Sweet Secret
5 Vida nova
Notas iniciais
Haviam se passado dois meses e meio, as coisas corriam bem. Katherine estava à procura de uma casa, Stefan no começo não havia gostado, mas sabia que ela precisava ter sua própria casa.
Damon, Elena, Caroline e Tyler estavam numa faculdade bem perto da cidade. Elena havia inventado uma desculpa para o reaparecimento repentino de Jeremy, já que todos achavam que ele estava morto. Matt e Rebekah ainda não haviam voltado de viajem.
Katherine insistiu para que Stefan também fizesse uma faculdade, mas ele disse que já havia feito várias e preferia não ir. Elena também queria ficar em Mystic Falls com Jeremy, já que o mesmo não queria ir para a outra cidade, mas Stefan prometeu que cuidaria dele enquanto Elena estivesse fora, e além do mais, nos fins de semana e feriados, Elena, Damon, Tyler e Caroline voltavam para cidade.
Pela a primeira vez em um bom tempo, as coisas pareciam calmas em Mystic Falls.
Katherine estava sentada na sala de estar com Amy e Annie, olhava um folheto de uma imobiliária, já havia visto muitas casas grandes e bonitas, mas nenhuma havia realmente lhe agradado.
– Olha essa. – Amy apontou para uma bela casa, era grande, mas nada exagerado. – É bonita e tem um tamanho bom.
– Não sei, gostei, mas... Sei lá. –Falou Katherine e as duas reviraram os olhos.
– Você sempre foi complicada ou foi depois da gravidez? – Annie perguntou, rindo.
– Não sei, acho que um pouco dos dois. – A morena suspirou. – Tenho que achar logo uma casa, não posso morar com o Stefan para sempre!
– Na verdade... Você pode sim. – Stefan disse descendo as escadas e jogando-se ao lado dela. – Aqui tem quartos de sobra, então não vai faltar um para o bebê e para as meninas.
– Não é isso, Stefan! – Falou. – Você sabe que logo, logo o bebê vai nascer, e nós precisamos de um lugar para chamar de nosso, você entende?
– Eu entendo. – Ele suspirou. – Mas quando vocês se mudarem, vou ficar sozinho, já que Damon e Elena ficam a semana inteira na faculdade.
– Bobo. – Ela sorriu e abraçou-o pelo pescoço. – Você não vai ficar sozinho, pode ir nos ver quando quiser e não pense que eu vou te deixar em paz.
Stefan riu e voltaram a olhar as casas.
– Achei uma bem legal. – Annie apontou para uma casa no folheto que segurava. – Quatro quartos, três com banheiro, piscina e... Uma mini boate.
– Não. – Katherine e Amy responderam juntas e Annie fez um beicinho de falsa tristeza.
[...]
O dia havia passado e o sol já se estava se pondo, dando ao céu um tom alaranjado. A morena se apoiava na grande janela e sorriu ao ouvir os batimentos cardíacos de seu bebê. Escutar o coraçãozinho daquele ser tão frágil lhe trazia uma paz inexplicável. Ouvindo aquele lindo som, ela sabia que seu filho ou filha estava bem.
Saiu de perto da janela e fechou-a, fechando as cortinas logo em seguida.
Ela, as amigas e Stefan haviam ido visitar algumas casas, mas não havia escolhido nenhuma.
Suspirou, precisava de um banho. Entrou no banheiro, tirou suas roupas e sorriu para o espelho, acariciando a barriga. Havia aumentado um pouco, nada muito grande, mas estava maior.
Lembrou-se de Elijah e seu coração apertou-se, sentia muitas saudades dele.
Ele havia partido, mas havia deixado com ela o maior e melhor presente que alguém poderia lhe dar, havia deixado um pedacinho dele, um pedacinho do amor deles.
Às vezes, sentia vontade de correr para Nova Orleans e contar tudo, mas não arriscaria a vida de seu bebê. Elijah havia lhe abandonado e não iria atrás dele. Por mais que a distância doesse, era o certo a se fazer, Elijah devia estar feliz com sua família e ela logo teria uma parte dele em seus braços.
Sorriu ao lembrar-se da noite em que conceberam o bebê, aquela havia sido a última vez que tinham feito amor e pelas as suas contas, havia sido aquela vez mesmo.
FLASHBACK ON
Katherine se arrepiou ao sentir o vento frio da noite tocar seu rosto. Suspirou, sentia falta dele, não o via há algum tempo, não fazia nem um mês direito, mas mesmo assim, a saudade já apertava. Não devia se sentir assim, ela era Katherine Pierce, não uma adolescente apaixonada que não vê a hora de rever o namorado.
Desviou a atenção do céu escuro e estrelado com o barulho da porta sendo aberta. Seus olhos encontraram os do original.
– Katerina. – Ele sorriu e ela foi até ele quase correndo, abraçando-o com força. – Senti tanta sua falta.
Ele acariciou os cabelos dela, ainda abraçados.
– Eu também senti a sua. – Ela apertou-o mais ainda.
Soltaram-se e Elijah segurou seu rosto delicadamente com as mãos, acariciou uma de suas bochechas de leve.
Ele sorriu e encostou seus lábios aos dela, beijando-a delicadamente, mas ao mesmo tempo, o beijo tinha saudade e paixão. Uma de suas mãos desceu para a cintura dela, colando ainda mais os corpos, ela envolveu o pescoço dele com as mãos.
No começo o beijo era calmo e doce, mas foi ficando mais urgente. Elijah encostou-a na parede e pararam de se beijar, as respirações descontroladas.
– Não suma mais, muito menos sem me deixar sem notícias. — Ela disse autoritária e puxando os cabelos dele.
– Nunca mais. – Ele sorriu e beijou-a com paixão, ela o retribuiu com a mesma empolgação.
Ele passou a beijar seu pescoço e ela segurou seu cabelo.
– Senti falta disso também. – Ela disse de olhos fechados, a respiração ainda meio descontrolada.
Ele sorriu e mordeu o lábio inferior, voltando a seu pescoço, onde deu um chupão e ela soltou um gemido.
– Você vai me deixar marcada. – Ela disse ainda de olhos fechados.
– Não me importo, é bom que vejam que você é minha e de mais ninguém. – Ele disse e ela abriu os olhos.
Ele beijou-a novamente, ela deu um pequeno impulso e prendeu as pernas em seu quadril. Elijah livrou-se da jaqueta de couro e da blusa dela, carregou-a até a cama.
Depositou-a na cama e ficou por cima dela, beijando-a em seguida. As mãos dele acariciavam o corpo dela, causando deliciosos arrepios. Pararam de se beijar e ela gemeu.
– Também senti falta disso, adoro ouvir seus gemidos. – Ele disse com a voz rouca e começou a beijar e mordiscar o pescoço dela, ela soltou mais gemidos e mais altos, ele riu de um jeito sexy.
Elijah desceu os beijos, chegando aos seios dela – ainda cobertos pelo o sutiã de renda preto -, apertou um dos seios de leve e ela gemeu.
Continuou a beijá-la até chegar à barriga, onde mordiscou e beijou, a morena pendeu a cabeça para trás e gemeu.
Ele chegou à calça jeans dela, desabotoou e puxou o zíper para baixo. Katherine ajudou-o a tirar a peça, livrando-se de seus saltos alto pretos em seguida.
Elijah ficou de joelhos na cama e olhou-a melhor, mordeu o lábio inferior e gemeu com a visão.
– Gosta do que ver? – Ela perguntou para provocá-lo e mordeu o lábio inferior.
Ele sorriu safadamente e beijou-a novamente. Ela gemeu entre o beijo quando ele deu uma tapa em sua banda.
– Isso aqui está meio injusto, você está muito vestido. – Katherine disse com uma voz sexy.
A vampira ficou de joelhos na cama e ele sentado, livrou-se do paletó preto dele e depois afrouxou a gravata, tirando-a em seguida. Ele livrou-se dos sapatos e meias.
Elijah começou a beijar novamente o pescoço dela, Katherine começou a desabotoar a camisa social branca dele.
– Assim você me desconcentra. – Ela disse entre um gemido, estava nos últimos botões da blusa e estava se embaralhando toda, já que Elijah a desconcentrava.
Quando finalmente conseguiu finalmente livrar-se da blusa dele. Trocou de posição, deitando-o e ficando por cima dele, sentada em sua barriga.
Katherine beijou e mordiscou o pescoço dele, deixando um chupão ali. Ele gemeu e apertou de leve a bunda dela.
A vampira tirou a mão dele dali e deu um sorriso sexy.
– Agora eu estou no comando. – Ela sussurrou com uma voz sexy no pé do ouvido dele e ele rosnou de excitação.
Ela começou a beijar, mordiscar e arranhar o peitoral dele.
– Você me deixa louco. – Ele rosnou.
– Não é nem o começo. – Ela disse e beijou-o.
Uma das mãos dela escorregou pelo o peitoral dele e chegou ao membro pulsante, coberto pela calça e cueca.
Ele gemeu entre o beijo e ela sorriu. Parou de beijá-lo e começou a acariciar o membro dele por cima da calça.
Os gemidos e rosnados dele a enlouqueciam.
Ela pendeu a cabeça para trás e gemeu ao roçar seus sexos. Ele segurou na cintura dela para aprofundar mais. Ela beijou-o, o beijo era mais doce e carinhoso.
As mãos dele passeavam no corpo dela. Uma das mãos dela acariciava o rosto dele e a outra desceu e desabotoou a calça dele, desceu o zíper e acariciou de leve o membro de Elijah, ainda coberto pela a cueca.
Ele gemeu entre o beijo e ela sorriu.
Katherine abaixou a calça dele e ele ajudou-a a tirar por completa. A vampira mordeu o lábio inferior com a visão de Elijah de cueca Box preta, tentador ao extremo.
Ela deu um rápido beijo nele e começou então a beijar o pescoço dele, ele gemeu quando ela deu uma mordida sexy.
Katherine chegou ao peitoral, raspou as unhas de leve e ele rosnou de prazer, parecia que a qualquer momento ele iria explodir de tanta excitação, ela o enlouquecia como nenhuma outra havia o feito e ele tinha o mesmo efeito nela.
Katherine rebolou no membro de Elijah e os dois gemeram. Ela voltou a beijar, arranhar e morder o peitoral dele, levando o original à loucura.
A morena então, chegou a cueca Box. Ela deu um sorriso malicioso para ele, que engoliu o seco. Ela o acariciou e ele suspirou, os olhos fechados e mordendo o lábio inferior.
Ela tirou a mão e ele rosnou em reprovação, arrancando um sorriso malicioso dela. Katherine tirou a Box e quase a rasgou, libertando o membro de Elijah. Ela segurou com uma mão e sorriu para ele, que suspirou com força.
Sua mão começou a se movimentar no membro dele. Katherine então o soltou, recebendo um rosnado de desaprovação. Elijah suava e sua cabeça estava pendida para trás, ele deu um olhar pidão para ela, que riu de uma maneira sexy.
Katherine então se apoiou melhor na cama e com uma mão segurou o membro do vampiro, a outra foi para sua coxa e arranhou sem dó, fazendo-o dar um longo gemido.
A morena sorriu para ele e passou a língua em seu membro, recebendo outro gemido, ainda mais alto. Ela sorriu e deu um beijo na cabeça do membro dele. Então se sentou na cama novamente e Elijah olhou-a confuso e desesperado.
– Porque você parou?
– Perdi a vontade. – Ela mordeu o lábio inferior safadamente.
– Você não vai me deixar assim, vai? – Ele apontou para o membro, desesperado.
– Sim. – Ela sorriu inocentemente. – O que vai fazer quanto a isso?
Elijah entendeu o jogo dela e sorriu maliciosamente. Em questão de segundos, a vampira morena estava embaixo dele e com um olhar de surpresa misturado a desejo.
– Você quer jogar? Agora aguenta. – Ele beijou-a em seguida, suas mãos percorrendo o corpo dela.
Em pouco tempo, seu sutiã estava jogado ao chão, Elijah mordeu os lábios ao observar os seios dela, seus mamilos estavam durinhos de excitação. Ela mordeu o lábio inferior para não gritar quando ele abocanhou um de seus seios, sugando seu mamilo e massageando o outro seio com uma das mão.
– Ahnn. – Ela gemeu quando ele apertou um de seus mamilos com dois dedos.
Ele trocou de seio, dando o mesmo tratamento de um, que deu ao outro. Katherine estava encharcada, nesse passo gozaria antes dele chegar a sua intimidade.
Elijah desceu os beijos pela barriga, onde mordiscou, beijou e lambeu, Katherine começava a se contorcer embaixo dele.
Ela quase foi ao céu quando ele beijou sua intimidade, coberta pela calcinha. Elijah tirou a calcinha dela de uma forma lenta e torturante, ela mesma estava a ponto de rasgar a peça incomoda.
O original colocou as pernas dela arqueadas e ficou posicionado entre elas, Katherine quase teve um ataque ao sentir a respiração dele bater de encontro com sua intimidade encharcada.
Elijah tocou o clitóris inchado dela, a morena arqueou as costas e ele fez movimentos circulares. Ela soltou um gemido choramingando quando ele tirou o dedo, mas rapidamente substituiu com a língua habilidosa.
Primeiro circulou o clitóris dela, fazendo-a gritar e depois penetrou-a.
– Elijah. – Ela gemeu, quase gritando e ele olhou-a de um modo malicioso. – Nem pense em parar.
O vampiro continuou com os movimentos e quando viu que ela logo atingiria o ápice, parou e sentou-se na cama, deixando uma Katherine atordoada.
– O qu-e você pensa que está fazendo? – Ela disse, a respiração acelerada.
– Apenas dando o troco. – Deu uma piscadela. – Mas claro, sou um homem bom e se você pedir com carinho, claro que vou ceder.
Katherine poderia estar enlouquecendo de tesão, mas não iria ceder. Então deu um sorriso malicioso.
– Espera deitado, porque sentado pode cansar. – Ela disse, sensualmente.
Sentou-se na cama e abriu as pernas, arqueou a cabeça para trás e deu um longo gemido ao tocar o clitóris. Elijah sabia que assim ela não cederia, seria fácil demais. Então como um flash, deitou-a, abriu as pernas dela e se colocou entre elas, com uma mão segurava a cintura dela, para que não empurrasse e com a outra os braços no alto da cabeça dela.
– Elijah. – Choramingou. – Isso é injusto.
– Não era você que queria jogar, Katerina? – Ele sorriu de uma maneira sexy e ela perdeu mais ainda o fôlego. – Eu já disse, é só pedir que eu faço, não custa nada.
Sua intimidade latejava de tesão, estava desesperada, tentando mover o quadril, mas a mão de Elijah a impedia.
– Não vou pedir nada. – Ela disse, irritação e desejo presentes em sua voz.
– Não vai é? – Ele arqueou uma sobrancelha e ela balançou a cabeça negativamente. – É o que vamos ver.
Elijah posicionou o membro em sua entrada, mas sem penetrá-la, e roçou a cabeça no clitóris dela, fazendo-a choramingar um gemido. Era excitante vê-la assim, Katherine Pierce, a sedução e manipulação em pessoa, tão entregue e precisando tanto dele. Mas era difícil para ele também, se segurava para não penetra-la e matar aquela vontade de estar dentro dela.
– Elijah. – Choramingou. – Isso é golpe baixo.
– Não, golpe baixo é o que você fez comigo.
Katherine estava desesperada, mas ainda tinha seus truques. A morena conseguiu inclinar-se e chegar ao ouvido dele.
– Elijah, senti tanta sua falta, de tudo, inclusive de te ter dentro de mim, fundo e forte. – Ela sussurrou sensualmente e mordeu o lóbulo dele. – Acabe logo com isso.
O que ela havia falado era verdade, estava sentindo falta dele em todos os aspectos.
– Vamos lá, você também quer. – Ela sussurrou rouca e maliciosamente.
Elijah teve que se agarrar a pouca sanidade que lhe restava e não fazer aquilo.
– Seus joguinhos não vão funcionar. – Ele disse, mas não sabia se era verdade, mas um pouco e não responderia por seus atos e mandaria aquele maldito jogo para a puta que pariu.
Então mais uma vez posicionou-se na entrada dela, mas dessa vez quase a penetrou, fez movimentos circulares.
Katherine choramingava desesperada.
– É só pedir. – Ele sussurrou no ouvido dela e mordeu o lóbulo de sua orelha.
Soltou as mãos dela e segurou um dos seios, apertando o mamilo com os dedos. Katherine tentou desesperadamente ter apoio nos braços e empurrar o quadril, mas ele foi mais rápido.
Ele beijou-a e puxou seu lábio inferior, continuando a fazer os movimentos circulares com o membro.
– Eu desisto. – Gritou, desesperada, a excitação estava enlouquecendo-a.
– O que quer que eu faça? – Ele perguntou, a malícia e o desejo em sua voz, ele também estava quase perdendo o controle.
– Por favor, Elijah, me faça sua. – Ela pediu, suplicante e com um ar sexy, que faria qualquer um perder a cabeça.
– Seu desejo é uma ordem. – Ele beijou-a e a penetrou, fundo e forte.
Os dois viram estrelas e gemeram entre o beijo. Ele começou a se movimentar, no começo eram lentos e fundos, eles se beijavam e gemiam entre os beijos. Elijah apoiou as duas mãos ao lado da cabeça dela.
Os jogos haviam acabado, agora em só um homem e uma mulher se amando na cama.
Os dois sabiam que aquilo não era só o simples ato sexual, eles faziam amor. Ali tinha carinho, amor, desejo, paixão e muitos outros sentimentos. Eles eram um só. Eram só Elijah e Katherine, se amando, como se nada mais existisse ou importasse além do amor um pelo o outro.
– Elijah. – Ela gemeu, os olhos fechados e as pernas em voltas ao quadril dele, suas unhas arranhavam as costas dele.
– Katerina. – Ele gemeu e beijou-a em seguida, puxando o lábio inferior dela.
Katherine inverteu as posições, ficando por cima dele, apoiou as mãos no peitoral dele. Elijah sorriu e mordeu o lábio inferior, ela começou a se mexer, cavalgando-o. Ele colocou as mãos em sua cintura para ajudá-la, mas ela tirou-as e as prendou em cima da cabeça dele com uma mão.
Katherine pendeu a cabeça para trás e soltou as mãos dele, apoiando-se no peitoral dele e rebolando.
– Assim. – Ele gemeu, de olhos fechados.
Ela beijou-o e ele inverteu as posições, ficando por cima. Os movimentos ficaram ainda mais rápidos. A morena agarrou-se ainda mais a ele e cravou suas unhas com força nas costas e no ombro dele.
– Elijah, eu vou... – Ela disse, sentindo o orgasmo se aproximou.
Ele beijou-a e sussurrou entre os lábios dela.
– Eu amo você, Katerina.
– Eu amo você, Elijah.
E chegaram ao ápice juntos, os gritos abafados por beijos. Ela mordeu o lábio inferior dele com força e ele apertou sua cintura.
As respirações estavam descontroladas, o suor escorria pela pele de ambos. Elijah com a cabeça no pescoço dela, respirando pesadamente, Katherine permanecia com as pernas em volta dele e os braços agarravam suas costas. O sorriso da morena estava estampado.
Elijah saiu de dentro dela e deitou-se ao lado da mesma, puxando-a para o seu peito. Katherine aninhou-se ali, sentindo-se protegida e segura. Ele acariciava seus cabelos, enrolando de vez enquanto um dos cachos em seu dedo.
– Elijah. – A morena se apoiou com os braços no peitoral dele.
– Hum? – Ele disse, abrindo os olhos.
– Você me ama? Quer dizer, de verdade? A ponto de confiar em mim de novo? – Ela perguntou, mordendo o lábio inferior, já fazia um tempo que essa perguntava sua cabeça.
Katherine sabia que ele a amava, quer dizer, ele sempre deixou bem claro. Mas tinha um certo medo de ele não confiar nela e ela realmente não lhe tiraria a razão afinal, quem confiava? Mas confiava nele, muito, e sabia que a base de um relacionamento era confiança. Não que pudesse exigir isso dele, claro, ela era Katherine Pierce e o fato dele amá-la, já era algo grande.
Sentiu o homem embaixo de si estremecer e viu seus olhos ficarem sérios. Não precisava mais de nenhuma confirmação aí estava sua resposta e doeu bem mais do que esperava.
– Katerina. – Ele suspirou e sentou-se na cama, ela o imitou. – Eu mentiria se dissesse que confio totalmente, e eu não posso e nem quero mentir para você. – Continuou. – Eu amo você, bem mais do que eu gostaria, mas também seria mentira da minha parte dizer que não temo que você a qualquer momento desapareça e não volte mais, ou que talvez eu seja só mais um na sua vida, para você brincar e quando enjoar, ir embora.
Ela ouvia tudo sem dar uma palavra.
– Tenho medo de confiar em você novamente e que você me traia de novo. – Ele suspirou. – Eu ainda vejo a minha Katerina ai dentro, mas você não é a mesma garota que eu amei há muito tempo, você fez coisas horríveis, passou por cima, usou e brincou com muita gente da forma que bem quis. – Continuou. – Eu não posso confiar em você tão facilmente.
Katherine balançou a cabeça em afirmação, as lágrimas ameaçando sair e ela desejando sumir. Provavelmente se ouvisse aquelas palavras de outra pessoa, não se importasse, mas de Elijah, o homem que amava, era diferente e mais doloroso do que ela gostaria ou esperava.
– Tudo bem, Elijah, eu sou um maldito monstro. – Ela falou com a voz embargada e depois sorriu tristemente. – Katherine Pierce, a lenda, o monstro que causa repulsa, não a sua amada e doce garota, Katerina Petrova.
Ela virou-se e pôs as pernas para fora da cama, ficando de costas para ele e levantando-se enrolada num lençol.
Katherine sabia que não era a mesma e nunca seria, ela havia feito coisas terríveis para sobreviver, coisas que a garota que um dia foi teria horror. Não culpava Elijah por não confiar nela, mas doía confia nele e amá-lo tanto e ele não confiar nela.
Elijah enrolou o lençol na cintura, levantou-se, foi até ela e segurou seu braço, fazendo-a olhá-la.
– Você sabe que eu não quis dizer isso, você não é um monstro, só passou por muita coisa, para sobreviver, e você tem que admitir que fez coisas terríveis também. – Ele disse, olhando-a nos olhos. – Eu amo você, apesar de tudo e sei que você não é um monstro.
– Não, Elijah, você não me ama, você ama a garota que um dia disse a você que sem o amor, não haveria razões para viver, mas infelizmente essa garota morreu, há muito tempo. – Ela falou, puxando seu braço e sorrindo tristemente, uma lágrima escorreu e ela limpou-a rapidamente, não queria chorar na frente dele. – Eu admito que fiz muitas coisas das quais não me orgulho, fui cruel, egoísta e mais um bocado de defeitos, mas você não saiu ileso, Elijah. – Ele tentou falar, mas ela não deixou. – Você me caçou como um animal para que o seu irmão tivesse o que queria.
– Sim, eu fiz, mas você deveria ter confiado em mim, eu salvaria você. – Ele disse, convicto e aproximou-se, pegando seu rosto em suas mãos. – Eu amo você, não só quando você era humana, mas também agora, eu aprendi a ver o seu lado, você se tornou uma mulher forte e conseguiu sobreviver a tanta coisa, mas ainda assim eu vejo a minha doce Katerina ai dentro, mas ela não é mais tão frágil. – Continuou. – Você aprendeu a se defender, a sobreviver no mundo em que vivemos, do jeito mais difícil, perdeu pessoas que amava e fez coisas muito ruins, mas eu não a amo menos por isso, porque amar, quer dizer aceitar a pessoa mesmo com seus defeitos e suas escolhas erradas.
Aquela declaração havia tocado-a e amolecido-a, bem mais do que ela gostaria. Ela teve que se esforçar para tirar as mãos dele de seu rosto, seu corpo e sua mente implorando para não fazer.
– Mas amor também inclui confiança, Elijah, eu confio em você, apesar de tudo. – Falou, firme, mas sua voz quase vacilou ao pensar nas palavras dele antes.
Ele suspirou e afastou-se um pouco.
– Eu amo você, apesar de tudo, reconheço as coisas ruins que você fez e continuo te amando, mas não posso confiar em você agora, não cem por cento. – Ele disse, sincero e aproximou-se, tocando seu rosto.
Ela afastou-se de seu toque e sorriu falsamente.
– Acho que posso superar, querido. – Ela falou, em seu tom de superioridade, como de costume. – Eu sempre supero.
Elijah suspirou ao vê-la soltar o lençol e começar a vestir suas peças íntimas. Ela havia colocado a máscara, de novo e ele preferia que ela gritasse com ele ao invés de usar aquilo.
– O que você quer que eu faça? – Ele perguntou. – Me diga, mas não vou mentir para você.
Ela parou o que estava fazendo e olhou-o. Ele tinha razão, ela sabia, mas doía estar com alguém que não confia em você, não totalmente, quando ela confiaria sua vida a ele.
– Eu entendo. – Suspirou, aproximando-se. – Mas não quer dizer que eu não fique menos magoada, eu amo você, e dói saber que não confia em mim, quando depósito toda a confiança que posso ter em você.
Ele abraçou-a e no começo, ela tentou empurrá-lo, mas ele a prendeu ali e quando ela estava mais calma, apoiou o queixo em sua cabeça e inalou o aroma dos cachos castanhos.
Ela inalou o cheiro que emanava de seu peito e se permitiu descansar a cabeça lá. Queria que as coisas fossem simples e desejou que fossem apenas um casal de humanos, normais, só discutindo por banalidades.
Elijah depositou um beijo em sua testa e pegou seu rosto novamente entre suas mãos.
– Você pode não acreditar, mas eu amo você e é você que eu vou amar, para sempre. – Ele declarou.
(N/A: Escutem a música, dá um clima melhor: https://www.youtube.com/watch?v=yW82pk1hVq0"
Ela abriu a boca para falar, mas não saiu nada, então ele começou a distribuir beijos por seu rosto. Primeiro na testa, demorando um pouco, ela fechou os olhos ao sentir seus lábios em sua pele, a textura daquela boca que ela tanto amava. Katherine às vezes odiava o poder que ele exercia sobre ela, seus beijos deixavam suas pernas moles e ficava difícil raciocinar direito com seus mãos fazendo carinhos suaves por sua cintura e costas. Odiava também o fato de quase estar esquecendo-se da raiva e da dor enquanto estava em seus braços.
Depois ele beijou suas bochechas, seu nariz, o queixo e por fim, deu um casto beijo em seu pescoço. Ela tentou permanecer fria e não reagir, mas com aqueles carinhos, não conseguia impedir seu corpo de reagir. Xingou-se internamente por não ter controle sobre si mesma quando ele tocava-a.
Elijah olhou-a novamente em seus olhos e então beijou-a.
“Você estava com raiva dele, ele não confia em você” Lembrou a si mesma “Não seja idiota”
Katherine tentou se afastar, bater em seu peito, mas ele não permitiu que ela saísse. Apertou-a mais contra si, com uma mão acariciava sua cintura e a outra estava em suas costas, impedindo-o de desvencilhar-se dele.
Era difícil ter pensamentos coerentes com Elijah causando aquelas arrepios e sensações em seu corpo, com suas mãos experientes tirando-lhe a sanidade.
A língua dele pediu a passagem e ela cedeu, já sem escolhas, pois sabia que mais um pouco das mãos de Elijah provocando-a e ela não responderia por si.
Katherine parou de bater em seu peito e envolveu seu pescoço com suas mãos, uma delas enrouscou-se nos cabelos dele.
“Ele disse que não confiava em você, sua estúpida, e agora você está aos beijos com ele” Pensou, mas não conseguia parar o que estava fazendo.
Elijah pegou-a no colo e depositou-a na cama delicadamente.
– Eu amo você e amarei por toda a eternidade, que é muito, então teremos tempo para questões de confiança. – Ele disse, olhando em seus olhos.
– Por enquanto, me contentarei com o seu amor, temos muito tempo pela frente. – Ela deu um pequeno sorriso, entendendo mais do que nunca o lado dele.
“Foda-se, ele me ama e eu o amo, é o que importa, temos uma eternidade ao nosso favor, deixarei para tratarmos de confiança depois”
E por mais que ainda tivesse raiva, não conseguiu evitar, a não ser corresponder o beijo dele de forma apaixonada.
Elijah puxou uma de suas pernas para sua cintura e ela suspirou durante o beijo quando suas intimidades se tocaram.
Ele acariciou sua cintura e colocou uma mão em sua nuca, puxando seus cabelos e causando-lhe arrepios.
Ela também puxou os cabelos dele e com a mão livre, arranhou suas costas. Katherine rebolou contra o membro duro de Elijah, fazendo ambos gemerem.
Ele parou de beijá-la e passou a beijar seu pescoço fazendo-a soltar leves gemidos.
– Eu amo ouvir você gemer. – Ele disse rouco e desceu os beijos para os seios dela. – Amo seu corpo e como ele reage quando eu o toco.
Ela gemeu mais alto quando ele colocou um de seus seios na boca, fazendo movimentos circulares com a língua em seu mamilo e com a mão acariciava o outro seio.
Logo ele trocou de seio, dando o mesmo tratamento a um que deu ao outro. Os gemidos e suspiros da parte dela só aumentaram.
Ele parou os carinhos naquela região e beijou-a novamente nos lábios, olhando-a nos olhos em seguida.
– Amo seu cheiro e o jeito que me olha. – Ele disse. – Amo cada detalhe seu, e não importa quanto tempo passe ou o que você se torne, vou amá-la para sempre, minha Katerina.
Diante das palavras dele, ela sorriu e beijou-o.
– Então me ame, aqui e agora, porque eu sou sua e você é meu, será assim até depois do nosso fim. – Ela sussurrou em seu ouvido quando terminou de beijá-lo.
Beijaram-se novamente e Elijah tratou-se de livrar-se da calcinha dela. Uma de suas mãos começou a massagear os seios da vampira e a outra estava em sua intimidade.
Katherine gemeu alto quando Elijah fez movimentos circulares com o polegar em seu clitóris. Ela arfou quando ele introduziu um dedo em sua intimidade.
A morena desceu a mão e alcançou o membro dele, fazendo-o gemer. Começou a fazer movimentos com ele em sua mão. Logo os gemidos de ambos tomavam conta do quarto.
Quando estava preseste a chegar ao orgasmo, ela chamou-o.
– Elijah. – Sussurrou. – Quero você dentro de mim, agora.
Ele posicionou-se melhor entre as pernas dela, beijou-a e penetrou-a, arrancando um gemido longo de ambos. Katherine o abraçou com as pernas e agarrou-se as suas costas.
Os movimentos no início eram lentos, mas logo aumentaram de acordo com a necessidade deles. Os gemidos viraram gritos de prazer, Katherine arranhava suas costas, Elijah apoia uma mão ao lado da cabeça dela e a outra apertava sua cintura.
– Elijah. – Katherine gritou ao atingir o clímax com ele.
Ele beijou-a e ela apertou-o ainda mais. O vampiro deixou seu corpo desabar sobre o dela e ficaram assim por um tempo, sentindo um ao outro, as respirações descontroladas e os sorrisos presentes.
Elijah saiu de dentro dela, deitando-se e cobrindo-os com os lençóis, puxou-a para seu peitoral e beijou-a.
– Se eu pudesse não sairia dessa cama nunca, ficaria feliz em passar a eternidade debaixo dos lençóis com você. – Ele sorriu, acariciando seu rosto.
Ela riu e beijou seu peito.
– É um longo tempo. – Ela disse.
– Em falar em longo tempo. – Ele disse. – Meu amor, temos muito tempo pela frente e vamos aprender a confiar um no outro, eu confio em você, mas não como eu gostaria.
– Você ainda tem insegurança em relação a nós?
– Um pouco. – Confessou.
– Eu amo você, e vou provar isso a cada diz que passarmos juntos. – Ela disse. – E vamos aprender a confiar um no outro com o tempo.
– E acredito que esse tempo não vai demorar, mas se formos com calma, tudo vai ser ajeitar. – Ele sorriu. — Não precisa me provar nada, porque eu já sei. – Ele disse. – Eu amo você, mais do que eu gostaria e tenho certeza que mesmo que eu chegue a me apaixonar por outra, você sempre terá um espaço em meu coração. – Continuou. – Não importa quanto tempo passe ou as coisas ruins que você fez ou vai fazer, não importa que você tenha mudado e se tornado tão dura e fria, eu te amarei, até depois que eu me for.
Ela sorriu, os olhos marejados.
– E eu amarei você do mesmo jeito, mesmo que um dia não fiquemos mais juntos, você sempre será o alguém que me amou e me aceitou apesar de tudo. – Ela disse, convicta.
Beijaram-se mais uma vez e adormeceram um nos braços do outro.
FLASHBACK OFF
As lágrimas já banhavam seu rosto e ela se xingava mentalmente por pensar nele, por relembrar aqueles bons momentos, mas que traziam dor e saudades. Ela ainda o amava, como dissera, e o amaria para sempre.
Katherine nunca se esqueceria daquela noite, haviam tido tantas emoções, tantas juras de amor e o fruto disso estava crescendo em seu ventro cada dia mais, ela era tão grata a Elijah por dar-lhe aquele presente.
Tudo o que viveram juntos foi muito importante para ela e a morena nunca esqueceria de nada.
Mas sentia tanta falta dele, dos beijos, dos carinhos, das conversas e de tudo que viveram, que seu peito as vezes apertava. Queria tanto tê-lo ali, compartilhando aquele momento tão importante com ela, esperando a chegada do filho deles.
Gostava de lembrar dos momentos que passaram juntos, por mais que doesse, mas aquilo teria que parar, não poderia viver chorando pelos cantos, não quando em seis meses teria um bebê.
“Pare de chorar, sua estúpida, você é uma sobrevivente, não uma garota chorona” Sua mente dizia. “Você vai ter um bebê e ele precisa de uma mãe, não de uma fracassada, além do mais, Elijah deve estar feliz com sua família. Ele fez sua escolha e você tem que seguir em frente”
Ela respirou fundo e enxugou as lágrimas, estava na hora daquela tristeza ir embora, ela precisava ser forte pelo seu bebê, que chegaria em breve e precisaria dela.
– Eu sou Katherine Pierce, uma sobrevivente, não uma fracassada. – Ela disse para o reflexo no espelho, tentando se convencer daquilo mais do que nunca.
[...]
Na manhã seguinte, depois de uma noite de lágrimas e reflexões, Katherine levantou-se, sentindo-se renovada e mais decidida a seguir em frente do que nunca. Elijah estava em Nova Orleans e deveria estar feliz com sua família. Ela teria que se focar no bebê e por mais que doesse, deixar de lado o que viveu com Elijah, para o seu próprio bem.
Tomou um banho rápido, vestiu-se e desceu. Só estavam na mesa Amy e Annie, então deduziu que Stefan deveria estar dormindo.
Conversaram enquanto tomavam café e depois retiraram a mesa e lavaram a louça.
Katherine pegou seu notebook e foi olhar as casas a venda, queria sair ainda nesse mês da casa dos Salvatore, não queria abusar da boa vontade de Stefan, apesar do mesmo insistir para ela ficar.
Depois de ver algumas casas, uma lhe chamou a atenção. A casa era de um tom marfim puxado para amarelo, com uma varanda pequena e rodeada por cerca branca, atrás havia um quintal bem espaçoso, como piscina e um deque com churrasqueira. Tinha dois andares, no primeiro ficava a sala de estar, cozinha, lavanderia e um escritório. No andar de cima ficavam os quartos, todos com banheiros. A garagem tinha duas vagas para carros.
Ela estava apaixonada pela casa, não era nada luxuoso, mas era bonita e do jeito que ela sonhou. Sorriu ao imaginar, tanto um menino quanto uma menina, correndo e brincando na frente da casa.
– Bom dia. – Stefan disse, entrando na sala. – Acharam alguma coisa?
– Eu gostei muito de uma casa. – Katherine disse. – É espaçosa, bonita e tem até uma piscina, mas justamente por causa dessa piscina que eu estou ainda na dúvida.
– O que tem ela? – Stefan sentou-se ao seu lado.
– Criança e piscina às vezes não é uma boa combinação. – Ela disse, preocupada.
– É só ensinar desde cedo a não chegar perto da piscina sem você ou colocar numa aula de natação desde cedo, fim do problema. – Stefan sorriu. – Gostou mesmo da casa? Não é?
– Sim. – Ela admitiu. – Acho que vou enviar um email para a dona ainda hoje.
– Não quer olhar mais algumas? – Amy perguntou.
– Não, vou só marcar uma visita e se eu gostar mesmo, vai ser essa. – Falei, digitando rapidamente e enviando o email em seguida. – Pronto, agora é só esperar.
Katherine sorriu, finalmente teria sua própria casa.
[... ]
A proprietária da casa havia respondido mais rápido do que ela esperava e no mesmo dia, a tarde, ela, as meninas e Stefan já estavam lá para ver a casa
– É bonita mesmo. – Comentou Annie depois que entraram.
Katherine examinou cômodo por cômodo cuidadosamente e havia gostado mais ainda da casa. Já imaginava os móveis que iria comprar e estava ainda mais ansiosa para descobrir o sexo do bebê, para poder montar o quarto dele ou dela.
E depois que foram para o quintal, ela tomou a decisão.
– É maravilhosa. – Katherine disse encantada e apertou a mão da proprietário. – Vou ficar com ela.
Acertaram o valor e Katherine agradeceu internamente por ter suas economias altas guardadas no banco. Daria para comprar a casa, decorar e ainda sobraria. Precisaria de um carro também, fez uma nota mental para comprar logo um.
Katherine sorriu ao sair da casa, há muito tempo não tinha uma casa de verdade ou qualquer lugar que desse para chamar de lar.
Estava feliz, ali seria sua casa, seu lar e de seu bebê, seria mais feliz do que nunca. Agora estava mais do que certa, teria uma nova vida, deixaria o passado para trás e recomeçaria.
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