Sweetest Nightmare

3 S01E03 - Betrayal


Notas iniciais
Betrayal = Traição Estou cada vez mais contente com a recepção dos leitores, vocês estão sendo o máximo pessoal, espero que curtam esse capítulo.

A cada passo que eu dava de minha casa até a de Trevor eu tentava me convencer e voltar, isso não era certo, Trevor me tratou tão mal na escola, e depois achou que com um sorriso incrivelmente sedutor eu estaria de boa com ele, pois não estava, mas indo até a casa dele mostraria o contrário, cheguei a parar e quase dar meia volta, mas a tentação foi maior, toquei sua campainha, mais nervoso do que nunca.

Trevor atendeu alguns segundos depois, com uma regata branca que destacava seus músculos, uma bermuda simples e chinelo, o cabelo negro estava molhado, ele devia ter tomado banho a pouco tempo.

— Hum, você tá atrasado. – ele disse, checando a hora no relógio atrás de si na parede do hall de entrada.

— Ah... Desculpa, eu nem queria vir. – disse eu, tentando passar seriedade.

— Ah, é mesmo? – Trevor sorriu, parecendo achar aquilo divertido, tentei me manter sério mas não resisti, dei um sorriso também, e me xinguei mentalmente por isso.

— É, e eu não gostei do jeito que você falou comigo hoje lá na escola. – Pigarreei novamente tentando parecer sério, mas até pra mim mesmo parecia infantil, como se eu tivesse fazendo birra de alguma coisa fútil.

— Hum, interessante. – ele continuava com o sorriso brincalhão nos lábios. – Vem cá.

Então me puxou pra dentro, fechou a porta e me pressionou contra a mesma, beijando minha boca intensamente, perdi o fôlego e fiquei excitado na hora. Trevor pegou meus pulsos com suas mãos e os segurou acima da minha cabeça e continuou me beijando, minha boca, meu pescoço, eu ficava cada vez mais excitado. Uma de suas grandes mãos juntaram meus pulsos e ficou segurando enquanto com a outra ele foi descendo pela minha barriga e então pelo meu pênis. Soltei um gemido de prazer enquanto ele acariciava meu membro com a mão e continuava beijando meu pescoço, com certeza ficariam marcas com os chupões, mas na hora não me importei com nada.

— E seu pai? – sussurrei entre suspiros.

— Shhh... – essa foi sua resposta, e eu fiquei quieto.

Trevor soltou meus pulsos e tirou minha camisa, começou então a beijar meu peito e parou em um dos mamilos, chupando-o e passando a língua em círculos em volta dele, por alguma razão isso me deixou mais excitado ainda. Trevor foi se abaixando cada vez mais, passando a língua pela minha barriga enquanto eu gemia de prazer, bem ali encostado na porta da casa dele.

Trevor fica de joelhos na minha frente, abaixa minha calça e passa a boca pelo meu pênis, ainda com a cueca, já um pouco molhada onde se encontra a cabeça do meu membro. Estou delirando, tudo que quero é que ele ponha logo meu pênis em sua boca e me leve pro paraíso, da última (e também primeira) vez, Trevor não praticou oral em mim, eu fiquei imaginando desde aquela ocasião como seria, e agora eu estava a segundos disso se tornar realidade e não conseguia esperar mais um segundo.

— Ah, Trevor... – sussurrei entre gemidos incessantes como um pedido.

— Eu decido as coisas aqui, garoto. – respondeu ele, sem me olhar, esse jeito dele me tratar na hora H me dá tanta tesão, essa superioridade ao estilo “macho alfa” me deixava muito excitado, e Trevor sabia disso.

Segundos depois ainda passando a língua na minha cueca, Trevor a abaixou, meu pênis saltou duro como uma pedra, Trevor passou a língua pelas minhas bolas, chupando-as também, meu pau pulsava de tanto prazer, até que ele colocou meu membro em sua boca, e deu um chupão de toda, nessa hora gritei de prazer, não tão alto é claro, mas o suficiente para que Trevor se sentisse satisfeito. Ele continuou fazendo o mesmo, dava pra ver que ele amava isso também, talvez não tanto quanto ser chupado, mas ainda assim ele sabia o que estava fazendo, ele controlava o ritmo, diminuindo enquanto eu gemia cada vez mais alto, sim, ainda na porta da casa dele.

— Trevor, para, para, desse jeito eu já vou gozar, e nós não queremos isso, né? – era uma decisão difícil pedir para Trevor tirar sua boca maravilhosa de meu pênis, mas eu realmente estava à beira de gozar com aquele oral delicioso.

Ele concordou, ficou de pé e me pegou no colo, de forma com que eu ficasse de frente pra ele e pudesse beija-lo, enquanto era minha vez e beijar aquele pescoço ele me levava até seu quarto no segundo andar.

Chegando lá, ele me soltou e se sentou na cama, eu estava de frente pra ele.

— O que você vai fazer pra mim, garoto? – ele perguntou, me olhando de uma forma superiormente sexy.

– Tudo que o senhor quiser, mestre. – falei, em parte brincando, mas eu realmente faria tudo que Trevor mandasse.

Ele ergueu a cabeça e deu um meio sorriso, dava para perceber que ele adorara a ideia de ser o “senhor” e o “mestre”.

– Vem, de joelhos. – E obedeci, comecei a engatinhar até a cama que Trevor estava, mas antes que eu chegasse nele, ele pôs um dos pés na minha frente, Trevor realmente amava que eu ficasse aos seus pés, e eu não posso negar, eu também amava, tirei seu chinelo e beijei seus pés, chupei seus dedos e nossa, até nisso Trevor era gostoso, ele sentia prazer até mesmo com isso, botando a cabeça pra trás e soltando baixos gemidos de prazer. Trevor então me empurrou com o pé e pisou em mim.

— Assim que eu gosto de ver, debaixo de mim, fazendo tudo que eu mandar. – ele dizia enquanto passava o pé pelo meu peito, e eu gostava daquilo, gostava de ser o capachinho do Trevor. – Agora vem cá, que eu sei que você não tá se aguentando. – e ele tinha razão, rapidamente levantei e fiquei de joelhos, abaixei a bermuda e sua cueca e caí de boca naquele pau suculento, céus, que sensação gostosa ter aquilo dentro da minha boca, chupei como se fosse a coisa que mais importasse no mundo, e talvez fosse no momento...

Trevor gemia forte a cada chupada que eu dava, me puxando pelo cabelo e fazendo com que eu chupasse mais rápido e botasse todo seu pau na minha boca, fazendo a famosa “garganta profunda”, a qual eu tinha praticamente nenhuma experiência, mas tive que aprender na marra.

— Tá, vem cá que eu quero comer esse lindo cuzinho. – ele disse, me puxando pra cima pelo cabelo de novo. Eu já havia me preparado em casa pra isso, para não acontecer, ér... coisas desagradáveis que aconteceram da outra vez e eu prefiro nem comentar.

Trevor me jogou na cama e abriu minhas pernas não muito gentilmente, mas eu gostava desse jeito violento dele. Puxou uma camisinha de uma gaveta em um bidê do lado da cama – e por um momento fiquei imaginando se Trevor tinha camisinhas espalhadas pela casa toda, mas conclui que ele devia as deixar preparadas perto do lugar onde a transa aconteceria, afastei o pensamento rapidamente.

Ele pôs a camisinha no pênis e começou a passar a língua no meu ânus, fazendo o tão famoso “beijo-grego” e... Pelo amor... o que foi isso? Eu nunca tinha tido essa experiência antes, mas foi incrível, a sensação era maravilhosa, e tive que me conter para eu mesmo não me masturbar de tanto tesão que senti.

Trevor amava aquilo também, imagino que ele não tenha feito na primeira vez devido à minha... digamos... falta de higiene. Depois de alguns minutos me enlouquecendo fazendo isso, Trevor introduziu seu pênis no meu ânus, como sempre, doeu, mas depois que ele foi colocando aos poucos e devagar eu me acostumei, e logo estávamos transando como animais, Trevor me segurava pelo pescoço e pelos ombros como da outra vez, ainda passava as mãos pelo meu corpo e isso me excitava mais ainda. Ficamos mais de uma hora nisso, trocando de posições até que Trevor deu um gemido misturado com um grito, e eu percebi que ele havia gozado, nesta hora, havíamos voltado a posição inicial, na qual eu estava de frente pra ele, Trevor retirou seu pênis de dentro de mim e agora era a minha vez, não, Trevor era ativo demais para deixar eu o comer, mas ele me jogou mais pra trás na cama e colocou meu pau novamente em sua boca, e dessa vez não me contive muito, eu estava explodindo de tesão. Apenas fiz uma pergunta.

— Quer que eu tire quando for gozar? – perguntei, um pouco tímido, apesar de tudo.

Trevor apenas balançou a cabeça como negativa, então começou a me chupar. E chupou com vontade, alguns dizem que depois que uma pessoa goza no sexo, se satisfaz, ela meio que perde a vontade de continuar fazendo outras coisas, mas isso claramente não se aplicava com Trevor, ele chupou meu pau com tamanho entusiasmo quanto eu chupei o dele, e em menos de três minutos eu gozei em sua boca, foi incrível, a sensação de ainda estar sendo chupado enquanto goza, como se ele tirasse aquilo de dentro de mim, soltei um verdadeiro grito quando gozei, não pude evitar, foi maravilhoso, não que eu não tivesse feito isso antes, mas com Trevor era diferente, ele era... ele era o Trevor, né.

Depois disso nós deitamos juntos, não conversamos muito, na verdade as coisas que conversamos eram totalmente idiotas, como o colégio, ou até mesmo séries. Trevor não gostava de mim além do sexo, e isso me deixava meio triste, mas eu teria que fazer o mesmo e não me importar, depois de um tempo, ele me avisou que seu pai iria chegar daqui a pouco. Então, vesti minhas roupas e fui embora, mas dessa vez Trevor me beijou forte antes de eu ir, e isso me fez sorrir o caminho todo de volta para casa.

* * *

Os dias passaram voando, o pai de Trevor trabalhava com entregas, então ele não tinha um horário fixo no trabalho, as vezes trabalhava de manhã, as vezes de tarde, de noite, outras raras vezes até passava alguns dias foras, e nessa semana não tivemos sorte, o pai dele estava sempre em casa nos horários em que podíamos nos ver, e lá em casa era complicado porque meus pais não aceitavam muito bem que eu levasse alguém lá, muito menos pra transar, então eu e Trevor voltamos a ser apenas amigos nos dias que se passaram.

Porém, tudo mudou cerca de uma semana depois de nossa última transa.

— Vocês nem sabem pra quem a vagabunda da Letha deu dessa vez? – Taylor começou enquanto estava só eu, ela e o namorado Kyle, no Subway.

— Hum... um palpite. – tentei adivinhar. – Alguém do time de futebol?

— Ah não. – ela fez sinal de desdenho com a mão. – Acho que ela já deu para todos do time, menos o goleiro grandalhão feioso.

— Aposto que até pra ele... – Kyle falou, sorrindo.

— Ah, mas dessa vez foi alguém muito mais... próximo da gente. – ela disse, criando um ar cômico de mistério.

— Fala logo quem foi amor. – Kyle pediu, beijando-a na bochecha.

— Ora, o nosso garanhão, Trevor. – ela revelou, olhando para nós dois. Fiquei pasmo, na hora a notícia não entrou direito na minha cabeça. – Que diabos foi, Patrick? – Taylor questionou, intrigada com minha reação.

— Ér... Nada, bom, meio previsível como você disse. – falei, já me levantando. – Lembrei que tenho que resolver umas coisas no centro com a minha mãe, Tchau pessoal, até mais.

— Mas eu nem falei nada sobre ser previs... – Taylor começou, mas eu já estava saindo do estabelecimento e caminhando o mais rápido possível para a parada de ônibus, droga Patrick, droga, seu estupido, você está se apaixonando por Trevor Schmidt.

Notas finais
Espero também que não tenham ficado com muita raiva do Patrick hahahha Como sempre, comentem o que acharam, favoritem, acompanhem, façam de tudo hahahaha Tudo conta pra mim, então... :3 Próximo capítulo para o dia 7/3