Notas iniciais
Meu Nyah acabou de dar um pani aqui, mas enfim gente, pensei q tava em manutenção de novo tava quase chorando! Nnn kkkkk mas sério, amo demais esse site, como viver sem? ♥ Dai paguei maior mico pq fui tentar falar com o pessoal do Nyah no face, dai eles me responderam super atenciosos e minha página voltou, que eles nn pensem q eu tava zoando. Amém Novamente nn era assim que o cap iria acabar, mas eu sou má e queria q vcs ficassem curiosos kkkkk

When she was just a girl

She expected the world

But it flew away from her reach

So she ran away in her sleep

POV – Scorpius Malfoy

Voltamos para a lancha e eu peguei os sanduíches e garrafas de suco que havia trago para comermos e entreguei a Rosie.

– Você pensou em tudo – ela sorri e desembrulha um sanduíche.

– Eu tinha que pensar. James me alertou que você começava a ficar mal-humorada se não te alimentassem – brinco e ela me mostra a língua fazendo eu rir.

– Fez um feitiço de expansão nessa mochila? Como cabe tanta coisa?

– Feitiço de expansão mesmo – lhe passo uma toalha e ela se enrola e morde o sanduíche o comendo rapidamente.

– Seu celular não para de apitar – ela diz e aponta para o bolso lateral da mochila. Certo, talvez eu tivesse ficado olhando para ela tão embasbacado que não tivesse percebido meu celular.

– Deve ser a foto – dou de ombros e ela se estica sobre mim rapidamente e pega o celular, mas revira os olhos e me devolve quando percebe que tem senha – 76743 – respondo e imploro para ela não entender a referência, mas ela apenas digita a senha sem perceber nada.

Fica encarando sua expressão enquanto vasculha meu celular, tentando desesperadamente lembrar se não havia nada ali que pudesse fazê-la desistir de mim, mas não consigo me lembrar de nada. Quer dizer, tinha uma conversa com a Lysander de domingo, mas era mais eu dando um fora nela do que qualquer coisa, e eu até preferia se ela lesse.

Mas ela não lê.

Ela apenas vê os comentários das fotos e balança a cabeça sem saber se ria ou ficava com vergonha. Sorrio vendo a forma como ela ficava com as bochechas coradas, e ela estava especialmente linda hoje, a pele molhada brilhava sobre o Sol e o sorriso tímido que brincava em seus lábios me faziam querer beijá-la até o fim dos tempos.

Mas então ela para de sorrir e engole em seco.

– Deixa eu ver – peço e ela me entrega o celular.

Dou uma olhada rápida nos comentários.

James Potter: Lindos, lindos. Mas lembre-se loiro aguado, antes de ser a sua garota ela é a minha.

Roxy Weasley: Já estava na hora.

Greg Marin: “Baby” agora, espere até ser um corno igual a mim e me diga até onde vai a sua admiração pela vadia.

– Otário – resmungo e excluo seu comentário, que graças a Merlin tinha sido postado a três minutos, então poucas pessoas tinham visto.

– Ele fala desse jeito, sendo que quem estava me traindo o tempo todo era ele – ela revira os olhos e eu desligo o meu celular.

– Esquece ele e esqueça a todos, okay? Pelo menos por hoje, ou por essas férias – digo e ela assente – Ótimo, porque o próximo passeio é daqui a duas horas e meia.

– Ainda não acabou? – ela pergunta rindo – Merlin, você vai me matar Scorpius, acho que é a sua intenção.

– Claro, afinal, porque eu te traria para uma praia deserta se não fosse te matar?

– Consigo pensar em outras opiniões – ela pisca um dos olhos de forma marota e eu solto uma risada, surpreso pelo súbito atrevimento dela. Quer dizer, eu sabia o quão ela podia ser atrevida depois de beber um pouco, mas sóbria era novidade para mim.

– O que você quer fazer até as cinco?

– Podemos só ficar aqui? – pergunta e eu assinto.

– Como quiser – ela termina de comer e eu lhe entrego minha camisa para ela ficar mais a vontade e visto minha bermuda.

Ela fica de pé e veste a camisa de forma distraída e abotoa apenas dois botões do meio. Como diabos essa garota não se achava gostosa? O corpo dela era perfeito, não era exagerado como os de algumas garotas com que eu já havia transado, mas era simplesmente perfeito.

E pensar que eu havia perdido uns seis anos brigando com ela.

– Tudo bem? – pergunta e eu pisco algumas vezes e a encaro.

– Sim, por quê?

– Você está estranho.

– Só admirando a paisagem – digo e ela olha em volta, sem perceber do que eu estava falando.

– Como achou esse lugar?

– Uma vez eu vim aqui com a minha mãe, eu devia ter uns oito anos – dou de ombros e ela sorri e se escora na grade da lancha.

– Não vou ter nenhuma dica do próximo passeio?

– Não – nego com a cabeça e ela faz um biquinho fofo – Não vou cair mais nessa.

– Droga – resmunga e eu sorrio me aproximando dela – Também não quero papo.

– Assim você me magoa – digo e ela sorri quando apoio os braços na grade atrás dela.

– Não caio mais nessa – ela repete minhas palavras e eu rio.

– Eu tinha que tentar.

– Scorp – ela sorri e me abraça pelo pescoço ficando na ponta dos pés – Me conta.

– Não – ela faz um biquinho novamente e eu jogo a cabeça para trás sabendo que iria acabar cedendo.

– Por favor, eu vou ser uma boa garota – ela promete – Juro que vou te recompensar.

– Ah é? Como? – pergunto e ela sorri mordendo os lábios e prendendo os dedos de leve no meu cabelo. Eu não sei o que diabos acontecia com o meu corpo quando ela fazia isso, mas ela certamente sabia – Isso não é jogar limpo, muito menos ser uma boa garota.

– Mas eu aprendi com você – ela diz de forma “inocente” enquanto piscava os olhos.

– Um passarinho loiro e metade veela me disse que você gostava de música eletrônica – digo e ela sorri.

– Eu amo música eletrônica, o que isso quer dizer?

– Não vou acabar com toda a surpresa – digo e ela revira os olhos.

– Ta bom, acho que não vou conseguir extrair mais nada de você mesmo – ela dá de ombros e sorri. Engano o dela, eu teria contado qualquer coisa que ela quisesse saber em cinco minutos. E novamente percebo, Rose não tinha ideia do efeito dela. Uma ideia de como mostrar isso passa pela minha cabeça, mas era muito ousada e eu não tinha certeza se era algo que estivéssemos prontos para fazer. E eu não estou falando de sexo, pelo menos não completamente – Você tem certeza absoluta de que está bem?

– Tenho.

– Você parece meio distante – ela diz e eu a encaro. Provavelmente deveria estar pensando que eu estava distante por não estar interessado, quando – na verdade -, eu estava distante por estar pensando nela. O que fazia de mim um idiota, porque ela estava bem a minha frente e eu não estava aproveitando nada.

– Eu estou aqui – sorrio e lhe dou um selinho.

Deito na proa e a puxo para se deitar comigo, ela passa me abraça e deita a cabeça no meu peito.

– Como vai ser quando voltarmos para Hogwarts? – ela pergunta depois de um tempo em silêncio total.

– Como assim?

– Todos lá devem estar me achando uma vadia, eu quis manter meu orgulho e fingir que não sabia sobre Greg me chifrando e agora sou considerada uma vadia – ela resmunga.

– Ninguém acha que você é uma vadia, e quem achar vai ter que se ver comigo, com James e com Alvo – digo e ela ri pelo nariz mais sem muito humor.

– Você ainda vai ser meu amigo ou sei lá em Hogwarts?

– O que? – pergunto surpreso e ela ergue a cabeça para me encarar – Rose, é claro que eu vou! Pensei que você soubesse disso.

– Você é Scorpius Malfoy, é difícil ter certeza de alguma coisa com você – ela dá de ombros.

– Como assim?

– Você já transou com um mar de meninas e mesmo que tenha me explicado o motivo e eu tenha entendido e tenha ficado satisfeita pela sua decisão, não transou comigo quando eu estava quase arrancando sua roupa. É difícil ter certeza das coisas quando se trata de você – ela explica e eu assinto. Era verdade, eu sabia disso, mas não sabia como explicar o motivo.

– Na maior parte do tempo, eu sou um cafajeste idiota, que só quer saber de transar sem compromisso, eu sei disso. Mas quando eu estou com você, é diferente, eu não sei porque, eu me sinto diferente, me faz querer tentar de alguma forma ser melhor – digo e ela contém um sorriso voltando a deitar no meu peito.

– Eu também não sei o que acontece comigo quando estou com você. Eu perco completamente o controle do meu corpo, é vergonhoso – ela diz quase num sussurro.

– Não acho que seja vergonhoso.

– Para mim é, eu nunca tinha passado de beijinhos inocentes com Greg, o máximo que ele conseguiu foi tocar no meu seio mais só porque forçou bastante a barra e ameaçou terminar comigo. E eu me solto completamente com você, eu sei lá, acho que de alguma forma estranha você faz com que eu me sinta segura.

– Olha para mim – peço e ela ergue novamente a cabeça para encontrar meus olhos – Eu nunca faria nada que você não quisesse, entendeu? Nunca. Eu não sou o Greg e nunca vou ver. Pode ter certeza de que está segura comigo.

– Eu sei.

– Greg é um babaca, nem mesmo em Hogwarts eu entendia como você namorava com ele.

– Nem eu, parando para pensar agora.

– James sabe que ele tentava forçar a barra?

– Não, óbvio que não, se não eu já estaria longe dele a muito tempo – ela ri e eu assinto – Você está tão sério.

– Eu não to nada feliz em saber que ele tentou forçar a barra com você, você não é para o bico dele e nem nunca vai ser – respondo e ela se inclina para cima para me fazer encará-la.

– Ele não conseguiu transar comigo, Scorp.

– Eu sei que não. Não é esse o problema, se você quisesse ter ido para cama com o babaca. Mas você não queria e ele tentou te obrigar.

– Hey, para com isso – ela pede e segura meu rosto – Greg se foi, não quero mais nem escutar o nome dele.

– Eu sei, desculpa – a puxo mais para perto de mim e a abraço.

******

Já eram quase cinco horas, então pilotamos de volta para o deck para deixarmos a lancha lá e ir para o último passeio.

– Eu vou morrer de tanta curiosidade – diz Rose quando reviro a bolsa procurando por nossas roupas – Música eletrônica? Você vai me levar a uma loja de CD’s?

– Não – respondo rindo e por fim achando a roupa que Alícia tinha colocado ali para Rose. Reviro os olhos e sinto vontade de matar minha prima ao ver a cropped preta de renda e o short jeans escuro e curto.

– Se fosse uma loja de CD você teria confirmado? – pergunta pegando a roupa e eu nego com a cabeça.

– Provavelmente não.

– Você é um pé no saco – ela passa por mim esbarrando em mim com o intuito de fazer eu me desequilibrar, mas ela mesma acaba se desequilibrando e eu seguro seu braço segurando o riso.

– Tudo bem?

– Para de rir, e deixa eu ir me trocar antes que a gente chegue e eu tenha que fazer isso na frente de todo mundo – ela dá um sorrisinho de lado e eu paro de rir.

– Okay, entendi – solto o braço dela e vou para ponta da proa, de costa para ela, para ela se vestir.

– Mas que merda – escuto ela resmungar uns dez minutos depois – Quem separou essa roupa?

– Alícia, eu acho. Ou a Dominique – dou de ombros.

– Vou matar as duas na dúvida.

– Posso me virar?

– Não.

– Essa roupa nem é minha, sabia? Isso é a cara da Dominique. Ou da Alícia.

– Posso me virar? – peço de novo, morto de curiosidade, e tendo plena noção de que já dera tempo suficiente dela se trocar, tirar a roupa e vestir de novo.

– Deve ser horrível querer saber de alguma coisa que não te contam não é? – ela pergunta e se aproxima de mim me abraçando por trás – Você não pode se virar.

– Qual é... – reclamo e ela ri colando os lábios na minha orelha e beijando o meu pescoço – Rose.

– Você não pode se virar – ela repete num sussurro e volta a trilha de beijos molhados pelo meu pescoço. Seguro suas mãos que estavam no meu peito e ela ri contra minha pele.

– Que se dane – resmungo e me viro agarrando sua nuca e colando nossos lábios.

– Você foi um garoto desobediente.

– Você também não está se saindo a boa garota que prometeu ser – digo dando de ombros e volto a beijá-la. Quando eu digo que nunca vou cansar se beijar essa garota, acreditem em mim, eu nunca vou cansar de beijar Rose Weasley — Estamos quase chegando.

– Ta legal – ela concorda e eu me afasto dela para ver sua roupa. Okay, vou ajudar ela a matar as meninas. A cropped ia até um pouquinho a cima da cintura, deixando aquela curva perfeita e completamente minha amostra, e o short mal chegava ao meio da coxa, sem contar que o bumbum dela estava a coisa mais maravilhosa do mundo naquele jeans – Como eu estou?

– Mais gostosa do que eu achava que era possível alguém no mundo ficar – respondo e ela ri e volta a me beijar. Agarro a pele nua de suas costas a puxando para mais perto e não consigo resistir à tentação de descer uma mão até sua coxa e apertá-la. Rose geme contra minha boca e eu subo a mãe para o seu bumbum apertando também – Acho que chegamos.

– É, chegamos – concordo e Rose calça o All-Star preto que tinha saído hoje mais cedo – Pronta?

– Acho que sim – ela ri e seguro sua mão para sairmos da lancha – É aqui perto?

– Vamos aparatar – digo e a puxo pela mão até um canto mais deserto da praia, mesmo que ela ainda estivesse praticamente vazia, era melhor não arriscar. Rose me abraça apoiando a testa no meu peito e eu sorrio.

Ela iria amar a última parte.

And dreamed of para-para-paradise

Para-para-paradise

Para-para-paradise

Every time she closed her eyes

Notas finais
Comeentem