Summer Nights

19 The Only Exception


Notas iniciais
Oi oi oi! Não me matem! Obrigada! A vdd é que estou com um bloqueio horrível com essa fanfic, então nem sei se esse capítulo está bom ou nn, fiquei quase quatro dias tentando escrever e nn gostei do resultado. Mas lá embaixo, vou colocar um trechinho da minha próxima fic, que estou tentando decidir entre as categorias ainda, nn sei sei coloco Original ou JB, então opinem ♥

When I was younger

I saw my daddy cry

And curse at the wind

He broke his own heart

And I watched

As he tried to reassemble it

And my momma swore that

She would never let herself forget

And that was the day that I promised

I'd never sing of love

If it does not exist



POV – Rose Weasley

Meu braço estava dormente quando acordei aquela manhã, acabou que ele voltou para debaixo de Scorpius durante a noite. Falando no loiro, ele ainda estava totalmente apagado, e eu tinha uma leve desconfiança que já devia ser quase hora do almoço.

Me afasto dele fazendo o maior esforço possível para não acordá-lo e pego um short na minha cômoda o vestindo e saindo do quarto em seguida. Fico orgulhosa de mim mesma por não ter feito barulho e vou até o quarto de James bater na porta.

– Estou aqui embaixo, princesinha! – ele grita e eu sorrio descendo as escadas.

– Oi – digo o abraçando.

– E como foi ontem? Quero saber sobre aquela foto.

– Não seja uma menininha fofoqueira, Jay – digo fingindo reprovação e ele pisca um dos olhos de forma marota e agarra minha mão me puxando escada a cima de novo – O que foi?

– Seu presente – ele diz e entramos em seu quarto e eu me jogo em sua cama enquanto ele revira alguma coisa no armário – Aqui. Tenta não fingir tanta decepção ao receber os outros.

– Não seja convencido, gatinho – digo e pego o embrulho da mão dele e o rasgo. Era um livro, óbvio, mas não qualquer livro. Um exemplar super surrado e aparentemente bem antigo de Orgulho e Preconceito, que a propósito eu já tinha – Jay, você me deu um desses no meu aniversário de catorze.

– Cala boca e abre o livro, Rose – ele pede em expectativa e eu sorrio balançando a cabeça e abro a página amarelada e frágil demais e minha boca se abre em um O perfeito e quase deixo o livro cair no chão.

– Ah, meu Merlin – sussurro e ele sorri se aproximando.

– Gostou?

– Como você... Merlin... – digo que nem uma idiota.

– Eu persegui um garoto que achei na internet por quase três meses, parece que o livro esta na família dele a uns mil anos – ele ironizou a última parte e eu soltei uma risada fraca.

– Merlin...

– Pare de repetir isso – ele diz fazendo uma careta e eu mordo o lábio com força.

– É o autógrafo da Jane Austen! James Potter, eu amo você com todo o meu coração! – digo e levando da cama me jogando em cima dele.

– É sua obrigação me amar! E o garoto provavelmente está morto agora por ter me vendido esse livro – ele diz rindo e eu me afasto dele.

– Deve ter sido uma fortuna, você é maluco?!

– Vale a pena, tinha que ver sua cara quando abriu o livro, nada poderia comprar isso – ele diz e eu sorrio voltando a abraçá-lo.

– Você é o melhor de todo o mundo. Te amo, te amo, te amo!

– Você também é a melhor de todo o mundo! E eu também te amo! Agora vamos descer para você esfregar na cara de todo mundo quem te deu o melhor presente do mundo inteiro! E eu vou poder me vangloriar!

– Vamos lá!

– Pensei que tinha entrado em coma, linda! – diz Domi rindo e vindo até mim e ma abraçando para em seguida me entregar um embrulho – Seu presente!

– Não vai ser melhor que o meu – James diz e ela revira os olhos.

– Você nem sabe qual é o meu presente, e saiba que Rose queria esse vestido a muito tempo.

– Seu presente não é melhor que o meu – ele repete calmamente e eu solto uma risadinha enquanto rasgo o embrulho de Domi e pego o vestido vermelho que vimos no Beco Diagonal uma vez.

– Awwnt! – digo sorrindo e a abraçando com força – Obrigada, Domi! Eu amei, de verdade!

– Haha, Potter! – ela se gaba e James sorri de lado.

– Exiba para ela seu mais novo livro e o interior dele, Ross – ele diz e eu entrego o livro a Domi.

– Cuidado – peço e ela franze as sobrancelhas.

– Pensei que já tivesse esse livro – diz confusa e eu sorrio.

– Abre ele – digo e ela abre a primeira página e arregala os olhos, pego o livro de sua mão antes que ela o derrube e sorrio – O quão incrível isso é?

– Da próxima eu te supero, James – ela diz tacando uma almofada dele que ri.

– Boa sorte, ninguém nunca vai conhecer Rose como eu.

– Não seja convencido. Cadê o Al e Alícia? – pergunto e Domi aponta para cozinha.

– Alícia está comendo, Alvo está dormindo.

– Vou pegar o presente dele para acordá-lo – digo subindo as escadas de dois em dois degraus e entrando no quarto.

– Oi – diz Scorpius sonolento e eu coloco meus presentes em cima da cômoda.

– Oi, já está na hora do almoço.

– Sério? – pergunta se sentando e eu assinto rindo.

– É, mas relaxa, eu acabei de acordar e Alvo ainda está dormindo. Não perdemos muita coisa – dou de ombros e ele se levanta e me abraça.

– Bom dia.

– Boa tarde – ele me dá um selinho e passa o dedo pelo meu queixo.

– Já disse o quão sexy você fica com essa blusa? – pergunta contra minha boca e eu sorrio.

– Acho que não – minto e ele desliza a mão até a barra da blusa.

– Então estou dizendo agora. Rose Weasley, você fica a coisa mais sexy do mundo inteiro com essa blusa – sinto todo o meu corpo se arrepiar e colo nossas bocas novamente.

– Vem almoçar! – grita James do andar de baixo e eu reviro os olhos – Malfoy, se você estiver acordado, é melhor que largue minha garota agora mesmo!

– Você também é minha garota – ele resmunga e eu sorrio.

– Mesmo?

– Yeah. Você é minha garota – ele sorri e me dá mais um selinho – Vou colocar uma roupa, é melhor você descer antes que James me castre.

– É melhor, acho que não me interessaria por você se estivesse castrado – brinco e ele arqueia uma sobrancelha.

– Mesmo?

– Sim – ele sorri e agarra minha cintura me empurrando contra parede e prensando seu corpo contra o meu. Suas mãos sobem por dentro da blusa e eu arfo. Droga.

– Mesmo? – ele repete mordendo o lóbulo da minha orelha e eu engulo em seco.

– Você não sabe jogar limpo mesmo, não é?

– Não, e você ama isso – reviro os olhos e ele me beija, beija de verdade, não um selinho idiota. Mas logo em seguida se afasta e dá uma piscadela para mim antes de ir para o próprio quarto.

Fico parada encarando sua porta como uma idiota por alguns segundos, ou minutos, ou talvez anos. Acho que nunca me cansaria daquilo.

Mas me liberto do meu transe e pego o presente de Alvo, um novo equipamento de Quadribol, e vou para o seu quarto acordá-lo.

– Já estou acordado e seu presente está dentro da segunda gaveta – ele resmunga assim que faço menção de gritar alguma coisa para assustá-lo e eu resmungo insatisfeita antes de largar seu presente na cama e ir até a cômoda.

Abro a gaveta e sorrio como uma idiota. Era um porta retrato com seis fotos. De nós dois ainda na maternidade no colo de nossas mães, do nosso aniversário de cinco anos, nós dois na estação Kings Cross quando fomos para Hogwarts pela primeira vez, nosso primeiro baile no quarto ano, uma jogando Quadribol e a última do nosso aniversário desse ano.

– Eu amei.

– Eu sei, espero que seja o segundo melhor presente, porque sei que o melhor foi do babaca do James – ele diz e abre os olhos.

– Você sabia do presente do James?

– Não, o que ele te deu?

– Orgulho e Preconceito, autografado.

– Ele viajou no tempo? – pergunta confuso e eu nego com a cabeça rindo.

– Vamos descer, o almoço está pronto.

– Também tem um livro, acho que você vai gostar – ele diz indo até a cômoda e fuxicando mais fundo na mesma gaveta – A mulher da loja disse que é um daqueles romances que faz você ficar chorando que nem uma idiota até James te dar chocolate – ele diz e me entrega o livro Como eu era antes de você.

– Obrigada – sorrio e o abraço – Vai ver seu presente, ingrato.

– Não chore – ele diz rindo e abre o presente – Você é a pessoa mais foda que existe, sabia disso? Eu estava precisando muito disso, muito mesmo!

– E sou incrível – sorrio jogando o cabelo para trás e ele ri enquanto saímos do quarto.

– Roooosie! – grita Alícia me abraçando e me entregando uma embalagem – É um perfume!

– Obrigada – sorrio e ela me abraça de novo.

– Eu não ganho presente? – brinca Alvo a abraçando pela cintura.

– Já te dei seu presente – ela pisca um dos olhos e eu faço uma careta.

– Eca.

– Vem logo – diz Domi me puxando e Scorpius sorri para mim já sentado a mesa – E nem pensa que eu não vi essa sua pulseira, quero todos os detalhes mais tarde, e Alí também vai querer – ela sussurra para mim e eu coro.

– Eu escutei tudo – diz Scorpius e ela revira os olhos lhe mostrando o dedo médio.

– Não escutou não, fica na sua – ela rebate e ele ri.

– Se você diz.

I've got a tight grip on reality

But I can't

Let go of what's in front of me here

I know you're leaving

In the morning, when you wake up

Leave me with some kind of proof it`s not a dream



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Paixão Iminente:

~ TRECHO DO CAP NOVE ~

Não importa o quanto tentasse. Jesse não conseguia fazer o maldito trabalho sobre qual a utilidade da Epistemologia na Psicologia. Não era por ele ser um aluno ruim ou por não ser aplicado, porque ele levava a faculdade bastante a sério. Tinha ralado bastante para chegar até ali e não iria estragar tudo com festas e transas, mas sua cabeça parecia estar em outro lugar completamente diferente no momento.

Ele é tirado de um transe, que não tinha nada haver com a matéria, pelo celular tocando ao seu lado.

– Seja quem for, obrigado – ele diz largando o livro e alcançando o celular, quase o derrubando ao constatar que era Alison – A que devo a honra de sua ligação, Srta Alison Sem-Sobrenome?

Jesse? – a voz dela demonstrava mínima surpresa, pois na verdade estava praticamente inaudível e parecia chorosa demais. Jesse imediatamente abandona qualquer resquício de brincadeira e fica sério.

– Alison? O que aconteceu? Onde você está?

Brian... Ele está vindo – Jesse não consegue falar nada por um segundo, seu coração parecia ter parado ou começado a bater rápido demais de uma hora para outra – Jesse, por favor...

– Alison, eu preciso que me escute, okay? Onde exatamente vocês estão? No apartamento dele? – ele pergunta beirando o desespero.

Voltei. Está pronta para parar de reclamar e começar a colaborar? – ele escuta a voz do garoto do outro lado da linha e revira a mochila atrás da chave da moto.

– Alison? Alison! – ele chama novamente. Mas não há uma resposta, pois em seguida a ligação é finalizada – Droga! – ele grita enquanto enfiava o celular e a carteira no bolso da calça e pegava o casaco largado em cima do sofá para correr porta a fora no instante seguinte. O elevador demora demais, então ele desiste da ideia e corre os quatro andares pela escada de incêndio e passando direto pelo zelador sem responder o seu “olá” animado.

Ele mal coloca o casaco e enfia o capacete na cabeça antes de montar em sua moto e sair em disparada, quase não dando tempo para o pobre homem abrir o portão da garagem.

Tudo em que conseguia pensar era que Alison estava com Brian nesse exato momento. Que ele estava fazendo alguma coisa com ela e contra sua vontade. E que mesmo prevendo que isso aconteceria, Jesse não conseguiu evitar.

E o pior de tudo.

A culpa era toda dele.

Notas finais
Comeentem! Quero saber a opinião de vcs sobre o trecho que deixei ai Próximo capítulo é bônus Jaynique!