Submissão

11 Capítulo 10


Notas iniciais
Acabei de escrever esse capítulo e, sinceramente? Adorei. Me pediram tanto um POV diferente que eu o fiz. Vamos saber o que se passa na cabeça de Dexter Moore.

POV Dexter

“Bom dia, princesa.”, eu cumprimentei Morgan bem humorado.

Ela gemeu pareceu estar com a pior dor de cabeça do mundo.

“Cala a boca, Moore.”, reclamou se sentando na bancada. Ofereceu café e ela aceitou, satisfeita. “Me diz que eu não fui pra cama com um idiota aproveitador. Melhor, me diga que eu não transei no banheiro do Dark Paradise. Não, me conte qualquer coisa. Não me lembro de nada.”

Dei um meio sorriso, ainda de costas para ela. Uma parte de mim tinha vontade de dizer que ela quase tinha ido para a cama com um idiota. Eu. Mas sabia que se teria que me conter. Tinha fugido dos meus limites esses dias. Desde que Alexander voltou á cidade e eu tive a brilhante ideia de ajuda-la a ficar com ele.

Eu estava falando sério na época. Morgan era o mais perto que eu tinha de uma melhor amiga. Só que, aquelas roupas e sua atitude – talvez sua fragilidade – tinha despertado algo em mim que já deveria ter sido esquecido. Eu poderia lidar com a Morgan baladeira e selvagem, mas uma colega de quarto apaixonada e apaixonante? Era um assunto muito mais complicado.

Sentei-me a sua frente, ainda sorrindo e tomei um gole de café, a observando. Seus cabelos estavam presos em um coque habitual e alguns fios moldavam seu rosto. Apertei a caneca, reprimindo a vontade de tirá-los dali. Ela tinha uma expressão cansada e confusa, enquanto esperava a minha resposta. Franziu o cenho e massageou as têmporas, gemendo mais uma vez.

“Você não foi para cama com nenhum idiota.”, garanti. “Consegui impedi-la antes que o fizesse.”

“Ah, Deus.”, ela revirou os olhos e mordeu um pedaço de pão. “Não acredito que estou te devendo um favor.”

Soltei um riso, lembrando-se do quão perto cheguei de tê-la em minha cama.

“Você está me devendo mais do que isso, Morg.”, me levantei. Ela bufou, ignorando minhas provocações, como sempre. Fui até a geladeira e comecei a guardar as coisas que havia usado. “O lado bom é que conseguimos provocar Alexander e Rachel”

“Alex e Rachel estavam na Dark Paradise?”

Tensão tomou o meu corpo por completo. Ela realmente não lembrava do nosso beijo. Uma parte de mim comemorou. Eu ainda tinha um lugar para morar. Mas uma parte estava ressentida. Queria que ela se lembrasse de como chegou perto de se entregar para mim. Que ela soubesse que não adiantaria negar. Nós fomos destinados a nos aguentar pelo resto da vida.

Mas eu morava com a mulher mais cabeça dura do mundo.

“Isso é para você aprender a beber.”, continuei e coloquei uma garrafa de água na sua frente. “Tem remédio ainda?”

Ela assentiu, bebendo a água direto da garrafa. Fiz uma careta.

“Você só está dizendo isso porque bebe feito um passarinho.”, revirou os olhos novamente. “E não faça essa careta gay para mim. Sou educada quando temos companhias.”, isso a fez franzir o cenho novamente e estudar a sala por alguns segundos. “Onde está a sua escolhida da noite?”

“Ela não aguentou e eu a liberei.”

“Fraca.”

Meu sorriso se ampliou e resolvi brincar um pouco.

“Acho que não.”, dei de ombros e passei a mão por meus cabelos tentando prendê-los em um rabo de cavalo. Morgan levantou uma sobrancelha. “Ela só estava em um dia ruim.”

Ela assentiu consigo mesma.

“Entendo como ela se sente. Desde que Alex voltou a cidade, só venho tido dias de merda.”, ela mordeu mais um pedaço do pão e tomou mais um gole do café. Foi a sua vez de fazer careta. “O lado bom é que ela teve a chance de escapar de seu terrível café.”, seu tom foi ficando mais alto e mais furioso. “Porra, Dexter. Já te ensinei umas quinhentas vezes a fazer café e sempre fica com esse gosto de água e pó.”

“Deve ser porque os ingredientes do café são água e pó.”, continuei provocando.

Ela ficou ainda mais irritada.

“Mas você fazer com isso se torne uma mistura heterogênea.”, ela fixou seus olhos castanhos no copo por alguns segundos, franzindo o cenho. Sabia que ela estava em um dos seus momentos nerd. Não iria atrapalhá-la. Ela balançou a cabeça e estreitou os olhos na minha direção. “Vou ter que te ensinar mais uma vez.”

Passei a mão lentamente por meu queixo, sentindo a barba por fazer.

“Sabe, quando a gente estava junto, tinha uma posição que eu nunca aprende direito.”, me aproximei dela até que sentisse sua respiração em meu rosto. E a desafiei com o olhar. “Será que você não quer me ensiná-la mais uma vez?”

Mas tudo o que ela fez foi derramar o restante da água gelada em meu cabelo. Balancei a cabeça, surpreso por um segundo. Mas logo estava rindo. Gostava dessa natureza impulsiva em Morgan. Ela pegou a faca de pão e apontou para o meu rosto. Estava ficando sem ar de tanto rir e vi um sorriso brincando no canto de sua boca.

“Espero que isso tenha esfriado as suas ideias, Moore.”, ela respondeu, tentando soar ameaçadora. “Na próxima vez, derrubo em suas calças.”

“Eu prefiro que você...”, me interrompi e balancei a cabeça mais uma vez. “Deixe para lá. Vou ver o jogo.”, dei um beijo em sua bochecha. Então parei no caminho e a encarei por cima dos ombros. “Ah, Alex deve te ligar daqui a pouco.”

Isso a fez ficar confusa e levantar uma sobrancelha.

“Por que ele faria isso?”

Passei a língua pelos lábios e sorri.

“Vamos apenas dizer que ontem você o provocou o suficiente para receber essa ligação.”, ela estreitou os olhos, tentando lembrar-se do que havia feito. “Deixe isso para lá.”, gesticulei para seu corpo e bufei. “Use o vestido rosa dessa vez. Eu tenho vontade de arrancá-lo com a boca toda vez que o vejo com ele.”

Ela cruzou os braços.

“E quem disse que eu vou encontra-lo?”

Isso me fez parar e ficar confuso.

“Eu pensei que você quisesse reconquistá-lo a todo custo e destruir esse maldito casamento.”, disse lentamente e a vi assentindo. Resolvi voltar ao tom zombador “Então você voltaria para o Senhor Perfeito e eu iria curar o coração ferido daquela loira gostosa.”

Isso a fez estreitar os olhos e seu rosto começou a ficar vermelho.

“Já mandei você ir se foder hoje?”

Balancei a cabeça, reprovando seu comportamento.

“Uma dama feito você falando palavras tão chulas.”, dei o meu melhor olhar de constrangimento. “O que você acha que seus pais diriam se te escutassem dizendo essas palavras para o seu adorável colega de apartamento.”

Ela sorriu.

“Com certeza eles me apoiariam se soubessem o quão filho da puta você é.”

Coloquei a mão em meu peito, teatralmente.

“Assim você me magoa, Morg.”, suspirei e fingi estar limpando lágrimas de meus olhos. “Depois de tudo o que eu fiz por você, tudo o que eu ganho em troca são palavras duras e xingamentos. Eu também tenho um coração, sabe?”

Morgan me deu dedo.

“A última vez que você mostrou que tem um coração foi quando...”, ela se interrompeu ao escutar o seu celular tocando. Sem hesitar, ela correu para atendê-lo.

Eu me joguei no sofá e tentei ignorar as palavras animadas de Morgan enquanto ela conversava com o otário do Alexander Phillips. Uma parte de mim estava preso á memórias. Eu sabia do que Night falaria. A última vez que demonstrei ter alguma emoção, foi na última vez que nós tivemos um relacionamento e ela resolver dar um ponto final. Fechei os olhos, me sentindo letárgico.

“Você gosta mesmo desse filme”, Morgan brincou passando a unha lentamente por meu peito. Estava com a cabeça no meu ombro e sentia sua respiração em meu pescoço. Era uma cena bem típica. Ainda mais comigo assistindo algum filme de comédia idiota. “Já é a segunda ou terceira que o assisti?”

Mantive os olhos na tela.

“É a quinta.”, entrelacei nossas mãos e apertei seus dedos devagar. Ela riu e me deu um tapa. “Não sei como você consegue reclamar.”, encarei-a. Mesmo conversando normalmente, tinha alguma coisa estranha.

Desde que entrei em sua casa, ela parecia... Urgente. Como se a tudo pudesse pegar fogo a qualquer segundo. Não perguntei o porquê de estar assim. Eu gostava quando ela era intensa. Quando ela agia sem pensar. Tinham épocas que o corpo de Morgan perdia para a sua mente. Ela ficava pensando em seus próximos movimentos e esquecia-se de viver o momento.

“Tem alguma coisa acontecendo?”, perguntei. Ela arregalou os olhos, surpreendida com a minha pergunta, então desviou os orbes negros para a parede. Virei meu corpo para ela. “O que houve, Morgan? Te machuquei ou...”

“Eu quero terminar, Dex.”

Foi a minha vez de ficar surpreso. Senti uma coisa estranha dentro de mim, mas não soube descrever. Quero dizer... Estávamos tão bem á cinco minutos. Tinha sido nossa melhor transa até aquele momento. Com um susto, percebi que isso tinha sido proposital. Era para ser inesquecível, era a nossa última vez. Passei a mão pelo rosto e respirei fundo.

Tive que me conter para não questioná-la, mas Morgan sempre foi a parte lógica daquela relação. Se ela queria terminar, tinha um motivo muito bom. Faria bem a ela. Eu não iria pressioná-la a algo que a fizesse mal. Então me levantei e comecei a me vestir.

No mesmo segundo em que Morgan começou a chorar.

“Me desculpe.”, ela fungou e limpou os olhos. Percebendo que ainda estava nua, puxou o cobertor e se cobriu. “O problema aqui é...”, ela pausou e balançou a cabeça, trocando as palavras no último segundo. “O problema é você, Dexter Moore. O grande problema é que eu te amo e sempre me ferro. E acho que está na hora de aprender a perder. Você sempre quis sexo, eu te dei. Você quis atenção, eu te dei. Você quis carinho, eu te dei. E o que ganhei em troca?”

“Nada.”

Ela fechou os olhos e virou o rosto para a parede, como se doesse me encarar. Toquei em sua mão, mas ela não me encarou.

“Espero que possamos ser amigos.”

Mas ela balançou a cabeça.

“Não servimos para ser amigos, Dexter.”, ela se livrou de meu toque. “Me esqueça e siga a sua vida.”, deu um sorriso frio. “É tão simples fazer isso. Você não tem nada te segurando. É apenas um amor adolescente não correspondido.”

E antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa – e ferir a nós dois – a segurei pelos ombros e a beijei. Tentei demonstrar todo o meu sentimento com aquele beijo. Uma parte de mim estava gritando em minha mente para que eu me ajoelhasse e implorasse para que ela mudasse de ideia. Que eu seria um namorado melhor. Mas o orgulho falou mais algo. Me afastei e pressionei os lábios em sua testa.

“Se cuide, Morgan.”, parei na porta e meu coração se apertou ao escutá-la soluçando. “Você é uma mulher maravilhosa e sei que vou me arrepender de não ter te dado valor.”, pressionei os lábios juntos e me segurei para seguir o caminho. “Adeus.”, e fechei a porta.

“Odeio quando você acerta essas malditas premonições.”, Morgan disse entrando na sala carregando o vestido rosa no braço e enrolada na toalha. “Alex quer almoçar comigo. Espero que ele me roube um beijo, pelo menos. Esqueci do quanto ele era lento e ....”, ela pausou pondo as mãos na cintura. “Por que está me olhando desse jeito?”

Pisquei e forcei um sorriso.

“Porque você está só de toalhas bem na minha frente. E isso me trouxe algumas lembranças intensas.”, não era totalmente verdade, mas para aquela situação servia.

Ela bufou e pegou o vestido.

“Vou me vestir no quarto.”

Meu sorriso se tornou verdadeiro.

“Isso não vai me impedir de te ver sem toalha.”

Ela riu e gritou do corredor:

“Eu vou trancar a porta, tarado.”

***************************

Fazia quase duas horas que Morgan havia saído, mas a enxurrada de memórias continuava me dominando. Aquele beijo havia despertado em mim algo que estava enterrado. Lembrar do jeito que ela havia se pressionado em mim, como se nos encaixássemos perfeitamente, era torturante. Ainda mais sabendo que talvez ela estivesse trocando beijos com o almofadinha do Phillips.

Por fim, resolvi ir tomar banho e talvez ir me encontrar com algum dos rapazes. Seria o melhor a se fazer com a minha sanidade chegando ao limite. Entrei e senti a água fria tocando o meu corpo quente. Suspirei, aliviado. Então, a memória daquele beijo me tomou novamente. Se eu tivesse sido mais esperto, tentaria esquecer.

Melhor, teria empurrado Morgan em um banheiro qualquer da Dark Paradise e...

O som da porta se fechando com força me despertou de meus pensamentos. Por um segundo pensei em sair do banho e perguntar se estava tudo bem com Morgan. Ou ver se estava tudo bem com a porta. Mas eu não tive essa chance. Antes que eu pudesse desligar o chuveiro, Morgan invadiu o banheiro e abriu a porta do Box, ignorando o fato de eu estar nu.

Ou talvez não estivesse ignorando totalmente, já que vi seus olhos me analisando e seu rosto ficando corado. Não escondi o meu estado e sorri, mas meu sorriso oscilou quando percebi que ela estava furiosa comigo.

“Eu não acredito que você fez isso.”, ela sibilou. “Alex me contou. Disse o quanto ficou com ciúmes quando nos viu...”

A interrompi.

“Você correspondeu.”

Não tinha motivos para eu fingir que não sabia do que ela estava falando. Estava aliviado por Alexander ter contado para ela. Sabia que tinha quebrado todo o clima e que ela viria correndo até mim. E eu não desperdiçaria essa chance.

Antes que Morgan pudesse dizer alguma coisa sarcástica ou sair do banheiro, a puxei de encontro ao meu corpo. Ela reclamou um pouco, por conta da água fria, mas quando meus lábios tocaram os dela, ela relaxou automaticamente em meus braços. Minhas mãos apertaram sua cintura, puxando seu corpo com mais força contra o meu, enquanto nossas línguas travavam uma batalha deliciosa.

“Estou cansada de resistir.”, Morgan disse.

Sorri.

“Você leu a minha mente.”

Virei-a, pressionando o meu membro em sua bunda. Escutei-a gemendo. Abri a fecho de seu vestido totalmente molhado e ele saiu de seu corpo. Tirei seu sutiã e Morgan rapidamente tirou a calcinha, se virando novamente para mim. Nos beijamos novamente. Parecia que tudo dentro de mim pegava fogo e eu não conseguia me segurar. Mas tinha.

“Dex.”, ela gemeu sentindo meu dedo tocando seu clitóris. Mexi nele e Morgan segurou meu membro, começando uma lenta masturbação. Gemi, jogando minha cabeça para trás. Mão resistindo, penetrei dois dedos nela, sentindo o quanto estava molhada. “Merda, Dexter. Eu não consigo esperar.”

“Calma, Morgan.”, eu disse, mesmo que estivesse perdendo o controle.

“Calma é o caralho, Dexter.”, ela segurou meu membro com mais firmeza e acelerou a masturbação. Gemi e a penetrei mais rapidamente. “Me fode, agora!”

Me afastei de seu toque, contrariado. Saí do box e procurei a caixa de camisinhas que mantínhamos ali. Abri um preservativo e o coloquei em meu membro. Parei um segundo para admirar Morgan. Seu rosto estava totalmente vermelho e respirava com força. Seus seios fartos enchiam a minha boca de água. Queria passar minha língua por cada mamilo lentamente. Talvez em outra ocasião.

Ela esticou sua mão na minha direção e a outra passou pelos cabelos escuros e desalinhados. O tesão me arrebatou e quando dei por mim estava pressionando as costas de Morgan nos azulejos frios do box. Peguei uma coxa e pus uma perna ao redor de minha cintura. Gememos ao mesmo tempo em que sentimentos nossas intimidades se tocando. Não consegui mais esperar e a penetrei.

Suas unhas se cravaram em meus ombros e ela fechou os olhos, absorvendo aquele momento. Uma de minhas mãos estava em seus cabelos e a outra permanecia em sua coxa. Coloquei minhas testa na dela e seus olhos escuros se abriram. Havia um turbilhão de emoção se passando em sua mente e se refletindo ali. Em mim acontecia a mesma coisa. Uma de suas mãos saiu de meu ombro e deslizou por minha barriga até envolver minha cintura.

“Continue.”, ela sussurrou.

A beijei ferozmente, tentando transmitir tudo o que estava dentro de mim. Ao mesmo tempo, comecei a penetrá-la com força. Por entre os beijos, ela se afastava para respirar e gemer. Gemer o meu nome. Fechei os olhos por um segundo, absorvendo tudo aquilo e apreciando. Sentir como ela era quente e apertada estava fazendo meu autocontrole se dissipar e virar poeira.

“Ah, Morgan.”, puxei seu cabelo e comecei a diminuir o ritmo. Ela reclamou e abriu os olhos. “Não sabe o quanto eu senti saudades de estar dentro de você. Saudades de te foder. É muito delicioso sentir que você continua apertada e molhada para mim.”

Antes que ela dissesse algo, voltei a acelerar o ritmo e a escutei arfando de surpresa. Soltei seu cabelo e pus a mão em seu clitóris, a masturbando. Seus gemidos começaram a ficar mais altos e suas palavras, sem sentindo. Suas unhas em minha pele iriam deixar marcas, mas naquele momento eu não me importei.

“DEXTER!”, ela gritou ao mesmo tempo em que gozou. Sua intimidade se contraiu envolta de meu membro e senti que ela estava ficando mole. Ela abriu os olhos e eles pareciam estar dilatados. Continuei penetrando-a com força e sabia que faltava pouco para que eu atingisse o auge. Morgan segurou meu ombro com firmeza. “Goze para mim, Dexter. Quero ver você perder o controle.”

E como se suas palavras mandassem em mim, senti o orgasmo me tomando de súbito. Estávamos respirando com dificuldade, ofegante. Tanto por conta do sexo, quanto do mar de emoções que nos atingiu. Ela tocou minha bochecha e me deu um beijo casto. Eu retribui e soltei sua perna.

Sair de dentro dela foi a pior parte, mas o fiz. Tirei a camisinha e a joguei no lixo. Peguei uma toalha e a envolvi, depois que Morgan fechou o chuveiro. Peguei outra e passei entorno de minha cintura. Balancei a cabeça, sorrindo.

“O que houve?”, Morgan perguntou passando os dedos por entre o cabelo para tirar os nós.

“Mais cedo eu disse que você quase havia ido para cama com um idiota.”, gesticulei para mim mesmo e a vi sorrindo. “Agora você foi para o chuveiro com um.”

Notas finais
Dexgan finalmente aconteceuuuuuuuuuuu. O que acharam? Será que mereço mais uma recomendação? Hem? Hem?