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18 XVI - Cosquinhas e lambida


Notas iniciais
Olá amores de minha vida >.< Como vão vocês? Capítulo quentinho pra vocês... Boa leitura!

Quando chegaram foram logo para dentro de casa, como era domingo Juvia iria visitar o advogado, Gray não sabia por que diabos ela precisava de um advogado, mas ela ao menos havia lhe revelado para onde ia aos domingos.

Ela se arrumou para ir até o advogado e Gajeel não demorou para chegar e subir, era sempre ele que ia com Juvia em suas visitas ao advogado. Eles se foram e Gray ficou sozinho sem nada pra fazer até que, algumas horas depois, seu celular tocou e ele atendeu de prontidão.

— Gray-sama... Fico realmente envergonhada de te pedir isso — Gray percebeu que ela estava um pouco arfante — Você pode me pegar na agência do banco de magnólia que fica no centro?

Estou indo...

Gray ficou preocupado, o tom de voz de Juvia estava estranho, saiu correndo pegando apenas a chave de casa. Estava sem blusa com uma calça jeans velha e pantufas de cachorrinho, saiu assim, sem ligar para o olhar reprovador das pessoas na rua, o centro não ficava longe de casa por isso foi andando até a agência do banco, na porta viu três homens estranhos, mas não deu muita importância.

Ele entrou na agência e foi olhado, com desejo por alguns e com reprovação por outros, mas não se importou com isso, olhou ao redor até achar Juvia sentada num banco.

— Juvia? — Gray a chamou.

— Gray-sama! Que bom que você veio... — Ela suspirou aliviada.

— O que houve? Onde está o Gajeel? — Ela parecia mal.

— A Levy ligou e disse que ele precisava ir pra casa, ela tinha algo importante para falar pra ele... Ele me deixou na parada de ônibus e eu peguei um ônibus para casa, mas tinha uns caras me seguindo... Eu desci para ter certeza se eles estavam mesmo me seguindo e descobri que estava certa, eles estão lá fora... — ela apontou com a cabeça discretamente.

— Certo...

— D-desculpe ter que te chamar Gray-sama... Parece que sempre que o Gajeel não está comigo eu me meto em alguma confusão da qual não posso sair sozinha... — Juvia começou a chorar, ela parecia não estar falando daquela situação.

— Não fique assim... — Gray puxou-a pela mão — Eu estou aqui com você, vamos? Eu vou te tirar de qualquer confusão que entre, só não chore, ok? — Ele prometeu e secou suas lágrimas.

— Gray-sama... — O momento era muito emocional, mas ela deu um pausa e riu.

— O que?

— Porque você está de pantufas e sem blusa, Gray-sama? — Ela riu.

— Ah! Não reclame, eu saí igual um louco, sua voz estava estranha! — Ela sorriu para ele deu a mão para o rapaz e o puxou para fora.

As pessoas que a estavam seguindo antes já haviam ido embora, Juvia saiu arrastando Gray pelas ruas até em casa, tentando evitar que ele olhasse para seu rosto ruborizado, ele havia dito tudo que ela queria ouvir de alguém, o que era aquilo? Seu peito estava tão quente... Ele com certeza era maravilhoso, ela gostaria que suas palavras de “livra-la de qualquer confusão” não fossem vazias. Gray deixou-se ser arrastado e nada aconteceu até chegarem em casa.

— Gray-sama... Eu gostaria que fosse verdade... — Ela sorriu para ele.

— O que?

— Nada! — Ela riu e entrou em seu quarto — Tenho que trabalhar naqueles relatórios...

Gray ficou sem entender do que ela falava.

Juvia trabalhava igual uma louca redigindo o relatório e lendo documento atrás de documento. Ela fez gráficos, escreveu, fez tópicos, tudo relatando como estava a empresa nos último mês, decidiu que faria um mês por dia até ter feitos todos eles. Trabalhou durante toda a noite e não saiu para correr naquela manhã, não tinha ânimo para isso, tomou banho e comeu ainda com sono.

— O que aconteceu com você? Parece meio... Estranha... Nem saiu para correr hoje — Gray perguntou.

— Estou bem, Gray-sama! — Juvia sorriu, mas Gray sabia que era falso, por isso ela emendou a frase — é só TPM...

— Ok... — Gray resolveu engolir aquela explicação.

— Juvia...

— O que? — Ela disse irritada.

— Você gosta de chocolate branco, preto ou amargo?

— Gosto de todos, porque?

— Nada não...

Pouco tempo depois eles foram para a empresa, Gray sabia que ela estava atarefada com os relatórios atrasados, por isso falou, ainda durante a viagem, que ele compraria o almoço dos dois naquele dia, ela apenas concordou com a cabeça enquanto ouvia e cantava “Tangerine” do Led Zeppelin.

Juvia ligou para todos os clientes e colaboradores com quem teria de tratar naquele dia até as dez da manhã, não tinha demorado muito fazendo isso apesar de estar morrendo de sono. Ela arrumou novos documentos na sala do chefe, conversou um pouco com Levy quando ela veio entregar balancetes de contrato de pessoal para uma nova campanha que estavam fazendo e trabalhou desesperadamente em seu próximo relatório.

Ela não percebeu quando o chefe saiu de sua sala, nem quando falou que estava saindo, também não percebeu que era hora de almoço até que ele voltou colocando ruidosamente três barras de chocolate gourmet caro em cima de sua mesa, elas estavam empilhadas uma em cima das outras e tinham um laço vermelho, como se fosse um presente, as envolvendo.

— Para minha gatinha deixar de ficar assim... — Ele falou rindo para ela de forma provocante e Juvia corou na hora. — O branco tem frutas vermelhas, o preto é ao leite e com avelã e o amargo tem café... Você não foi muito específica então resolvi trazer um de cada...

— Gray-sama! — Ela o olhou agradecida, mas sem entender porque ele comprara chocolates até se lembrar que havia dito que estava de TPM, o que não era mentira, mas não necessitava daquilo. — Obrigada, Gray-sama! — Juvia deu um beijinho rápido na bochecha de Gray e ele corou, não estava esperando que ela fizesse contato corporal.

Juvia guardou os chocolates dentro de sua bolsa e arrastou Gray, que tinha sacolas nas mãos, para dentro da sala do mesmo, sabendo que nas sacolas estava o almoço dos dois. Gray e Juvia sentaram nas cadeiras e comeram sem conversar até terminarem.

— O que foi aquele “minha gatinha” hein? — Juvia perguntou em tom brincalhão. Gray riu antes de responder.

— Só queria fazer um teatrinho e chamar sua atenção, já que estava tão concentrada no que estava fazendo... Além disso, eu também não esperava o beijinho no rosto! — Cruzou os braços de forma infantil.

— Aposto que as outras secretárias devem estar se mordendo de tanta fofoca — Juvia riu junto com Gray.

Depois do almoço Juvia saiu da sala do chefe com o lixo e foi até a lixeira para jogá-lo fora, Gray havia recomeçado a trabalhar logo que ela saiu. Juvia estava voltando para sentar em sua mesa quando alguém se pôs em seu caminho, era a secretária de Natsu, Cana-san.

— Ei, Juvia-chan, posso te perguntar uma coisa? — Elas continuaram andando até a mesa de Juvia.

— Claro, Cana-san... — Juvia já sabia o que esperar, até achou que elas estavam demorando muito para perguntá-la sobre seu relacionamento com Gray.

— Você e o pres-kun estão saindo? — Juvia riu do fato de Cana chamar Gray de “pres-kun”.

— Nós moramos juntos... — Juvia falou de forma sugestiva depois de terminar de rir.

— Oh! Você tem muito bom gosto... O Gray é bom de cama não é? — Cana piscou.

Juvia ficou perplexa, “Quer dizer que o Gray-sama já transou com a Cana-san?!”

— Oh! Você está surpresa? É bem a cara dele não comentar sobre casos anteriores, ainda mais sobre o caso que teve comigo... Sabe nós fomos do mesmo colégio no ensino médio, quando estávamos no primeiro ano saíamos muito juntos, foi no segundo ano que ele parou de me procurar, quando começou a namorar a Lucy, depois ele acabou parando de vez, nunca mais vi ele pegar as meninas como ele fazia antes... Foi um pouco solitário até que eu e o Bacchus nos juntamos e agora nós estamos noivos! Não é ótimo ter alguém sempre com você? — Juvia já estava cheia de tanta falação, já tinha muito o que digerir, mas Cana não parecia querer parar de conversar, Juvia podia sentir o cheiro forte de álcool que vinha junto em seu hálito.

— Cana! — Natsu chamou-a — Porque não está em sua mesa?!

— Opa! — Ela riu — Parece que me pegaram! Depois conversamos mais, Juvia-chan!

— Ok! — Juvia sorriu de forma meiga, era falso, mas foi o que ela conseguiu fazer na situação.

Cana se afastou e foi até a sala do vice presidente. Juvia ainda estava atônita, não fazia ideia que conheceria alguém com quem Gray já tivera relações, muito menos que já conhecia... Ficou um pouco chateada, era ciúme, ela sabia que estava com ciúmes, mas nunca admitiria. Continuou fazendo seu relatório até a hora que Gray saiu de sua sala com a pasta em mãos e foi até ela, chamando-a para ir embora.

— Ok... — Ela salvou o trabalho que tinha até ali no pen-drive antes de se levantar, Gray estava encostado em sua mesa esperando por ela.

— Ei Juvia-chan! — Cana a chamou e, por educação, Juvia foi até ela. Cana aproximou sua boca do ouvido de Juvia para sussurrar. — Ele gosta muito de lambidas na orelha viu!

— E-eu sei! — Juvia falou corada e saiu dali sendo acompanhada por Gray. — Vamos Gray-sama...

A viagem foi silenciosa, não iriam para nenhum evento naquele dia, ambos estavam felizes com isso. Gray estava dirigindo atentamente, a mulher parecia estar pensando em alguma coisa. Chegaram, deram as mãos para que Felipe visse e Juvia pediu o elevador depois de andarem pelo corredor da garagem até a recepção.

Logo quando chegaram Juvia foi para o quarto se trocar, Gray estava com fome por isso ligou o rádio e colocou e deixou rolar o CD que estava lá dentro, “G-force” do Gary Moore, enquanto fazia miojo para comer, não era muito saudável, mas era o “macarrão” que ele sabia fazer. Juvia saiu vestida em um short colado de Lycra preto e uma blusa solta de banda, no caso a do Nirvana, A blusa era solta, mas não era grande como outras que ele já havia visto ela vestir.

— Olha! A blusa dessa vez é do comprimento certo!

— É porque quem comprou essa não foi a Juvia! — Ela deu a língua para ele .

— E quem foi? — Juvia sentou-se no sofá de canto e Gray veio sentar-se ao seu lado.

— Foi o Albert... A Juvia... — se corrigiu — Eu estou usando porque estou com saudade do Albert-san...

— Olha, eu vou acabar ficando com ciúmes desse tal Albert-san... — Gray brincou e riu de sua piada junto à Juvia.

— Gray-sama...

— Sim?

— Não deixa pra lá... — Ela queria perguntar sobre Cana para o rapaz, mas não teve coragem.

— Vai ter que falar agora! Não pode só me deixar curioso Juvia! — Gray falou se levantando e chegando mais perto dela. — Ou eu vou fazer cosquinha em você... — Ele estava logo em frente a ela.

— O que? — Foi tudo o que ela conseguiu falar antes dele colocar as mãos em sua costela e começar a mexer os dedos de forma que a deu uma sensação de descontrole fazendo-a rir e se contorcer. — P-para G-gray-sama! — Ela não conseguia parar de rir.

Gray ria junto com a garota, mas sem tanta intensidade e descontrole como ela, ele gostou de vê-la rir tanto por algo tão banal, Juvia às vezes parecia tão inocente e pura quanto uma criança. Porém Gray não a via apenas assim, ela também era uma mulher muito bonita e sedutora quando queria e naquele momento ela resolveu deixar de agir como a “inocente e pura” e agir como a “mulher sedutora”, para a perdição de Gray que acabou fazendo algo que não devia ter feito...

A música que passava no rádio mudou para a próxima, You kissed me sweetly do Gary Moore.

Juvia queria saber se ele realmente gostava daquilo que Cana havia dito e precisava se livrar das cosquinhas por isso lhe pareceu uma boa ideia testar naquele momento, já que ele estava tão próximo. Juvia mordeu o lábio inferior para cessar as risadas e chegou com a boca próxima a orelha de Gray, que ainda fazia cosquinhas na mulher e ouvia os risos abafados, Juvia lambeu a orelha de Gray e deu uma mordidinha em seu lóbulo.

Gray parou de fazer cosquinhas nela imediatamente, seu trapézio relaxou, seu abdômen se contraiu, ele fechou os olhos e sentiu seu corpo ficar quente, sua boca se moveu para baixo e soltou um som abafado e lascivo, sua pele sentiu um calafrio. Ela o fez sentir todas essas coisas em menos de um segundo e seu corpo não estava mais sobre seu controle, pelo menos não pelos minutos que se seguiram.

Gray abriu os olhos encarando os orbes de Juvia com desejo, os olhos de Juvia se arregalaram em surpresa, nunca havia visto tal expressão, sentiu como se precisasse do que ele fez logo em seguida. Gray levantou a mulher, fazendo com que ela, por instinto, laçasse sua cintura com as pernas, sentou-se no sofá com a secretária ainda no colo, deslizou a mão que apoiava suas costas até seu pescoço juntamente com a outra que estava antes apoiando as pernas da mulher e trouxe seu rosto para junto do seu com carinho, unindo os lábios úmidos e rosados da mulher aos seus lábios secos e ávidos pelo toque que se seguiu cheio de concupiscência.

Juvia não podia parar. O beijo de seu chefe a fez e estremecer em deleite. Gray pediu passagem para a língua quase que imediatamente e ela, sentindo-se completamente entregue, lhe deu o que pediu sem pestanejar. O beijo fora repleto de luxúria, as línguas se moviam dançando em tal harmonia libidinosa que fez a mulher gemer, principalmente quando ele mordia o lábio inferior dela mudando a posição de sua cabeça em relação à da mulher.

Quando se separaram podia-se ver um filete de saliva unindo suas bocas, a respiração dos dois estava ofegante e eles se olhavam como cúmplices. Gray sentia que o que estava fazendo era errado, mas não adiantava mais... Ele não podia mais parar-se, ainda mais vendo quão bonito era o rubor na face da mulher, ou sua boca inchada do beijo, seus olhos felinos e misteriosos atentos e esperando pelo próximo movimento do rapaz, ou a maneira sensual com que o peito de Juvia subia e descia enquanto sua respiração tentava se normalizar, algo que Gray não permitiu, selando novamente seus lábios aos da mulher de cabelos azuis.

Gray emaranhou seus dedos entre os fios azuis do cabelo de Juvia prendendo-a e dominando-a, ela pareceu gostar de ser dominada daquela forma. Gray começou a passar seu nariz no pescoço da mulher devagar, depois ele a torturou com o roçar de lábios que ele estava provocando e cada vez que ela tentava chegar mais perto para ser saciada com o beijo de seu chefe, ele a puxava delicadamente alguns milímetros para trás impedindo o toque de se consumar. No fim Gray parou de brincar com a mulher e beijou-lhe, suas línguas emaranhavam-se e exploravam o interior da boca do outro ávidas por prazer. Gray separou-os recebendo um gemido de impaciência vindo de Juvia que queria continuar o contato.

Gray mexeu a mão que estava no cabelo da mulher para baixo fazendo-a mostrar-lhe mais do pescoço. O homem passou a ponta do nariz ali soltando o ar por ele e lhe provocando um arrepio, ele subiu beijando seu pescoço e então lambeu e mordiscou-lhe o local, ouviu a mulher gemer e isso o incentivou a mordê-la com mais força próximo a sua mandíbula.

— G-gray-sama... — Aquilo fora tentador, ele queria continuar a provoca-la e ver o que mais ela iria falar naquela voz fraca e sensual.

Gray levantou-se apoiando as costas de Juvia com um dos braços, ela o abraçou pelo pescoço, pressionando-se cada vez mais contra ele. Ele caminhou até seu quarto com a mulher e a jogou na cama ficando por cima dela enquanto pressionava seus pulsos contra o colchão. Ele a beijou mais algumas vezes até que a soltou e tirou-lhe a blusa olhando para a mulher com desejo, ele ia apenas jogar a blusa da mulher para qualquer lado, mas cometeu o erro de olhar para a blusa e sua mente começou a sair do torpor em que estava.

Gray parou instantaneamente, o que diabos ele estava fazendo? Não podia apenas transar com a secretária apenas por sexo! Ela nutria sentimentos por ele e Gray sabia que trata-la como apenas “uma noite de descontrole” a destruiria, por isso parou e saiu de cima de Juvia que se assustou um pouco e pareceu também voltar a si, ela parecia estar corada dos pés a cabeça, Gray estendeu a blusa dela e ela a pegou sem ter de pensar duas vezes.

— Gray-sama o que nós?... — Estava assustada por ter se deixado ir tão longe.

— Porque me lambeu a orelha? Eu n-não consigo me controlar quando me fazem isso então, por favor, não faça de novo, talvez da próxima vez eu não consiga me controlar e acabe indo mais longe... Não me teste para ver até onde eu vou... — Gray estava de pé e de costas para a mulher.

— Desculpe, Gray-sama... — Juvia levantou-se da cama e saiu do quarto do rapaz apressada.

Depois disso entrou em seu quarto e tentou esquecer o que acabara de acontecer e se concentrar em fazer o relatório, não dormiu naquela noite novamente. Gray também não dormiu, não conseguia parar de pensar no gosto da boca de Juvia, em sua pele macia e cheirosa, seus cabelos bagunçados em sua mão e seus gemidos tão deliciosos. Ele a queria muito, queria tê-la naquela noite, mas não podia magoá-la.

“Você fez isso com tantas antes, Fullbuster! Porque não aproveitar-se dessa?” — Alguma parte dele lhe perguntava.

“Não posso magoá-la” — Ele respondeu a si mesmo.

Porque não Fullbuster? Ela estava gostando tanto, você ouviu os gemidos deliciosos que ela soltou... Ela também iria se divertir, ela já estava entregue era só terminar o serviço, então porque não? Se ela estava gostando porque não ir até o fim com ela?” — A voz de sua cabeça voltou a falar com ele.

“Porque ela choraria de manhã...Ela ficaria triste e eu seria o motivos das lágrimas dela, eu não quero isso!”

Mas o que há de diferente?! Você já foi o motivo de tantas lágrimas na manhã depois de uma transa... Já está acostumado com isso!”

Ela não é como as outras!”

“E no que ela é diferente, Fullbuster?”

“Eu não sei... Eu não quero fazê-la ficar triste...”

“Você não me respondeu, Fullbuster...”

“Chega!” — E passou a ignorar a insistente voz dentro de si mesmo, enquanto se virava no colchão tentando achar uma posição para dormir, o que não deu certo.

Notas finais
Gostaram do capítulo? Comentem e até o próximo cap meus amores o/