Sweet Happiness
40 Capítulo 40 - Tudo o que vai... vem em dobro.
Notas iniciais
Durante quarenta e poucos minutos, Regina apenas sustentava Emma e o pranto em seu mais absoluto silêncio. Tudo o que ouvira da boca da própria namorada parecia ser o mais louco absurdo de toda a vida, parecia que os relatos contados com riqueza de detalhes não envolvia a mesma pessoa por quem cresceu admirando. Era inacreditável que o homem, a quem julgava ser o mais bondoso dos bondosos em sua real faceta era um monstro frio, cruel e o mais ordinário de todos.
Não interrompeu uma só vez Emma, não tinha nem coragem para isso e tampouco duvidava de suas palavras, tudo agora se encaixava perfeitamente, tudo fazia sentido, todas as perguntas que fazia a si própria sobre a frieza da amiga com o avô foram respondidas claramente.
Sentiu pavor e medo ouvindo Emma, temia pelo pior no momento em que ela passou a contar sobre os acontecimentos na festa, mas com grande alívio e surpresa, soube que sua mãe salvara Emma da pior e mais profunda cicatriz que ela, sem dúvidas, levaria amargamente na alma.
Estava até aterrorizada imaginando passo a passo e tudo bem diante de seus olhos. Como não poderia ter imaginado algo do tipo? Não que fosse algo suspeitável, mas era algo no mínimo estranho, logo com Emma que sempre foi doce e amigável com as outras pessoas, deveria ter insistido mais e buscado mais por uma resposta.
Começou a chorar afagando os cabelos loiros de Emma.
– Por que você nunca me contou isso, Emma? Sempre fomos tão unidas, você deveria ter me contado.
– Eu sentia vergonha, me sentia culpada, eu não sei, não queria envolver você nessa sujeira. — apertou-se mais no abraço com a namorada.
– Meu amor, você não teve e não tem culpa de nada. Você não deveria ter levado essa carga toda sozinha, você não tinha o porquê. Tinha de ter me contado, eu me sinto tão inútil agora. Podíamos juntas ter denunciado esse monstro e feito a máscara dele cair diante de todos.
Emma solta uma risada sem humor.
– E quem acreditaria em duas meninas de onze anos? Ninguém, Regina! Quando ele tentou a primeira vez eu até pensei em contar para a sua mãe, mas eu pensei que ela não acreditaria em mim, então me calei e tentei ao máximo evitar qualquer contato com ele. — saiu do abraço sentando-se na cama enxugando as lágrimas.
– Meu pai acreditaria, seu pai acreditaria, a policia acreditaria. Eu não sei, mas fariamos uma revolução até alguém fazer algo.
– E quem iria contra o prefeito? Quem iria levantar investigação sobre o famoso Leopold White? Creio que ninguém, meu amor, ainda mais sem nenhuma prova concreta, seria perda de tempo.
– Mas isso é um absurdo, Emma! Ele podia ter matado você naquela festa, você e minha mãe, porque diabos vocês duas ao invés de contar a verdade inventaram aquela história de que ele estava depressivo e pretendia se matar? Ele morreu como uma alma limpa sendo que, se duvidar, ele teve a alma mais suja que o diabo. Deveriam ter relatado ao Sheriff o que realmente aconteceu. — Se exaltou pondo-se de pé gesticulando nervosamente.
– Eu não queria que minha mãe se decepcionasse a tal ponto, não queria que ela se despedisse dele com uma imagem cruel dele.
– Não teria ela uma imagem cruel, teria ela a verdadeira imagem dele. — retrucou. — Emma, você não percebe que você é quem fica com a imagem distorcida quando falam da sua relação com Leopold? Você tem que contar a verdade para todo mundo.
– Não! — fala ela rapidamente. — Eu não quero mais mexer nesse assunto, isso está no passado e no passado continuará, eu só estou contando para você porque não quero ter mais nenhum segredo com você, inclusive foi como tirar um peso de mim compartilhar isso com você. — suspirou levantando-se tomando as mãos de Regina com as suas. — Não vamos mais falar sobre isso, por favor.
– Mas Emma, eu...
– Por favor! — pediu ela colocando um dedo sobre os lábios carnudos de Mills. — Não vale a pena, ele já pagou por tudo o que me fez, a morte foi o preço.
– Para mim isso ainda é pouco. — fala com repulsa e indignação.
Apesar da tristeza que aquelas lembranças lhe proporcionaram, Emma não se sentia-se de todo mal, pelo contrário, estava sentindo-se leve e mais confiada em sí própria. A vida lhe fez derramar muitas lágrimas e isso era um fato inquestionável, mas a vida também deu a ela motivos para rir e lutar por cada dia e, o maior destes estava alí a sua frente e a isso ela era imensamente grata.
Escorregou seu dedo pela maçã do rosto da morena admirando-se com a maciez da pele de Regina.
– O que passou, passou. — começou a dizer vagarosamente encurtando a distância entre ela e Regina. — Vivamos o presente, ele sim vale a pena, tudo o que há nele vale muito a pena agora. Você e o nosso bebê. Não quero perder tempo relembrando coisas que me fizeram mal no passado, quero usar o tempo para aproveitar o que a vida me presenteou, aproveitar essa nova chance que você está me dando, amar você a cada segundo mais e mais que eu puder. — roçava seus lábios contra os de Regina em uma suave carícia. — Volta para cá, por favor!
Regina mordeu o lábio inferior de Emma vagarosamente, o que proporcionou um pequeno e quase inaudível gemido por parte da loira.
– Eu já voltei, meu amor. — selou os lábios de Swan. — Eu já estou aqui e daqui eu não saio nunca mais.
Ela jogou seus braços ao redor do pescoço de Emma e abraçaram-se soltando suspiros.
A distância havia maltratado as duas, mas de certa forma isso as fez verem que o amor que compartilhavam era e é, sem questões e sem dúvidas, muito maior do que ambas pudiam imaginar e mais forte e inquebrável que qualquer corrente de ferro que o homem poderia criar.
Amor de verdade.
– Eu te amo tanto! — disse Emma apartando-se do abraço e enchendo Regina de beijos pelo rosto.
Isso causou graça em Regina.
– Eu também amo você, meu amor. Obrigada por confiar a mim o seu segredo. — passou sua mão por trás da cabeleira loira arranhando de leve a nuca com suas unhas.
– Era o justo.
Sentou-se na cama puxando a namorada para sentar no seu colo.
– Eu tenho algo para te contar, eu não sei se você já sabe, mas eu suponho que não. — a expressão de Regina agora era séria, embora o olhar estivesse cheio de ternura.
– Conte-me então, daí saberemos se eu já sei ou não. — falou rindo passando a mão pela perna de Regina.
– É sobre Graham. — resolveu ser direta.
Emma ergueu os olhos franzindo a testa.
– O que tem ele?
– Ele está de volta em Storybrooke. — respondeu soltando o ar. — E me procurou.
– Perdão? — Emma pensou até ter ouvido errado. — Eu acho que não entendi corretamente a construção da frase, poderia repetir?
– Não entendeu errado, infelizmente. Ele voltou e teve a ousadia de me procurar querendo reatar e fazendo mil promessas.
Emma sentiu o coração bater rápido, soltou uma risada nervosa levantado-se.
– Não, isso não pode ser, ele não teve essa pretenção de achar que poderia voltar e ter você de volta, não é? — passou a lingua entre os lábios com o intuito de apaziguar os ânimos dentro de sí, não queria se exaltar, mas estava ficando difícil.
– Infelizmente teve, disse estar arrependido e que pediria até minha mão em casamento e assumiria o bebê. — contava receosa.
A loira negou com a cabeça rindo com claro nervosismo tomando conta de seu corpo, já estava até tremendo sentindo a raiva querendo controlá-la.
– Mas é muito descaramento para uma pessoa só, não sei se rio ou se choro com isso. — pousou a mão no quadril. — E você disse o quê?
– O que eu poderia dizer além da verdade? — ergueu o corpo caminhando até Emma pegando em suas mãos, que por sinal estavam geladas. — Eu disse que ele só estaria perdendo o tempo dele, que tudo o que eu sentia por ele havia morrido, e que na verdade nunca chegou nem a ser amor, que eu queria ele longe de mim e do meu bebê, pois em minha vida já existia outra pessoa a quem eu amava de verdade. — puxou as mãos de Emma até a altura dos seus lábios e começou a plantar beijos. — Eu sei o que você possa estar pensando meu amor, mas meu coração é inteiramente seu e sempre será, nem Graham e nem outra pessoa chegará aos pés do que você é para mim, meu único amor verdadeiro. — finalizou com um sorriso doce.
– Eu sei, mas é que é inaceitável o fato de que esse homem voltará a nos atormentar. — disse, agora mais calma.
– Não irá, porque não iremos permitir isso, arranjaremos um jeito de mantê-lo longe de nossas vidas, confie em mim. — acercou-se mais ainda a Emma.
A loira suspirou sorrindo amorosamente à sua amada.
– Eu confio.
– Então não nos preocupemos com isso, agora que tal deixarmos essa falação toda e usar nossas bocas para outras coisas, hum? — deu um sorriso malicioso.
Emma gargalhou compreendendo o que Regina queria dizer.
– Ah é? Como o quê, por exemplo? Por que eu nem sei do que você está falando. — fez-se de desentendida.
– Ah não? — prendeu seus dentes no lábio de Emma puxando com lentidão torturante. Suas mãos desceram mais ao sul do corpo da loira apalpando e apertando a bunda dela por cima da calça jeans. Emma suspirou com satisfação. — Isso te dá alguma idéia?
– Não só uma como várias idéias. — colocou as mãos na cintura de Mills apertando e começando a caminhar junto dela até a cama.
– Hum... Vejo que pega as coisas rápido, Swan. — provocou trilhando beijos pelo pescoço de Emma.
– Você nem sabe o quanto.
– Estou louca para saber.
Uniram as bocas dando inicio a um gostoso beijo. Beijo este que estava as acendendo de um jeito todo incrível e enlouquecedor.
Regina apertou as unhas nos braços de Emma quando sua lingua encontrou-se com a da loira e juntas passaram a acaciriar uma a outra dentro das bocas.
Suspiros eram liberados e afagos ousados expressavam com clareza o desejo de ambas as partes por aquele momento.
No entanto, esse momento teria que acontecer em outra hora por que um certo baixinho estava mais que acordado e impaciente batendo contra a porta do quarto das duas.
– Gina! — chamava ele do outro lado, no corredor.
– Aii não acredito! — murmurou Emma sorrindo sentindo-se frustrada separando sua boca da boca de Regina.
Regina por sua parte também ria frustrada por ter que pausar seus planos.
– Eu esqueci que o Henry estava aqui, me desculpe. — beijou rapidamente Emma.
– Tudo bem. — soltou o ar. — Vou ter que tomar um banho bem gelado depois disso. — brincou.
– Então seremos duas. — afastou-se risonha indo abrir a porta para o irmão. — Olá, meu amor.
– Olá. — disse com grande sorriso.
– Há algum problema? — perguntou alisando os cabelos dele.
– É que eu quero ir para casa, estou com saudades da mamãe. — respondeu sinceramente soltando até mesmo um suspiro tristonho.
– Verdade? — Isso pegou Regina de surpresa, talvez essa fosse a primeira vez que ouvia isso da boca do irmão.
– Sim, por favor. — pediu fazendo bico.
– Então está bem, iremos deixá-lo em casa, você vem com a gente, não é Emma? — perguntou voltando seu olhar para dentro do quarto procurando pela loira.
– Claro. — falou saindo do banheiro secando o rosto com a toalha.
– Então vamos. -sorriu para o irmão que copiou o gesto para logo sair em disparada para abrir a porta do apartamento.
– E essa adoração toda a mãe de vocês se deve a quê exatamente? — perguntou Emma que também havia estranhado essa nova atitude de Henry.
– Aparentemente ela está tentando mudar e parece que está conseguindo com êxito. Depois eu te conto algo sobre ela e eu. Após ouvir o que você me contou, muita coisa mudou para mim, minha forma de vê-la por exemplo, teria ela outros segredos?
– Isso eu não sei te dizer, mas quem sabe? — sorrio saindo do apartamento. — Contudo, eu fico contente se ela estiver mesmo mudando, era ridicula a forma que ela estava agindo com vocês dois.
– Sem dúvidas, mas eu não quero voltar a esse assunto, lembra que eu te falei sobre a consulta que irei ter com a Zelena daqui a alguns dias?
– Sim, dia em que saberemos se é menino ou menina.
– Não, nós não saberemos ainda, somente a Zelena.
– Ahh o chá. — levou a mão a testa. — Você pretende mesmo fazê-lo?
– É claro que sim, daí eu estava pensando que ainda hoje podíamos ver juntas o desing dos convites, o que acha?
– Eu acho ótimo.
– Maravilha! — entrelaçou sua mão com a de Emma indo ao encontro de Henry que já as esperava no estacionamento.
*SH*
Elsa nunca foi muito amiga de panelas e fogões, então evitava ter esse tipo de contato na cozinha o máximo que podía, porém hoje resolvera se arriscar a esse aventura. Pela manhã havia recebido por e-mail a cópia do boletim escolar de Anna e ficou extremamente feliz ao ver que sua irmã era sem dúvidas uma das melhores da classe, sentía-se imensamente orgulhosa de sua garotinha e era por isso o motivo de estar na cozinha, decidiu que prepararia ela mesmo todos os pratos que Anna mais adorava, seria esse o primeiro dos prêmios que ela daria a irmã por seu bom desempenho.
Estava tão concentrada no livro de receitas que nem ouviu uma pessoa entrar na cozinha analizando-a de cima a baixo, só deu-se conta quando precisou virar-se para pegar um litro de leite sobre o balcão e o susto foi inevitável quando seus olhos azuis encontraram-se com os verdes de uma certa loira com os cabelos cortados acima dos ombros.
– Ai que susto! — falou Elsa pousando a mão no peito, soltando uma risada.
– Uau, sou tão feia assim? — brincou a outra apoiada no marco da porta.
– Imagina, você é linda! — disse rapidamente, as palavras saindo mais rápidas que a ordem dos pensamentos.
– Eu sou?
Rose arqueou a sobrancelha, o que fez Elsa corar violentamente.
– Sim, ahm, quando eu falei que você tinha me dado um susto não foi porque eu quis dizer que você é feia, imagina, pelo contrário, você é linda, muito mesmo, mas é que eu estava distraída e -
– Eu entendi. — Rose interrompe o monólogo de Elsa rindo, tinha achado até fofo. — Eu não quis te assustar, é que a porta estava encostada, chamei e ninguém respondeu e aí entrei aqui e ví você toda concentrada nesse livro com essa farinha toda espalhada sobre a mesa que resolvi ficar somente observando para ver no que iria dar.
– Ah é que eu resolvi colocar a mão na massa e fazer pizzas para a Anna. — explicou. — Mas isso parece números financeiros do que uma simples receita. — bufou.
E mais uma vez Rose achou aquela atitude de Frozen algo fofo.
– Já existem massas prontas para facilitar a nossa vida.
– Eu sei, mas eu quero eu mesma fazer para ela, sabe?
– Eu sei. — aproximou-se mais a mesa. — bom, então deixe-me ajudá-la, eu estou com bastante tempo livre até. — pegou um avental e amarrou em volta da cintura.
Elsa olhou para Rose incrédula.
– Por quê?
– Por que o quê?
– Você me ajudar.
– Ué, somos amigas, não somos?
– Eu... Eu não sei, nós somos?
– Sim, nós somos e é por isso que vou te ajudar, porque amigas se ajudam.
Elsa abriu a boca sem saber o que dizer realmente, nunca chegou a ter amigos de verdade, então era dificil ver pessoas se disponibilizando a ajudá-la apenas por boa vontade e não por vantagem.
Ao final concordou e cedeu sua cozinha a Rose também.
Pouco mais de uma hora estavam com tudo pronto, aguardando somente a chegada de Anna que havia saído com algumas amigas. Nestes últimos dias Elsa havia notado a irmã distante, fría e pouco receptiva a diálogos com ela e isso machucava muito, então queria a todo custo agradar a garota.
Sentaram-se no sofá da sala conversando assuntos aleatórios.
– Eu acho que nunca fui ao que tem aqui.
– Por que não?
– Falta de tempo e também falta de companhia. — sorriu amarga.
– Pois não seja por isso, eu te convido. — falou Rose empolgada. — Quer ir comigo qualquer dia desses no cinema, Elsa?
– Talvez, quem sabe? Se Anna quiser ir conosco.
– Aposto que ela não irá recusar. — piscou o olho.
– Hum... Então tá. — Elsa suspirou, no mais íntimo do seu peito algo lhe estava atormentando, tirando sua calma.
Rose percebeu isso.
– Tem algo errado?
– Não, quer dizer, eu não sei. Eu só estou preocupada com Anna, com o jeito que ela vem agindo comigo. — desabafou.
– É normal, ela é uma adolescente e todos têm a sua fase de rebeldia, eu já estou até me preparando para quando essa fase de Rafaela chegar. — sorriu mordendo o lábio.
– Ainda haverá muitos anos para que isso aconteça, tranquilize-se.
– Ainda bem.
Suspiraram juntas.
Foram despertadas quando a campainha tocou.
– Esperando alguém? — perguntou Rose.
– Na verdade não, mas deve ser a Anna, praticamente ela nunca leva a chave quando eu estou em casa. — disse levantando-se e dirigindo-se até a porta abrindo sem medo de quem quer que fosse.
Seus olhos azuis cresceram ao verem quem era realmente a pessoa parada em frente a porta do seu apartamento.
Alguém que não esperava ver de jeito nenhum em Storybrooke, quanto mais batendo em sua porta.
– Tia Ingrid?
– Eu mesma. — retirou os óculos de sol do rosto. — Posso entrar, querida?
– Não! — disse duramente. — O que faz aqui?
Ingrid sorriu de lado nenhum pouco abalada pela grosseria da sobrinha mais velha.
– Você deve supor muito bem o por que de eu estar aqui, não?
– Não suponho nada e não vejo motivos de você estar aqui. — disse entredentes.
Ingrid retirou de sua bolsa cuidadosamente seu celular.
Aproximou-se de Elsa.
– Na última vez em que nos vimos, eu disse que eu estaria atenta a seus passos, não disse? Pois bem, eu não estava brincando e menos ainda se isso de algum modo prejudicasse Anna. — foi até a pasta de arquivos e selecionou um video. — É incrivel o poder da internet, não é? Faz você saber das coisas que acontece em todo o mundo em um piscar de olhos e não é que em um piscar de olhos eu recebi algo bem interessante sobre você?! Veja. — deu play no video. — O que diria um juíz se visse essas cenas, hum?
O tal video em questão era o mesmo que foi exibido na inauguração do restaurante de Regina, o qual gerou tanta polêmica.
Elsa empalideceu-se fechando a porta atras de sí e puxando Ingrid para um canto.
– Onde conseguiu isso? — perguntou apreensiva
– Isso não importa, o que importa é o que eu quero.
– Não! — esbravejou.
– Não tem como relutar, Elsa. Eu te avisei não só uma e nem duas vezes, no menor deslize seu eu levaria Anna comigo, que deslize maior que esse? Sinto muito, mas com a Anna você não fica mais. — disse firme esquivando-se da sobrinha e entrando no apartamento.
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