Notas iniciais
Sem betagem, então estou torcendo para que os erros não sejam tão horrendos assim. ;;
[Ah, quanto à algumas dúvidas sobre os erros do cap passado... Realmente, não tive tempo de betar e tals, fora que sou uma jumenta. ;; SKDJSJDKLJSLDK Porém, talvez eu tenha um motivo, caso não seja por pura falta de burrice da minha parte. (?) No próximo cap explicarei direitinho. ♥]
Boa leitura! ♥

"Bom, eu não sei como começar... Apenas me lembro de quando você tinha apenas seis anos quando tudo aconteceu.

Sua mãe faleceu por um tumor maligno e incurável no cérebro, se lembra? Foi horrível te ver chorar, e mesmo assim, me segurei ao máximo, querendo ser uma espécie de super-herói pra você, alguém em quem você possa se espelhar. Todos as noites, após te dar um beijo de boa noite, eu chorava em meu quarto, lamentando a morte de sua mãe.

Um tempo depois eu tentei cometer suicídio. Viver sem sua mãe e sem o sorriso do meu filho só me provava a cada dia que eu era fraco e não merecia viver, porém... Eu conheci sua madrasta. Tentei mudar de vida, me apaixonei em seguida e torci por você gostar tanto dela quanto eu a amava. E, após um tempo, você a chamava de "mãe", o que me deixou aliviado e, ao mesmo tempo, muito feliz.

Eu me lembro de quando aquele garotinho pequenininho e amante de elefantes surgiu em nossas vidas. Você o protegia assim como protegi sua mãe um dia, com unhas e dentes. Nunca me esqueço das vezes que você adoecia e esse menino pedia pra cuidar de você. No geral, meios-irmãos nunca se dão bem, mas foi o contrário desta vez. E quando alguém tentava separar vocês, vocês adoeciam.

Eu não apoio a decisão que vocês tomaram. Mal imaginava que essa proteção para com o outro pudesse se transformar em amor entre dois homens. É errado em minha visão, e além de tudo, vocês são irmãos. Entretanto, meu coração de pai se parte em afirmar que vocês ficam melhor juntos que qualquer outra pessoa, seja amizade ou não.

Nunca apoiarei esse relacionamento homoafetivo, mas vocês são meus filhos, e apesar de tudo, eu os amo. E amo demais a mãe de vocês. Não quero que nossa família seja destruída por essa discussão. Chanyeol-ah, sei que seu rosto está ferido, mas saiba que além de tudo eu te amo, e peço uma coisa a vocês:

Por favor, voltem. Eu amo vocês."

Baekhyun voltara da cozinha, segurando um copo de suco, vestindo apenas shorts de algodão e uma camiseta de manga do mais novo, assim como calçava suas pantufas. Ao ver seu namorado aos prantos, colocou o copo sobre o criado mudo, se ajoelhando na cama em seguida para confortar o outro.

Beijou-lhe o topo da cabeça, segurando cuidadosamente seu rosto. Já imaginava o que havia acontecido.

– Nosso pai, não foi? – Chanyeol assentiu com a pergunta do maior, e fechou os olhos ao afagar seu amante tão vulnerável ali. – Eu sabia que ele se desculparia... Ele nos ama, e ama a você acima de tudo...

– Mas... Eu só não entendo... – o celular já estava sobre o chão quando Baekhyun segurou o rosto de Chanyeol, fazendo-o olhar para o mais velho. – Meu pai sempre me apoiou em tudo...

– Amor, preste atenção. – Baekhyun estava sério, tentando servir de algum suporte para o maior. – Foi uma discussão. Talvez ele precisasse disso pra te aceitar como você é... Como nós somos.

Chanyeol cessou o choro por um tempo, levando as mãos aos quadris do hyung quando o mesmo se posicionou sobre seu colo, mas sem malícia. Com isso, Baekhyun aproximou os lábios de ambos, selando os alheios sem pressa alguma, sem desespero; apenas um delicado selo de duas pessoas que se amavam.

Yeol respirou fundo.

– Obrigado, amor... – agradeceu, sendo interrompido por mais um beijo do menor, mas logo continuando, entrando em outro assunto. – A propósito, e o casamento?

– Falei com minha mãe antes de pegar o suco. – sorriu. – Não vai mais haver casamento. A garota não gostava de mim, gostava de outro cara e eu também sou apaixonado por alguém.

– Ah, é? E que alguém é esse? – sorriu pelo canto dos lábios, erguendo a sobrancelha enquanto o mais velho enxugava suas lágrimas, fazendo um pouco mais de pressão sobre o colo de seu dongsaeng.

– É um carinha aí. – brincou.

– "Um carinha aí?" Que boa referência! – riram, enquanto Chanyeol segurava o elástico dos shorts de seu namorado. – Me fale mais desse "carinha" aí.

– Então, ele é gentil, engraçado... – deslizou, então, a boca à orelha do maior, mordiscando seu lóbulo sem força alguma, passando os dentes bem devagar ali. Aquele gesto fora o suficiente para arrepiar todo o corpo de Chanyeol, que subia as mãos pelas laterais do corpo alheio por baixo do tecido da camiseta que vestia. – Tem corpo esguio e adora se vestir como um mano do gueto.

– E vocês já transaram? – Chanyeol mordiscou o lábio inferior após a pergunta, principalmente porque Baekhyun fazia mais pressão sobre si. As mãos tocavam o tórax do dongsaeng, descendo até a barra de sua camiseta e erguendo-a, exibindo o abdômen tão bem trabalhado do garoto.

Baekhyun soltou o lóbulo do maior entre seus dentes, subindo minimamente a boca para sussurrar contra a orelha do mais alto; seu hálito quente o fazendo suspirar pela excitação que, aos poucos, crescia em si.

– Ele foi meu primeiro homem. – respondeu. – Mas é tão gostoso que me dá vontade de senti-lo todas as noites.

Chanyeol relaxou seu corpo contra a cabeceira, levando as mãos à barra da própria camiseta e retirando a peça, fazendo o mesmo com o seu namorado. Baekhyun pôde tocar o peito desnudo do namorado, coisa que amava fazer, tendo seus lábios direcionados próximo de onde suas mãos estavam apoiadas, beijando a pele do outro.

A respiração do dongsaeng começara, aos poucos, a pesar. Não era de ferro, tampouco tinha sangue de barata, e a cada provocação que seu amante fazia em si, a resposta era dada rapidamente. Baekhyun tinha esse poder de excitar o mais novo com rapidez, coisa que ninguém jamais conseguiu.

Porém, subiu os lábios, mordendo o inferior labial e olhando o maior com desejo, enquanto o próprio dongsaeng mantinha a boca entreaberta, com o membro já rijo sob o corpo alheio. Era óbvio que o menor pudesse senti-lo, e isso despertou o seu lado mais pervertido; lado que somente Chanyeol havia visto.

– Chanyeol-ah... – levou os dedos ao nó da calça alheia. – Tire isso. – pediu, mas em tom de ordem.

Retirou-se sobre o mais novo, prendendo a atenção do mesmo quando começou a retirar, bem devagar, os shorts que vestia, jogando a peça de roupa em qualquer canto do cômodo ao retirá-la. Seu sexo estava tão duro quanto o do maior, e ao notá-lo tão excitado, Chanyeol terminava de se despir rapidamente. Baek se ajoelhou diante da cama, separando mais as pernas do namorado quando este se sentou na beirada do colchão.

O dongsaeng levou uma das mãos ao topo da cabeça do menor, com o rosto do mesmo tão próximo ao seu baixo ventre. Só pela expectativa, a respiração de Yeol já falhava de tão pesada que se encontrava, assim como seus batimentos cardíacos mais acelerados que a pulsação em seu membro (ou não). Os dígitos se misturaram aos fios castanhos, e Chanyeol tentou não gemer alto (para não acordar ninguém) quando o mais velho segurou seu falo com força, apertando-o entre os próprios dedos, roçando a glande contra seus lábios.

Por céus, era uma delícia! Queria sentir toda a boca do namorado engolir seu membro, e aquilo era uma tortura para o maior. Chanyeol pendia a cabeça para trás por um instante, controlando-se para não deixar um gemido lânguido e em alto tom escapar por seus lábios; parecia ser provado. Baekhyun sabia dos riscos, e ainda provocava mais. E foi quando desceu os dedos aos testículos do mais novo, apertando-os com força enquanto abocanhava todo o membro do maior que Chanyeol se martelou internamente por não gemer, porém, deixando um ofego escapar.

Não conseguiria manter toda a ereção do outro em si por muito tempo; era árduo demais, já que seu namorado era tão extenso. Mesmo assim, começou a mover a própria cabeça, também com o auxílio do maior, que puxava os cabelos de Baek com força, ditando os movimentos. Sugava o falo alheio com força, umedecendo-o de saliva.

Como não gemer diante daquilo? A boca e língua de Baekhyun o excitava em tamanhas proporções, e mesmo que o garoto fosse tão inexperiente em relação a certas coisas, o fazia melhor que muita gente, o melhor dos que Chanyeol já ficou um dia. Não era só por amor que Baek era tão bom, mas porque ele sabia onde e como deixar o dongsaeng tão cheio de tesão.

O sexo pulsava, e o do mais velho estava tão rijo quanto o do maior. Baek levou uma das mãos à própria ereção, e quando tentaria estimular a si mesmo, Yeol abandonou seus cabelos, afastando a boca do outro de si, puxando seu corpo e levantando Baekhyun, para deitá-lo com força sobre o colchão da cama em seguida.

Aquele Chanyeol intenso excitava demais o hyung.

Separou as pernas do mais baixo, ficando entre elas e agarrando suas coxas com força, e o menor afundando a cabeça sobre o travesseiro, fechando fortemente os olhos quando sentiu a ereção tão forte e grande dentro de si. Tentou gritar, já que a dor mesclada ao prazer era grande, e quando ameaçou a fazer barulho, Chanyeol jogou o corpo para frente, colando os lábios alheios aos próprios, invadindo a boca de Baek com sua língua, iniciando um beijo quente, excitante e arrancando suspiros, além das respirações quentes se misturando.

Baekhyun iria à loucura com aquilo. Sua próstata era atingida diversas vezes e sem muita demora, e seu peito se movendo rápido demais. Perdia aos poucos o ar, mas a perda dele valia a pena. Nunca esperou que o mais alto pudesse ser tão delicioso, antes de senti-lo. Os corpos suavam conforme Chanyeol estocava Baekhyun com muita força, e tão rápido, fazendo o garoto perder completamente o juízo, assim como o próprio dongsaeng; e como estavam praticamente colados, o tronco do maior se roçava à ereção alheia, estimulando-a.

Até que, com mais uma estocada, acabam tendo de interromper o ósculo, e Baekhyun chega ao orgasmo, gemendo arrastado e erótico, relaxando o corpo sobre o colchão. Chanyeol não estava tão diferente dele, também alcançando seu ápice e gozando brevemente no interior do corpo do namorado, que mesmo transarem por tantas vezes, ainda era tão quente e apertado.

Praticamente desmaiaram na cama, e se abraçaram após o ato. Baekhyun envolveu o pescoço de Chanyeol, e este, por sua vez, envolveu a cintura do namorado, beijando pela última vez os lábios do mesmo antes de dormirem.

A frase "Eu te amo" fora dita por ambos antes de adormecerem.

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– Então, ele se desculpou? – a senhora Byun indagou, cruzando os braços e encostada à parede, cozinhando para seus pais como agradecimento por deixaram que ela e os filhos pudessem passar a noite ali.

– Sim, e disse que estava arrependido... – Chanyeol respondeu, abraçando Baekhyun por trás, pela cintura do mesmo. – Ele falou que nos ama e que não queria aquilo se repetindo, se eu não me engano.

A senhora Byun torceu os lábios, mas pensativa.

– Eu amo o pai de vocês, mas tenho medo que, sei lá, ele faça mal, sabe?

– Olha, mãe... – fora a vez de Baekhyun. – Vai ver, foi apenas um choque de saber. Ele sempre foi muito gentil, cuidou bem da gente... Foram mais de doze anos! Não são doze meses...

– Talvez vocês tenham razão... Vou deixar tudo pronto aqui, falar com os avós de vocês e então iremos pra casa. – sorriu. – Ou poderei falar com os avós de vocês antes. O farei agora! Me esperem. – se retirou dali, deixando os dois a sós.

– Não é melhor ligar para o nosso pai antes, amor? – Baek se virou, ficando de frente para o maior e subindo na ponta dos pés, para alcançar seus lábios e beijá-lo ternamente. – Diga que está tudo bem, e que logo iremos para casa...

Baekhyun estava bem diferente daquele que o excitou na noite passada, tão angelical.

– Eu ligarei. – retribuiu um dos beijos. – Farei isso agora. – desvencilhou-se com cuidado do namorado e fora até o telefone, retirando-o do gancho e o levando à própria orelha, discando o número de sua casa.

Enquanto isso, Baekhyun se sentava sobre o sofá, esperando uma resposta do dongsaeng. O viu falando com o pai, e aparentemente estava tudo bem, o que fez o hyung esboçar um sorriso em seus lábios. Quando desligou o telefone, Chanyeol se sentou ao lado de Baekhyun, colocando uma das mãos sobre sua coxa, apertando-a e retribuindo o sorriso de seu namorado.

Baek franziu o cenho, achando aquela situação engraçada, até.

– O que ele falou? – referiu-se ao pai de ambos.

– Está nos esperando em casa.

Rapidamente se agarraram, um segurando parte do corpo do outro, apalpando-o e o tomando para si, se desvencilhando quando ouviram passos de sua mãe e seus avós. Despediram-se dos mais velhos e os agradeceu por deixarem passar a noite ali. O caminho para casa foi divertido. Chanyeol e Baekhyun faziam barulho durante o trajeto, com o maior fazendo rap e o menor nos vocais. A mãe dos meninos sorria, sabendo que tinha talentos natos dentro de sua casa.

Então, torciam para que nada mais de errado pudesse acontecer, esperando a luz no fim do túnel sobre o relacionamento com o pai de ambos.

Talvez ele estivesse, realmente, pronto para aceitá-los.

Notas finais
Primeiramente, quero me explicar. Qq
Faltam de 3 a 2 caps pra Super Hero chegar ao fim, e esse capítulo foi mais pelo menos de presente a vocês. Betei sozinha, mas como sou bisonha, eu sempre deixo algo escapar.
Duas recomendações! Estou muito, mas muito feliz, por cada uma delas, assim como os reviews e outros aos quais guardo com muito carinho. ;; Vocês são uns amores. ;;
E como gay que eu sou, farei uma nota final gigantesca no último capítulo, mas até lá, eu me comportarei e surtarei com vocês no Twitter. SKDJKSJKSJDKSJKDJSKD
E falo sério quando digo que ADORO os palpites de vocês. q ♥
Até o próximo cap!
(Meu dedo ainda está um pouco machucado, mas aos poucos melhorando. Obrigada pela força! ;; ♥)