Notas iniciais
Amores, amores, meu pc está quase se aposentando >< Ele ontem quase fudeu com tudo, fiquei puta, brigamos, mas ainda não divorciamos KKK'' Por isso, devo ainda responder os recaditos, prometo que vou! MAAAAAAS, TCHADAM, ESSE CAPÍTULO TEM DONA! Poisé, ladys, gentlemans, fanstamas, esse capítulo vai paaaaaaaaaaaara ApenasUmaSmile! *O* miiiiil obrigadas pela recomendação, Solé esta amando a sobremesa dela! Uma honra entregá-lo, divirta-se, todo seu Smile *------------------------*
IRÁÁÁ!
Ps: A música de hoje tem que ser ouvida, porque é muito legal u.u KKKK''

But I learned how to swim and I learned who I was

A lot about livin' and a little 'bout love

- Chattahoochee

- Número dele? — perguntou Apolo aproximando-se com um sorriso de lado, em uma das mãos estava um copo de whisky, a outra em seu cinto enorme de cowboy e Artemis teve que rir do timing perfeito que ele tinha.

Já era o que? A quarta vez que ele a via sair de algum canto com um homem?

Os olhos azuis assistiam o modo como fechava o vestido longo, suas mãos tentando sumir com qualquer plisado ou amassado que havia ficado em sua roupa depois de toda a pegação.

- Segundo de hoje. E como está meu cabelo?

- Sexy.

Artemis revirou os olhos, ainda que sorrisse e puxou um batom para retocar.

- Alguém sentiu minha falta?

- Não, sô o negociante de Poseidon que simplesmente se apaixonou por você.

- Argh... Só por vocês, eu faço isso... Olha como sou uma alma boa, vou para o céu.

Apolo nada disse, mas ela podia vez pelo sorriso dele que ele ria dessa ironia. De toda forma, Artemis terminou de afofar o cabelo ruivo, olhou-se no espelho onde podia ver seu batom vermelho e respirou fundo.

Porque prometera Poseidon e Apolo que conseguiria aquele contrato milionário na seção petroleira, ela tinha que arrasar.

Encantar fora a ordem, ela faria isso. Havia colocado seu mais bonito vestido azul, leve e até o chão. Seus cabelos soltos pelos ombros. E mais sutil e sexy das maquiagens.

- Vamos, cara. – e puxou Apolo pelo braço.

Em um dos tantos campos verdejantes, Poseidon havia contratado um Buffet e largas e cremes tendas se estendiam em linha reta, rente a cerca, trazendo sofisticação e ao mesmo tempo a paz daquele rancho.

Pessoas importantes socializavam ali, prefeitos, governadores, petroleiros, fazendeiros e outros famosos, como o time inteiro do Dallas Cowboys e suas garotas.

O som de Johnnie Cash trazia ainda mais a realidade de um Velho Oeste, e Artemis sabia que por debaixo daquelas blusas sociais e de couro, sutis armas se escondiam, sempre preparados.

Velhas leis demoram a morrer.

- Você que dançar?

Pega de surpresa com a pergunta de Apolo, Artemis olhou pasma pra ele. Este, sorria sem pressa, a outra mão estendida.

- Não, obrigada, você pisaria no meu pé.

- Quer apostar?

- E o que eu ganharia apostando com você?

Artemis o olhou por cima do copo de champanhe que bebia. Ele sorria maliciosamente.

- Algo que você quer muito desde que chegou aqui.

- Já desisti de você, Apolo.

- Duvido muito.

- Duvide, porque gosto de caras que tem atitude.

E ele abaixou-se até os lábios tocarem sua orelha.

- Só porque eu não transei com você de primeira, não quer dizer que eu não tenha atitude, garota.

- Estúpido – sussurrou ela, fingindo que olhava pra outra parte. – A verdade é que você se arrependeu disso, simples.

- Ou que eu esteja me segurando.

Com essa informação, Artemis olhou perplexa pra ele, mas ele já encarava algo a mais a frente.

- Olha, Carla está aqui. E muito gostosa por sinal.

Seus olhos verdes se viraram para ver uma bela e delicada mulher em rosa vivo aproximar-se de onde eles estavam.

Ela acenou para eles, os olhos chocolate felizes.

- Hey, Apolo – ela abraçou o cara. – Obrigada por me chamar como sua acompanhante.

- O prazer é meu, Carla... – e ele afastou-se para encará-la. – Você está fascinante.

Como era de se esperar, Carla corou, tornando-se ainda mais bonita antes de se virar em sua direção e sorrir simpaticamente.

- Hey, Artemis.

A ruiva apertou a mão da loira.

- Pode me chamar de Art. Como vai, Carla?

- Bem, obrigada. E você melhorou daquele dia?

Em um perfeito timing, Artemis riu de forma muito feminina e delicada, e assentiu, sem olhar para um pasmo Apolo.

E ele pensando que ela não sabia ser fina e educada!

- Melhorei, Apolo foi um cavalheiro por me trazer em casa... Tadinho, teve que me suportar passar mal, mas está tudo bem por agora, obrigada, Carla. – e sorriu mais uma vez pra loira que parecia verdadeiramente fascinada com sua pessoa. – Apolo me falou sobre seu irmão.

- Ah, isso... – ela corou. – Era só uma conversa... E...

- Eu autografo.

Carla deu um sorriso maravilhoso que fez Artemis ver o quão doce e simpática aquela garota era. Mesmo não querendo, estava gostando de falar com ela.

- Sério? Meu irmão vai amar receber isso.

- Vocês moram longe?

- Hum... Não muito, por que?

Artemis sorriu.

- Quando é o aniversário dele?

- Daqui dois dias.

- Carla, tem lugar para mais duas pessoas na festa¿

E o rosto da loira ficou completamente surpreso.

- Você... Você...

- Se Apolo não se importar de ir comigo, porque sei pouco por aqui.

Apolo sorriu, um braço ao redor do ombro de Carla.

- Levo sim.

Então, Artemis segurou a mão da loira e deu um sorriso animado.

- Então, eu mesma entrego o autografo, pode ser?

- Sim, sim, claro.

Uma vez mais, Artemis riu delicadamente e fez um gesto nobre com a cabeça.

- Estarei lá... Agora, se me permitem, minha amiga me chama. Apolo fará companhia a você.

Carla assentiu, todo sorrisos.

- Foi um prazer realmente te conhecer, Art.

- Prazer é meu, Carla. Licença.

E quando passava pelo lado de Apolo, escutou ele sussurrar.

- Vou dançar com ela já que você me negou.

- Foda-se.

Sabia que ele sorria por causa de seu xingamento, mas Artemis estava mais ocupada em pensar em como faria para encantar o sócio de Poseidon.

[...]

Poseidon guardava a ultima pasta de couro preto na sua gaveta da mesa de seu escritório, no momento em que um som de passos ecoou baixinho pelo corredor.

Era um costume seu de já colocar a mão na tão confortável Colt, não foi diferente naquela vez.

Mas diferente de ser mercenários, ou mesmo um de seus tantos sócios, era uma linda mulher de cabelos loiros, presos de forma que seus cachos caiam como um pequeno halo a volta de seu rosto.

Olhos cinza sorriram para sua pessoa no exato instante em que ela fechou a porta e trancou-a.

- Atena...

- Shh, Poseidon, podem nos ouvir.

Em seu vestido de verão, Atena parecia uma deusa, todo vermelho, de costas abertas, e tão fodidamente sexy que Poseidon sentiu-se incomodado em sua calça jeans. Aquele cinto, pela primeira vez, estava lhe apertando.

E ele realmente quis ignorar o porque. Algumas vezes, pensar com a cabeça debaixo era uma merda.

- Então é aqui que o xerife fica?

- Não sou o xerife.

Poseidon cruzou os braços enquanto assistia ela sentar de pernas cruzadas sobre sua mesa, bem a sua frente, aqueles olhos cinza de leoa sobre os seus.

E, às vezes, Atena o deixava completamente louco.

- Não foi isso que me contaram. – dizia ela ao mesmo tempo em que enganchava os dedos delicados em cinta e puxava seu corpo pra frente, bem entre as pernas dela. – O xerife está ocupado? Ou pode prender uma garota má?

E ele também sabia que raramente, desde que eram crianças, ele conseguia se livrar das brincadeiras e diretas dela. Mas havia mudado, dormir com ela havia mudado algo.

E pela primeira vez, ele tinha que sair daquilo.

- Ocupado. Atena, poderia, por favor, ir lá pra festa? Estou ocupado aqui.

Os olhos cinza encararam os seus por um tempo, soldando, até que ela suspirou e virando o rosto para o outro lado.

- É o passado, não é?

A sua mandíbula na mesma hora se ficou tensa.

Odiava falar sobre o passado. Ainda mais aquele passado especifico que Atena citava. Aquilo só o fez ter mais certeza de que ela precisava ir embora.

- Não comece, Atena, não tenho tempo pra você.

- Provavelmente nem agora, nem nunca, certo? Tá ocupado morrendo e mofando ai.

Ele fechou as mãos em punhos ante o tom acusador que ela usava.

- Atena, saia.

Mas o que ela fez foi parar a sua frente, os olhos o encarando com calma.

- Esquecer o passado, Poseidon? Eu estou aqui! Aqui, na sua frente!

- Por que você é idiota, você já sabia muito bem o que esperar, moça. – e usou o tom mais frio que tinha. – Você transou comigo na primeira vez que estivemos juntos depois de anos, Atena, e ainda quer que eu te respeite? Meu passado morreu, você só é uma garota perdida!

Poseidon esperou, esperou a primeira lágrima vir. Sempre era assim. Só que dessa vez foi diferente.

Enquadrando os ombros, Atena ergueu o queixo e aproximou-se mais de seu rosto. Dali, ele podia ver a magoa, assim como a raiva e o desafio.

- Eu pelo menos corri atrás do que eu queria.

- Você se humilhou.

- Você me humilhou e essa é a segunda vez. – os olhos dela estavam cheio de escárnio. – Porque é só isso que você sabe fazer, não é, xerife? Humilhar os outros para manter essa ridícula armadura de sou poderoso. Você vale menos quem pedaço de grama desse seu maldito lote inteiro! Eu lhe dei isso. Então, da próxima vez que resolver abrir a boca, pense bem, porque você acabou de definitivamente me perder, Poseidon. E agora, agora eu vim pelo dinheiro, porque vou tirar centavo por centavo do que você tem aqui, porque isso daqui é meu.

- Você não...

- Eu não ousaria? — e ela colocou uma mão em seu rosto. – Depois de tudo o que você me fez, você realmente acha que eu não faria? Isso seria um bálsamo, uma cura pra essa maldição, querido, então acredite, eu já comecei isso antes mesmo de você ter pensado.

- Eu não permitirei.

- Não preciso de sua permissão... Eu tenho outras cartas na manga, cowboy. Até lá, espero que sofra por tudo o que fez, não seria nada mais justo que isso.

Dessa forma, Poseidon a viu andar em passos ritmados para porta e logo que ela fechou, o moreno pegou um jarro e tacou na parede, furioso.

Maldito passado! Ele não podia deixar aquilo acontecer.

Aquilo não aconteceria.

[...]

Artemis suspirou, suas costas batendo as suas costas contra uma parede, seu acompanhante ria de algo que haviam dito e ela já podia ver que Poseidon teria um bom sócio dali em diante.

Estava assim, beijando-o, quando notou um vulto vermelho correr para o ultimo quarto quebrar todo o clima.

- ATENA! – gritou, a empurrar o cara. – Desculpa, cara, deixa pra próxima.

E saiu correndo atrás da loira.

Algo de errado, algo de muito errado estava acontecendo por ali. Sem pensar muito, pois sabia que ia querer ir atrás de outra fonte de informação, vulgo Poseidon, Artemis foi atrás da amiga.

Aquele desgraçado do vestido a atrapalhava, muito, mas de toda forma continuou, até que a viu desaparecer detrás de uma porta.

Um som, um som que ela só ouvira sair uma vez dos lábios de Atena, agora preenchia o quarto e seu coração doeu por Atena. Artemis não precisava ser um gênio como aquela loira para compreender quem fora que fizera aquilo com ela.

E Artemis teve que se segurar muito pra não sair naquele momento do quarto e socar a cara daquele estúpido cowboy.

Sempre fora ruim com dar consolo a alguém, sabia que não seria diferente dessa vez, mas forçou-se a sentar-se ao lado de sua amiga e puxá-la para seu colo.

Desajeitadamente começou a apesar os dedos entre os cabelos dela.

- Ele me humilhou, Art. – soluçou Atena. – Ele me humilhou mais uma vez. Por que eu gosto desse estúpido? Porque?

Por isso e por outros, Artemis jamais queria amar outra pessoa, só havia seus amigos em seu coração e odiava quem fazia mal a eles.

E Poseidon estava no topo aquele dia.

- Eu bato nele depois, loirinha. Eu vou socar tanto ele que ele vai ficar impotente.

Mas adorava uma coisa em si mesma, sabia fazia as pessoas rirem. E Atena riu meio chorosa.

- Não precisa, eu já decidi o que vou fazer, Art.

- Seja lá o que for, estamos juntas.

- Eu vou precisar muito de sua ajuda... – e os olhos cinza encaram os seus, puro ódio latejava ali. -... E ajuda do meu pai.

Fosse lá o que Poseidon havia dito, Artemis sabia que havia sido muito grave, para ela envolver o pai, mas se Atena tava indo, estaria junto dela.

- Faz tempo que não vejo Zeus, seu pai ainda tá aquele coroa gato?

- Argh, é meu pai.

Artemis deu de ombros fazendo Atena rir.

- E o que você vai fazer, leoa?

- Vou caçar, Art. Vou pegar tudo o que Poseidon tirou de mim. – sorriu maliciosa. – Vou pegar o que é meu por direito. Vou pegar o rancho, pra mim, Art, e vou deixar Poseidon sem nada.

Notas finais
E QUE VINGANÇA COMEÇE o/ KKKK'' Ok, ok, gente, eu amo uma boa intriga... E, ah, só pra constar, quem ganhou a aposta foi Apolo, eu até ia colocar aqui, mas ficou tão uma merda que desisti, me desculpem >
Garotas, os jogos estão valendo, mas aviso logo que meu pc está quase quebrando #sad... Se eu sumir, relaxem, vou dar meu jeito para voltar, supimpa?
Beijinhos açucarados,
Nívea ;*
JOGO SEMPRE VALENDO *o*