a soul in need
I look for mercy when my heart begins to bleed
Love ain't no stranger
I ain't no stranger
Love ain't no stranger
I ain't no stranger to love
Love ain't no stranger
I ain't no stranger
Juvia soltou Meredy e começou a correr mais rápido, Gray viu que ela estava vindo e desceu do palco indo em direção a ela também, as pessoas davam espaço para os dois correrem um de encontro ao outro, aquilo estava emocionante, os fotógrafos também não perderam tempo em clicar o momento em que os dois se encontraram.
No instante em que os corpos se encontraram uma forte chuva caiu do céu banhando a todos e as pessoas corriam para as tendas tentando se proteger, os dois continuaram ali olhando um para o outo.
Juvia pulou nos braços de Gray que a segurou e a rodou sorrindo para a mulher, os amigos foram os primeiros a bater palmas quando os dois se beijaram, depois do beijo Gray a abraçou com força.
— Você me ama? — Juvia perguntou para o rapaz em voz baixa. Os dois molhados e abraçados dando passos de um lado para o outro com a música lenta que a banda tocava no momento.
— Mais do que amo qualquer outra pessoa viva, eu te amo, te amo muito — Gray respondeu e puxou seu queixo para beijá-la novamente.
— Eu não quero mais me machucar... — Ela falou depois do beijo.
— Eu nunca a machucaria, se te machucasse estaria me causando o dobro da dor — A dança lenta do casal continuou e aos poucos mais casais passaram a ir dançar na chuva.
Os dois se olhavam nos olhos profundamente. Gray prendia o olhar vacilante de Juvia no seu com sua certeza e a mulher ponderava o que dizer ao homem que a tinha nos braços enquanto continuavam a mover-se lentamente na chuva.
— Eu não sei... Eu — Juvia desviou o olhar do rapaz e ele pensou que seria rejeitado naquele momento — Eu não sei o que te dizer... Não quero me machucar, não queria entregar meu coração para ninguém mais... Eu... Por outro lado, eu amo você também, Gray-sama — O olhar da mulher voltou a encontrar o do rapaz.
Gray sorriu. Não era um sorriso de lado, nem de alívio, muito menos de divertimento... Era um lindo e autêntico sorriso de felicidade que Juvia nunca havia visto nos lábios do rapaz antes. Gray abraçou a mulher um pouco mais e colocou sua boca próxima ao ouvido dela para sussurrar:
— Juvia, eu amo você, eu tenho certeza que você não sabe o quanto é difícil pra eu falar isso, o que eu faço para você acreditar em mim?
— Gray-sama, vamos para casa? — Ela sorriu para ele — Aqui tem muita gente e nós já estamos ensopados... — Ela riu.
— Tudo bem... — Gray concordou. Ainda não tinha sua resposta, mas ouvir da mulher que ela também o amava o animou bastante.
Os dois de despediram de Jellal e foram para o carro.
— Não tem problema entrar assim? — Juvia perguntou.
— Assim como? — Gray se fez de desentendido — Linda? Você sempre é assim e eu sempre te deixei entrar, claro que pode entrar!
— Seu bobo! — Juvia sorriu — Eu estou molhada!
— Mas eu não fiz nada essa noite ainda! — Gray riu e Juvia corou enquanto o acompanhava.
— Vamos logo pra casa! — Ela riu entrando no carro.
Gray dirigiu com atenção, estacionou o carro e abriu a porta do passageiro logo estendendo a mão para ajudar a mulher a sair do carro, ela aceitou a mão do rapaz e desceu junto com ele, foram em silêncio até o elevador, subiram e entraram no apartamento, Gray então passou a chave na porta e veio até a mulher abraçando-a por trás colocando a boca perto de seu ouvido para falar.
— E então... Qual é sua resposta? — Gray perguntou ainda com algum receio.
— Eu... — Juvia mordeu o lábio e virou-se para o chefe — Quero ficar com você... O sentimento que eu tenho por você esquenta meu peito, algo me diz que isso não é um engano, eu não vou errar se ficar com você...
— Não é um erro, eu não me engano... — Gray sorriu e voltou a beijá-la.
— E o que nós somos agora? — Juvia se soltou de Gray e correu pelo corredor enquanto falava — Somos amigos com benefícios, nada mudou... O que somos? — Gray correu atrás da mulher até agarra-la novamente
— Somos namorados, dessa vez de verdade! — Gray havia pegado a mulher no colo — Só que nós somos namorados que já vivem juntos, então... — Ele foi andando até a porta do seu quarto — O que você acha de mudar para o meu quarto de agora em diante? — Ele sorriu entrando com ela pela porta do quarto até larga-la no colchão macio.
— Acho perfeito! — Juvia sorriu de volta e, de quatro sobre a cama, procurou pelo controle do som, ligando-o logo para fazer um clima agradável. A música que começou a tocar fora “Sex and candy” do Maroon 5.
Gray sorriu de lado para a mulher, tirando o sapato e as meias e indo tirar-lhe os sapatos altos, Juvia também sorriu de lado. A mulher esperou que o homem tivesse terminado com seus sapatos para agarrar-lhe pela gravata, puxando-o para um beijo quente e cheio de seus desejos reprimidos por tanto tempo.
Gray apenas sucumbiu, deixou que a mulher controlasse a intensidade do beijo e o guiasse por certo tempo, Juvia gostava de beijos molhados, de unir suas línguas e de respirações quentes no pescoço e Gray deu a ela o que ela queria enquanto a mulher suspirava e retirava o paletó que o rapaz vestia. Mais beijos, mais respirações, mais... mais!
Gray abraçou Juvia e a levantou segurando-a pelas nádegas com um braço, a mulher agarrou, por impulso, seu pescoço para manter-se estável naquela posição, com a outra mão Gray desceu o zíper do vestido da mulher devagar olhando sempre para ela e não demorou muito mais para tira-la de dentro da peça de roupa, jogando a última em algum lugar do quarto.
Juvia não ficaria para trás, desabotoou rapidamente a camisa social do rapaz fazendo-a cair e logo tirou também o cinto do rapaz. Gray sorriu para a mulher, agarrou suas mãos e a jogou de volta na cama, ficando por cima dela e voltando a beijá-la com concupiscência para então tirar-lhe o sutiã e começar a mexer em seus seios.
Gray lambeu, chupou, pinçou, puxou e mordeu de leve os dois mamilos de Juvia, sempre olhando de forma desejosa para a mulher que hora gemia hora mordia os lábios. Seus mamilos, já a muito excitados, foram estimulados por minutos a fio até o rapaz estar satisfeito com o que havia causado na mulher com tudo aquilo. Juvia estava suada e a cada ação de Gray fazia uma cara mais desejosa que a outra.
Seus corpos queriam matar a saudade um do outro, Juvia sentia essa urgência quase animal de tê-lo dentro de si novamente, por outro lado Gray parecia querer deixa-la louca, depois de passar tanto tempo em seus mamilos ele próprio tirou suas calças e cueca para então tirar a calcinha da mulher, beijou a intimidade de Juvia que o olhou com urgência.
— Você está realmente molhada... — Gray comentou enquanto passava o dedo na intimidade da mulher levemente, masturbando-a em seu clitóris.
— Gray-sama — Juvia reclamou em um gemido evidenciando sua vontade de ser logo adentrada pelo rapaz.
— Ainda não... — Gray respondeu baixinho começando a lamber a mulher. O homem roçava a língua massageando levemente o clitóris da mulher que gemia em resposta.
A língua de Gray estava gelada, ele havia chupado uma balinha de menta durante todo o trajeto de carro, Juvia agora sabia o porquê.
— Oh, Gray-sama! — A mulher gemeu com o contato.
O chefe gostou de ouvir os gemidos, sorriu sem parar de lamber a intimidade da mulher. Juvia apenas tentava se contorcer o menos possível enquanto aproveitava o sexo oral, já havia desistido de controlar a altura e intensidade de seus gemidos, Gray gostava e ouvia-os com deleite, sua vontade de tê-la crescia de forma exponencial, precisava tê-la, mas ao mesmo tempo queria dar a ela algo especial. Precisava excitá-la até que ela não aguentasse mais e tentar não explodir de desejo durante o processo.
Gray adentrou-a com a língua gelada, Juvia teve um arrepio pelo corpo, aquilo era delicioso, aquele homem sabia bem como mexer aquela língua! Juvia, com uma das mãos, forçou levemente a cabeça de Gray para baixo para que ele continuasse e com a outra mão começou a massagear seu próprio seio enquanto gemia.
Gray, vendo o que a mulher estava fazendo, passou a estimular o seu clitóris com a língua enquanto masturbava a mulher com os dedos que lhe entravam e saiam de forma rítmica da intimidade. Juvia gemeu mais alto, seu corpo todo parecia arder em chamas, como aquilo podia ser tão bom?!
— Ah... G-Gray-sama, eu quero... —foi interrompida quando Gray, olhando para ela com aquele sorriso sexy, introduziu mais um dedo em sua vagina e masturbou-a com mais força — Ah ah... — Juvia quase gritava, tentou morder o lábio para conter seus gemidos, mas não conseguiu manter por tempo suficiente para abafa-los.
Gray se surpreendeu quando viu a mulher "espirrar", nem todas as mulheres conseguiam fazer aquilo, mas agora tinha certeza, a mulher estava tendo um orgasmo! Gray parou de estimula-la para que ela se acalmasse um pouco, chegou perto do ouvido da mulher:
— Delícia! — Gray susurrou com uma voz sensual.
— Mete! — Ela pediu — Mete agora! — Ela pediu novamente, dessa vez em um gemido sexy. Gray sorriu sacana.
— Como você quiser! — Ele disse descendo o corpo de Juvia com beijos. Gray pegou uma camisinha na gavetinha ao lado da cama e tratou de colocá-la logo.
Juvia mordeu os lábios antecipando o prazer que sentiria quando ele a adentrasse, Gray penetrou-a devagar, soltou o ar e olhou pra cima se deliciando ao adentrar a mulher começando logo a movimentar-se dentro dela. Juvia gemia, suas unhas quase cravadas na pele de Gray agora o arranhavam, os movimentos de Gray eram rápidos, os dois ficavam cada vez mais suados e ofegantes.
— Mais! — Juvia gemeu — Mais forte... — Completou ainda gemendo.
— Vamos de quatro? — Gray perguntou.
— Que tal assim? — Pararam por alguns segundos enquanto a mulher se posicionava. Juvia estava em pé apoiada com o tronco na cama.
— Assim está perfeito! — Gray falou indo por trás da mulher e penetrando-a novamente enquanto ela apertava o lençol com o prazer.
Juvia gemia muito enquanto Gray tentava aguentar continuar metendo na mulher naquele ritmo sem gozar, pensou em tudo que era possível, mas a mulher com quem estava transando era tão maravilhosamente sensual que ele sabia que não duraria muito mais tempo. Foi o mais rápido que podia, a mulher gemendo ainda mais o deixava louco, poucos minutos depois Gray já não podia se aguentar, gozou e retirou-se de Juvia.
— Uh ah — A mulher respirou pesadamente — Isso foi muito bom! — Juvia beijou Gray apaixonadamente.
Gray pegou a mulher no colo e levou para dentro de seu banheiro. Lá dentro os dois tomaram banho juntos, um ensaboando o outro, e namoraram um pouco mais até saírem e se secarem para finalmente deitarem abraçados na cama, ambos nus, Juvia deitada junto ao peitoral de Gray sentiu-se a mulher mais feliz do mundo, Gray, bem ele estava se sentindo realizado, algo que não se passava com o rapaz a muito tempo, sentia-se apaixonado pela mulher, ainda mais do que antes.
— Te amo — Ele disse e deu um beijinho na testa da mulher, mas ela já dormia.
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