Stronger
1 Dallas Cowboys.
Notas iniciais
[Música — Stronger — Britney Spears] [Aqui]
Artemis se olhou pela vigésima no espelho.
Caralho, como você pode ser tão gata? perguntou a si mesma enquanto arrumava a sua saia curta. Estava na hora de arrasar, baby.
Antes de começamos mais essa história, vamos situar você, leitor de como isso tudo aqui vai funcionar.
Artemis Bordeaux, essa mesma, essa que está se encarando seus olhos verdes por trás de cílios cheios de rimel, que veste uma clássica roupa de líder de torcida e arruma a todo o momento seus cabelos extremamente vermelhos, é ninguém menos que a piranha mais gata e dona do Washington College.
Sua história tem muuuuitas paginas se resolvemos escrevê-las, onde garanto que 50 Tons de Cinza ficariam como livro infantil ao seu lado, e quem melhor para contar uma história de quem tem tanta merda na vida?
Pois é, assim que vamos dar início a essa aqui.
Artemis mais uma vez olhou o comprimento da sua roupa. Estava sexy demais, do jeito que ela adorava. Hoje era seu dia.
Finalmente, depois de todo aquele tempo, vestia a blusa branca com a estrela azul do time de futebol americano mais rico do mundo, o Dallas Cowboys. Todos queriam as suas lideres, todos desejavam passar uma noite na cama dela, e agora Artemis era uma delas.
E, claro, nada menos do que sendo a líder das lideres dos Cowboys.
Sorriu para suas companheiras.
Atena Danniels arrumava seus cabelos loiros e cacheados em um rabo de cavalo. Afrodite Evans retocava seu batom ultravermelho. Perséfone treinava seu sorriso inocente que fazia uma grande parte dos homens pensarem que ela era bobinha. E as demais... Bem, sempre existe a merda em qualquer lugar, certo? Na cabeça de Artemis, havia gente que nasceu pra não ser ninguém. Até em seu time, fazer o que, né? Acontece!
Artemis bateu as palmas, chamando a atenção.
– Garotas, hoje quero somente o melhor de vocês, ouviram? Mexam essas bundas, rebolem, façam os caras lá fora... – apontou para a porta de onde ouviam os gritos dos torcedores. -... Sonharem com vocês, se masturbarem com vocês, chamarem o nome de vocês ao invés da mulher deles... Porque eu vim aqui pra deixar uma marca, pra mostrar que não somos apenas o time mais rico, mas também temos as mulheres mais sexys e gostosas do mundo, então, se vocês não sabem ser isso, vão embora agora, só aceito o melhor. POR QUE QUEM MANDA NESSA PORRA?
– DALLAS COWBOYS! – gritaram todas elas juntas, seus lábios, seus rostos bonitos, todos marcados pela admiração que tinham pela ruiva e por elas mesmas.
Artemis subiu em um banco, olhando uma a uma.
– QUEM MANDA AQUI?
– COWBOYS.
– E NÓS VAMOS FAZER O QUE?
– ACABAR COM OS GIANTS!
– ISSO AÊ, ESSSA PORRA É NOOOOOOOSSAAAAAAAAAAA!
E com o sinal de que elas deviam entrar, Artemis bateu na mão de cada garota, antes de sair correndo na frente.
Adrenalina pura bombeava em seu coração ao entrar debaixo dos holofotes do enorme estágio do Dallas. Aquela era a final do Campeonato, a chance de levarem o título em casa, e Artemis sentia que tinham que arrasar.
Os gritos cresceram com a chegada dela e de suas garotas, os homens gritando coisas desconexas, seus hormônios mesclados a cerveja e excitação aumentaram ainda mais seu sorriso assim que deu um pulo e correu até onde o juiz segurava o microfone em sua direção.
– BOA NOOOOOITE, COWBOYS! – o estagio tremeu sob seus pés. – HOJE É A NOSSA NOITE, VAMOS MOSTRAR AOS VISITANTES COMO DEVEM LIDAR COM O VELHO OESTE! TORÇAM, COMO NUNCA TORÇERAM! GRITEM E DEIXEM VER QUE MEXER COM OS COWBOYS É COISA SÉRIA. ESSE CAMPEONATO É NOSSOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!
E Artemis ergueu o microfone, ouvindo os gritos de exaltação, a energia, a força e, acima de tudo, seu coração martelando em seus ouvidos ao mesmo movimento das palmas.
– GAROOOOOOOOTAS, MOSTREM O QUE É DANÇAR PARA OS VISITANTES.
Assim, o microfone sumiu de sua mão para que ela pudesse se juntar a formação das garotas. E quando ela começou a dançar, sabia, aquele titulo já era deles.
[...]
Apolo Solace puxou mais pra cima seus óculos de sol, uma mão no volante e cantando baixinho uma das tantas músicas que adorava de Mumford & Sons.
O sol por aquela área do Texas estava forte, ainda mais pra bandas em que ficava a fazenda em que seu primo morava, Poseidon, exatamente aonde ia agora em seu esportivo.
Como era conversível, seus cabelos loiros se moviam no vento e ele sorria para todas as pessoas que conheciam enquanto atravessava, pessoas que o chamavam pelo nome e que tinham histórias com ele.
Mas o que mais o fazia amar ir para lá era a vista. Colinas e mais colinas verdejantes, cortadas às vezes pelas cercas, os cavalos correndo, o sol, tudo. Tudo era inspiração para ele. Para escrever suas músicas. Ler seus livros. Ser simplesmente ele.
E era isso que admirava naquele instante, assistindo como a grande casa branca se destacava bem por ali.
Segundos depois, parava o automóvel, quase pulando a porta mesmo ao ver quem o esperava. Poseidon, em sua roupa de cowboy, botas pretas, chapéu de couro e cinto largo sorriu ao vir lhe dar um forte abraço, com direito a fortes tapas nas costas.
– Hey, muleque, faz bem aparecer, né? – os olhos verdes de seu primo encararam sua roupa. – Que estilo é esse, tá queimando nessa blusa de couro não, filho?
– Ih, deixou de tocar o gado e virou modista foi?
– Vou ter que te dar uns socos mesmos.
Apolo desviou do punho do primo, prendendo-o em um mata leão, os dois se batendo e rindo. Ao final, o loiro tinha caído no chão, Poseidon com a bota segurando seu peito. O verdadeiro cumprimento, o jeito de dizer que eles ainda eram melhores amigos. E loucos, claro!
– Relaxa ai, filho, ainda vai ter que enlaçar muito boi pra me derrubar. – e Poseidon agarrou sua mão estendida, colocando-o de pé. – Cansou de seus livros?
– Primo, você herdou a força e os cavalos. Por sorte, eu herdei a inteligência e a beleza.
Poseidon riu.
– Vem, entra ai, que tem que trocar essa roupa ai, vai me ajudar com o gado.
– Já?
– Cowboy, aqui tem descanso não. – Poseidon arrumou o chapéu de aba marrom nos cabelos negros. – Anda logo, vai!
E, balançando a cabeça negativamente por saber que não havia como fugir daquilo, Apolo foi se trocar.
[...]
Na cidade grande, sempre movimentada, ainda mais depois da vitória dos Cowboys em cima dos Giants, uma ruiva resmungava a procura de seu celular.
A música da Britney Spears tocava, alta demais para seu ouvido e sua cabeça completa de ressaca, mas assim que viu a mensagem que Atena havia mandado, avisando que já estavam indo embora, acordou por completo e lembrou-se de onde estava.
Mas isso era o que menos importava naquele momento.
Jogando pro lado a coberta e levantando-se nua, Artemis começou a procurar suas roupas. Não demorou muito para seu acompanhante acordar, a assistir o modo como colocava a calcinha, o short, e a bota com rapidez.
– Posso pegar seu número? – perguntou o belo moreno nu, os olhos negros queimando em seu rosto e o sorriso cafajeste. Um pecado.
Um dos tantos que Artemis já teve.
– Na verdade, pode não. – e Artemis subiu rapidamente na cama para dar um rápido beijo nele. – Você é gostoso e bom de cama, mas não curto figurinha repetida. Obrigada pela noite, gato.
Claramente ela havia o deixado pasmo, completamente paralisado pelo simples fato de não aceitá-lo, mas quem disse que Artemis ligava? Ela só queria um passatempo, um cara que sabe como foder, então, deixava-os.
Sem dizes mais nada, a ruiva saiu do apartamento, fechando o botão do short. Ainda arrumava o ultimo botão da sua blusa, finalmente tampando seus seio sem sutiã, ao chegar no meio da rua. Muitos caras assobiavam enquanto prendia o cabelo ruivo em um rabo de cavalo e ela não economizava no rebolado.
Era sempre assim, os caras sempre queriam ela, na cama.
Artemis somente aproveitava o que a natureza lhe dava de bom gosto.
Puxando um cigarro do bolso, começou a fumar seus clássicos cigarros. Aquela ressaca tava uma merda, ainda que aquele cara que nem se quer lembrava o nome era um baita de remédio, só que não o queria de novo. Violava suas regras.
Queria apenas um pouco de relaxamento depois da vitória do Dallas, e isso que pensava ao se aproximar do grupo de lideres que a esperavam para irem descansar. Claro, ao lado delas estavam os garotos do futebol.
Artemis beijou rapidamente Orion, o capitão, antes de ir pro lado das garotas.
– Hey, Art, me passa um desses ai – pediu Atena escorada em Afrodite. – To com uma ressaca daquelas e meu cara era um filho da puta que nem sabia comer de verdade.
– Devia ter pedido pra mim – disse Dionísio, um cara muito gato que jogava de running back.
– Podia, mas esqueci que existia você, Dio, desculpa.
Todos os caras riram, completamente acostumados com o modo rápido e fácil de Atena retirar as cantadas dos caras que ela não queria.
Artemis passou um cigarro pra Atena.
– Alguém quer mais um? – perguntou, deixando claro que não queria dividir.
– Com essa sua cara, nem o demônio vai querer – zoou Perséfone que era abraçada por Hades, esse sorria de toda aquela cena. Artemis nem precisava perguntar pra saber que aqueles dois tinham transado loucamente o dia todo. Porque ainda era de noite. – Pronta pra viagem?
Artemis soltou a fumaça.
– Vai ter caras gatos pra mim?
Hades riu.
– Meus primos, só não sei se você vai gostar daqueles viados. Tem uma cidade perto, Art, relaxe, vai conseguir um pra esquentar tua cama.
Os ombros da garota alta e ruiva se moveram antes de jogar a bituca no chão e apagar com a ponta da bota.
– Então, to pronta. Tú vai, loira?
Atena revirou os olhos.
– E você acha que eu perderia a chance de pegar o famoso cowboy primo desse aqui? Jamais, Poseidon Ewing é meu, querida. Vai implorar pelo kamasutra comigo.
Todos riram, e Artemis bateu a mão na de Atena.
– Você divide?
– Sem problema, sabe que curto ménage a trois.
– Tudo bem então.
Hades balançou negativamente a cabeça.
– Meus primos estão perdidos.
– Não, baby – e Artemis sorriu de canto. – Eles vão para o paraíso. Anda logo ai que eu to louca pra andar com meu bebê.
[...]
Apolo arrumou seu chapéu.
Estavam mais uma vez movendo-se, tocando o boi, evitando que qualquer um daqueles raça-pura sumissem. Poseidon ia à frente, seus dois cachorros da raça Collie o ajudavam assim que ele dava as coordenadas e Apolo ficava atrás para ver se algum ia para o lado errado ou qualquer coisa assim.
Suavemente, Apolo puxou a correia para o lado esquerdo, suas botas a bater de leve na barriga do alazão preto que ele montava ao mesmo tempo em que vistoriava com seus belos olhos azuis a manada se locomover.
– HEY, COWBOY. – gritou Poseidon, um chicote na mão, estalando pra manter os bois na linha. Apolo aproximou-se trotando do cavalo marrom e branco do primo. – Tá vendo lá na frente? Puxe a vaca para o canto de cá, o boi a seguirá, ela tá prenha e... O que é aquilo?
Com a súbita mudança de assunto, Apolo girou a cabeça para ver do que o moreno de olhos verdes falava. E também estranhou.
– Tá esperando visita? — perguntou o loiro, assistindo o modo como a poeira se erguia ao passar ao menos três carros.
Pelo simples fato dali ser fechado por porteiras eletrônicas denunciava que aqueles eram conhecidos, e Apolo desgostou disso, queria paz. Viera ali exatamente por isso.
Erguendo um pouco do chapéu pra ver melhor, Poseidon negou.
– Só você, garoto. Isso me cheira a Zeus ou Hades.
– Acha que eles viriam fora de temporada?
– Garoto, nunca se sabe... Deixa os cachorros lidarem com o gado por enquanto... – Poseidon sorriu marotamente – Sabe pular cercas com o cavalo, filho?
Apolo ajeitou o chapéu.
– Posso ser californiano agora, mas sou texano, cara. Quem chegar lá primeiro, não vai precisar tocar o gado amanhã.
– Sabe, garoto, to vendo que teu dia vai ser cansativo amanhã.
Com essas palavras, Poseidon bateu na traseira de seu cavalo, fazendo Apolo rir e correr atrás dele.
Como ele bem havia dito, Apolo ainda era um bom texano e exigia dele saber se virar em cima de um cavalo. Não foi difícil, mas ainda assim Poseidon acabou por ganhar, depois de pular a cerca e ficar rindo ao mesmo tempo em que mantinha seu cavalo na rédea com uma só mão.
– O gado é seu, garoto.
Ambos pararam de rir.
Diferente do que haviam visto mais de longe, não eram apenas carros, uma moto negra, se Apolo não estivesse errado poderia jurar que era uma Harley-Davidson, fechava o conjunto.
Uma por uma, primeiro a BMW esportiva, depois um Porsche e por ultimo a moto pararam, seus sons altos complementados por risadas.
Apolo olhou para Poseidon com uma pergunta nos olhos. O moreno só deu de ombros, mas o loiro podia ver que a mão do cara de olhos verdes estava na sua Colt.
Como filho de um dono de fazenda, o loiro sabia que varias vezes podiam ver contrabandistas roubarem o gado ou simplesmente matar alguém.
Apesar do tempo, ao que parecia, as leis do velho oeste se mantinham e a Winchester ainda era moda por aquelas beiradas.
E todos que desciam era desconhecidos por ele.
Primeiro, uma morena muito bonita desceu da BMW, seus olhos castanhos sorriam e estava de mãos dadas com um cara enorme. Em sua blusa, lia-se Ares abaixo de um número.
Da parte de trás desse carro, desceu mais dois caras. Um alto que tinha cara de querubim e uma Duffy em mãos e um loiro com roupa de corrida.
Então, do outro, do Porsche, um homem de cabelos negros e olhos de mesma cor saiu da porta do motorista, para logo ser empurrado por uma garota de cabelos loiros cacheados muito bonita. Seus olhos eram cinza, tempestuosos e passaram pelo seu rosto como se o conhecesse, para em seguida pararem em Poseidon. Foi um sorriso instantâneo.
– Então é esse ai o cowboy, Hades? Nada mal, realmente, nada mal – e ela olhou com um biquinho sensual para o chicote que estava preso na cintura de Poseidon. – E você sabe isso daí direitinho, cowboy?
Apolo tinha de admitir, ver alguém chamando Poseidon, aquele cara enorme, com a mais fofa das vozes, quando sempre era o moreno que chamava os outros assim, era extremamente hilário.
Mas o rosto do homem de olhos verdes não se abriu em um sorriso, frio como sempre.
– Moça, não brinco em trabalho.
E todos riram da cara de aprovação da loira.
Então, o ronco da moto chamou a atenção de todos. Uma garota, sem duvida, só por causa da roupa, desceu, seu andar sexy que hipnotizava todos os caras, parou bem ao lado de Apolo.
E finalmente ele desceu do cavalo, seus olhos piscando. Ele conhecia aquelas pessoas. Sim, ele sabia quem eram.
– Atena? — perguntou Apolo, meio pasmo para a garota gostosa e loira escorada no carro.
Ela o olhou confusa.
– Só sei quem é bonitão do chicote, quem é você?
Apolo riu.
– Inacreditável... Pirralha, sou eu, Apolo.
Os olhos cinza dela se abriram desmedidamente, assim como muitos ali.
– PUTA QUE PARIU, CAAARA... APOOOOOOOLO – e braços se enrolaram em seu pescoço – Você tá tão gostoso que nem percebi que era você!
Outra vez mais, o loiro de olhos azuis riu, deixando o chapéu cair no chão.
– Você tá muito gata, Atena... Que isso!
– Virei líder de torcida dos Cowboys, baby!
– E você devia ser um modelo, querido, porque sua bunda é fenomenal.
Surpreso com aquela voz, Apolo virou-se, dando de cara com a motoqueira. Já sem o capacete, os cabelos caiam em um halo vermelho ao redor dos ombros pequenos, mesmo ela sendo mais alta que a maioria, mas não maior que ele. Um par de olhos verde sorriam em sua direção e ele admitia que nunca tinha visto uma ruiva mais gata.
Atena sorriu pra amiga.
– Apolo, essa é a Artemis. Art, esse é Apolo.
Como um bom cavalheiro, Apolo trouxe a mão da garota aos lábios e sorriu de lado para a ousada ruiva.
– Garanto, querida, o prazer é todo meu.
Artemis apenas piscou de leve. E Atena mostrou ao resto do grupo. Ao chegar a Hermes e Dionísio, Apolo não acreditou que era seus amigos cachaceiros.
– FILHOS DA PUTA – e os abraçou, rindo.
Depois, na vez de Hades, Apolo riu, teve que rir do que o nerd deles se transformou.
– Cara, meio impossível acreditar que vocês ficaram assim... Tamo velho mesmo.
– Garoto, eu que o diga. – nessa hora, Poseidon já se encontrava escorado em um carro, as mãos no bolso e o chapéu sempre na cabeça, depois de ter abraçado a todos, uma vez que os reconheceu. O moreno sorria para a loira. – Quem diria que Atena seria tão atirada assim, da ultima vez lembro do fora que levei.
A garota de olhos cinzas riu.
– Eu jamais pensei que você viraria fazendeiro, mas admito que você ficou muito gato assim. Acontece.
Mas Apolo estava curioso com a chegada deles.
– E ai, o que os trouxeram até aqui?
Artemis jogou o cabelo para um lado e sorriu.
– Tem um lugar pra gente ai na sua casa durante duas semanas? Prometo que ocupo pouco espaço.
Poseidon arrumou o chapéu.
– Moça, a casa é de vocês, são família. Podem se acomodar, tem lugar pra todos, mas antes... – e subiu em seu cavalo. – Eu e o cowboy aqui vamos cuidar do gado. Chegamos pro jantar. Hades, você sabe como funciona, cuide deles.
Apolo, sabendo que aquela era a deixa, piscou para Atena e montou seu alazão. Segundos depois, corria atrás do gado, se perguntando como jamais conhecera aquela ruiva.
Aquilo ia ser demais.
Notas finais
Beijinhos ousados,
Nívea ;*
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