Notas iniciais
Desculpa! Sei que fiquei uma semana sem postar de novo, mas estou tentando ajustar meu horário com escola, fanfic, séries, livros e blábláblá. E a verdade que a única coisa que estou fazendo é estudar, fiquei praticamente uma semana para conseguir terminar de ler Guerra Civil - o livro, não o HQ - e não estou com nenhuma série em dia. Msm que minhas notas tenham melhorado bastante, vou subir mais ainda para não ficar de recuperação nas férias de verão. Então, me desejem boa sorte! Vou postar mais rápido, sério! Vou tentar postar pelo menos duas vezes na semana, provavelmente sexta ou sábado e terça ou quarta ♥ Espero que gostem, beijinhos!

The way you move is like a fool on rainstorm

And I'm a house of cards

You're the kinda reckless that should send me running

But I kinda know that I won't get far

And you stood there in front of me just

Close enough to touch

Close enough to hope you couldn't see

What I was thinking of



POV – Rose Weasley

No fim das contas, aquele jogo havia me rendido coisas boas. O que era uma grande novidade se parar para ver meu histórico com Verdade ou Consequência.

– Quando eu e Scorpius descemos, quatro pares de olhares curiosos fixaram-se em nós, mas fizemos nossa melhor cara de paisagem como se nada tivesse acontecido. Óbvio que depois de um tempo acabamos contanto que iríamos ficar por algum tempo para ver no que dava. E Dominique e Alícia quando me ensurdeceram com o escândalo que fizeram.

Fui para cama com o sorriso mais idiota do mundo àquela noite, estava tão cansada que nem fiquei acordada até meia-noite, mesmo que Scorpius tivesse insistido para que eu ficasse. Mas tinha passado boa parte do dia na praia, então estava bem cansada e dormi quase de imediato.

– Rose, acorda! – escuto uma voz feminina e resmungo me virando para o outro lado – Vamos lá, é o seu aniversário. Dê o bom exemplo para Alvo e se levante para ele levantar também.

– Sai daqui – resmungo com a voz meio grogue e puxo a coberta para cobrir o rosto.

– Ótimo – a pessoa sai do meu quarto, provavelmente era Alícia – Ela não quer acordar.

– Você acha que ainda ta cedo? – escuto outra voz baixa do outro lado da porta e faço uma careta. Eles não tinham lugar melhor para conversar do que na porta do meu quarto, não? Tipo, lá na China...

– Não para Rose.

– Okay – o silêncio finalmente prevalece e eu sorrio enquanto tiro a coberta do rosto e me deixo novamente cair no sono, mas apenas por alguns minutos, pois outro infeliz entra no meu quarto. Dessa vez me recuso a sequer responder um sai daqui.

– Rosie – chama a voz meio cantarolante e sinto o peso de outro corpo ao meu lado.

– Hummm – resmungo irritada.

– Está na hora de acordar – fico calada fingindo que não estou escutando com a intenção de fazer a pessoa ir embora.

Silêncio total. Até que sinto alguém puxar minha coberta para baixo.

– Qual é... – reclamo quase choramingando. Qual era o problema em estar com sono nessa casa?

– Shhh! – sinto lábios macios contra o meu pescoço e engulo em seco. Scorpius – Acorda – ele pede novamente ainda roçando a boca pela minha pele.

– Não – respondo já completamente desperta, mas me recuso a abrir os olhos. Sinto sua risada contra meu pescoço e uma corrente elétrica atravessar meu corpo.

– Okay, então – suas mãos descem até minha barriga e erguem minha blusa – que na verdade, era dele –, e em seguida seus lábios estão novamente em minha pede, deixando um rastro molhada e diabolicamente incrível pela minha pele. Arqueio as costas e mordo os lábios.

Isso é golpe baixo – reclamo finalmente abrindo os olhos e ele sorri abaixando novamente minha blusa e vindo para cima de mim.

– Eu nunca disse que jogava limpo – ele se aproxima para me beijar e eu desvio o rosto.

– Eu acabei de acordar, devo estar toda amassada e nem um pouco atraente.

– Nenhum pouco atraente? Isso é porque você não sabe como eu fiquei quando afastei a coberta e te vi só com a minha blusa, se soubesse iria saber o quão “pouco atraente” você estava – ele faz aspas com os dedos e eu sorrio balançando a cabeça.

– Eu acabei de acordar.

– Então é assim que ficam os anjos quando acordam? – sinto uma batida do meu coração parar e suspiro.

– Você realmente não joga limpo – digo e o puxo pela nuca o beijando.

– Eu sei que não, mas é da minha natureza – ele sorri e me dá mais um selinho antes de me puxar para levantar da cama.

– Vou tomar banho – digo e pego o que eu preciso indo para o banheiro.

Prendo o cabelo e tomo o banho mais rápido da minha vida em cinco minutos. Visto rapidamente o short e a regata e penduro a toalha atrás da porta.

– Pronta – digo saindo do banheiro e ele sorri e me abraça pela cintura.

– Feliz Aniversário, Rosie – ele beija minha testa e segura minha mão me puxando para fora do quarto.

– Finalmente! – diz James enquanto descemos a escada e abre os braços para mim e eu o abraço com força – Parabéns, princesinha.

– Obrigada, Jay!

– De anda, agora estou me mandando – ele me dá um beijo na bochecha e Dominique pula em meu pescoço me apertando com força e gritando Parabéns tão alto que tenho sorte por não estar surda.

– Tchau, minha linda – ela cantarola e agarra a mão do Jay.

– Aonde vocês vão? No meu aniversário! – reclamo e ela revira os olhos.

– Não seja dramática, eu preparei a melhor festa da sua vida e comemoramos seu aniversário no sábado!

– Mas...

– Mas agora você tem um loiro que quer aproveitar você o dia inteiro, sozinhos – ela completa e pisca marotamente saindo pela porta com James que balança a cabeça.

– Scorpius? – pergunto colocando ambas as mãos na cintura e ele sorri.

– Alícia quer te dar parabéns, e você tem que falar com Alvo – ele indica as escadas e eu assinto enquanto subo os degraus de dois em dois degraus.

– Parabéns! – grita Alícia assim que me vê e eu a abraço rindo.

– Obrigada! Cadê meu primo?

– Disse que só vai levantar da cama quando você for da parabéns – diz revirando os olhos e apontando para a porta. Sorrio e entro, era como uma tradição, cada ano um acordava o outro para dar os parabéns e no ano anterior ele me acordou, então era minha vez.

– PARABÉNS! – grito como uma louca e pulo na cama ao seu lado, ele sorri e me abraça pela cintura.

– Pensei que não viria.

– Não seja tão dramático – reviro os olhos e sorrio.

– Parabéns para gente, então Rosie – ele sorri e se estica pegando a varinha na mesinha – Se liga – ele aponta a varinha para a porta do banheiro e essa se abre batendo na parede com força – Podemos fazer magia agora.

– Desde que você não quebre a porta ou a parede – dou de ombros rindo e me levanto o puxando para se levantar também – O que vai fazer hoje?

– Sair com Alícia.

– Imaginei, mas tome um banho antes – digo e aponto para o banheiro, ele finge estar ofendido e eu forço um sorriso.

– Está falando que estou fedendo?

– Claro que não, nunca diria algo assim. Em voz alta – completo e corro para fora do quarto antes que o travesseiro pegue em mim – Ele já vai sair, Alí!

– Obrigada – ela ri e me dá outro abraço antes de eu descer novamente as escadas.

– Pronta? – pergunta Scorpius quando me vê descendo os degraus.

– Para o que, exatamente? – pulo os dois últimos degraus e ele me pega no ar e sorri.

– Para o melhor aniversário da sua vida.

– Isso está me assustando, um pouquinho – digo tombando a cabeça para o lado e ele sorri.

– E você adora isso. Agora vamos, você tem que comer alguma coisa antes de ir – diz e me coloca no chão, entrelaçando nossos dedos e me levando em direção a cozinha.

– Uau – digo com a maior cara de idiota do mundo ao olhar para aquela mesa. Panquecas, torradas, bolo de morango, cookies. Suco de maracujá e, é claro, chocolate quente – Você preparou tudo isso?

– Sim, as meninas me ajudaram um pouco – diz e eu mordo o lábio e sorrio.

– Uau – repito e ele puxa uma cadeira para mim e senta de frente para mim.

– Coma, você vai precisar de toda disposição possível para hoje – diz colocando um prato com duas panquecas, algumas torradas e um pedaço do bolo a minha frente.

– Ou eu vou explodir de tão gorda – digo rindo mas começo a comer, ele me passa uma caneca de chocolate quente e começa a comer também.

Comemos até nossa barriga não agüentar mais e ele me puxa para sala.

– E agora? – pergunto e ele olha o relógio.

– São dez e meia, estamos de barriga cheia, então vamos ao cinema onde não precisamos fazer atividade física – ele diz e eu franzo as sobrancelhas.

– Sem querer acabar com os seus planos, mas não acha que algum cinema abra antes de uma da tarde.

– Melhor para gente, então – ele dá de ombros e Alícia desce as escadas correndo e lhe entre uma mochila – Está tudo aqui?

– Acho que sim – ela dá de ombros e sobe as escadas novamente.

– Tudo o que? – pergunto quando ele joga a mochila em cima do ombro.

– Sem perguntas.

– Mas...

– Shh! – ele coloca o indicador sobre os meus lábios e eu fico quieta – Sem perguntas – ele repete e eu assinto.

– Ta bom – concordo e ele me dá um selinho – Pronta?

– Para surpresa?

– Não, aparatar sozinha, pela primeira vez – diz e eu engulo em seco.

– Prometemos que não podíamos aparatar.

– Eu posso, seus pais não vão saber se eu aparatar. E hoje é seu aniversário de 17 anos, tenho certeza que eles não vão ligar para você e Alvo fazendo feitiço.

– Mas, naquele diz, no supermercado, se você podia aparatar...

– E perder a oportunidade de ficar um tempão num carro com você? – ele revira os olhos e agarra minha cintura.

– Bem pensado.

– Faço o que eu posso – ele pisca um dos olhos e eu escondo a cabeça em seu peito para aparatarmos.

Nunca, repito, nunca aparate depois de comer como uma mendiga faminta. É horrível e você fica mais enjoada do que ficaria normalmente.

Abro os olhos e percebo que estamos em um banheiro, arqueio uma sobrancelha para Scorpius que entrelaça nossos dedos e me guia para fora dali e eu percebo que estamos em um cinema, enorme e completamente vazio.

– Uau – digo e ele ri.

– Não me canso de ouvir os seus “Uaus”.

– Idiota – digo rindo e lhe dando um tapa no braço.

– Vem – ele me puxa para a última fileira e faz com que eu me sente – Fica ai, eu já volto.

– Certo – concordo e ele desaparata. Rezo internamente para não ser pega ali sozinha, e já estava à beira do pânico quando ele aparece novamente ao meu lado.

– Espero que goste – ele diz e eu abro minha boca em um O perfeito.

– Como você... – começo a falar meio embasbacada quando vejo o início de Um Amor Pra Recordar na tela gigantesca.

– Eu tenho minhas fontes, baby.

– Mas como... quer dizer, esse filme não está em cartas a anos!

– Mas é seu romance favorito, eu dei um jeito – ele dá de ombros.

– Você não vai querer ver meu estado no final desse filme – digo e ele sorri e balança a cabeça.

– Eu tenho certeza que consigo te distrair antes do final.

Dito e feito, um pouco depois que a Jamie dizia que estava com câncer e Landon vai atrás do pai pedindo ajuda – e sim, eu já estava prestes a romper em lágrimas nessa parte e podem ter certeza que iria permanecer assim até o final do filme -, Scorpius roça os lábios no meu pescoço.

– Hora da distração – ele diz e eu tombo a cabeça em sua direção.

– Já que você está planejando tudo – ele permanece sério e entreabe meus lábios com o dedão antes de me beijar. Não há nenhuma calma naquele beijo, nem em seu início, seus lábios mal tocaram os meus e nossas línguas se entrelaçaram fazendo meu corpo derreter e eu agradecer mentalmente por estar sentada, caso contrário minhas pernas bambas teriam me levado direto ao chão.

O puxo para mais perto de mim, mas era impossível se aproximar mais graças àquelas coisas que ficavam no meio com o intuito de colocarmos nossos refrigerantes.

– Vem – Scorpius puxa minha mão me fazendo levantar e eu olho por cima do ombro para ter certeza de que o filma ainda não tinha acabado, mas faltava quase vinte minutos ainda.

– Próximo programa?

– Não, ainda cinema – ele sorri e me puxa para o banheiro e fecha a porta atrás de si.

– E se alguém entrar aqui?

– Vou escutar.

– Vão ver as luzes acesas – digo e ele apaga a luz nos deixando apenas com a claridade de uma janelinha.

– Mas alguma coisa?

– Sim, por que você não está me beijando? – ele volta a colar os lábios nos meus e me coloca sentada sobre a pia do banheiro ficando entre minhas pernas.

– Eu acho que nunca vou cansar de te beijar – ele diz roçando os lábios na minha orelha.

– Então não pare.

– Você não tem nem noção do que faz comigo dizendo isso – ele diz e se afasta apenas o suficiente para colar nossas testas.

– Então me diga – peço e ele nega com a cabeça.

– Uma hora ou outra você vai descobrir.

– Eu sou um pouco lerda, sabia? – pergunto e ele sorri.

– Você vai perceber.

– Se você diz...

Quem está ai? – escutamos uma voz do lado de fora e eu arregalo os olhos.

– Hora do próximo passeio – diz e me abraça aparatando.

Meus olhos queimam um pouco com a claridade, já que havíamos ficado mais que uma hora no escuro, mas param rapidamente e eu olho em volta.

– Onde estamos? – pergunto olhando a praia ao redor e percebendo que estávamos em cima de um deck.

– Pare de fazer perguntas, Rosie – ele segura minha mão e me puxa para beirada do deck onde tinha uma lancha.

– Você só pode estar brincando – digo quando ele entra na lancha e deixa a mochila no chão.

– Vem – ele estende os braços e me ajuda a entrar.

– Você está brincando, certo?

– Não, eu gosto de pilotar lanchas às vezes, e pensei que você fosse gostar.

– Você sabe pilotar? – pergunto embasbacada e ele assente.

– Merlin...

– Mas hoje, vamos deixar que ela pilote sozinha para podermos aproveitar – diz e me puxa para proa.

– Eu não trouxe biquíni – digo com uma careta e ele abre a mochila e me entrega meu biquíni vermelho — Como você...

– Alícia, lembra? – diz e eu sorrio.

– Certo, hum... não tem lugar para eu me trocar – sinto minhas bochechas corarem ao dizer isso e Scorpius engole em seco. A lancha era simples, não era minúscula, mas também não era grande. A parte mais larga era a da proa, e não tinha a parte interior que a maioria dos barcos tinham, então...

– Vamos sair daqui, quando estivermos perto da praia eu me viro e você se troca, aqui alguém poderia ver – diz e eu olho ao redor, era praticamente deserto ali, tirando umas duas ou três pessoas ao longe na praia.

– Okay – dou de ombros e Scorpius começa a pilotar por um tempo, mas depois de uns quinze minutos faz um feitiço para que ela pilote sozinha e vem até a beirada da proa onde eu estava e me abraça por trás apoiando o queixo em meu ombro.

– Está gostando?

– Você tem dúvida? – inclino a cabeça para trás e ele dá um beijo em minha bochecha – É provavelmente o melhor aniversário da minha vida. E é com você, dá para acreditar? Não nos suportávamos até duas semanas atrás.

– Eu não te odiava – diz e eu arqueio uma sobrancelha – Não te odiava.

– Se você diz.

– Devíamos conversar sobre nosso passado – diz por fim e eu suspiro.

– Certo.

– Eu nunca te odiei, começa ai – ele diz e eu dou de ombros.

– Okay.

– Só te achava irritante, com aquela mania de saber de tudo.

– Por isso você implicava comigo?

– Não, eu amo implicar com você.

– Amo? No presente?

– Sim, e no futuro – sorri e eu reviro os olhos também sorrindo – Eu fui um babaca com você a maior parte da minha vida.

– Eu também não era muito legal.

– Não, não era. Mas suas ofensas iam de doninha Jr a loiro aguado, e só. Eu era realmente um babaca, me desculpa – diz e passa a mão no cabelo de forma nervosa.

– Ei, tudo bem – digo o abraçando – Boa parte das coisas que você me falava eram verdade.

– Para com isso.

– É verdade. Eu sou mestiça, não tenho problema algum em admitir isso. Sou uma sabe-tudo e muitas vezes sou bastante irritante. E, sejamos sinceros, não sei porque você quer dar uns amassos comigo, porque eu realmente sou uma tábua – ele se solta do meu abraço e balança a cabeça.

– Qual foi a última vez que se olhou no espelho?

– Hoje de manhã...

– Não, realmente se olhou, para como está seu corpo nos últimos meses – diz e eu engulo em seco – Aposto que você percebeu a forma como te olhei naquele dia na piscina, no primeiro dia.

– Não sei.

– Faça isso, porque quando você fizer vai entender o que estou falando.

– Você está me deixando com vergonha – confesso e ele tira o cabelo do meu rosto prendendo atrás da orelha.

– Vá se trocar, juro que não vou espiar – assinto e vou para o fundo da lancha e me abaixo para me trocar – tudo bem, não iria adiantar quase nada, e eu sabia que ele não iria espiar, mas ficar atrás da cabine minúscula do piloto me dava um pouco mais de segurança. Me troco o mais rápido possível e seguro a parte de cima do biquíni para pedir para ele amarrar atrás.

– Scorpius.

– Posso me virar?

– Aham – digo e ele se vira percorrendo o meu corpo com os olhos – Você pode... – me enrolo com as palavras e faço uma careta ficando de costas para ele.

– Claro – sinto os dedos trêmulos amarrando meu biquíni e pressiono meus lábios um contra o outro.

– Valeu – digo e enfio minhas roupas em sua mochila, percebo que ele já estava apenas com a sunga.

– Eu queria que você visse a si mesma da forma como eu te vejo – diz e eu solto uma risada.

– Para com isso, Scorp – ele continua sério, então paro de rir – Olha, eu realmente não estou chateada com as coisas que você me chamava, okay?

– Não é essa a questão, Rose. É que, você simplesmente não tem noção alguma do quão perfeita você é. Me lembre de pensar em alguma forma de provar isso quando voltarmos para casa.

– Você não vai esquecer isso, não é?

– Não.

– Fico pensando no que as pessoas devem estar pensando sobre nós depois da festa – digo e ele ri.

– Tive uma ideia – diz e me puxa.

– O que?

– Vamos postar uma foto, e ver a reação de todos.

– Não temos fotos juntos – digo confusa – Quer dizer, temos algumas do meu aniversário.

– Vamos tirar uma agora.

– Agora?

– Sim – ele pega o celular e eu faço uma careta. Devia estar horrível, o vento estava bagunçando o meu cabelo e eu estava praticamente sem maquiagem nenhuma – Você está linda – ele diz como se lesse meus pensamentos e eu arregalo os olhos.

– Não disse nada.

– Mas eu te conheço – ele abre a câmera frontal e eu o abraço pela cintura, ele passa um braço sobre o meu ombro e beija o meu cabelo, e então bate a foto.

– Merlin – digo rindo enquanto o observo postar a foto em todas as redes sociais. Facebook, Instagram, Twitter... com a mesma legenda “Feliz Aniversário, baby. Você é a melhor!” – Isso vai dar o que falar.

– Eu não me importo.

– Não, mas caso você não tenha percebido não estou muito acostumada com a atenção sobre mim – faço uma careta e ele suspira.

– Se você quiser, eu apago.

– Não! – digo e o abraço pelo pescoço – Eu gostei.

– Chegamos – ele aponta para a praia deserta e eu sorrio.

– Vamos lá.

A água estava congelando, e Scorpius ri da careta que eu faço.

– Acho que a areia está chamando por mim – digo e corro de volto para areia, mas ele agarra minha cintura antes mesmo de eu sair completamente e me ergue do chão voltando para água – Scorpius! – grito e ele ri.

– Para de frescura – ele diz rindo e me joga na água.

– Você vai pagar caro por isso! Volta aqui – digo e vou atrás dele que sai da água correndo de mim.

– Você nunca vai me alcançar – diz rindo e eu corro ainda mais e jogo o meu peso contra ele – ele mal se move, devo ressaltar.

– Maldito quadribol – resmungo e ele me agarra minha cintura e me faz deitar na areia ficando ajoelhado em cima de mim.

– Você gosta do quadribol.

– Gosto do seu corpo – corrijo e ele morde os lábios de forma marota.

– Eu amo o seu – ele diz e eu me seguro para não revirar os olhos e voltarmos a clicar na mesma tecla.

– Sorte a minha, então – digo e me apoio nos meus cotovelos, ele planta as mãos ao lado do meu braço e me beija calmamente.

– Vem, vamos comer alguma coisa. Já são quase duas da tarde – diz e me levanta junto com ele.

– O tempo passou rápido.

– O tempo sempre passa rápido com você por perto – diz e me puxa de volta para a lancha.

I run my fingers through your hair

And watch the lights go out

Just keep on keeping your eyes on me

It's just strong enough to make you feel right

Lead me up the staircase

Won't you whisper soft and slow

I'm captivated by you baby

Like a firework show



Notas finais
Tem mais coisa! Niver dela nn acabou! Mas qd fui ver já tava com quase 4 mil palavras! Então, até o próximooooo