Notas iniciais
Que capítulo meio... Revenge >< Anyway, amores, estou no GO, dando umas voltenhas por aqui e não devo estar respondendo os recaditos porque devo vagabundar com minha prima #fact! KKK'' mas continuarei postando, ao chegar em casa vou responder os recaditos o/ Solé toda gordinha, vou ver se levo ela pra andar u.u Conteeei? Ela tá namorando, um fofo dragão chamado Pã *o* Ah, como o amor é lindo! Ok, vou deixar vocês lerem
XOXO GOSSIP GIRL... Opa, programa errado.. Revenge o/

Stealing other people's toys on the playground

Won't make you many friends

She should keep in mind

There is nothing I do better than revenge

- Better Than Revenge

- Acho que a gente só sabe se encontrar assim.

Artemis olhou para trás ao ouvir essa voz.

Encontrava-se sentada na escadaria, ela não sabia a quanto tempo, fumando um cigarro, com a roupa de dormir e apenas curtindo a paz e o silencio.

Quer dizer, até agora.

Sem pedir licença, o que ele devia ter aprendido a fazer com ela, Apolo sentou-se ao seu lado, um livro e um café que ainda saia fumaça em mãos.

Artemis não pode deixar de notar a coincidência com a primeira vez e sorriu, calmamente dando mais espaço pra ele acomodar melhor aquele corpo.

- Insônia mais uma vez?

- Acordando assustada mais uma vez?

Ante aquela resposta rápida dele, Artemis virou o rosto.

A verdade era que naquela noite havia sido muito pior.

Duas vezes.

Duas vezes havia conseguido dormir e ambas acordara suando, ao lado de Atena que também dormia mal depois da briga com Poseidon.

A realidade era que tudo tava uma grande merda.

Artemis apanhou a maconha que havia em seu bolso e acendeu.

Já havia tomado quatro remédios, em contrapartida dormira apenas três horas. Daquela forma, duvidava muito que passasse de trinta anos, mas quem ligava? A vida era feito só pra ser memorada mesmo.

- Qual o livro de hoje? — perguntou ela, dando mais uma tragada para então olhá-lo.

Apolo encarava o horizonte, esse que devia estar começando a ficar claro, e ela realmente pode admirá-lo.

O loiro era lindo.

Os cabelos loiros como uma juba sexy, olhos azuis muito expressivos, um queixo quadrado que deixava qualquer mulher louca e um corpo maravilhoso para completar. Será que era por essa beleza que ela desejava tanto ele? Será que era pelo superficial?

Como vai saber? Nunca dá chance para ver os caras por dentro, sua mente ácida pensou. Artemis tratou de mudar de rumo.

Suavemente, com cuidado de não assustá-lo muito, Artemis descansou seus dedos sobre os fios loiros e os bagunçou muito vagarosamente.

Para a surpresa dela, Apolo fez completamente diferente do que ela pensara ou estava acostumada. Os garotos geralmente fugiam disso, diziam que era muito gay, muito amoroso. Mas de repente, Artemis tinha a cabeça de Apolo deitada em seu colo, permitindo que mexesse no cabelo dele, enquanto ele abria o livro e começava a ler.

E pela primeira vez, Artemis nada disse, somente continuou a fumar seu cigarro, acarinhar aqueles fios loiros, e assistir o sol nascer ao leste, os primeiros raios os tocando.

Respirou fundo.

Paz. Paz em seu estado bruto. Calma.

Ela podia gostar daquilo.

- Artemis...

- Hum...

— Por que você acorda assustada?

E ela parou um pouco para encarar azuis e cristalinos olhos encarando sua face com verdadeira curiosidade.

- Você é muito curioso, garoto.

- É tão difícil falar disso?

- Apolo, por favor, não force, ok? Estamos curtindo um maravilhoso momento e gostaria muito de deixar ele somente assim, pode ser?

Por alguns segundos ele nada disse, o silencio não mais confortável como antes, mas estava claro na mente de Artemis que ele não desistiria tão fácil. Tão pouco puxou assunto, continuando a passar os dedos nos cabelos dele.

Como um tão simples toque podia ser tão gostoso?

- Eu tenho insônia – sussurrou Apolo, de olhos fechados, provavelmente aproveitando aquele toque tanto quanto ela estava. – Eu costumo dormir só umas quatro horas, no máximo. Fico rodando na cama, por isso gosto tanto de ler, Artemis. Isso me tira do tédio de ficar acordado.

Artemis tragou mais um pouco enquanto assimilava o que ele havia dito.

- Idem com o cigarro, me faz acalmar. E isso tá tão momento psicólogo e talz, daqui a pouco estamos falando sobre o que fizemos ontem.

Apolo riu baixinho de sua brincadeira.

- Você não é chata quando não está me xingando ou sumindo... Na verdade, só de madrugada eu gosto de falar com você.

Sorrindo, Artemis apagou o cigarro e jogou uma balinha de menta na boca.

- Me sinto lisonjeada, Vossa Alteza.

- Sinta-se e você parou com o cafuné, retorne, escrava.

- Vou mandar você tomar no cú e parar isso daqui que você vai ver quem é a escrava aqui.

Uma vez mais, Apolo riu, um pouco mais alto. Os olhos azuis seguraram os seus verdes.

- Você é a boca mais suja que eu já vi.

- Ainda não viu nada, garoto.

De repente um vento frio bateu neles e Artemis tremeu. Sempre se diz que o frio mais frio é aquele de segundos antes do amanhecer. Seja lá que falou essa merda, estava verdadeiramente certo.

Rindo da sua cara de raiva com o frio, Apolo abriu os braços e bateu com uma mão para o próprio peito.

- Vem cá.

- Valeu, Príncipe Encantado, mas estou bem aqui.

- Deixa de ser durona, vem cá, estou quentinho.

Artemis olhou para seus pelos arrepiados, olhou para os músculos dele cobertos por moletom, e de novo para sua roupa de dormir e suspirou.

- Filho da puta, só dessa vez. E nem vem abusar de mim, esperto.

- É você que fica me cantando, garota.

- Ah, é mesmo, então tá tudo bem, vou poder pegar em sua bunda.

Apolo ria no momento em que, após dar de ombros, Artemis se encolheu contra o peito dele e suspirou ao receber a onda calor que provinha daquele cara.

- Garoto, você é quente.

- É, eu sei.

Ficaram assim, calados, estranhamente deitados no topo da escadaria, assistindo o sol nascer.

Com o passar dos minutos, o som do coração ritmado dele contra sua orelha, dos braços dele a sua volta, do calor, Artemis começou a sentir suas pálpebras se fecharem, o cheiro dele envolta seu pulmão e a relaxando.

Quando menos percebeu, adormeceu.

[...]

ÁGUA. MUITA ÁGUA. POR TODO LADO. POR TODO LUGAR. ENTRANDO EM SEU PULMÃO. QUEIMANDO. FRIO. MUITO FRIO E...

Artemis abriu os olhos em supetão, seu coração vibrava tanto quanto seu corpo, suas mãos profundamente enterradas em um braço que havia a sua volta.

Mas tudo isso se perdeu com a outra necessidade.

Ar.

Respirar.

Soltando-se de seja lá quem fosse, mas sem sair do sofá que por acaso de encontravam, Artemis apanhou o potinho com cara de Yakult e tomou dois comprimidos de uma vez.

Pronto. Agora, era só relaxar.

- Você está bem?

Artemis virou a cabeça e encarou um par de olhos azuis muito preocupados com ela. Sabia o quão estranho devia parecer, toda suada daquela forma, pálida e que ficava sem ar, mas o que ela poderia fazer? Instantaneamente relaxou contra as formas deles com o efeito que o remédio já fazia.

- To – sussurrou de volta. – Preciso levantar.

- Ah, desculpa, você dormiu lá fora e...

- Tá tudo bem, eu só preciso... Preciso... De ar.

- Ok, vou ficar aqui.

Assentindo, Artemis esperou ele tirar o braço de sua cintura e encaminhou-se até a cozinha. Lá, pegou um copo d’água, mas antes que pudesse se quer dar um passo com ele, a sua mão tremente soltou o objeto, foi vidro se espatifando para todos os lados.

- ARTEMIS?

Respirou fundo ao se agachar e começar a catar os cacos.

- TÁ TUDO BEM, FOI SÓ UM COPO.

Mas parecia que era mais do que isso, sua mão tremia demais e ela resolveu deixar aquilo pra lá e somente sentar-se de olhos fechados.

Era só se acalmar. Talvez todos aqueles tremores tivessem sido por causa do pesadelo. Fazia muito tempo que não sonhava com aquele, talvez tivesse desestabilizado mais uma vez.

Está tudo bem.

Precisava de mais dois remédios desse jeito, ou heroína, ou pó... Cigarro não estava mais dando o efeito desejado.

Álcool!

Erguendo-se meio tonta, Artemis encaminhou-se ao bar, pegou o whisky mais forte que Poseidon detinha e virou um copo cheio todo de uma vez.

- Desse jeito já era seu rim, Art.

Atena olhou para seus olhos preocupados.

- Tá pior?

- Sinceramente? Acho que jamais melhorou.

- Não quer...

- Nem me ofereça um médico se você não que ser xingada nesse exato momento, — e virou mais um copo antes de sorrir – Tá tudo bem.

- Você é louca.

- É assim que os caras gostam de mim, querida.

- Ela já está no estado normal dela?

E Artemis girou o corpo ao ver um Apolo parado na soleira da porta, de braços cruzados e com uma sexy cara de “acordei agora”.

- Depende, no meu normal você vem comigo para minha cama, cara?

Apolo sorriu de canto enquanto Atena ria baixinho.

- É, você voltou... Ah, mas eu não vim dizer isso... – Apolo olhou para sua amiga. – O xerife que falar com você, ele tá lá no celeiro.

Foi como uma ordem e Artemis já sabia que a amiga dela jamais iria. Como pensado, Atena apenas empinou o nariz e fechou a cara.

- Ele vai esperar para sempre pro mim lá, porque eu não vou, na verdade... – e olhou para sua pessoa. – Eu vou pra casa do meu pai, você quer vir?

- E deixar a casa sem ter transado com Apolo?

- Vai ou não?

- Ah, caralho mesmo, relaxa ai, garota! Te respondo mais tarde, agora vou tomar banho. Falou, bitchies.

E assim, sumiu deixando uma Atena com raiva e um Apolo confuso para trás.

[...]

Atena olhou pela nona vez a pasta de couro marrom em sua mão. Havia conseguido aquilo em tão pouco tempo em função de uma coisa: Dinheiro.

Existia quem dizia que o mundo era dos espertos, depois disso dali, a jovem mulher em roupa formal branca tinha certeza de que o mundo era dos ricos.

E que a vingança e a ambição também deviam ter sido criados por eles.

- Senhorita Danniels.

Atena olhou brevemente para fora da janela da limusine que havia sido mandada para buscá-la assim que ligara para seu pai e a secretaria avisara que ela precisava conversar com ele.

Seu pai não chegava a ser um homem cruel, mas por ter sido a caçula, Atena era muito mais do que protegida em relação ao resto da família e isso a sufocara. Assim que pode, por razoes pessoais, ela conseguiu sumir dali e desde que conseguira dinheiro próprio, nunca mais voltou para aquela casa.

Até aquele momento.

- Joffrey, pode abrir.

E foram essas palavras as necessárias para saber que não havia mais volta depois de sua escolha.

Atena respirou fundo, segundos antes da porta ser aberta pelo chofer, e trouxe a vista toda a tão famosa pomposidade dos Danniels.

Em passos decididos que a levaram para o topo da escadaria, os portões frontais inspirados no estilo arquitetônico grego sempre deu uma áurea aquela casa de um banco. Talvez essa tenha sido a idéia de seu pai, quase para mostrar o quão rica aquela família ancestral era.

Seus saltos batucavam em um ritmo perfeito, e mesmo a secretaria de seu pai pareceu surpresa por vê-la, talvez pelo tempo que demorara a voltar a aparecer por aquele lugar.

- Seu pai a espera.

Atena assentiu, caminhando poucos passos atrás da secretária, até o que ela lembrava ser o escritório. Um toque foi o necessário.

E quem tomou um golpe de surpresa fora Atena ao ver seu velho e doido pai andando com uma elegante bengala e parecendo mais velho do que de fato devia estar.

Culpa, pura, latente, bateu em seu coração ao vê-lo daquela forma, mas assim que Zeus sorriu em sua direção, os olhos muito azuis ainda cheios de energia, toda a sua rebeldia se foi e Atena correu para os braços daquele homem enorme que era seu pai.

- Papai. – sussurrou Atena, só então percebendo que presa ao pescoço de seu pai, chorava. – Eu falei que não ia chorar.

A risada retumbante dele a fez se separar para olhar aquele rosto. Havia mais rugas, mais olheiras também, ainda assim continuava elegante e bonito em seu eterno terno risca giz que era sua marca e aquela barba bem aparada.

Aqueles olhos azuis também analisavam seu rosto.

- Você ficou tão bela, minha menina, tão alta e confiante... Mas continua com os mesmos olhos de sua mãe e esses cabelos loiros. Linda – e Zeus beijou o topo de sua cabeça. – Minha filha. Aqui é à hora em que devo admitir que você sair da minha asa foi a melhor coisa que já fez para si mesma?

Atena riu, deixando seu pai enxugar suas lágrimas, ainda sem acreditar que estava de volta.

- Só se o senhor quiser.

- O que eu quero agora é que me acompanhe no lanche da tarde, fizeram aquele bolo de cenoura que você adorava. Tem tempo?

E seus dedos menores se enroscaram aos livres dele.

- Pai, tenho todo o tempo do mundo pro senhor.

- Ainda bem, querida, porque temos muito que conversar. Mas agora, vamos para o jardim, que lugar melhor do que ali pra um chá da tarde?

[...]

Atena recostou-se na cadeira, as mãos na barriga e um sorriso de pura satisfação no rosto.

- Pai, acho que esse foi o melhor bolo que comi desde que sai daqui.

Zeus riu, daquela forma cavernosa e aconchegante.

- E esse é o melhor café que tenho em anos. Fico muito feliz que tenha vindo, querida, sei que a situação sempre fora difícil, mas a alegria que sinto agora é incomparável.

- Me desculpa por não vir antes.

Carinhosamente, Zeus segurou a sua mão e sorriu.

- O que me importa é que tenha vindo, minha menina.

Surpresa com o bolo de sentimentos em seu peito, Atena tomou um gole de café.

- Conte-me as novidades.

- Bem, bem, querida... Vamos ver... – Zeus, sentado ao seu lado, começou a olhar a pedra da pequena bengala. – Poucos depois que você foi embora, Deméter se casou, como você bem deve conhecer a filha dela.

- Perséfone.

- Exato, também foi embora seus irmãos, mas eles demoraram mais que você... Acho que você sempre foi o exemplo para aqueles garotos, mas isso não vem ao caso. Tivemos grandes ganhos por parte da empresa petroleira, o gado continua mais para o lado dos Ewings, como era de se esperar. Mas venho procurando novas formas de lidar com isso... Seu velho aqui não está mais pra andar de cavalo, pequena.

Atena sorriu do modo como Zeus arrumou o chapéu cor de creme e marrom nos cabelos.

- Quem cuida agora?

- Hefesto e seus garotos, são bons com o gado, cuidam como ninguém dos filhotes, é algo divertido de ser, filha. Às vezes vou até lá, em meu cavalo, mas não agüento por muito tempo, isso daqui não permite. – e bateu no joelho de leve.

- O que aconteceu, pai?

Zeus tomou um gole de café.

- Desde a época que você foi embora eu sentia dores, fracas, comuns. Foi uns dois anos depois que realmente me incapacitou. Fui levado ao médico e descobriram que eu estava com câncer nos músculos da coxa e isso estava se espalhando para o joelho. Desde então venho fazendo os tratamentos, melhorando aos poucos, hoje tenho que usar isso... – ergueu a bengala preta com uma pedra verde no topo. -... Pra poder andar. Mas gostei dela. O que acha? Seu pai não ficou parecendo o Poderoso Chefão?

Atena revirou os olhos que estavam cheio de lágrimas enquanto segurava uma das mãos de Zeus contra seu rosto.

- E como não fiquei sabendo disso, pai? O senhor poderia ter morrido e eu nem saberia!

- Não conseguiam entrar em contato com você, mas está tudo bem filha. Você está aqui agora... E, admito... – tomou um gole de café, que foi copiado pela loira. -... Estou muito curioso para o que a trouxe aqui. São negócios?

Atena assentiu. Era chegada a hora. Seus olhos cinza seguraram os azuis elétricos de seu pai.

- Uma aquisição, eu diria.

Sem deixar que seu pai penasse demais sobre a sua frase, Atena entregou a pasta preta para as mãos um pouco enrugadas do homem a sua frente.

Ela esperou calmamente a resposta.

Sabia o quão complexo aquilo poderia ser, mas estava decidida e todos sabiam quão teimosa era ela.

Em silencio, seu pai lia, sem fazer qualquer expressão, e Atena tomava tranquilamente seu café. Estava quase no final, já um pouco gelado, no instante em que Zeus pousou a pasta ao lado da sua xícara e olhou em seus olhos.

O azul já estava em modo de ação.

- Você tem certeza de que é isso o que quer, filha?

Sem piscar, Atena assentiu.

- Pai, é isso que quero fazer.

- Então, pretende tomar posse de diretora da Danniels, como petroleira?

- Somente depois que o senhor morrer, mas quero cuidar dos negócios da família.

- E isso envolve realmente tomar a Ewings?

Atena tomou um pouco de café para acalmar seus nervos.

- Não, pai. Tomar a Ewings se tornou pessoal.

E ficou claro que seu pai compreendeu o porque.

- O que Poseidon fez de novo para você, filha?

- O de sempre – deu de ombros – Eu só desejava testar mais uma vez e realmente percebi o que devia ter notado de primeira. O senhor estava certo, pai.

- Querida...

- Só o que estou lhe pedindo é ajuda – e seus olhos seguraram os dele. – O senhor tem a prática e a experiência do Velho Oeste, eu tenho a tecnologia e os planos ao meu lado. Só quero que sejamos um e destruamos a Ewings. Ou melhor, incorporar a nossa.

Por alguns segundos, Zeus somente ficou a fitar seus olhos e então balançou a cabeça negativamente enquanto arrumava o chapéu.

- E posso saber como pretende fazer isso, filha?

- Dessa forma – e entregou a ele o ultimo papel que precisava. E mesmo os anos de bom empresário não o impediu de fazer uma cara de surpresa. – Eu irei usar isso mais tarde enquanto isso, irei juntar nossas empresas, solidificar os buracos e assim que possível, começar a roubar sócio por sócio da Ewings.

Zeus releu a página em suas mãos.

- Nunca se deve mexer com um Danniels.

Atena sorriu e estendeu a mão.

- Então, pai, temos um negócio?

A mão grande e de aperto firme prendeu a sua em sinal de aliança e sociedade. O sim não dito.

E que Poseidon que esperasse, pois ele mal podia prever o dano que Atena poderia fazer na vida dele.

[n/a: COMECEM AS VINGANÇAS *O*]

Notas finais
Já disse que amo vingança? E ainda melhor quando rola um tio Zeus fodão assim? *o* Ai, ai, bom dms! Anyway, jogo ainda valendo people #forever #always.
Beijinhos cheios de maldade para vinganças,
Nívea... Pq a Solé tá com o namorado, me deixou --'' KKK'