Notas iniciais
Awn, existe algo mais perfeito que vir postar e ver duas recomendações? *o* Sério, cara, isso é tão maravilhoso, tipo, eu acho que sempre serei uma retardada feliz e contente que fica fazendo dancinha e tudo mais ao ver uma recomendação #fato >< Anyway, garotas, esse capítulo pra vocês: The Daughter of Hades e Kayla Jackson e MarinaDiAngelo *-----------------------* Obrigada, deixaram meu dia de ressaca muito mais feliz e perfeito e... Mil obrigadas, sério *o*
#enjoy!

I wouldn’t trade my best day.
So you could validate
All your fears.

Undermine

[...]

Como sempre, era madrugada no momento em que Artemis acordou.

Estava tremendo, seu coração em um galope frenético e uma de suas mãos prendia com força na blusa preta de algum cara. Algum cara que ela pouco ligava quem era naquele instante, pois tudo o que necessitava, como era de se esperar, era espaço... Muito espaço, tipo um local que pudesse...

Sua cabeça girou com força ao começar a sentir os primeiros efeitos de ter acordado daquele modo. Precisava de seu remédio.

Urgente.

Sem medir esforços para fazer isso, Artemis saiu do sofá que ela notou que estava abraçada a Hades e começou a procurar loucamente a chave de sua moto. Não podia desmaiar, não agora. Nem sonhar em algo assim.

A primeira coisa que notou foi a sua visão desfocando. E quanto mais tentasse limpar, pior estava ficando, muito pior. Veio então seu ar travando em sua garganta, agonia pura. Era como afogar-se conseguindo ver que há muito ar pra você respirar. Sua mão parou ali. Implorando para poder respirar.

Sem ar.

Sem ar.

A pior sensação de queimar, de sua cabeça doer, tudo por não poder respirar.

Então sua mão tremente enrolou-se envolta da chave da sua moto, e saiu tropeçando em tudo que havia no caminho. Seus pés se atrapalhavam. Seu corpo ficando sem oxigênio.

Não.

Não.

O piso era gelado do lado de fora da casa, assim como a grama, mas mesmo isso ia ficando mais fraco. Seu sangue estava sem ar. Foi quando caiu de joelho, no meio da grama, sua moto não muito longe.

E tudo o que ela podia fazer era prender as mãos envolta de seu pescoço.

Precisava de ar.

- Artemis... – Artemis focou-se em um cara a sua frente. Olhos azuis encaravam os seus. – Voce tá roxa, onde estão seus remédios?

Ela queria tanto falar, avisar que estava em sua moto, mas estava tão fraca que o que de fato aconteceu foi cair, ou teria caído, caso Apolo não tivesse segurado seu corpo.

- Remédios! Artemis, onde estão? Artemis!

E a próxima coisa que via era o loiro deitar seu corpo, colar a boca a sua e empurrar o ar. Queimava. Queimava muito. Mas a vez respirar um pouco.

Ele voltou a olhar sua pessoa, preocupado.

- Onde estão os remédios?

E alguém devia ter falado para ele que foi de moto. Até mesmo ela ligaria os pontos do porque ela estava ali fora.

Então, Hades empurrava ar para seus pulmões.

- HADES, CONTINUE FAZENDO ISSO.

Realmente continuou, mas queimava tanto, seus olhos não começando a enxergar as coisas por causa de lágrimas. Hades fez isso mais duas vezes, firme, forte, ainda que tudo estivesse travado.

Precisava do remédio.

Como que ouvindo sua prece, Apolo gritou mais algumas coisas. Logo, Artemis tinha sua cabeça erguida, pedaços de algo triturado sendo empurrados em sua boca e em seguida água.

Seus olhos encaravam os azuis, em puro pavor. Mas ele estava calmo.

- Beba a água, Artemis... Isso... Dessa forma... ALGUÉM TRAZ UM EDREDOM PRA ELA E MAIS AGUA, AGORA!

A próxima coisa que notava era que estava embrulhada em um edredom muito quente, sentada no colo de Apolo com ele abraçando seu corpo, mas ainda estavam na grama, na parte da frente e podia ver todos seus amigos por perto.

Finalmente, o remédio fazia o efeito desejado, desobstruindo as vias respiratórias e ela conseguia puxar cada vez mais e mais o ar. Seu tão precioso ar.

- Artie... – a voz dele era baixa e calma. Artemis ergueu os olhos para encarar o rosto de Apolo que sorria de puroalivio em sua direção. – Voce deu um susto e tanto na gente agora... Está se sentindo bem?

- Como uma fraca princesa, mas tudo ok. – mesmo sua voz estava rouca. – Retiro o que disse, Persé tá chorando, ela é a princesa baitola aqui.

- Ainda bem que você está bem, garota... Lembra do que aconteceu?

- Eu quase sufocando? Ah, foi a parte mais divertida.

E Apolo sorriu, puxando seu corpo para mais perto, coisa que Artemis teria brigado em qualquer momento anterior, mas qual é? Ela havia quase morrido agora, tudo o que ela queria era um pouco de paz.

- Artemis...

A ruiva vagarosamente girou o rosto para encontrar aliviados olhos negros.

- Ganhei um mega beijo seu, Hades! Persé tá chorando por causa disso não, né?

- Não, sua idiota. –e sabiam que estava tudo bem. – Estamos pensando em te levar pro médico, ligamos pra Atena e ela disse que era pra levar.

- Ah, porra mesmo, ligaram pra ela?

- Claro!

- Tem que esperar o corpo estar sem respiração para declarar mortos.

- Voce estava sem respirar.

- Que seja... Argh, Atena não.

E Apolo riu do seu biquinho.

- Vai logo lá, garota.

- Valeu por toda a cena heróica e “vamos salvar a Art”, Principe Encantado, mas médico eu não vou mesmo. E já pode me soltar, ok? – assim Artemis colocou-se de pé e viu os garotos e as garotas do Dallas olharem para sua cara, aliviados, algumas chorando. – Ok, ok, gente, chega de novela mexicana, tá tudo ok, estou bem e... Quem tá fritando batata?

- MINHA BATATA – gritou Afrodite, os olhos borrados por causa de choro. – JÁ VOLTO.

E todos riram dela sumindo para cuidar da batata, pois tem coisas que não mudam mesmo.

Carla aproximou-se, um pouco tremente, mas sorrindo para perto de sua pessoa. Na mesma hora, Artemis se ligou de como devia estar parecendo ela sentada no colo do namorado dela.

De repente, queria não ter deixado Apolo segurá-la.

- Voce está bem, Art?

- Está tudo bem, Carla, relaxe. – e sorriu para a garota. – Forte como um bom cavalo. Texanos demoram a morrer, moça.

- Ela só precisa tomar mais água, dormir um pouco, não beber por um dia inteiro e simplesmente descansar.

Artemis virou-se para olhar Apolo falando naquele tom profissional e revirou os olhos.

- Virou médico?

- Já fui.

Surpresa pura tocou seu ser ao ouvir que Apolo já foi um médico. Bem, isso explicava a calma e o modo rápido com que lidava naquela hora como agora.

Mas tudo se acabou ao ver uma potente Ferrari estacionar no meio da rua mesmo e uma louca Atena em roupas de dormir aproximar-se.

E Artemis sentiu-se sendo abraçada por um urso.

- Se você me der um susto desse mais uma vez, idiota, eu juro que eu mesma te mato... Voce tem noção do que eu fiz? Atravessei QUATRO! QUATRO sinais fechados, levei multa em todos pra chegar aqui o mais rápido possível... E, garota, desse modo vou morrer nova!

- Hey, mãe, olha o mico ai.

Mas Artemis compreendia o desespero que Atena sentia simplesmente ao ser afastada para trás e olhos cinza encararem os seus em puro alivio, lágrimas caindo dos olhos da loira.

- Jamais, jamais repita isso... Vire um canguru, arrume um bolso nessa sua pele, coloque no sutiã, mas não solte a porra desses seus remédios, ouviu?

- Sim, senhora!

E claro, a loira ignorou seu tom irônico e foi abraçar um surpreso Apolo.

- Obrigada, Apolo.

- De nada, Atena.

Artemia cruzou os braços.

- E ele que fica com a medalha de ouro é? Porra, Principe, assim não dá... Eu que sobrevivi, hello!

- Gartoa, guarde isso para o programa de televisão.

- Idiota.

Mas a ruiva sorria de canto antes de Afrodite aparecer na porta.

- BATATA TÁ PRONTA.

E não foi preciso outra coisa para Artemis sair correndo, enrolada no cobertor, atrás da outra garota cozinheira, fazendo todos rirem. E tudo estava bem.

[...]

- Não, não e não. – dizia Artemis pela vigésima vez antes de soltar a fumaça e tomar um pouco do seu café. Mais uma vez, a ruiva e Atena encontravam-se na mesma cafeteria, na mesma mesa, comendo as mesmas coisas e, bem, falando dos mesmos assuntos. – Por que você ainda insiste nisso, loira?

Atena, em seu terninho preto, também tomou um gole do café exportado.

- Porque eu sou sua amiga, nunca vou admitir que te amo e não posso ficar me extressando, você sabe muito bem.

- E nem tomando café.

- Uma leoa como eu jamais é totalmente domada, Art. – e colocou sobre a mesa uma pasta preta. Os olhos cinza estavam sobre os seus. – Voce ainda está comigo na vingança?

Artemis revirou os olhos, tragando.

- Claro que sim, já te falei, vou até no inferno contigo, loira.

- Isso foi muito gay de sua parte, mas agradeço. Como dizia, sua parte do plano chegou, Art.

Na mesma hora, a ruiva puxou a pasta que Atena relutava em lhe dar e começou a ler.

- Só preciso fazer isso?

- Basicamente, você já havia me entregado todo o plano de Poseidon para esse ano, mas há coisas como contratempos e detalhes que preciso de mais informações para poder criar minha tática. Afinal, eu vou adquirir a Ewings, preciso de coisas pequenas e você, raposinha, vai me mandá-las.

Ainda a ouvir Atena, Artemis colocou a pasta de volta a mesa. Seus olhos verdes olharam para os cinza, divertidos, loucos pra colocar em ação aquele plano.

- E posso saber como vai fazer pra que eu consiga ter acesso as essas informações?

- Bem... Vou te mandar para o rancho.

- Atena, isso foi muito criativo. De repente apareço lá, sendo que estou no meio de uma temporada de jogos, sem mais nem menos, você começa a ter informações e ninguém suspeitará de mim. – soltou a fumaça. – Criativo, muito.

A loira rolou os olhos para sua ironia.

- Lógico que não lhe mandar sem mais nem menos. Seu passaporte está chegando em 3... 2... 1... Bom dia, Apolo.

Claramente um pouco confuso, exatamente do mesmo modo como Artemis estava, Apolo sorriu, meio de lado para a loira. Estava trajando um sobretudo preto, as mãos enluvadas e um cachecol no pescoço.

Para Artemis, ele estava delicoso, um bombom pronto para ser descascado.

- Bom dia, Atena. – e ele olhou para sua pessoa. – Bom dia, garota.

- Bom dia, cara.

E foi a loira quem primeiro deu a corda.

- Sente-se, Apolo, você chegou um pouco mais cedo do que havíamos marcado.

Artemis, que acendia o segundo cigarro do dia, olhou com suspeita para as palavras de Atena e notou a comunicação silenciosa que os dois loiros fizeram entre si.

Aquilo estava suspeito. Muito suspeito.

- Vamos logo, galera, desembuchem... O que estão inventando?

Apolo apenas sorriu enquanto pedia um café e foi Atena quem respondia após comer o ultimo pedaço de bolo.

- Artemis, como você não aceitava ir às consultas que eu marcava, eu preparei algo diferente dessa vez, pra você não fugir dos compromissos, então... – a loira limpou delicadamente a boca rosa de frio. – Deixe-me lhe apresentar o médico e psicólogo que eu havia te dito. Artemis, esse é Doutor Apolo Solace. Doutor Solace, essa é a sua nova paciente, Artemis Bordeaux.

Atena falava aquilo sério, muito séria, da forma que ela usava somente para a empresa, mas assim que ela terminou de falar, Artemis teve que rir, riu muito, sem poder acreditar.

- Isso é alguma brincadeirinha ou algo assim?

Apolo, que tomava um gole de seu café, quem sorriu e olhous para seus olhos verdes com os azuis muito sérios.

- Sou formado em Yale, trabalhei em hospitais particulares por quatro anos, mais dois em residência, mas parei há um ano por motivos particulares. Eu estava pensando em fazer alguma coisa enquanto estivesse no rancho e resolvi que atenderia as pessoas lá, levaria elas pra lá e teríamos uma rotina a lidar dependendo do trauma ou situação que a pessoa vive ou revive diariamente, usando o contato com a natureza para fazê-la melhorar. – tomou mais um gole de café enquanto Artemis olhava para ele, pasma. – Comecei esse projeto há um mês, foi quando recebi a ligação de uma grande empresa que dizia que a dona dela desejava encontrar-se comigo. Me deram o número da cafeteria, falaram o dia, que não tão mais incrivelmente coincidia com domingo que eu estaria aqui... E, bem, aqui estamos. Eu o médico, Atena que ligou e você como paciente, garota.

Mas Artemis não conseguia acreditar naquilo, apesar disso fazer total lógica para o plano de Atena (fosse o de roubar os Ewings, como mandá-la para um médico), ela não queria, talvez, aceitar. Mesmo seu cigarro perdeu a graça diante daquele tremendo capítulo da novela mexicana e viu-se pegar a chicara com mãos trementes.

- Então... – começou quando pode. – O plano é basicamente me tirar da minha amada cidade e vida e me jogar no Rancho dos Ewings?

Atena sorriu amavelmente em sua direção.

- Exato, Art.

- Meu trabalho?

- Vamos anunciar que você está doente, que pegara um tipo de doença que precisará ir ao exterior cuidá-la. Os patrocinadores já concordaram, Afrodite vai tomar a liderança por ser a mais capaz, você vai pro Rancho, se trata, e depois vai voltar como a Padroeira do Futebol que lutou contra seus problemas e sobreviveu. Quer mídia melhor que essa, Art? Dinheiro é o que não vai faltar para sua causa.

Artemis tinha que dar seu braço a torcer, aquele plano era bom pra caralho, ambos sairiam ganhando ao final. Ela com o lucro da mídia e Atena com a Ewings. O único problema estava sentado bem ao seu lado.

Apolo, tomando tranquilamente seu café, olhava para sua pessoa, claramente se divertindo por tudo aquilo. Mas ela não estava achando nada engraçado pelo simples fato de que teria de conversar com ele, falar de seus problemas e... Mas havia Atena do outro lado, não podia deixá-la na mão.

Sem saber o que fazer, ela fez o que sabia, acendeu um cigarro e começou a fumá-lo.

- Artemis... – a voz de Apolo a fez olhá-lo. Ele estava sério. – Voce sabe que independente do que você me fale, isso é confidencial e eu jamais poderia espalhar, correto?

Se ela sabia? Talvez sim, talvez não...

- Sei, Apolo.

- E você tem que vir por vontade própria, não por causa de Atena, certo?

Essa parte, Artemis começou a soltar a fumaça enquanto o olhava.

- Sei disso também.

- Então, você quer vir para o rancho comigo ou vai continuar como está? A escolha está em suas mãos.

E, pela primeira vez, depois de tanto anos, Artemis estava de frente a uma escolha. Um fodida escolha que podia lhe dar tudo ou lhe dar nada depndendo do que faria.

Olhou uma vez para Atena, então para Apolo, e suspirou, apagando o cigarro.

- Ok, vocês ganharam. Apolo, sinta-se feliz, você vai ter uma ninfomaníaca em sua casa.

O loiro sorriu.

- E você um médico.

E ela soube que seu lado estava bem pior que o dele.

- Droga...

Atena sorria, feliz.

- Obrgiada, Artemis, isso é para seu bem.

Ela sabia que realmente era, que ela não falava aquilo só por causa das infomrações, não depois dos milhares de vezes que tentara leva-lá a um médico.

Suavemente, sorriu para a loira, segurando a mão enluvada dela.

- Eu sei, mamãe. – e olhou para Apolo. – Que horas vocês vão embora hoje?

Ele olhou em um relógio.

- Acho que daqui seis horas.

- Eu vou com vocês então.

- Estaremos te esperando... E Atena, você fez certo ao ligar, essa louca precisa de um pouco de sanidade na cabeça.

- Eu sei, Apolo.

- Ih, vai se ferrar vai. – mas sorria. – Então tenho seis horas pra mim? Lady, gentleman, vou indo nessa ver se arrumo um cara pra fazer sexo, to vendo que vai ser só a seca naquele Rancho. Até mais tarde pra vocês. E o doutor paga essa pra mim. HEY, GATINHO DO OUTRO LADO DA RUA, POSSO TE CONHECER?

Uma vez Artemis, sempre Artemis.

[...]

Artemis sorriu.

Havia um cigarro em sua mão, acelerava o seu Marquis 72 preto e escutava Cocaine Blues do Johnnie Cash. Aquilo estava a cena mais engraçado de toda sua vida.

E mais amendrotadora.

Estava indo de volta para o Rancho para sabe-se lá quanto tempo, em seu carro de gangster porque Atena não a permitiu de ir em sua Harley assim como também tinha que levar sua mala. Artemis disse simplesmente que poderia andar de calcinha e sutiã, que mal faria? Mas tudo que isso fez foi deixar Atena nervosa depois de ter sumido com um cara por ai.

Agora, seguia um clássico Mercedes prata, o seus cabelos movendo-se pela janela aberta e fumando o quanto ainda podia. Ela não era boba de pensar que Apolo tiraria aquilo dela.

Doutor Apolo!

Quão cômico era aquilo?

Já passava das cinco da tarde quando, depois de deixarem Carla em casa, Artemis desligou o motor de seu carro ao lado do de Apolo e saiu, batendo devagar a porta atrás de si.

Poseidon tocou o chapéu em seu clássico cumprimento enquanto ela e Apolo aproximavam-se.

-O que a traz você aqui antes do fim da temporada, filha?

Artemis fez careta ao acender um cigarro, sabia que Apolo iria responder ela.

- Ela vai morar conosco, xerife, é a paciente que contei que ia ver em Dallas.

Os olhos verdes tocaram os seus com diversão.

- Deixe-me ver. Atena?

- Acertou, ela acha que o Principe Encantado aqui é o herói da minha vida. Tenho dó de quem colocou essas idéias retardadas na cabeça daquela loira, ainda vou estrangulá-la.

Poseidon sorriu de sua raiva.

- Boa sorte, moça, lidar com esse daí é difícil. De toda forma, mandei arrumar um quarto pra senhorita e vim lhe dar as boas vindas. Morar com a gente não vai ser fácil, filha.

Artemis sorriu daquele modo sincero de Poseidon.

- Gosto de um bom desafio, tanto quanto um bom sexo. Acho que posso lidar com vocês.

- Apolo, mostre a garota o quarto. Só hoje vou deixa a senhorita ficar de folga, vai notar que aqui tem muitas regras e horários.

- Relaxe, xerife, sou boa em seguir ordens. Vamos, Apolo, mal posso esperar para ver a merda do meu quarto.

Ouvindo a risda de Apolo, Artemis o seguiu pela casa.

Era só o que faltava a ela.

Morar com Apolo. Ser paciente de Apolo. Viver perto dele.

O filho da puta do Destino não curtia mesmo a sua cara.

Notas finais
ô coisa dificil que deve ser viver com Apolo! --'' KKKKK
Beijinhos açucarados,
Nívea ;*
GO GO SOLÉ!