Stronger

3 Príncipe Encantado.


Notas iniciais
Sério, putz, eu acho que cheguei ao meu auge hoje quando estava escrevendo um capítulo bem pra frente dessa fick... Eu to até agora sem acreditar que conseguir escrever aquilo, gzuis! KKK'' Ok, vou parar com o Spoiler *--* Galeeeera, como tão? Hoje o dia está fenomenal pra mim *-* Queria agradecer imensamente pelos recaditos, avisar que sou danada e sempre quis muito escrever uma Artie assim *-* Fica diferente hehe Anyway, vou deixar vocês lerem... Voalá!
Ps: Se quiserem música (pq cêis sabem como sou fascinada nisso), escutem Chattahoochee do Alan Jackson, MAS SÓ NA HORA QUE EU AVISAR, OK? Vai estar pelo texto e ai voces colocam pra tocar haha -> http://www.youtube.com/watch?v=JW5UEW2kYvc
IRÁÁÁÁÁ, TEXAS!

Baby, can't you see?

I'm callin'

A guy like you should wear a warning

It's dangerous, I'm fallin'

-Toxic

Artemis sentou-se, ereta.

Suor escorria de suas têmporas, suas costas. Suas mãos trementes prendiam com tanta força na beirada da cadeira que ela jurava que estava machucado. E seu coração rufava em seus ouvidos, rápido, firme, louco.

Seus olhos se passaram pelo local escuro, mas com suas pupilas tão dilatadas, ela mal conseguia identificar as formas.

O desespero veio primeiro.

Onde se encontrava? Por que estava frio? O que havia acontecido?

Ainda a acordar, levantou-se grogue, seus pés mal comandados, e começou a correr para o único lugar que via luz. Desespero aumentava a cada vez que não conseguia chegar até a porta.

Pânico.

Seu remédio, onde estava seu remédio?

Estava assim, andando muito perdida, no instante em que mãos lhe pararam e a fez ergueu os olhos.

Pela primeira vez, ela sentiu alivio ao notar que era um conhecido.

- Hey, hey... – disse Apolo, segurando seus ombros. – Garota, você tá bem?

- Me solta...

- Você tá cambaleando.

- Eu preciso... Preciso de... Me solta – e o empurrou de leve, mas ele continuou com o aperto em seu braço. – Cadê todo mundo? E porque me deixaram dormir até agora? Por que a porra da Atena me deixou dormir?

- Ow, ow, calma ai, ruiva... A galera já foi, eu fiquei pra te levar... E... – a testa do loiro se franziu. – Você tá suando?

Com toda a raiva do mundo, Artemis o encarou.

- NÃO TE INTERESSA, ME SOLTA, AGORA!

Claramente não querendo brigar com sua pessoa, provavelmente por saber que ruivas são fogo mesmo, ele soltou e Artemis pode finalmente sair correndo em direção a casa.

Tudo foi como um vulto, no próximo instante ela via a si mesma trancar a porta atrás de si, puxar um pequeno pote e virar dois comprimidos a seco de uma vez.

Só assim, depois de respirar um pouco mais, é que foi banhar.

[...] [Música aqui] [...]

- É um caralho mesmo, aquela filha da puta roubou a minha saia de hoje – dizia Artemis enquanto descia a escadaria, uma blusa de couro no braço, e uma bolsa presa em um ombro.

Apolo, que lia um de seus tantos livros, ergueu o olhar para encarar a tal garota louca, meio perdida e muito estranha.

Mas, outra coisa era inegável, ela era fodasticamente gostosa.

Apolo podia colocar em sua cabeça o quão retardada e cheia de problemas ela devia ser, mas sua parte homem jamais negaria a forma que o vestido preto se colocava as curvas dela, curvas que deixariam até o mais sensato dos homens meio retardado.

E Apolo jamais seria o retardado.

Colocando casualmente o livro no bolso, pois sabia o que iria ficar fazendo por lá, aproximou-se dela e sorriu.

Os olhos verdes dela reviraram-se.

- Vamos logo, to louca pra tomar os Bourbons daqui.

- Meu carro.

- Eu dirijo.

- Sonhe, querida, sonhe.

- Hum... Apolo... – ele olhou a tempo de ver a ruiva puxar a chave de sua mão. Ela sorria. – Eu dirijo.

- Me devolve isso.

- O que?

- A chave, Artemis.

- Desculpa, não conheço isso e eu... AAAAAAHH!

Apolo não deu outra chance, puxando-a como um saco de batata, de modo que ela deixou fácil de pegar a chave e a segurou dessa forma enquanto descia as escadas.

- FILHO DE UMA CADELA. ME SOLTA!

- Isso, é pra você aprender a devolver as coisas quando as pessoas pedem, mulher.

- EU VOU TE SOCAR, VOU CHUTAR ENTRE SUAS PERNAS, DESGRAÇADO... MEU VESTIDO!

- Shh, quietinha, ou então os trabalhadores podem vir ver o que está acontecendo.

Depois dessa frase, Apolo teve que sorrir vitorioso. Ela se calou, parando de se debater, fazendo-o admirar aquela linda bunda.

- Olha, se você quer me comer, não precisava fazer isso.

Apolo suspirou.

- Eu não quero te comer, garota, e modere o linguajar, parece uma prostituta falando assim.

- Olha a minha cara de quem liga pro que você pensa, ah, é, você não consegue ver minha cara porque tá me segurando dessa maldita forma, viadinho.

- Continue, estou me divertindo.

Artemis apenas bufou.

Um silencio calmo se estalou entre eles enquanto Apolo caminhava na direção de sua Mercedes esportiva, ela havia parado de reclamar, assim como de se mover, e ele teve de admitir que estava achando divertida essa história.

Artemis tinha um grande bico no instante em que a sentou no lado do passageiro, revoltada.

- Vai ter vingança.

- Esperarei sentado, madame.

Assim fechou a porta e encaminhou-se para o seu lado.

Aquela noite seria loooonga.

[...]

Artemis fez careta dos risos que suas amigas soltavam depois que contou com aquele loiro viado havia carregado ela como uma maldita criança e virou mais uma dose de tequila.

- Aquele filho da puta.

Afrodite limpava os olhos de tanto rir.

- Art, admite, isso foi hilário, gata.

- É... – emendou Perséfone, com sua garrafa de cerveja, um mega sorriso. – Qual é? ele é gato!

- E ele negou ela. – Atena fez cara de confusa no exato instante em que Artemis olhou ofendida por ela ter entregado aquilo. – Que foi?

- Como é que é? Artemis...

- Galera, desculpa, vazando agora, assunto realmente um porre e não quero falar daquele filho da puta. – e girou na cadeira que estava para olhar um lindo cowboy. – HEY, CARA, ESPERA AI POR MIM!

[...]

Artemis arfou, suas pernas tremiam, sua cabeça rodava, mas a onda de satisfação era imensa. O cara a sua frente sorria, os olhos azuis dele brilhando de pura alegria e sorrisos.

- Você é fogo, garota.

- É, eu sei. – e deu um sorriso de canto, fechando os olhos.

Era aquilo. Era aquele relaxamento que ela precisava. Tudo em sua pessoa se acalmou.

Ainda sentia os lábios do bonito homem tocarem seu pescoço, da excitação dele, dos músculos que a seguravam contra a parede do beco e mesmo o frio da noite em sua bunda desnuda. Mas era tão segundo lugar de frente a essa calma.

E precisava aproveitar dela sozinha.

– Ok, cara, você é bom.

- Eu sei.

- Mas chega, acabou. – e empurrou os ombros dele.

Claramente pego de surpresa, ele não teve forças para negar e teve de deixar Artemis colocar-se de pé. A garota ainda chegava a ver a boca dele se movendo, mas estava em outra sintonia.

Sabia que precisava sair dali.

Sair agora.

Ou sentiria nojo.

Foi assim, assistindo-o colocar aquilo pra dentro da calça, que Artemis começou a se afastar, arrumando-se, colocando a calcinha no lugar e abaixando o vestido.

Chegou a senti-lo segurar seu braço e virar seu corpo.

Os olhos azuis estavam com raiva, ansiosos e ele era tão maior. Ainda assim tudo o que Artemis podia fazer era querer sair dali.

Sem ligar, puxou o braço, só pra bater de frente com uma muralha que andava com as mãos nas calças.

Seus olhos verdes se ergueram, surpresa por ter batido em alguém, só pra voltarem a ter raiva. E talvez não fosse isso que aquele loiro pensasse, pois só demorou dois segundos para ele entender a cena, e um braço serpentear sua cintura.

- Hey, cara...

Apolo foi mais rápido, e como mais alto, sabia o estrago que podia fazer.

Sem desviar os olhos do seu cara de transa, Apolo a puxou para mais perto, cobrindo com a mão o local que Artemis sabia que ficaria roxo depois. E ela sabia que aquilo era um principio de briga.

- Vaza.

- Ela é...

- Eu disse vaza – a voz era fria. – Agora.

O outro encheu o peito, raiva espirrando e emanando em ondas pelo local.

- Ou o que?

Em um segundo, Artemis via somente o cara procurando um jeito de puxá-la dos braços de Apolo e no outro ela olhou com surpresa quando o loiro colocou uma pistola bem no meio da testa do outro.

- Agora.

Não foi preciso saber que o cara saiu correndo, meio destrambelhado pelo medo e pela surpresa de alguém ali ter uma arma. Talvez ele não soubesse como o Texas funcionava, pensou Artemis, ainda pasma, ao ver Apolo guardar a arma em um coldre da cintura.

- Você tá bem, garota?

E então sua mente voltou a funcionar.

Rapidamente, havia se desviado dele.

- Isso era assunto meu, príncipe encantado. – a ironia gotejava em suas palavras. Se havia algo que Artemis odiasse algo além de mexerem em sua moto, sem dúvida era alguém ter que protegê-la, deixando-a como uma princesa tosca que não sabia se virar. – Se liga, cara, eu tinha tudo sob controle, retardado! Agora já pode ir atrás de seu cavalo branco, vai arrumar sua Cinderela vai.

Assim, Artemis começou a andar na direção do carro.

Por causa de toda essa estúpida briga, aquilo que havia conseguido, aquele sentimento, havia evaporado, trocado pela raiva, e como se não pudesse piorar, a ruiva sabia que ele a seguia.

Artemis parou na frente do primeiro carro que encontrou, escorando-se nele.

- Acho que você me deve ao menos um obrigado.

- Te dou uma transa, ou nada de obrigado.

- Tudo pra você é sexo?

A ruiva, que pegava em sua bolsa uma seringa cheia de um liquido branco e um elástico, deu de ombros, como se nunca tivesse pensado naquilo.

- Sim, e você fez o favor de estragar meu sexo gratuito com aquele cara, então, tá a fim de tomar um lugar dele? Se não, por favor, cala a boca.

Um silencio, quebrado apenas pelo estalo do plástico quando ela o enroscou envolta do antebraço, se fez entre eles.

Nenhum dois disse nada enquanto a agulha furava a pele branca dela e Artemis injetava vagarosamente a heroína em seu sistema. Apolo havia feito o favor de fuder com tudo, o mínimo era que Artemis pudesse ao menos relaxar.

Assim que finalizou o conteúdo, esperou um pouco e tirou a tira.

- Por que você faz isso? — a voz de Apolo era super baixa, tanto que a fez encará-lo.

Os olhos azuis eram aço, quietos, serenos, mas de uma forma certeira que a fez se culpar por deixá-lo ver aquele lado dela. Isso rapidamente foi afogado com o pensamento de que a vida era dela, foda-se o que ele pensasse.

Artemis deu de ombros, jogando fora a seringa em uma lixeira descartável, e voltando a se deitar sobre o carro de Apolo, seu corpo estendido na capota, pois sabia que logo mal agüentaria-se em pé.

- Por que você come sua comida preferida?

- Porque eu gosto.

- Então não faça perguntas retardadas, Apolo. – e fechou os olhos. — Quero silencio.

E incrivelmente Apolo cedeu aquilo a ela.

Artemis não soube quanto tempo ficou daquela forma, começando a sentir os primeiros efeitos daquela potente droga, sem ouvir um pio do loiro que ainda estava ao seu lado (seu joelho esquerdo encostava-se no quadril dele), a brisa gelada, o cheio de comida da texana, o som de risos, a música country de Johnnie Cash... Do Texas.

Teve que abrir os olhos depois de um tempo.

Sua curiosidade, que ganhava mais e mais espaço, a fez querer saber o que Apolo aprontava e um sorriso se fez em seu rosto ao vê-lo calmamente sentado no capô, junto dela, lendo um outro livro.

- Você não casa de ler?

- Você cansa de dar?

O sorriso só aumentou com aquela resposta rápida. Gostava de uma boa língua rápida.

- Canso.

- Eu também... Agora, fica calada ai, to ocupado.

E ela não agüentou, riu.

- O que tem de tão engraçado?

Mas ela não podia responder, pois estava de lado, seu estomago vibrando com suas gargalhadas, seus olhos se enchendo de lágrimas de pura alegria.

E ao olhar pra ele, viu-o sorrindo, meio sem entender.

- O que há de tão engraçado, garota?

- Você... Trocando... Uma mulher por um livro... Livro não mata fome de mulher.

- Mas mata fome de inteligência, garota.

- Quer parar de me chamar de garota? Eu tenho nome, cara!

- Eu também não me chamo cara, sou Apolo.

Artemis revirou os olhos.

- Se eu quisesse seu nome, teria falado. Queria outra coisa sua, mas você me troca por esse livro ai – deu de ombros, antes de puxar um cigarro do bolso da blusa de frio. – Que merda, to tremendo.

Apolo sorriu.

- Isso se chama drogas, garota.

- Cala a boca, cara.

E por fim, Artemis começou a tragar o cigarro, após uma firme e longa briga com o isqueiro. Aquilo a aqueceu, e também lhe deu sede. Sempre ficava com sede.

- Hey, bonitão...

- Hum...

- Príncipe Encantando, tem como deixar seu cavalo branco comigo e pegar uma cerveja ou um whisky ali pra mim?

- Vai sozinha.

- Mal consigo falar com você.

- Então vai passar sede, garota.

- Assim tu vai perder sua licença de príncipe, garoto... Mas quer saber? Foda-se, vou lá mesmo, aproveito e no meio do caminho vejo se consigo transar com alguém que não me troque por livros. Além do que, minhas amigas devem estar atrás de mim. – e deu mais uma tragada. – Até mais, Príncipe, vai ler seus contos de fada e vê se escolha uma princesa adequada, valeu?

Dessa forma, Artemis se pos de pés e mesmo sabendo que estava tonta, caminhou em direção da festa, com aquela galera louca.

Se lembrava de ter encontrado com Afrodite, que bêbada, fazia ciúmes em Ares e de Perséfone pegando outro cara depois de ver uma doida beijando Hades, não que eles estivesse namorando, mas Artemis entendia o lado dela.

E Artemis, bem, ela foi Artemis.

Ela sabia que devia estar em algum lugar, seus olhos se abriram e havia um peso em sua cintura.

Estava apertado, muito apertado.

Foi ai que notou estar nua, com um cara também nu em suas costas, e que estava na parte de trás de um carro.

Com a cabeça zonza, Artemis saiu dali, deixando o cara sozinho, sabendo que havia conseguido dormir um pouco, e se arrumava enquanto andava para o barzinho mais próximo.

A festa ainda rolava apesar do sol estar quase nascendo ao leste, muitos caras assobiando ao passar abaixando o vestido, e colocar os óculos de sol roubados do seu acompanhante, quer dizer, o ultimo acompanhante.

Soube que caiu quase morta na cadeira da cafeteria, cruzando os braços e jogando a cabeça sobre eles.

Seu corpo doía, e ela nem queria saber ou lembrar quais as posições que devia ter feito com o ultimo cara. Porque ela se lembrava dos outros dois, claro, alem daquele que o Príncipe Encantado havia espantado.

- Argh!

- Deseja alguma coisa?

Antes que ela pudesse responder, uma voz grossa e cheia de cinismo respondeu por ela.

- Carla, pega um café extra-forte e um pedaço de bolo pra ela.

- E pra você, Apolo?

- O de sempre, por favor.

- Ok, já vou trazer o pedido.

Lá se foi a chance que Artemis tinha de ficar quieta, ao escutar a moça se afastar, com raiva por ele ter escolhido as coisas por ela, mesmo que mal pudesse falar algo sem ecoar como um tambor em sua mente e se surpreende quando ele não puxou conversa.

- Fala logo, cara.

- Hum...

- O que você... Ah, tá lendo. – Artemis manteve o olhar na capa do livro dele. – Isso é Oscar Wilde?

Apolo a olhou com uma cara de surpresa, como se mal pudesse acreditar que ela soubesse o nome de algum escritor importante além de... Bem, de algum.

Seus olhos verdes se reviraram para ele.

- Não sou tão burra assim, valeu?

O loiro, em seu moletom colado deu de ombros.

- Parece.

- Príncipe, sério, não to a fim de falar com você.

- Não to te obrigando a isso, na verdade, estou sendo muito educado para não mandar você calar a boca e voltar a ler meu livro. – nesse instante, Carla chegou com o pedido deles. Apolo era todo sorriso para a garçonete morena, zoou Artemis. – Obrigada, Carla.

- Mais alguma coisa?

Artemis a olhou entediada.

- Tem algum remédio bem forte pra dor de cabeça?

- Tem.

- Pega dois pra mim. Só isso mesmo.

Os olhos azuis de Apolo dardejaram em sua direção logo que Carla saiu para atender ao seu pedido.

- Que foi, cara?

- Sua mãe não te ensinou a ter educação com as pessoas que estão trabalhando, não?

- Se ela não tivesse morrido assim que nasci, talvez teria me ensinado, quem sabe? — Artemis deu de ombros, a ignorar por completo a cara de pasmo de Apolo da forma simples que havia dito sobre sua mãe, e aceitou os comprimidos que Carla trouxe, os engolindo de uma vez com o café que ela admitia que queimara sua garganta, mas ela finalizou. Roubou um biscoito e colocou-se de pé. – Valeu, Carla, e coloca na conta dele, ok?

Aproveitando-se do tempo que Apolo levaria para pagar, implorando pra Carla dar em cima dele e demorar mais, Artemis correu para a rua e fez sinal com o polegar, pedindo carona.

Não foi preciso dois segundos para um carro parar bem a sua frente, um homem gato sorrindo.

- Tá indo pra onde?

E Artemis sorriu. Às vezes ser mulher era magnífico.

- Estava indo pra uma fazenda, mas agora que vi seu rosto, me pergunto se posso ir pra sua casa.

O homem piscou.

- Entra ai, gata.

Não foi necessário repetição para entrar no lado do carona. E chegou mesmo a ver Apolo sair da cafeteria, procurando sua pessoa.

Mas, bem, ninguém segurava Artemis quando ela não queria.

Notas finais
Artemis não tem jeito mesmo tsc tsc tsc KKK'' Mas eu a adoro louca! E agora começamos os problemas que ela tem *-* Então, o que acharam? Solé está amando TODOS os recaditos, sério mesmo, ela mal pode se conter de tanto que ela tá comendo hehe Ai, ai, como amo o Texas *-*
Beijinhos muito danados,
Nívea ;*