Sweet Happiness

29 Capítulo 29 - Por amor


Notas iniciais
Olá babies, todas bem? Eu espero que sim *-------* Olhem, eu estou de férias, finalmente, portanto durante esta minha folguinha eu irei publicar com mais frequência os capítulos, certo? Eu ainda não respondi todos os comentários, mas irei fazer isso agora mesmo... Eu adoro os comentários de vocês, me dão tanta confiança para continuar com essa história, que em algumas vezes senti o desejo de abandoná-la, mas o amor que tenho por SH e por vocês que são tão adoráveis me fazem querer ir até o fim com ela e assim farei

"Regina Mills, você aceita ser minha namorada?"

Aquela pergunta, aquele pedido fazia eco dentro da cabeça de Regina e transbordava em milhões de sensações através das múltiplas batidas que seu coração dava a cada um segundo. A respiração estava lenta e os olhos começavam a lacrimijar intercalando entre a joia alí a sua frente e os brilhantes olhos verdes ansiosos de Emma.

– Emma... — sussurrou o nome da amiga começando a compreender de verdade o que estava acontecendo e involutariamente os lábios se curvavam para um sorriso desajeitado enquanto as lágrimas faziam sua delicada participação.

– Regina, eu te amo tanto que sou capaz de fazer o que for para ter você sempre ao meu lado, sou capaz de atrevessar oceanos e escalar montanhas só para ter a felicidade de contemplar seus sorrisos a cada vez que nos encontrarmos. Sim, eu sei, isso é romantico demais até para mim, mas quando se ama de verdade o romance vira segunda e até terceira pele e eu te amo como cada certeza que meu mundo só pertence à você... Só por sua existência em minha vida. Você é meu ar, meu equílibrio, minha razão para cada ato que eu tenha feito de bom durante esses anos... Eu te amo, te amo muito. Você é meu primeiro e quero que seja para sempre o meu único amor. Então... Você me dá a honra de poder te chamar de minha oficialmente? — Emma disse cada palavra com toda força de sinceridade, nervosa e ansiosa pela resposta de Regina, que estava igualmente emocionada.

Regina sorriu nervosa soltando o ar atrapalhando-se um pouco com as lágrimas e indo até Emma colocando suas duas mãos no rosto da loira trazendo-a para sí e beijou seus lábios com suavidade, apenas pressionando e segurando aquele gostoso toque por alguns segundos.

– Eu te amo como nunca amei ninguém, Emma... Se eu sou seu equílibrio, você é meu chão e minha fortaleza... Você é definitivamente a luz da minha vida. — sussurrou com a testa colada a de Emma e de novo dando outro delicioso selinho com o sabor levemente salgado das lágrimas de ambas. — Eu aceito sim sua boba, aceito ser sua namorada e tudo mais que você quiser.

Emma sorriu entre as lágrimas e os inúmerosos selinhos trocados com Regina.

– Então... — começou a dizer enquanto retirava da caixinha o anel e a colocava sobre uma almofada sobre o sofá. Ergueu o olhar para Regina sem nunca desmanchar aquele sorriso apaixonado e bobo. — Vamos tornar isso oficial?

– Com o enorme prazer. — estendeu a mão para Emma que logo a pegou e deslizou o anel de compromisso pelo dedo de Regina e ao final beijando-a. — Ele é tão lindo!

– Tal como você.

Regina sorriu admirando o anel por alguns segundos. Olhou para Emma depois com uma expressão pensativa desfazendo pouca coisa do sorriso.

– Espera, tem algo de errado. — apontou.

– O quê?

– Você também tem que ter um anel de compromisso.

Emma riu de lado.

– Eu não preciso meu amor.

Regina negou com a cabeça saindo do sofá empurrando delicadamente Emma contra o tapete felpudo branco e sentando-se no colo dela.

– Nada disso, Swan. Eu também quero que as pessoas saibam que você tem dona, que você pertence única e exclusivamente à Regina Mills, então não tem essa de não precisa, amanhã mesmo eu comprarei o seu. — disse passando seus dedos de leve pelo rosto de Emma e logo mergulhando novamente entre os fios loiros. — Minha namorada! — exclamou contra o ouvido de Swan saboreando gostosamente aquela nova palavra que apartir de agora estaría constantemente em sua boca. Soprou levemente contra a pele do pescoço de Emma, escorregando sua àvida língua por toda a curvatura notando como os dois corpos ganhavam uma nova onda de calor atravessando cada parte e derretendo-se entre suas pernas.

– Sua, apenas sua. — murmurou Emma aos suspiros fechando os olhos lentamente apreciando com prazer a atenção especial que Regina estava proporcionando-lhe.

Os toques ousaram-se mais, os afagos e carícias tornaram-se mais íntimos fazendo assim as duas não resistirem à mais uma vez entregar-se ao amor naquela noite. Amaram-se com desejo, com ferocidade, com carinho, com respeito, com paixão e acima de tudo com amor.

Ao amanhecer, Regina acordou com um terrível embrulho no estômago e correu para o primeiro banheiro que encontrou na casa trancando-se nele.

Um pouco perdida pelo brusco movimento e desaparição de Regina por entre os cômodos, Emma levanta-se da cama -que encontraram após várias rodadas de amor pela sala- e vai atrás da namorada.

– Gina? — chama batendo contra a madeira da porta do banheiro. Estava usando apenas as roupas íntimas. — Você tá bem?

– Sim, eu estou. É somente esses desagradáveis enjôos mais uma vez. — responde Regina do outro lado da porta.

– É só o bebê dando bom dia, amor. — Emma diz sorrindo não podendo conter um bocejo ao espreguiçar-se alongando os braços.

A porta é destrancada e Regina sai enrolada com uma toalha vermelha.

– Seria maravilhoso se fosse de uma forma menos desagradável. — disse sorrindo também. — Escuta Emma, o que eu irei vestir agora já que você fez o favor de rasgar o meu vestido noite passada?

– Porque você quer vestir algo? Está muito bem assim mesmo. — diz maliciosa passando seus olhos por todo o corpo de Regina parando nas maravilhosas pernas da namorada.

– Ai Emma eu estou falando sério. — bufa revirando os olhos.

– E quem disse que eu não estou?! — voltou a encarar Regina sorrindo de uma maneira tão safada que foi inevitável para a morena não achar graça.

– OK! Eu vou para casa nua, assim mesmo já que você não vê problema algum. — jogou a toalha no chão revelando sua completa nudez. — Acho que muitos irão adorar me ver chegar assim. — e então começou a caminhar pela casa.

– Hummmm... Regina! — a loira deixou escapar um gostoso gemido ao ver sua morena desfilar pela casa sem pudores algum exibindo sua nudez. A alcançou abraçando por trás fazendo ambas sorrirem juntas. — Não me provoca assim, ai meu Deus, vou virar santa depois disso. — beijou delicadamente o ombro de Regina. — Não se preocupe, eu planejei tudo com os menores detalhes... Eu trouxe roupas para nós duas.

– Hum, é? E onde estão? — perguntou virando-se e ficando de frente com Emma rodeando o pescoço da loira com seus braços.

– No quarto onde estávamos, eu trouxe quando viemos arrumar a casa ontem pela tarde. — informou e logo deu um selinho nos gostosos lábios de Mills.

Regina sorriu.

– Falando nisso... Onde está Killian?

– Ele provavelmente dormiu na casa de Ester e é bom que tomemos um banho e colocar alguma roupa porque logo eles estarão aqui trazendo nosso café da manhã.

Regina suspirou abraçando bem apertado sua namorada deitando sua cabeça sobre o ombro de Emma.

– Que preguicinha! Que horas devem ser hein?

– No máximo 8:00. — respondeu passando suas mãos pelas costas nuas de Regina. — Mas sério, melhor irmos nos arrumarmos.

– Ai não... hoje é domingo, vamos ficar mais umas horas na cama hum? Que tal? — sugeriu mal intencionada levando suas mãos espertas até a bunda de Emma apertando com toda uma vontade e desejo e puxando-a para um encontro mais pleno com o seu corpo.

Os olhos castanhos já ardentes.

– E não quer aproveitar o dia lá fora? O lago, o verde... a piscina... as flores? Tudo aquilo que você tanto adorava quando viemos aqui por primeira vez?

– Eu quero muito, mas mais ainda eu quero contemplar a beleza do seu corpo nú se fundindo com o meu entre aqueles lençóis macios dentro daquele maravilhoso quarto ou... quem sabe sobre algo mais rude. — sussurrou empurrando sutilmente Emma para uma mesa de madeira extensa que se encontrava no meio daquela parte da casa, o que parecia ser uma ante-sala.

Quando o quadril de Emma bateu levemente contra a mesa, Regina segurou com força a cintura da loira a tirando do chão e a colocando sentada sobre a mesa e logo se encaixando entre as suas longas pernas.

– Vejo que alguém aqui é muito ativa durante a manhã, não? — disse Emma com a voz rouca tomada pela excitação colocando suas mãos na nuca de Regina.

– Você nem tem idéia do quanto. — murmurou sensualmente mordendo o queixo e subindo pelo caminho capturando os lábios de Emma em um abrasador beijo, que claro, foi correspondido de igual urgência.

Poderiam ter ido mais além, poderiam ter aproveitado aquele inicio de manhã da forma mais prazerosa e gostosa possível, no entanto alguém com as chaves da casa sem intenções para isso interrompeu o começo de um maravilhoso toque mais íntimo entre as duas.

Ester vinha com os fones de ouvido em um volume tão alto ouvindo Just Be Mine da cantora Cher Lloyd que nem percebeu a principio a cena que se densenrolava ali naquela pequena sala que dava acesso à cozinha. Só percebendo quando uma das maçãs que trazia dentro do cesto caiu e ela teve que abaixar-se para pegar e quando o fez e ergueu seus olhos atrapalhou-se toda com a imagem das duas mulheres quade nuas beijando-se, fazendo assim todas as maçãs do cesto cairem e a jovem praguejar.

– Oh merda! — resmungou não sabendo nem direito o que fazer. Não sabia se catava as maçãs ou se saía dalí correndo morrendo de vergonha de ter flagrado as visitas no seu momento mais íntimo.

Ao se darem conta de mais uma pessoa no local, Regina e Emma logo se afastaram tentando cobrir sua nudez com a primeira coisa que encontraram pela frente.

– Oh Ester... eu...

– Me desculpem... Ahm.. Eu.. Eu vou para a cozinha. — disse a jovem completamente desconcertada não encontrando coragem para encará-las e saindo imediatamente para a cozinha a dentro.

– Será que a traumatizamos? — pergunta Regina mordendo o lábio inferior tentando não rir da situação constrangedora.

– Eu não sei, mas é melhor subir e não causar mais situações como essa para a pobre garota. — disse soltando uma linda risada, que de imediato foi acompanhada por Regina. — Vem, vamos tomar banho.

*SH*

– Bem-vinda de volta milady... Ah se soubesse o quanto meu coração sofreu com sua ausência não ousarias me abandonar nunca mais. — forçou uma expressão dramática suspirante ao passo que abria uma das portas de vidro de uma lanchonete afastada nos límites de Storybrooke.

– Ora essa Robin, me poupe disso... Estou cansada e um tanto estressada, portanto vá diretamente ao ponto. Anna está me esperando em casa.

– Tão doce quanto um limão. — ironiza. — assim você me faz pensar que seus planos para essa viagem tiveram falhas...

– Pelo contrário meu caro, meus objetivos e planos foram executados com plena eficácia, o que não quer dizer que eu tenha que ser suave com você, apenas não tome meu tempo com idiotisses e seja direto... O que tem de importante para mim?

– Duas palavaras: Emma Swan.

Elsa respirou fundo sentindo o peito arder com a pronúncia daquele nome que não saía de sua cabeça de maneira alguma.

– Relate-me.

– Imagens falam mais que mil palavras baby, portanto, trouxe algumas fotos que serão de muito agrado para a senhorita. — retirou de dentro da jaqueta um envelope branco e entregou a Elsa. — Elas valem ouro, sendo assim aproveite a verdade que há nelas.

Arqueando a sobrancelha, Elsa não demorou muito para descobrir o que tinha naquelas fotos e o que viu, embora tenha a golpeado no peito, não a surpreendeu.

– Me parece que sua loirinha curte morenas, hum? Acho que o problema estava na cor do seu cabelo. — Robin sorriu sarcástico estirando-se sobre a cadeira.

– Cale a boca idiota. — resmungou Elsa não importando-se com a piadinha fora de hora do homem. Seus olhos azuis assassinavam aquelas imagens dolorosas para sí e sem notar as estava amassando com ódio.

As fotos traziam em algumas imagens Emma e Regina trocando beijos e abraços sob uma forte chuva e em outras elas estavam de mãos dadas saindo de algo que parecia ser uma sorveteria e nas últimas fotos estava Emma conversando com alguns amigos que Elsa logo reconheceu como Killian Jones e Belle French.

– Ahhh deixe-me anunciá-la também que Neal Cassidy já não é um problema para você... Bem, vendo agora as coisas, acho que de todo modo ele nunca foi um.

Elsa o olhou confusa.

– O que está querendo dizer com "ele já não é um problema"?

– Acredito que você deva supor como eu elimino os problemas, não?

– Você o matou? — sussurrou a pergunta.

– Deixe-o no caminho da morte, apenas. — sorriu sadicamente colocando os cotovelos sobre a mesa e sustentando o rosto com as mãos aproximando do rosto de Frozen. — Agradeça-me depois.

– Eu não ordenei que tentassem contra a vida dele. — fuzilou.

Ele fez um gesto de desenteresse com as mãos desdenhoso.

– Apenas resolvi adiantar as coisas para você, porque com certeza ele iria tentar algo a mais com a sua loira, no entanto o que me traz aqui é somente a dúvida do que fazer agora com essas novas informações. — colocou o dedo indicador sobre as fotos.

Elsa mais uma vez pousou seus olhos sobre as fotos e voltou a sentir nojo das imagens trazidas nelas.

Naquele jantar em que esteve com Emma e a familia, Elsa pôde notar com clareza que seu caminho não estava sendo bloqueado por nenhum namoradinho do passado da loira e nenhuma uma nova e desconhecida amizade e sim, pela mesma e única pessoa que sempre vinha atrapalhando qualquer relação que tivesse com Emma. Parou para pensar corretamente em casa e como em um estalo mágico, o óbvio veio a tona, o que por horas pareceu ser incompreensível, uma vez que nunca percebeu em Regina algum interesse em Emma daquela forma, da forma em que ela desejava Swan.

E naquele momento, se estivesse mesmo certa, sentiu o mundo ao redor de si cair em uma profunda dor porque sabía que se assim fosse, a luta por Emma seria dura e se realmente quisesse tê-la de volta, o jogo teria que ser sujo e pesado.

– Ela está grávida. — sussurrou olhando fixadamente uma das fotos que contínha Regina.

– Eu sei... mataremos dois coelhos com uma caixadada só. — sorriu de maneira assombrosa.

– Não seja idiota... Essa criança será a chave para meus objetivos. — rolou os olhos. — E logo, eu já não preciso de seus serviços.

– Como?

– Passe amanhã no meu escritório para acertamos as contas. — falou a loira levantando-se. — Agora eu estou no controle.

– Temo que não minha querida, Swan parece estar apaixonada pela filha do prefeita... Você acha mesmo ser capaz de derrubá-la? Acha mesmo que poderá ser pário? Olhe bem nas fotos, elas tem algo chamado de "amor correspondido" — fez aspas. — Algo que você, nem com Swan em seus braços consegiu, tanto que eu sou a prova disso. Veja essa troca de olhares... É algo intenso e verdadeiro.... E não me leve a mal, mas entre você e a Mills, sem nenhuma dúvida eu escolheria a Mills... Então, ou você a elimina de uma vez ou desista, porque uma coisa que eu sei, mesmo eu sendo esse cafageste sanguinário é que amor não se compra e nem se rouba... se conquista e Mills já conquistou o amor da sua loirinha com uma eficiência aplausível.

Elsa não se deixou abalar pelas palavras de Robin. Inclinou-se sobre ele, deu-lhe um selinho rápido e sussurou:

– Apenas irei recuperar o que sempre foi meu e não importa de que maneira seja... da minha maneira, claro. — soltou com um sorriso sugestivo. — Até amanhã, Robin.

– Tenha certeza que estarei lá.

*SH*

Depois de terem tomado um saboroso café da manhã preparado por Ester, que ainda tinha viva na mente a cena em que surpreendeu as duas mulheres, tentava a todo modo agir naturalmente o que vez ou outra era dificil, ja que Emma resolvera pegar no pé da jovem com isso.

Killian também reuniu-se à elas na refeição. Estava relaxado, usando um calção solto estilo havaiano e uma camiseta preta deixando a mostra os braços. Ficou muito contente ao saber que mais um casal havia se formado oficialmente no grupo de amigos. Parabenizou as duas com um apertado abraço em cada uma.

E ao final da refeição, resolveram passar um tempo na piscina aproveitando o tempo em que tinham, uma vez que havim planejado voltar para a casa por volta das duas horas da tarde.

– Então... como foi a noite de vocês duas? Muitos orgasmos? — Killian pergunta para as duas e ao ver a expressão que ambas fizeram, não pôde conter uma sonora gargalhada.

– Killian! — repreende Emma sentindo-se rubra com o atrevimento do amigo.

Regina também gargalhou após ter passado a surpresa da pergunta.

– O que foi? Não se faça de santa virgem Emma, sabemos bem que a noite de vocês não foi regada apenas por beijos... Não quero detalhes, longe disso... Apenas a confirmação de que minha casa serviu de motel também.

– Killian...

– Sua sala foi testemunha do quanto Emma pode ser maravilhosa em todos os sentidos e muito fogosa, devo dizer. — Regina disse interrompendo qualquer coisa que Emma fosse dizer, saciando assim a curiosidade do rapaz.

Emma a olhou mais vermelha que tomate abrindo a boca para contestar qualquer coisa, mas nada lhe saiu. Killian sorriu mais uma vez.

– Eu sabia.

Os três estavam sentados na borda da piscina com os pés dentro da água.

– Eu estou feita com vocês dois. — Emma murmura.

Regina sorriu colocando a mão sobre a perna de Emma e apertando levemente.

– Vamos entrar um pouco? — sugeriu referindo-se a água.

– Uhum — assentiu Emma impulsionando o quadril para frente e começando a entrar dentro da piscina.

Quando bateu seus pés no chão da piscina virou ficando de frente para Regina colocando as mãos na cintura dela ajudando-a a descer. Ambas com olhos presos nos olhos da outra.

Regina prendeu suas pernas ao redor da cintura de Emma quando já estavam totalmente dentro da água. Os braços jogados em volta do pescoço e as mãos de Emma sobre o quadril de Regina.

– Quem diria... — suspirou Regina contra o ouvido de Emma.

– O que meu amor?

– Que estaríamos de novo nesse lugar, nessa piscina, nessa mesma posição anos mais tarde só que com o pequeno detalhe de estarmos juntas e apaixonadas. — disse. — Isso é tão bom.

– Eu sempre desejei isso desde a primeira vez que estivemos aqui. — confessou beijando a bochecha de Regina e depois a ponta do nariz. — Sempre.

– Eu te amo. — sussurrou.

– Eu te amo mais.

Ficaram se encarando por uns segundos até que uma forte onda dentro da piscina acompanhada de um barulho forte espirrando água por tudo que é canto as fizeram quebrar o momento e gargalharem ao constatarem que aquilo foi Killian pulando desajeitosamente dentro da piscina com o famoso "salto bomba" dele.

– Eu dou 7.0 — diz Regina divertindo-se.

– Eu dou 3.0 por simplesmente ter brevemente me assustado.

Killian nadou até elas e espirrou água em Swan, o que teve volta de sua parte e seguindo a brincadeira os três já estavam jogando água um no outro. Vez ou outra Killian era abandonado por Emma e Regina que faziam de tudo para se tocarem e trocarem alguns beijos molhados dentro e fora da água.

O celular de Killian, que estava sobre uma das cadeiras de descanso, começou a tocar escandalosamente e ele depressa saiu da água para atender.

– O que foi, Regina? — perguntou Emma ao notar Regina um tanto calada.

– Eu não queria ter que ir embora desse paraíso. — disse com um meio sorriso.

Emma sorriu saindo da água e sentando ao lado de sua namorada.

– Teremos outras oportunidades para voltar e o melhor é que agora com o nosso pequeno panda.

– Promete?

– Prometo. — selou a promessa beijando os lábios de Regina com paixão.

Killian chegou perto das duas pigarreando para obter a atenção de ambas.

– Regina.. Hum... é seu pai no telefone. — disse ele sério dando o celular para a namorada da amiga.

– Meu pai? — Regina perguntou de súbito sentindo o coração acelerar recebendo o celular. — Você sabe o que ele quer?

– Ele não me disse.

Regina então balançou a cabeça colocando o celular no ouvido e iniciando um diálogo com o Henry Mills.

– Papai?

– Regina, por Deus, onde você se meteu menina? — a voz do homem do outro lado da linha parecia agoniada e desesperada.

– Eu saí com Emma ontem a noite, mas porque a pergunta? Aconteceu algo? — começou a preocupar-se pois havia percebido o tom de voz alterado do pai, o que não era algo normal.

– Para onde? Ahh, isso não importa agora... Apenas me responda uma coisa minha filha, Henry está com você?

– Henry? Não, não está... Porque? Papai...

– Tem certeza que não, Regina?

– Claro que não. — levantou-se da cadeira. — Onde está Henry?

– Regina, olha... venha para cá imediatamente. Aparentemente Henry não dormiu em casa e não estamos encontramos ele em nenhum canto, o que nos leva a acreditar que... — O prefeito fez uma pausa respirando com pesar. — Henry fugiu de casa.

Notas finais
Iiiiiih, o que será que Henry aprontou? *O* Ahhhh meninas, se vocs tiverem alguma dúvida sobre SH, eu estou sempre disponível no TT para respondê-las, certo? @LalyEvilRegal ;)