Notas iniciais
Olá! Eu não penso que demorei...
Bom, um aviso: estou semc criatividade, então até o próximo capitulo pode ser que demore. Quem quiser dar opiniões, ideias para os próximos capítulos comente ou me mande uma MP. Estou precisando muito de ideias.
Sério mesmo.
Hm, Ah é! Mudei a capa. Me digam o que acharam, ok? O propósito era a moça ser a Lucy e acho que ficou boa.
Bom, aproveitem o capitulo, ok?
Até mais!

-Lucy.

Aquela voz só podia ser...

- Lucy!

- Ah! O que foi Elliot?! — Levantei da cama irritada. Já era dia e algumas meninas ainda dormiam. Elliot estava na ponta da minha cama com os braços cruzados. Tinha acabado de acordar. Usava uma bermuda preta e no torço nú tinha uma faixa cobrindo grande parte do abdome; lembrei de como o tinham ferido. Luria estava ao lado dele.

- Bom dia! — Luria sorriu acenando, mas Elliot estava com cara emburrada e com um bico no rosto.

- São sete da manhã!

- É. — Elliot virou de costas para mim. — São sete da manhã, te chamei um milhão de vezes e você nem ao menos deu sinal de estar viva! Sabe o quanto eu fiquei preocupado ontem quando você simplesmente desmaiou?!

- Ahn... Desculpe? — Não sabia ao certo o que falar naquele momento. Ele estava nervoso e irritado, mas Luria ria baixo.

- Desculpe? Você devia ter mesmo sido servida como almoço. — Ele saiu ainda mais irritado, batendo a porta e acordando as garotas com tal ato.

- Que porra foi essa? — Arqueei uma sobrancelha. — Servida de almoço?

- Sabe como é... Alois.

- Ela queria me servir como almoço?

- Sabe como é o humor dela, certo? — Luria me abraçou carinhosamente. — Estamos felizes que esteja bem. Todos ficamos angustiados.

- Sim, sim. — Marry resmungou de sua cama, ainda sonolenta. — Agora nos deixem dormir!

- Agradeceria eternamente. — Carly levantou o braço, porém continuava coberta pelo edredom.

Eu e Luria nos olhamos e saímos do quarto batendo os pés e a porta, apenas para irritar elas e rimos quando ouvimos um travesseiro ser jogado contra a Madeira com força.

- Hey! — Andrew passou com uma bandeja. — Como se sente, Lucy?

- Bem... — estranhei seu bom humor. — Você parece feliz... Se reconsiliou com a Carly?

- Sim. Melhor do que estamos impossível. — Sorriu animado.

- Que bom, mas poupe-me dos detalhes, certo?

- Está levando isso para o capitão? — Luria observou a bandeja prateada com um único copo de vidro com água.

- Hm. — Ele concordou. — Pelo visto ele ainda tem que tomar alguns medicamentos e isso não podemos deixar que faça sozinho.

- Ué, por que não? — Perguntei cruzando os braços.

- Ele finge que toma mas depois joga fora. Segundo ele, esses comprimidos são grandes demais para sua garganta e irão, com 99% de certeza ficar presos e então ele irá morrer asfixiado.

- E um capitão como ele não pode morrer asfixiado por um comprimido. — Luria completou.

- Estão falando sério? — Aquilo era ridículo demais para ser verdade. Ah é, estamos falando de Elliot.

- Com toda certeza. — Andrew suspirou.

- Vamos juntos então. — Luria passou o braço pelo meu e começou a me puxar até o quarto do capitão.

Três batidas na porta... O suficiente para ouvir um louco gritando do outro lado.

- Non osare entrare in questa stanza! (*Não ouse entrar nesse quarto!)

- Não entendi uma palavra que disse, capitão. Vou considerar isso como um "entre". — Andrew revirou os olhos e empurrou a porta com o cotovelo.

- Non ha fatto chiaro? (*Não fui claro?) Já não disse que se for para morrer, quero morrer com dignidade ao menos? Billy Bond dançará em minha cova e cuspirá no meu belo rosto quando descobrir que Sono morto con una stupida pillola (*Que morri com um comprimido estúpido.)!

- Claro, claro. — Andrew suspirou. Ninguém estava entendendo o que ele dizia e eu me perguntava por que diabos ele estava falando em Italiano. — Tome. — Estendeu a mão com o comprimido e a outra com o copo com água.

- Cazzo (*Merda), Andrew! — Ele bufou e se jogou no colchão. Apoiou-se nos dois cotovelos e ficou encarando o copo por alguns segundos. — Me dê isso logo.

- Até que enfim. — Eu disse já frustrada com todo aquele drama. — Foi tão difícil? — perguntei quando o vi tomando o resto da água.

- Haha. — Ele riu, irônico. — Muito engraçado, Lucy.

- Mas fugindo do assunto, Por que está falando em Italiano, capitão? — Perguntei curiosa. Os três me olharam como se eu fosse a única que não soubesse, e pelo visto era.

- Por que essa foi minha primeira língua. O inglês veio com o decorrer da necessidade. — Ele vestiu a camisa, mas não se deu ao trabalho de abotoá-la.

- Você nasceu onde?

- Nasci em Veneza, minha cara Lucy. — Ele sorriu, exibido.

- Ah. — Fiz pouco caso, apenas para contrariá-lo.

-Bella ragazza, ma fastidioso. (*Bela garota, mas irritante). — Resmungou algo que não entendi, revirando os olhos.

- O que disse? — Cruzei os braços.

- Nada, Lucy meu amor. — Sorriu com deboche novamente.

- Onde está o Jun? — Drew perguntou enquanto sentava-se no colchão de Elliot.

- Hoje é o dia de folga dele. — Elliot bufou. — Segundo ele, qualquer um que cuida de mim como ele cuida precisa de pelo menos um dia de descanso! se não morre. Isso é ridículo.

- Também acho. — Afirmei olhando as unhas. — É preciso de ao menos dois dias. Um é pouco. Você é desgastaste, capitão.

- Ora. — Ele marchou até mim e aproximou o rosto do meu, ameaçador. — Eu salvei sua vida... Duas vezes.

- E eu a sua. — Arqueei uma sobrancelha. — Posso ainda estar em dívida com você, Elliot.... Mas ainda assim, não vou te fazer tudo que quer e dizer tudo que você quer ouvir.

-Ragazza ignorante. — Resmungou irritado. Parou um pouco e pude ver seus olhos descendo para meus lábios antes dele se afastar rapidamente, até demais. — Gh.

- Hm... Será que nós deveríamos sair ou algo assim...? — Luria perguntou ao lado de Andrew, ambos com um sorriso malicioso.

- Não!! — Eu e Elliot dissemos em mesmo tom. — Gr.

- Ok, Ok. — Luria levantou as mãos, rendida. — Lucy, vamos lá fora terminar de organizar o navio... A não ser, claro que você queira ficar e ver o capitão se trocando.

- Calada, Luria.

(XXX)

- Eu não preciso de ninguém que "cuide de mim". — Elliot revirou os olhos com os pés emo imã da mesa.

- Claro que não. — Shay riu, irônica. — Quase nos matou por não termos te trazido os papeis que você pediu.

- Isso não tem nada a ver.

- Ok,ok. — Alois descruzou as pernas. — Mas se quiser, eu posso cuidar de você, meu capitão. — Disse seduzente, sorrindo maliciosa.

- Alois! — Shay bufou.

- O quê? — Ela riu.

- Até mais, capitão. — Shay saiu com Alois da cabine de Elliot. As duas riam bastante e pareciam se divertir.

- Quer que eu termine de traçar essas rotas? — Arkane mantinha o mapa estendido sobre a mesa, mas Elliot tinha o olhar meio perdido na janela. — capitão...?

- Tsc.

- Capitão! — Arkane tentou descobrir o que ele via com tanto interesse. Todas as possibilidades indicavam para Lucy, que brincava com o gato sentada sobre um barril.

- O que disse? — Ele pareceu finalmente voltar a escutá-la.

- Capitão... O que sente pela Lucy? — Ela perguntou já curiosa. Elliot franziu o cenho e voltou a olhar para ela.

- Nada, oras. — Disse naturalmente. -Spero davvero che non è niente. (*Realmente espero que não seja nada.)

- Tem que ter em mente que só você fala italiano aqui, capitão. — Ela bateu um pé.

- Certo, certo. — Elliot se levantou e enrolou o mapa em um tubo. — Diga á James para ir checar as velas depois, certo?

- Hm. E onde você vai?

- Fumar lá fora.

- Ok.

Elliot tinha desde os 16 anos um canto para fumar. Ele sentava-se sobre uma caixa em frente da grade, apoiava seus pés nesta e fumava por uns bons 15 minutos, e era lá que ele estava agora.

- Hey! — Andrew sentou-se ao lado de seu capitão.

- Não devia estar com a Carly?

- É, mas ela está dormindo. — ele suspirou. — O que houve, capitão? Você está meio abalado...

- Quando entrei no navio de Billy Bond.... Havia um garoto lá.... Eu senti algo muito estranho...

- Você se apaixonou por ele? — Andrew perguntou de gozação, mas parou de rir quando Elliot o queimou de leve com a ponta do cigarro. — Auch!

- Cale a boca. — Soprou toda a fumaça para cima. — Apenas que.... Foi muito estranho.

- Quem era?

- Eu não sei.... Andrew?

- Sim?

- O gato. — Elliot fechou os olhos arrepiado ao sentir o gato em sua perna novamente.

- Ah, sim! Hehe... Desculpe...

- Haha...

Notas finais
E então? Desculpe se não ficou muito bom... Como dito antes: sem criatividade.
Ah, agradecendo eternamente a outra recomendação, viu? *^*
Bom, comentem, favoritem, recomendem e me mandem ideias, ok?
Me digam o que acharam da capa e Blá blá blá.
Até o próximo capitulo :33