Summer Love
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Espero que gostem da "nova" YOU ALWAYS WILL BE MY SUMMER LOVE, o começo sera um pouco triste, mas depois vai melhorando.
Boa leitura amores.
Boa leitura amores.
FLASHBACK ON Estava voltando da escola, o onibus escolar estava uma bagunça, todos estavam gritando e cantando, menos eu. Estava com minha cabeça encostada no vidro, esperando a minha vez de ir em bora. — Lola, por que voce ta quieta? Eu me virei e la estava ele, me olhando com seus olhos negros intensos, ele sorria. Se sentou do meu lado e esperou minha resposta. — Nao estou com muito ânimo, Edu. Ele colocou a mao no meu ombro e sorriu. — Entao esta com a pessoa certa, Eduardo Lionel Mendez sempre deixa o animo das pessoas la em cima. Tenho muita experiencia de vida. — Edu, voce tem apenas 8 anos, tem muita coisa pra viver. — Eu ri e dei-lhe um beijo na bochecha. Ele me abraçou e foi para o banco atras do meu. Nós tinhamos nos conhecido ano passado, quando eu entrei naquela escolinha. Ele veio se apresentar e depois me apresentou para todos. O onibus escolar parou e eu desci, minha casa estava diferente. Escutei um barulho e uma voz grossa que eu nao consegui reconhecer. — Cala a boca se nao eu atiro. — Eu abri a porta e vi tres homens grandes gritando e colocando as coisas no enorme saco de lixo que estava na mao de um. — Por favor, é a minha filha, deixa eu explicar para ela o que esta acontecendo. Meu pai estava com a voz tremula. Um dos homens me olhou e apertou minhas bochechas, eu o encarei, e ele se afastou. — Seja rapido! — O mais alto falou. — Filhinha nao se preocupe, daqui a pouco eles vao em bora. — Eu sabia exatamente o que estava acontecendo. Um dos assaltantes, o que dava mais medo na minha opiniao, pegou no braço da minha mae e a levou ate o cofre que estava na mesa da cozinha. — Coloca a senha. — Ele a empurrou. — Por favor leve tudo que quiser, mas esse cofre esta com o dinheiro da faculdade da minha filha, por favor. Ele a olhou com raiva. — Eu falei pra abrir, nao quero saber de faculdade de filhinha nenhuma. — Eu nao posso abrir. — Ela estava com as maos tremendo e sua boca sangrando. Ele sorriu ironicamente e a puxou para mais perto dele, passou sua mao sobre o pescoço de minha mae, e apontou a arma em sua cabeça. — Nao vai abrir? — Ele apertou mais seu pescoço. Eu nao estava gostando do jeito que aquele cara estava tratando minha mae. Meu pai estava comigo no colo, eu ignorei todos os meus sentidos e pulei de seu colo. — Solta a minha mae! — Eu o empurrei. — Controle sua filha. — Ele virou para meu pai que me segurou. — Voce nao pode tratar ela assim. — Eu o encarei. — Quem vai me empedir? — Ele chegou perto de mim. Eu dei um chute em sua perna, ele levantou e apontou a arma para minha testa. Meus pais desesperados tentaram fazer de tudo para que ele visse que eu era apenas uma criança, e nao sabia o que estava fazendo. Mas ele nao quis saber, puxou o gatilho, e quando atirou, minha mae se pos na minha frente e a bala a acertou. Eles fugiram, seus rostos passam pelos meus pesadelos deis do ocorrido. Apenas vi minha mae nos braços de meu pai, tampando o tiro na barriga. — Eu amo voces. Meu pai e eu nos abraçamos e ela morreu, bem diante dos meus olhos. FLASHBACK OFF — Obrigada, senhor. — Ela se levantou e abriu a porta. — Pense no que eu disse. — Meu pai piscou e se sentou. — Tchau Lola. — Tchau Nati. — Eu, que estava sentada na cadeira, levantei meu rosto e tentei sorrir. Aquela conversa tinha me pegado, sempre tentei esconder o meu passado, tentei esquecer, mas era impossivel. — Oi meu amor. — Oi Mercedez. — Meu pai olhou por cima dos oculos e sorriu. Há dois anos atras, meu pai conheceu Mercedez, atravez de um amigo de trabalho, deis de entao os dois tem um "lance", por que para mim aquilo nao é um namoro. Eu a odiava com toda minha vida. Ela é futil, gasta todo o dinheiro do meu pai, é mimada e enjoada, só come salada e vitaminas nutricionadas pelo medico dela. Mas o motivo principal do meu odio, é que ela quer roubar o lugar da minha mae. Mas meu pai me garantiu que isso nunca vai acontecer. — Sabe, voce nao diz nada deis de que nos conhecemos, entao resolvi tomar uma iniciativa. Meu pai nem ao menos a escutava, e eu estava mais interresada no quadro velho da parede. Virava a cadeira de um lado para o outro, mas suas palavras fizeram eu me consentrar em cada respiraçao do momento.
— Entao eu vou dizer: Eu quero me casar com voce! — Ela sorriu e esperou a reaçao do meu pai. — OQUE?!?! — Eu dei um grito e cai da cadeira. — Mercedez, esse nao é o momento para esse tipo de conversa. — Meu pai disse calmo, mas sua expressao era tao surpresa quanto a minha. — Mas amor... — Ela sentou em cima da mesa do meu pai, e cruzou os braços. — Nós nos amamos e a tragedia com a Luiza ja faz 10 anos, ta na hora de esquecer ne? E alias, agente nao tem nenhum problema. Meu pai me olhou e ia responder, mas quem tomou a palavra fui eu. — Olha aqui sua velha mimada,minha mae nao é uma pessoa qualquer pra voce falar assim dela. Nao é Luiza, mas sim "amor da vida do meu pai". Voce nao vai conseguir roubar o lugar da mulher que me deu a vida. Meu pai nao vai casar com voce. Nao é pai? — Talvez nós tenhamos um problema. — Ela me encarou. — Mas podemos nos livrar dele! E respeito comigo, vou ser sua mamae agora. Nao sou velha, tenho 30 anos! -Ela apontou o dedo na minha cara. — Eu nao vou roubar lugar de uma pessoa que nem mais viva esta. — Voce nao seria minha mae, nem se me pagassem pra te aceitar. Velha! 30 anos em cada olho so se for. Voce pode enganar qualquer um com esse botox e essa plastica, mas a mim nao. Estavamos quase se batendo, mas meu pai segurou meu braço. — Chega! Nao quero voces brigando aqui. Conversamos em casa. — Ele olhou para Mercedez — Quero respeito a minha filha e a Luiza! Conversamos em casa! Eu os encarei e sai da sala, poderia explodir, mas a vida é tao boazinha comigo, que vai deixar eu viver nesse inferno.
Notas finais
Como todo mundo, gostaria que voces colocassem reviews com a opiniao sobre tudo.
Obrigada pela compreensao.
Obrigada pela compreensao.
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