Notas iniciais
Eu já disse que sou péssima em subtitulos, não disse? KKKKKKK
POSTANDO O CAPITULO HIPER MEGA RAPIDO E HIPER MEGA ATRASADA!
Estou cansada. Mesmo. Muita aula para pouca Lolis. É.
Mas isso não quer dizer que vão se livrar de mim TÃO CEDO!
Capitulo pequeno e surtante.
PRINCIPALMENTE PARA AS IZZETES!
Enjoy it!

- Eu não acredito que vão trazer ele de volta... – resmunguei encarando a cabeça recortada do Johnny Deep no teto do quarto de Cherrie.

Ela tinha uma coleção de cabeças de artistas cortadas e coladas no teto do quarto. Se ela não podia ter estrelas ou qualquer outra coisa do tipo? Não, ela era Cherrie, precisava ser única.

- E qual o problema? – ela questionou mastigando um grande pedaço de granola.

- Qual o problema? Quer mesmo saber qual o problema?

Ela deu os ombros.

- Foi uma pergunta retórica – ela bufou – Para de drama, Mitch. Damian é legal.

- Não comigo! – cruzei os braços embaixo da minha cabeça – Ele sempre foi um imbecil comigo!

- Por que você era chata com ele — ela arqueou a sobrancelha.

- Eu não sou chata!

Cherrie me encarou.

- Pelo menos não com quem não merece – revirei os olhos – Mas o que importa é que ele vai voltar por algum motivo obscuro.

- Mitchigan. É verão. Vai ver o tio Izzy quer que ele respire um pouco de ar salgado ou qualquer coisa do tipo.

- Isso é tudo uma conspiração! – conclui – Querem me ver morta!

Cherrie me olhou escandalizada.

- Você é inacreditável! – disse – Ninguém aqui quer te ver morta!

Me sentei na cama dela.

- Querem que eu morra de desgosto. Como assim trazem o garoto mais idiota do mundo para passar as férias no mesmo ambiente social que o meu?

Ela colocou seu prato de granola em cima da cômoda e se levantou.

- Aonde você vai? – perguntei.

Ela abriu o guarda – roupa e tirou de lá uma caixa emcapada com papel amarelo – ovo e escrita com caneta preta: MEMORIES.

- Quero lembrar você de alguns fatos – ela disse carrancuda tirando a tampa da caixa. Lá dentro, havia uma porção incrível de fotos antigas, bilhetes, flores secas, barbies carecas e outras coisas perturbadoras.

- Você ainda tem essas coisas? – fiz uma careta.

- Tenho. Algum problema? – ela perguntou irritada e tirou um montinho de fotos Polaroid com algumas datas e comentários escritos na face oposta.

- Tínhamos seis anos – ela disse – Dê uma olhada.

A primeira foto, mostrava quatro crianças sentadas lado a lado no antigo sofá da casa da Tia Glister. Todas mantinham caras feias e pareciam desconfortáveis, tanto que os sorrisos saíram forçados.

- Somos nós. E daí? – grunhi.

- Não notou mais alguém entre o nós? – ela brigou – Sabe, o garotinho de cabelos pretos que esta segurando sua mão...

Fiquei vermelha.

- Eu tinha quatro anos – cerrei os olhos – Não conta.

- Ah, conta sim! Vocês eram melhores amigos! E de repente ficaram de cara virada e agindo como idiotas!

- Ele começou! – me defendi.

- Eu gostaria de entender o que houve com vocês. Mesmo.

- Ele mentiu para mim.

- Não acredito que você ainda tem mágoa por causa daquela brincadeira estúpida!

- Hey! Não era estúpida, ok? Ele prometeu que se casaria comigo no parque!

- Mitchigan, isso foi estúpido até para a época!

- Ele deu meu anel para a Kimberly Clarkson! Foi traição!

- Ele tinha oito anos – Cherrie suspirou.

- Eu o odeio – afirmei solenemente

Cherrie pegou as fotos e jogou de volta na caixa.

- Eu desisto. Você é incompreensível.

Fiz uma careta.

- O cara vem da França, é o filho do tio Izzy e é uma pessoa super legal. Se eu fosse você tentava conversar civilizadamente pelo menos.

- Não adianta. Ele me detesta também – sorri vitoriosa.

- Você é teimosa demais – ela rolou os olhos – Faça o que quiser.

- Você vai no aeroporto com minha mãe? – questionei.

- Vou – ela disse – Diferente de você, eu sou amiga do Damian.

- Vai lá então! – reclamei.

- Não quer mesmo ir? – ela perguntou pela quinta vez naquele dia.

Suspirei.

- Tudo bem. Eu vou... – falei ranzinza.

- Então vem logo. Eles já devem ter chego.

- Ainda não acredito que estou fazendo isso... – murmurei irritada seguindo aquele vulto ruivo e apressado.

Minha mãe nos esperava do lado de fora da garagem já, impaciente.

- Ela resolveu vir – Cherrie anunciou. Minha mãe bufou.

- Entrem logo. Estou com pressa.

...

...

...

Se você já andou de carro com minha mãe, sabe o que é adrenalina.

Ela ignorava sinais, ultrapassava a velocidade, e fazia as próprias regras no fluxo de Los Angeles.

Tudo isso com Kiss berrando no rádio.

Chegamos ao aeroporto vivas, mas terrivelmente traumatizadas. Principalmente Cherrie, que parecia lívida e aliviada ao mesmo tempo, por descer em frente ao aeroporto.

Minha mãe, munida com seus óculos escuros e com uma careta de quem não tem paciência para nada, tentava avistar o casal Stradlin e Damian.

Não foi difícil, já que tia Evie nos avistou primeiro e veio atropelando turistas alemães com o carrinho de bagagem.

- DRAFFY! – Ela acenou. Minha mãe abriu um largo sorriso e começou a acenar também.

Tio Izzy vinha carregando o resto da bagagem e tentando fumar ao mesmo tempo. Damian, ao seu lado, andava pomposamente metido num casaco de couro longo.

- Draffy! Que saudades! – tia Evie a abraçou deixando o carrinho escapar e bater num táxi próximo.

- Como foi a temporada? – minha mãe perguntou.

- Fantástica! – ela disse empolgada – Conclui meu mestrado e...

Tio Izzy largou as malas no chão e jogou seu filtro de cigarro.

- Evie, o carrinho destruiu aquele táxi, querida – ele apontou com descaso para o motorista que xingava furiosamente.

Evie olhou de soslaio e mordeu o lábio.

- Será que viram que fui eu?

Minha mãe riu.

- E aí, Izzy? – ela cumprimentou alegremente – Tudo bem?

- Tudo – ele sorriu – Como vão as coisas por aqui?

- Na mesma – ela deu os ombros.

Meu tio acentiu.

- Eu sentia falta dessa confusão. Os franceses são tão educados! – ele disse como se fosse algo péssimo.

Damian se mantinha entediado, olhando para o céu, as pessoas, o movimento.

- Olha, entrem logo no carro que a Glister está esperando vocês ansiosa – minha mãe instruiu.

- Ah! Eu estou com saudades da Glister! – tia Evie disse entrando no carro.

- Quer que eu dirija, Draffy? – meu tio se ofereceu.

- SIM! – Cherrie disse de repente, mas ao olhar assustado da minha mãe se calou.

- É... Pode ser... – Minha mãe entregou a chave do carro receosa e se sentou no banco do passageiro.

Cherrie, suspirando e agradecendo tio Izzy mentalmente entrou ao lado de tia Evie. Entrei em seguida.

- Tem lugar para mim? – uma voz rouca, com um leve sotaque perguntou perto de mim, e me empurrando a fim de se sentar.

- Não – o fuzilei. Ele sorriu.

- É bom te ver novamente, Mitchigan.

Notas finais
DAMIAN TESUDO 100ÇUALIDADE ME COME, POR FAVOR?
Gente, ele é francês. É tudo de bom.
Se a Mitch não quer ele, eu QUERO SIM! KKKKKKKK
Tá, parei. Mesmo.
Capitulo de amanhã maior. Prometo :)
Bjs, da Lolis com sono