Alexandrina estava apreensiva. Já no escritório, ligava insistentemente para o Cullen, pois queria saber se Edward havia lido o seu recado e encontrado um lugar para se refugiar das mãos do patrão abusivo. O fato do telefone apenas chamar a deixou aflita o suficiente para deixar as atividades programadas para aquele dia de lado, algo atípico dela. Em um dado momento, para a sua surpresa, alguém atendeu ao telefone. Uma voz chorosa se fez ouvir e a loira deduziu o que havia acontecido antes mesmo das palavras serem pronunciadas.

—Alexandrina... Eles o levaram... Levaram Edward. –Dizia Bella entre soluços audíveis. Após isso o choro ficou tão intenso que a secretária não conseguia ouvir nada que a Swan estivesse murmurando.

Um frio percorreu a espinha da mais velha. Quando Aro e seus capangas foram até o escritório a procura de Edward, havia algo na maneira como se olhavam e pronunciavam o nome de Edward que deixou a secretária alarmada. O fato de Aro estar pessoalmente com os seus homens só aumentava as suspeitas de que talvez a punição fosse bem diferente do que aconteceu nas outras vezes.

—Onde está? –Alexandrina perguntou para a morena e precisou de paciência para ouvi-la dizer o endereço dela. Anotou tudo em uma pequena folha do papel e, após dizer um “estou indo”, se dirigiu as pressas para o local onde uma Isabella aguardava ansiosamente.

...

Ele ainda se lembrava do período em que esteve doente. Sentia-se tão fraco e inútil! O pior não eram as dores ou o mal-estar constante e sim ver a mãe, Esme, em total desespero.

Edward sempre soube que Esme era apenas a sua tia, mas esse fato jamais fez com que os seus olhos esmeraldinos a vissem como algo além de uma mãe. Ela, até os seus doze anos, era a única mulher que ele vira na vida sempre estampando um belo sorriso nos lábios, até Edward adoecer e ela condenar-se a um futuro tenebroso.

Ele não saberia dizer por que as lembranças da infância o tomaram, mas tudo se anulou quando a consciência veio e ele se viu em uma sala parcialmente escura sem janelas, similar a uma cela. Estava amarrado a uma cadeira, as cordas ferindo-o por estarem muito apertadas.

O pânico o tomou e ele se debateu, tentando se livrar das amarras. Lembrou-se certa vez que se ele se jogasse no chão junto a cadeira poderia afrouxar as cordas, mas se decepcionou ao perceber que a cadeira estava presa ao chão com pregos. Talvez algum preso tivesse tentado essa fuga e os seus captores aprenderam com a situação.

Um barulho soou fora da cela e um grupo de homens, com Aro logo atrás, entraram no recinto. A respiração de Edward ficou ofegante e os batimentos cardíacos erráticos. O corpo tremia e ele sentiu um medo avassalador chegar, pois era inteligente demais para perceber a situação em que estava.

—Meu caro Edward... –Aro começou daquele jeito irritantemente calmo. –Imagino que saiba o porquê de estar aqui. –Impecável em seu terno bem cortado preto, o Volturi parecia a morte personificada.

—Por que está perdendo dinheiro e não tem ninguém para culpar. –Tentou causar humor, mas a expressão tensa do seu rosto era evidente demais para manter uma postura despreocupada.

—Você é o meu braço direito, querido Edward. Sabe tudo sobre as finanças de minha organização como ninguém. É o suspeito mais provável.

—Sua organização? Pensei que ela pertencia aos seus irmãos também. –Desdenhou o Cullen, recebendo um poderoso chute no abdômen. Aro ergueu a mão para impedir que Felix fizesse algo novamente.

—Entendeu o que eu disse, Edward. Dessa vez eu não perdi grandes levas de dinheiro como outrora. Perdi o controle sobre os negócios no Brasil. Ao que tudo indica posso perder em toda a América do Sul. E meu terapeuta disse que seria saudável para a minha sanidade encontrar um culpado.

—Não está encontrando um culpado Aro. Está punindo um inocente. –Edward tentava dissuadir Aro do que o homem pretendia fazer, mas o olhar inflexível do maior indicava que nada mudaria. O Volturi estava disposto a descontar a sua fúria nele e não havia nada que Edward pudesse fazer. Ou havia? As informações que coletou no Brasil deram a pista necessária para encontrar o culpado e era chegada a hora de utilizar isso a seu favor de algum modo na tentativa talvez inútil de poupar a própria vida.

—Eu sei quem o está roubando. Encontrei um informante no Brasil que me deu as pistas necessárias. Tenho todos os documentos comprobatórios guardados e, como deve imaginar após a minha fala inicial, tais documentos provam que eu não sou aquele que prejudica seu negócio sujo. –Manteve os olhos esmeraldinos brilhantes em Aro, tentando transmitir uma segurança forte o suficiente para ninguém duvidar dele.

As palavras de Edward causaram interesse em Aro. Olhando para o acuado rapaz de forma especulatória, pediu a todos os seus encarregados que saíssem da saleta, ficando a sós com o seu antigo braço direito.

—Então pequeno Edward, sua ida ao Brasil rendeu frutos, afinal. –Aro ficou em pé em frente ao rapaz. –Me pergunto o que exatamente encontrou. Pode me dizer o que e onde estão os documentos?

—Pensei que a primeira coisa que me perguntaria seria quem o está roubando. Imagino que esteja interessado. –Edward lançou um olhar especulativo para o seu patrão.

—E por um acaso a investigação foi tão longe a ponto de descobrir o responsável, Edward?

Edward parou por alguns instantes e refletiu sobre a melhor solução. Dizer toda a verdade ou dar pistas sobre o que havia descoberto? Talvez revelar o local aonde ele colocou os documentos... Mas tudo isso seria o suficiente para poupar a sua vida? Alguma coisa dizia para ele que não, Edward não conseguiria sair da sala vivo após provar a sua inocência. Aro estava sedento demais por sangue e não pouparia o funcionário que causou problemas dos mais variados tipos desde que Edward resolveu adquirir Isabella. Ou talvez... Talvez ele pudesse...

—Sim. Sei que o roubou e tomou o controle de parte dos seus negócios.

Os dois se encararam por um par de segundos, tentando ler a mente do outro para saber o que pensavam; Edward queria saber se tinha alguma esperança de ficar vivo e Aro se o rapaz dizia a verdade ou estava blefando para ganhar tempo. Todavia, ficou claro para o Volturi, conhecendo o funcionário, que o rapaz não blefava. Ele, de fato, tinha como provar sua inocência.

—Saiam da sala, todos. –Ele ordenou. Edward viu com alivio os truculentos capangas saírem da pequena porta e o deixarem sozinho com a cobra. Agora precisava ser muito cuidadoso com as palavras. –Então pequeno Edward, creio que chegou a hora de me informar sobre tudo o que descobriu e o paradeiro dos documentos para comprovação. Confesso que estou terrivelmente curioso a respeito do responsável por todos os problemas que venho sofrendo.

—Você tem uma ideia de quem poderia ser, pois é esperto. Sabe que apenas um Volturi poderia conseguir tal feito. –Os olhos de Aro mudaram para algo como pesar e ele levou uma mão a face.

—Ah, Caius! Inconsequente o suficiente para me desafiar! –Aro parecia tão contrariado com o pressuposto de estar sendo traído que Edward ficou em dúvida se ele choraria ali, mas por essa atitude não fazer parte da constituição do mafioso, Aro voltou a posição impassível, especialmente quando Edward disse:

—Não. Caius é imaturo e burro demais para um plano tão engenhoso como esse. Ele mal consegue administrar a vida, imagine um grande negócio envolvendo drogas, armas e escravos sexuais. Falo de Marius, que esteve escondido nas sombras, aparentemente cuidando dos seus negócios na Europa. Na verdade, ele foi tomando tudo para si enquanto você culpava e espancava a pessoa errada.

—As acusações que faz são graves, filho. Preciso de provas documentais se quer levar isso adiante.

—Não darei nenhuma prova até que eu esteja fora daqui e em segurança. Sei muito bem o que acontecerá comigo caso eu entregue. –Ele estava disposto a lutar pela vida! Se fosse um tempo atrás, suplicaria para que Aro desse um fim a sua dor, mas após os últimos acontecimentos envolvendo a mulher que amava desesperadamente, o que ele mais queria era sair desse pesadelo e voltar para os braços macios e quentes da jovem.

Ele recebeu um poderoso soco, cuspindo sangue no processo. Ficou surpreso por sero homem a sua frente o agredindo e por este demonstrar tamanha força; Aro sempre mobilizava os corpulentos funcionários para fazer o trabalho sujo. Edward teve então a gola da camisa segurada com força, tremendo diante do olhar mortífero lançado para ele.

—Não faça esse jogo comigo, pirralho. Não serei marionete nas suas mãos. Vai me dizer o local exato e cogitarei a possibilidade de poupar a sua vida!

—E o que vai fazer para me convencer? Me torturar? Pode fazer o seu melhor, filho da puta, e não arrancará nada de mim! Os documentos estão em um local seguro e, caso me mate, eles pararão nas mãos das autoridades! –Ele pôde ver o temor nos olhos de Aro; ele pôde se alegrar com a possibilidade de ter encurralado o mais velho e de que isso poderia levar a uma negociação. Edward já deveria imaginar, pelo tempo que conviveu como empregado do Volturi, que ele não era de se intimidar.

—Eu me pergunto o que a senhorita Swan diria disso... hmmm... Sinto falta da energia juvenil que ela emanava. –Aro começa então a caminhar pela sala a passos lentos. –Tivemos um bom relacionamento, creio eu, por isso tenho certeza que ela me ajudará na questão.

A simples menção do nome dela causou um choque tão violento que Edward por pouco não vomitou. Ele então rugiu como um animal em agonia, debatendo-se na cadeira com a intenção de se desamarrar e obliterar com aquele sujeito tão asqueroso. Aro sorria perante o ataque de fúria do ex-funcionário, deliciando-se com o fato de que havia tocado na ferida e era ele agora quem dava as cartas.

—Acredito que a sua reação é suficientemente satisfatória para comprovar que irá colaborar. Caso não o faça, farei uma visita a senhorita Swan acompanhado de meu irmão Caius. Ele não se esqueceu da única presa que escapou das mãos dele e adoraria cumprir com o que prometera a si mesmo.

Ele não tinha escolha, afinal. Aro estava disposto a tudo para ter em mãos os documentos que comprovavam o roubo do seu império; ele não se importaria em envolver uma inocente e submetê-la a todo o tipo de torturas físicas e psicológicas. Agora era uma questão de Edward escolher quem teria um triste fim: ele ou a mulher que amava.

—Os documentos estão escondidos em um compartimento secreto do depósito abandonado do meu prédio, meu local de trabalho. Há um fundo falso na parede assim que você entra na sala, lado esquerdo. Posso ajudar, levando-o até lá. É complicado ver o local exato.

—Ah, não se preocupe, querido Edward. Eu sou muito bom em encontrar lugares escondidos. Você ficará aqui e conversaremos quando eu retornar. –Aro se afastou em direção a saída, para desespero do rapaz. Os homens do mafioso esperavam na porta.

—Vai sair chefe? –Felix perguntou. Aro assentiu. –E o que faremos com esse aí?

—Apenas o deixem vivo. Sintam-se a vontade para uma diversão com esse daí.

Edward os viu caminharem, ávidos por sangue, em sua direção. Ele olhou para o céu, sentindo-se desamparado por todos os deuses, e desejando tantas coisas ao mesmo tempo; todas elas envolviam de alguma forma Isabella. Ele queria tê-la amado desde o primeiro instante, mesmo que o amor de fato só viesse depois de um tempo para ele. Ele queria tê-la pedido em casamento assim que descobriu os seus sentimentos. Ele nunca queria tê-la conhecido para não expor o seu mundo e os perigos dentro dele para um anjo tão delicado como ela era. Tantas coisas conflitantes! E agora, diante do sofrimento e possivelmente da morte, não teria tempo para mais nada.

—Bella... Sinto muito. –Ele murmurou um pouco antes de receber o primeiro golpe.

...

As duas mulheres estavam na pequena sala tentando entender a situação para, por fim, encontrar uma solução. Bella falou, em meio a soluços, em envolver a polícia, mas alexandrina foi terminantemente contra.

—Por que? Eles podem nos ajudar! –Esbravejou a menina, interpretando o receio da loira como o medo dela ter algum problema judicial, uma vez que poderia ser associada a vida de crimes que o patrão teve.

—Aro comprou a maior parte do contingente policial. Se alertássemos a polícia o máximo que conseguiríamos seria uma morte terrível ao lado do senhor Cullen. Precisamos agir com cautela. A primeira providência é localizar o local onde ele mantem Edward. –A mente de Alexandrina, apesar da situação crítica, funcionava a todo o vapor. Ela sempre foi boa em elaborar estratégias em meio a tempestade.

—Como descobriremos algo assim?! E sem a ajuda da polícia! Alexandrina, não temos muito tempo, eu sinto! –Isabella sentia um aperto no peito crescente, como se a qualquer momento o seu coração fosse explodir como se o seu coração e o dele estivessem em ressonância. Ela olhou desesperada para a secretária, implorando internamente de que Alexandrina fosse aquela com um plano elaborado na cabeça; a mais jovem estava emocionalmente esgotada demais para pensar em algo a ser feito naquele momento.

—O senhor Cullen escondeu algo no depósito abandonado do prédio da empresa onde fica o escritório dele. Ele não me deu muitos detalhes do conteúdo, mas disse que eu deveria pegar os documentos e destruí-los em caso de urgência. Algo me diz que Aro irá até lá ou algum de seus homens. Vamos para a empresa e esperamos. –A ideia parecia a mais promissora até o momento. Isabella concordou e as duas seguiram em disparada em direção ao local, com Alexandrina tomando cuidado para que o transito caótico não atrasasse a curta viagem.

Tomaram todo o cuidado quando, enfim, chegaram ao seu destino. As duas sabiam que poderiam pagar caro caso algum capanga do mafioso visse uma das duas. Por isso foram extremamente cautelosas, estacionando o carro em um beco longe o suficiente da vista de qualquer transeunte. Quando Isabella ia saindo do carro, percebeu a mão de Alexandrina indo em direção ao porta-luvas e tirando de lá uma pistola.

—O que é isso?

—Uma arma, obviamente. –A secretária verificava se estava carregada enquanto pegava ainda no mesmo local um pente cheio de balas. Escondeu nas próprias roupas e logo mais tirou um segundo revólver, dando-o para Isabella. A menina segurou a arma com mãos trêmulas, olhando interrogativamente para a loira.

—Eles não pegarão leve conosco, Isabella. Temos que estar preparadas. Você provavelmente nunca atirou em ninguém, não é? –Alexandrina perguntou a menina que tremia. Sequer precisou esperar por uma resposta. –Vamos! –Ordenou, saindo do carro.

Alexandrina sabia exatamente para onde ir e seguiu para o local determinado com precisão. A postura firme e olhos focados no objetivo mascaravam perfeitamente o nervosismo que a própria sentia, pois nem mesmo uma mulher implacável como ela era imune a apreensão da situação em que corria sério risco de morrer. Isabella tentou manter-se calma a fim de ajudar no que fosse preciso, pois sabia que o desespero apenas atrapalharia enquanto as duas tentavam elaborar um arriscado plano para salvar Edward.

Logo as duas entraram e saíram do deposito cheio de papeis e moveis de escritório velhas, sendo que Alexandrina tinha nas mãos um grosso envelope pardo, ainda lacrado.

—Este é o envelope. Agora precisamos nos afastar daqui. –E seguiram as duas de volta ao carro, sem rumo certo enquanto seguiam pelas ruas menores. Isabella segurou o envelope, olhando-o fixamente. Antes que Alexandrina ordenasse algo ela estava abrindo-o e lendo com rapidez.

—O que está fazendo?

—Preciso saber a verdade. Esses documentos dizem quem é o responsável pelo roubo. Lembro que quando Edward e eu fomos para o Brasil, ele falou em algo envolvendo investigação. Preciso saber se esses documentos podem salvá-lo... –Ela parou no meio da frase após ler pouco mais de dois papeis. A secretária precisou dar atenção ao transito, mas pela visão periférica viu os olhos da Swan se arregalarem em surpresa para logo ficarem absurdamente marejados. A morena largou os papéis, que se espalharam no carro, colocando a cabeça entre as mãos.

—O que houve? O que você leu? –Ela perguntou enquanto estacionava em uma viela sem movimentação. A Swan continuou imóvel, parecendo segurar-se para não se despedaçar. –É tão ruim assim, Isabella?

—Não podemos salvá-lo com esses documentos. Eles o matarão mesmo que a inocência de Edward seja provada. –Bella disse após alguns minutos, exercendo um esforço hercúleo para que as suas palavras fossem compreendidas pela outra em meio aos soluços que vinham junto com as palavras pronunciadas. Alexandrina engoliu audivelmente a Bile antes de se pronunciar.

—O que faremos? –Aquela era a primeira vez que a loira não tinha solução para uma situação e isso a aborreceu profundamente. Isabella, sentada ao lado no banco do carona, parecia tão perdida quanto ela. De repente a menina olhou para a frente e arfou. Por alguns instantes Alexandrina achou que alguém do bando de Aro as havia encontrado, mas não haviam ninguém naquela área, atrás de algumas lojas abandonadas.

—Sei como salvá-lo. –Isabella murmurou para ninguém em especial. –Sabe onde eles poderiam tê-lo levado?

—Não é a primeira vez que algo assim acontece. Antes de conhece-la, Aro aprontou das suas, levando o senhor Cullen para uma “conversa privada”. Ele voltou dias depois para casa sendo que fui eu, após uma ligação, que fui busca-lo. É só um palpite, mas talvez aquele desgraçado tenha levado Edward para o mesmo lugar, mas dessa vez duvido que volta apenas machucado.

As duas se olharam durante um par de segundos até Isabella pedir para que a loira a levasse até o local. Relutante, Alexandrina ligou o carro.

—E qual é o plano quando chegarmos lá?

—Eu ainda não tenho o plano completo, Alexandrina, mas o terei quando estivermos lá. Confie em mim e apenas dirija o mais rápido que puder! –Implorou a Swan enquanto os olhos estavam fixos a frente, vendo algo que somente ela poderia enxergar.

Notas finais
Olá pessoas do meu coração! Peço perdão pelo sumiço, mas como alguns sabem ano passado foi um ano decisivo em que tive que priorizar os estudos, os cuidados com a minha família e o trabalho. Não foi fácil e, confesso, ainda não está sendo fácil manter a escrita junto com as tarefas do cotidiano, mas estou fazendo o melhor que posso para continuar postando em todas as fics inacabadas. A próxima a ser postada será Dália Negra. Quando a fanfic Sacrifício, eu irei rescrevê-la para corrigir algumas incorreções. Gostaria de pedir desculpas pela demora e agradecer todo o apoio que recebo de vocês diariamente. Quando a próxima postagem, acredito que não demorará tanto, uma vez que recuperei o movimento das minhas duas mãos (sim, elas estavam ruins graças a minha artrite reumatóide). Beijos em todos os leitores e até breve!