Sympathy For The Devil 2

2 Antigos Desconhecidos


Notas iniciais
CARA. 12 COMENTÁRIOS NO PRIMEIRO CAPITULO! INÉDITO NA MINHA VIDA! INÉDITO!
Tá todo mundo querendo ver eu ME FERRAR com o senhor Rose, né? Sabia! KKKKKKKKKKKK
Capitulo daqueles que os leitores me ameaçam de morte no final. Sou 1 linda :)
E um tanto louco. Não estou bem hoje. Prova disso são as meninas. Cantei ELIANA no twitter.Me casei com o Slash no pátio de uma prisão e ganhei 3 RT´s por cause de 1 banana. Isso não é normal '_'
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Vamos ao capitulo! Ameaças sempre serão MUI BEN - VIENDAS!
Ah, e aos leitores e leitoras novos, não se acanhem, gosto de rewiens gatzos TODOS capitulos! Tá, ignorem meu acesso diva! KKKKKKKK Ah todos vocês meu obrigada, de coração!
Enjoy o capitulo!

Sinceramente? Eu acho que tia Glister tinha alguma coisa contra James.

Ela nunca pareceu ir muito com a cara dele, mesmo ele sendo tecnicamente sobrinho dela. Acho que era por que havia muita tensão sexual entre Cherrie e ele, ou ela simplesmente não curtia o cabelo dele.

Estacionamos o carro na frente da casa dos McKagan afim de deixar Cherrie e mudar o CD, já que ela repetiu pelo menos seis vezes Cherry Bomb.

O que não esperávamos era que tia Glister fosse nos esperar no portão, com aquela cara de vocês estão ferrados.

Cherrie engoliu seco e desceu.

- Hey mãe – cumprimentou – Que tal ficou meu filme?

- Seu pai esta orgulhoso de você – minha tia anunciou desgostosa. Os olhos de Cherrie brilharam.

- Sério?

- Sério – ela confirmou – Ele disse que alguém tinha que dar uma lição naqueles almofadinhas.

- Puxa! Que legal! – Cherrie sorriu alegremente.

Tia Glister continuava encarando o carro de James.

- Dá logo a partida! – pedi em pânico. De uma forma ou outra, ia sobrar para nós.

- É mesmo – disse James ligando o carro e ajeitando o retrovisor.

- Nem tão cedo, mocinho! – Glister disse enérgica – Vocês ficam por aqui.

POR QUE DEUS? POR QUÊ?

- Por que, tia Glister? – perguntei delicadamente e o mais ingenuinamente possível a ela.

- Sua mãe decidiu almoçar por aqui, e pediu para vocês já ficarem por aqui mesmo.

Adoro quando minha mãe resolve não cozinhar.

James desligou o carro, bufando. Zick parecia desconfortável.

- Eu vou indo – disse sorrindo tímido.

- Eu te levo, cara – meu irmão disse. Ele fazia de tudo para fugir de almoços familiares.

- Não precisa – Zick disse desesperado – Eu vou sozinho!

E abriu a porta saindo. Tia Glister o olhou.

- Ah, olá Zick – cumprimentou. Zick deu um ‘oi’ agudo e saiu correndo pela calçada.

- Qual o problema desse garotinho? – ela perguntou.

- Ele é esquisito assim mesmo, mãe – Cherrie informou.

James saltou do carro também.

- Olá tia Glister... – ele disse.

- Hey James... – ela devolveu – Aproveitou a formatura?

- Ah, sim. Claro.

- Mãe. Para. – Cherrie pediu.

- Parar com o quê, Cherrie? Que tal todos entrarem logo?

James enfiou as mãos nos bolsos e foi indo na frente, em direção ao quintal dos fundos. Cherrie, contrariando a mãe o acompanhou.

Sobramos eu e tia Glister.

- Por que vocês atrasaram? – ela perguntou displicentemente.

- Eu e Cherrie fomos tratar de alguns assuntos – respondi vaga.

- Assuntos?

Uma coisa sobre minha tia: Ela é desconfiada demais.

- É. Na verdade, invadimos a cantina e comemos dois potes de sorvete.

Ela riu.

- Vocês duas me lembram sua mãe e eu. Bem, eu não tinha piercings nem ouvia Green Day, mas você entendeu.

Sorri.

Entramos na sala.

- Fica a vontade, Mitch. Vou ver o assado.

- Assado? Alguém morreu? – questionei horrorizada.

- Claro que ninguém morreu! – Tia Glister retrucou escandalizada – É proibido fazer assados?

- É que vocês só fazem esses tipos de coisa em ocasiões muito especiais. E a formatura da Cherrie e do James não é tão especial assim, é?

Ela parou por um momento e olhou lentamente para trás.

- Isso não é verdade – disse incomodada – Eu gosto de fazer assados.

A encarei desconfiada.

- Mas então por que minha mãe está vindo almoçar?

Tia Glister parou mais uma vez, diante da pia. Eu a havia seguido até a luxuosa cozinha.

- Mitchigan, que tal ir ver o que James e Cherrie estão fazendo?

- Mas...

- Vai lá Mitchigan!

- Ok! Estou indo... – falei saindo pela porta que levava ao corredor lateral e me dirigindo até a parte de trás da casa, onde eles possuíam um piscina com cascata.

Nós tínhamos apenas uma hidromassagem, que servia de fonte para os pombos.

Cherrie e James já estavam sem as becas e com roupas normais. Só eu estava com aquele bendito vestido rosa pink ainda.

- Sua mãe está fazendo assado – anunciei para Cherrie, que baixou os óculos escuros e xingou.

- Ela ainda não entendeu o sentido de vegetarianismo – resmungou sentada numa das esteiras a beira da piscina.

James riu.

- Lá vem merda – disse se espreguiçando folgadamente na sua cadeira. – Toda vez que nos juntamos para almoçar em conjunto algo aconteceu.

- Espero que o tio Steven não tenha morrido de novo... – comentei.

Acho que eu devia explicar esse negócio do tio Steven.

Entendam, como todo bom usuário de drogas – agora, apenas para fins medicinais – tio Steven gostava de dar uma exagerada de vez em quando. Mas a gota d’ água foi no natal retrasado. Aparentemente o cabeçudo ingeriu uma dose cavalar de cocaína e do nada, caiu de cara na sopa árabe da minha mãe, para o pânico geral.

Todos nós estávamos comendo a sopa meio que a força, já que minha mãe nunca foi um exemplo na cozinha, mas o cara cair e se afogar com ela já era demais.

Resultado, o papai Noel não pareceu naquele Natal, e Madeline, meia-irmã da Cherrie acha que o bom velhinho não veio por que estava na reabilitação.

Pelo menos não foi pior que meu primeiro natal, mas isso não vem ao caso.

- Acho que não. Ele deu uma relaxada... – meu irmão riu fazendo uma imitação tosca do tio Steven puxando um baseado.

- Incrível como você imita certo – Cherrie disse ácida. James olhou feio para ela.

- Dá um tempo, Cherrie... – ele pediu. Ela deu os ombros.

Revirei os olhos.

- Eu só gostaria de saber o que está acontecendo – reclamei – Por que ninguém nunca conta nada para nós?

- Por que somos adolescentes? – Cherrie questionou.

- Boa resposta – uma voz delicada nos surpreendeu – E James, você ficou um gato naquela foto. Posso assinar seu anuário depois?

- Claro que pode, loirinha! – Meu irmão sorriu convencido.

Ela sorriu.

- Você devia ser menos atirada, Claire – Cherrie fez uma careta voltando a atenção para seu livro.

Claire se sentou ao meu lado na beira da piscina e pos os pés.

Junto com Madeline, ela era uma das meia – irmãs de Cherrie. As duas eram filhas da tia Glister com o tio Duff. Ambas puxaram os cabelos loiros e características físicas e psicológicas dos dois. Mas apenas Madeline tinha o sorriso do tio Duff.

- E você menos ciumenta – Claire rebateu. Cherrie ignorou.

Tentei mudar de assunto antes que Claire fosse atirada de cara em alguma das pedras da cascata.

- Está ansiosa para entrar no Ensino Médio, Claire? – perguntei estupidamente.

- Você já puxou assunto melhor, Mitch – ela riu, fiz bico – E sim, eu estou. Acho que vou fazer testes para a torcida, sabe? Andei treinando esse ano todo, e vou pegar firme nas férias.

- Você vai se dar bem – falei – Você é loira e tudo mais...

Certo, definitivamente eu sou ótima com assuntos. Decidi apelar.

- Escute, Claire, você ouviu alguma coisa sobre algo especial hoje da sua mãe? – questionei conspiradora – Sabe, qualquer coisa.

- Tio Steven está bem? – ela se preocupou.

- É exatamente isso que eu gostaria de saber, se tem algo errado na familia.

Ela pareceu pensar.

- A única que pode te informar disso, é a Maddie.

Oh não...

- Ninguém mais pode me ajudar?

Claire sorriu encorajadora.

- Ela é a única inteligente o bastante para interligar as linhas telefônicas no quarto dela. Aposto que ela sabe de alguma coisa.

Suspirei.

- Ela esta no quarto dela?

- Como sempre – Claire bufou – Devia sair uma pouco de lá, para sabe, respirar ar puro e ver a luz do sol.

Ri.

- Vou vê-la então.

- Boa sorte. E, ah, belo vestido.

- Sua mãe o arrumou para mim – falei azeda – Pegue ele se quiser.

Ela sorriu iluminada. Éramos as mais próximas de idade, mas não tínhamos tanta amizade quanto eu tinha com Cherrie, mais de dois anos mais velha que eu.

Novamente entrei na casa, desta vez pela porta dos fundos, para tia Glister não desconfiar de nada.

Fui o mais discreta possível, tentando não deixar marcas no carpete vinho que cobria a casa. As vezes eu penso, como tio Duff e Cherrie conseguiam viver entre tanta pele de animais e rosa.

- Ah, hey baixinha! – tio Duff passou por mim carregando alguns vinhos para a sala de jantar.

- Oi tio Duff... – falei observando os vinhos.

Ele notou e estreitou os olhos.

- O que foi?

- Nada. A Maddie está no quarto dela?

- Como sempre – ele revirou os olhos – Ela não sai de lá para absolutamente nada.

Sedentarismo, a gente se vê por aqui.

Subi as escadas pulando de dois em dois degraus e me encontrei no corredor dos quartos. O terceiro a direita, ao lado do de Claire, uma porta com os dizeres: ‘Aos humanos: Não entrem!’.

Bati.

- Quem é?

- É a Mitch, Maddie.

- É MADELINE!

- Ok... Madeline... – bufei – Dá para abrir logo? Preciso falar com você.

Silêncio. Chaves mexendo na fechadura. A porta se abriu.

O quarto dela era no mínimo... nerd. Bonequinhos de ação do Senhor do Anéis, a coleção do Harry Potter ( que era minha. Fui obrigada a doar por forças maiores) jogada na cama com a colcha de Jornada nas Estrelas.

- O que você quer? – ela me perguntou com a voz abafada. Cutuquei seu capacete de Darth Vader.

- Venha para a luz, Lord! – ironizei. Ela tirou a fantasia.

- Vai me dizer ou não o que quer?

Revirei os olhos.

- Tudo bem estressada. Eu digo. Escute, Claire me disse que você pode me ajudar com algo.

- Depende.

- Depende do que?

- De quanto vai me dar pelos serviços.

Pisquei.

- Mas nós somos família!

- Não aceito menos de quarenta dólares. Vinte adiantados.

Suspirei e tirei dez pratas do bolso.

- Podem ser dez?

- Pode, mas quando os juros vierem, não reclame. O que eu preciso fazer?

- Quero ouvir as conversas recentes da sua mãe com a minha.

- Por que?

- Apenas faça o serviço! – briguei.

- Ok... A cada grito, cobro um dólar a mais e...

- MADELINE!

Ela bufou e sentou-se na cadeira do computador. Puxei um pufe e me acomodei ao seu lado.

- Como você passa tudo isso para o computador? – quis saber.

- É simples. Precisei só passar a linha telefônica e instalar esse software.

- Que complicado.

Ela ignorou.

- Aqui. O histórico de conversas das duas. Como falam!

- Tenta ver algo sobre visitas ou algo assim.

- Certo. Vejamos... Nada... Nada... Ah! Tio Izzy e tia Evie vão voltar da França.

- Que legal!

- E segundo sua mãe, vão trazer o filho deles, o Damian para uma temporada.

- Isso não é bom... – gemi – Nem um pouco bom...

Notas finais
PUTAQUEPARIU LOLIS VAI PARAR O CAPITULO AÍ?
Aham. Sou 1 bitch.
Mistério é bom. Não. Não é. HAhahahahahahahahaaa
Capitulo de amanhã, dedicado a todas as loucas por Izzy desse mundo insano!
Ultima coisa.
JAMES ME COME.
Pronto :) KKKKKKKKKKKKK
A espera de rewiens gatzos!
Bjs
Lolis