Strange Love

22 Capítulo Vinte e dois - Território Inimigo


Notas iniciais
Não, eu não abandonei a fanfic. Eu estou trabalhando muito e sem tempo pra escrever. Mas espero conseguir postar algo. Se eu demorar muito, fiquem ligadas no meu tumblr, justamente para ficarem a par da situação da fic.http://lettyroxley.tumblr.com/sigam e me mandem inbox. Preciso saber o que acham, e se quizerem, podem me mandar coisas relacionadas a fanfic como montagens ou apenas fotos do Chris Evans ou da Evan Rachel Wood. Ajuda sempre será bem vinda!PS: Podem comentar nesta prévia, mas saibam que ela sera deletada para dar espaço ao capítulo final quando eu terminar de escrever. Bjuss!!! CAPÍTULO ATUALIZADO EM 6/12/2013

Natasha, Stella e Clint seguiram para perto da festa, descendo da aeronave a uma distância segura. Eles caminhavam calmamente, escondidos pela noite e pelas árvores envolta da grande instalação do exército. Stella se lembrou de que deveria se desculpar com Steve. Eles deviam ter passado o dia juntos, mas estavam tão ocupados com todos os preparativos que isso foi impossível de acontecer. A cerca de cem metros, eles pararam para ver a movimentação. Muitos homens de farda e terno chegavam em carros luxuosos, a entrada do lugar totalmente impecável.

– Parece a entrega do Oscar. — Stella comentou, enquanto se certificava de que os brincos estavam bem colocados. Clint desviou os olhos de suas flechas para a entrada.

– É o Oscar. Para eles. — Natasha reconheceu alguns homens na entrada, apontando para eles ao ativar a escuta.

– Agente Romanoff na escuta, senhor. — Informou, enquanto via os homens fardados baterem continência para os soldados que os recepcionavam, entrando em seguida no salão.

– Na escuta, Agentes Romanoff, Stark e Barton. Como está a recepção? — Assim que Fury fez a pergunta, Stella mexeu em seu brinco, mostrando a entrada.

– Pelo jeito o Tenente Flanders acabou de chegar. — Stella comentou, lembrando do rosto e do nome da lista de convidados "ilustres" daquele evento.

– Era de se esperar. Agente Barton, preciso que fique de olho na entrada e no perímetro. Qualquer anomalia e pedido de ajuda, deve ser informado. — Clint, ajeitou o arco em um braço, parecendo ate animado com a idéia de precisar ficar a espreita.

– Sim senhor. — Confirmou rapidamente.

– Agentes Stark e Romanoff, seus nomes são Olivia Green e Diana Watts, respectivamente. Quero que guardem bem estes nomes.- Stella repetiu o nome diversas vezes mentalmente para memorizar ele. — Olivia, você é a nova jornalista do Daily Bugle. Seu chefe se chama John Jonah Jameson Jr, mais conhecido como J.J. Diana, você é colunista do jornal. ambas precisam falar com o máximo de pessoas sem levantar suspeitas. — Natasha olhou para Clint antes de começar a andar com Stella para perto de algun carros.

– Qualquer coisa, me chamem. — Clint falou antes de sumir entre as árvores.

Natasha comfirmou o nome de ambas na entrada, ambas recebendo olhadas e sorrisinhos dos soldados. Um pouco mais que a metade dos convidados estavam fardados. Realmente era uma festa privada. Outros jornalistas estavam lá como alguns da New York Times e CNN. Stella reconheceu alguns e isso a deixou em pânico. Ela puxou Natasha para um canto, olhando o salão de forma nervosa.

– O que foi Diana? — Chamou ela pelo disfarçe, o que a fez pensar por um segundo com quem estava falando, até se lembrar de sua identidade para a ocasião.

– Tem pessoas aqui que eu conheço. Certeza de que não me reconhecerão? — Natasha sorriu, pegando uma taça de vinho branco para cada uma.

– Não. Stella Stark está em Bahamas com um affair.- Ela ficou confusa.

– O que? — Natasha fez sinal para ela tomar um gole do vinho, cochichando em seu ouvido.

– Fury arranjou uma sósia sua. Tirou algumas fotos dela com um cara em Bahamas e mandou espalhar pela mídia. Duas pessoas não podem estar em lugares diferentes ao mesmo tempo, não acha?- Ela ficou um pouco mais tranquila com a informação. Fury realmente era inteligênte.

– Certo. Como faremos então? — Natasha apontou para um grupo de homem com fardas de coroneis e tenentes.

– Vê aquele grupo? Vê o que sorri mais, no meio deles com uma taça quase cheia ao lado de uma morena? — Stella confirmou. — Aquele é o General Jones. Monitoramos ele por um tempo e ele é o principal suspeito junto de... — Apontou para um senhor no alto da escada, parecendo preocupado e inseguro. — Doutor Kirby. Precisamos falar principalmente com as pessoas ligadas a eles antes de chegar nele. — Stella concordou, se afastando de Natasha para tentar ouvir a conversa do pequeno grupo. Stella viu a morena se afastar deles com outro senhor, deixando o General Jones sozinho por um segundo.

– General Jones? — Chamou-o de forma delicada, sorrindo ao mostrar sua mão. — Olivia Green, do jornal Daily Bugle. — Ele a olhou de cima a baixo de forma encantada e analisadora, beijando as costas de sua mão, sem desviar os olhos dos dela.

– Um prazer conhece-la, Senhorita Green. — Ela sorriu ainda mais, olhando envolta por um segundo.

– Tem um minuto?- Ela apontou para uma mesa vazia, no que ele fez sinal para que eles fossem se sentar. — Gostaria de fazer algumas perguntas sobre o evento. Se importa? -

– Claro que não. O que gostaria de saber? — Stella estranhou que tudo estivesse fácil demais. Ele não parecia ser o tipo de pessoa que entregaria o ouro de bandeja assim. Ela coçou a orelha, ajustando a câmera.

– Qual o propósito do evento? — Ele pareceu analisar as palavras antes de as pronunciar em voz alta.

– Como já é de conhecimento público, o Governo quer reutilizar um programa de recrutamento já utilizado na década de trinta e quarenta durante a segunda guerra. Claro que a senhorita é nova demais para ter sequer noção do que foi isso. — Ele sorriu como se debochasse, no que Stella sorriu da mesma forma.

– Fala do recrutamento para acabar com os nazistas? -

– Naquela época, o principal inimigo vivia fora. Estava há kilometros de distância. Hoje, já não sabemos mais quem eles são e nem de onde eles irão vir. — Stella concordou com um aceno de cabeça.- O governo precisa se atualizar. Alienígenas, pessoas de outras dimensões, pessoas que foram experimentosb de laboratórios próprios. Os Estados Unidos precisam estar sempre um passo a frente dos outros. — Stella sorriu um pouco mais, tomando um gole da bebida.

– Claro. Não podemos ficar confiando em "vingadores".-

– Você como uma boa jornalista que eu acredito que seja, sabe que os vingadores sumiram. — Ele se ajeitou na cadeira, parecendo mais interessado pela opinião dela. — Se estivesse sendo atacada neste exato momento, quem esperaria para lhe ajudar? Um grupo mal formado de... Aberrações, ou nós? O governo, com nosso exército bem treinado e muito bem preparado para qualquer ameaça eminente?- Seu tom era sério, mesmo que seus olhos ainda analisassem Stella de forma meticulosa e até divertida.

– O governo, claro. Os Vingadores destruíram metade de New York ao tentarem nos salvar dos alienigenas. — Ele sorriu largamente, satisfeito com a resposta dela.

–Exatamente. Exatamente, Senhorita...-

– Green, General.-

– Claro. Green. Venha, vou lhe mostrar os bastidores. — Ele se levantou, colocando a taça dele e dela na mesa, puxando ela pela mão em direção a escada. Natasha estava do outro lado do salão, com um senhor de idade, conversando animadamente. Mesmo assim, seus olhos olharam para ela de forma preocupada mas não se moveu. O disfarce precisava ser mantido.

Subiram até o segundo andar, no que eles seguiram reto pelo corredor, até as portas duplas. Jones abriu as portas o suficiente para que apenas eles pudessem passar.

– Você é a primeira a ver este lugar. — Ele anunciou assim que Stella olhou envolta. Era uma grande sala, mistura de laboratório com enfermaria.

– Mas que grande honra. — Ela sorriu ainda mais enquanto olhava envolta de forma discreta para que ele não desconfiasse de nada.Ele passou as mãos pelos braços de Stella, ficando mais próximo.

– Que bom que está apreciando. Eu apenas queria me assegurar de que você iria fazer uma boa matéria. — As mãos dele pararam em seus ombros, no que ele respirou fundo perto dela para sentir melhorar seu perfume. Stella notou com um arrepio de horror mas manteve a pose para que ele não parasse de lhe dar atenção.

– Com toda a certeza, General. Certamente eu farei um ótimo trabalho ao falar sobre este lugar. — Ela se virou para ele sorrindo, passando a ponta dos dedos pelas condecorações na farda dele. — E principalmente sobre o senhor. Diga-me, General: é casado? — Stella olhou da forma mais sedutora possível para ele, no que por um segundo ela ficou com medo de ele a atacar ali mesmo.

– Isso depende de você. — As mãos dele foram para o quadril dela de forma rápida e firme, no que ela sorriu ainda mais para esconder o desconforto.- Para uma mulher tão linda, jovem e encantadora como você, pode-se abrir uma exceção. — Quando percebeu que ele a iria beijar, virou o rosto rapidamente, rindo como se achasse graça da situação.

– Ah General. Fico tão lisonjeada com isso. — Ela fez uma careta de nojo enquanto ele beijava o pescoço dela. Stella olhou envolta, pensando em pegar alguma coisa e bater na cabeça dele mas isso traria problemas.

– General Jones? — A voz de uma mulher que pareceu familiar para Stella soou do outro lado da porta, no que ele soltou Stella de forma imediata.

– Senhorita Richmond. — Sua voz foi calma e não parecia ter se assustado com a voz da mulher.

– Estão procurando pelo senhor no salão. — Ele olhou rapidamente para Stella e sorriu.

– Estarei descendo em breve. Obrigada Senhorita Richmond. — Ele fechou a porta, no que Stella aproveitou a pequena distração para dar uma olhada completa na sala e dar uma visão melhor a câmera em seu brinco.

– Seria melhor se fossemos andando, certo? — Ele parecia pronto para ataca-la de novo, mas Stella não ia deixar que isso acontecesse. — Preciso ver seu discurso o mais rápido possível para escrever uma excelente matéria sobre o senhor. — Aquilo massageou o ego de Jones, no que ele abriu novamente a porta para eles passaram.

– Depois da senhorita.- Stella passou rapidamente pela porta, seguida dele, ambos indo em direção ao salão.

No salão, Stella procurou por Natasha que ainda conversava animadamente com o mesmo senhor. Parecia conseguir boas informações enquanto o deixava bem bêbado. Jones ficou no alto da escada, enquanto Stella descia para o salão com alguns outros convidados. Ele pediu a atenção de todos ao pedir para que parassem a música, sorrindo de forma muito cordial.

– Senhora e senhores, sejam bem vindos a está maravilhosa noite. Hoje nos continuamos o que foi iniciado a muitos anos atrás por uma mente brilhante: Doutor Abraham Erskine é o grande responsável por tudo isso. A vontade do povo americano de sempre estar a frente é a razão de estarmos aqui hoje a noite. Por favor, venham comigo. — Ele chamou todos para o segundo andar, indo em direção a mesma sala que ele havia mostrado a Stella ha poucos minutos. As portas foram abertas de modo que todos pudessem ver o que acontecia la dentro.

– Nosso laboratório está equipado e pronto para nossos futuros heróis. Homens treinados e selecionados por seu serem naturalmente bons em tudo que fazem. Mas principalmente por ter o espírito americano em tudo o que fazem. Quero que deem uma salva de palmas para nosso primeiro voluntário, soldado Richard Green. — Todos baterem palmas enquanto um homem de estatura baixa e um pouco magro entrava na sala, sorrindo de forma tímida.

– O soldado Green não é o que um General ou um simples civil americano espera de um soldado bem treinado. Mas com a reimplantação do projeto "Rebirth", agora chamado "América", isso irá mudar.- O soldado tirou o chapéu e a camisa de seu uniforme, revelando ser bem mais magro do que parecia. As enfermeira o indicaram a maca, prendendo ele de forma firme com cintos. Assim como fizeram com ela, as enfermeiras tinham uma seringa com a solução do soro, cada uma das seis enfermeiras espalhadas pela maca do soldado.

– Assim que o Soldado Green receber o soro, ele se tornará um super soldado americano. — Uma outra enfermeira apareceu, injetando o que Stella presumiu ser penicilina, antes das outras seis injetarem o soro no soldado. Assim que isso aconteceu, seu batimento cardíaco e atividade cerebral eram monitorados sem piscar. Toda a platéia ficou apreensiva e Stella ficou com medo do que poderia acontecer. Ele se debateu como se estivesse em convulsão por um momento, o que pareceu uma eternidade. Seu corpo começava a crescer um pouco de músculos, o deixando bem definido e muito mais forte do que quando chegou. Ele continuou a se debater, enquanto o público ficou atônico, entre ajudar ou sair correndo, até que tudo parou.

O coração do soldado parou por alguns segundos, no que quando voltou, batia tão freneticamente quanto o de um cavalo galopando. Ele se debateu, tentando se soltar das amarras, mas uma das enfermeiras fora rápida o bastante para lhe aplicar uma injeção que o deixou mais calmo. Todos aplaudiram, no que cerca de dois minutos depois, o soldado se levantou. Não estava tão musculoso quanto Steve mas, tinha o peito e os braços mais definidos, assim como tinha ganhado uns bons dez centímetros de altura. Fotos praticamente cegava a plateia enquanto Natasha se esgueirou até Stella, a puxando para longe de todos.

– Precisamos voltar agora! — Falou para Stella de forma urgente, sorrindo para os oficiais que passaram por elas. Ao chegarem na entrada, passaram despercebidas pelos guardas, indo até a mata. Clint já esperava por elas, guiando-as de volta para a aeronave.

– E então? como foi lá dentro? — Stella olhou para Natasha de forma séria.

– Você não vai acreditar quando contarmos ao Fury. -


Fury e todo o resto já esperava por Natasha, Stella e Clint na sala de reuniões. Steve ficou bem próximo a porta, olhando de forma ansiosa para o corredor. Quando Stella entrou, ela não esperou que ele se aproximasse, já avançando rapidamente na direção dele. Tony fez uma careta ao ver Stella beijar Steve por alguns segundos, tossindo para chamar a atenção deles.

– Eu estou bem. — Ela falou sorrindo, ao sentar ao lado dele na mesa. Natasha pegou os brincos das mãos de Stella e juntou com os próprios para colocar em um laptop, analisando as imagens. Ela tirou fotos dos vídeos que ela havia feito, mostrando papéis e mais papéis ligando o governo a Hammer.

– Está são as provas de que Hammer tem um acordo com o Governo. O que nos resta é apenas uma confirmação disso. — Natasha explicou ao mostrar a apresentação do soro para todos. Steve ficou tenso ao ver o que estavam fazendo, sentindo o impulso de ir até lá para acabar com tudo aquilo.

– Pode deixar que eu consigo uma confirmação rapidinho. — Tony falou ao sair andando com Fury logo atrás, alguns papeis em mãos com as fotos que Natasha haviam tirado do vídeo. Eles seguiram rapidamente para as selas, dois agentes logo atrás deles para qualquer problema que tivessem. Quando Tony se viu na porta da sela de Hammer, deixou a raiva tomar contar, entrando furioso na sala onde Hammer estava preso na base da S.H.I.E.L.D.


Entrando furioso na sala onde Hammer estava preso na base da S.H.I.E.L.D. Ignorou quando o homem levantou a cabeça de seu livro e foi perguntar o que ele estava fazendo ali, acertando-o com um soco de direita que derrubou Hammer da cama.

– Você ficou louco? — Hammer falou ao colocar a mão no lábio inferior e notar que havia cortado.

– Fala, Hammerróida. Abra a boca e fala logo qual é o acordo entre você e o governo.- Hammer voltou a se sentar na cama, olhando irritado para Tony.

– Eu já disse tudo a vocês. — Fury olhou de Tony para Hammer.

– Seria melhor se você cooperasse, Senhor Hammer.- Tony não esperou que ele falasse outra desculpa, pegando Hammer pela gola da camisa, o levantando contra a parede.

– Eu vou ter que perguntando de novo? — Hammer agitava as mãos para Tony, pedindo para que o soltasse.

– Dá pra você me largar? — Tony bateu ele contra a parede, apertando mais as mãos contra o pescoço dele. — Ta bem, ta bem, eu falo! — No mesmo segundo, Tony o deixou cair no chão de bunda.

– Fale, Hemorróida. — Ele continuou olhando para Hammer como se ele estivesse prestes a correr, enquanto Hammer olhava de forma irritada e derrotada de Fury para Tony.

– O plano era tirar a S.H.I.E.L.D da jogada. Vocês ganharam a atenção do povo e o governo não gostou de preferirem monstros aos soldados bem treinado deles.- Fury olhou novamente para as fotos de papeladas e mais papeladas que Natasha havia conseguido ao espiar a festa.

– O que este documento quer dizer, Senhor Hammer? — Ele mostrou a foto de um papel das indústrias Hammer com a assinatura de Justin com um agradecimento.

– É apenas uma carta de agradecimento. -

– Que tipo de agradecimento? — Hammer olhou feio para Tony, engolindo seco enquanto sentava novamente na cama.

– A ideia seria a seguinte: Eu teria minhas empresas de volta, assim como meu dinheiro e minha ficha limpa. Em troca, eu teria que ser o fornecedor deles. — Tony se lembrou de quando olhou alguns contratos antigos que Obadiah havia feito a poucos anos atrás, quando Pepper o questionou sobre uma transação suspeita de armas de grande destruição para o então General Ross que estava em uma grande caçada a Bruce que na época não tinha o menor controle sobre Hulk. O governo tratava aquilo como uma ameaça nacional, mas o plano do General Ross era por vingança e glória própria.

– Por acaso o General Thaddeus Ross estava envolvido nesse plano? — Hammer confirmou com a cabeça.

– Ele começou tudo isso. Ele que queria refazer todo o projeto da segunda guerra. -

– O General Ross morreu a quase um ano. Ataque do coração. — Fury informou a Tony. Hammer começou a rir.

– Então foi isso que noticiaram? Ridículo. O General Jones entrou na jogada depois de se livrar de Ross e Talbot. — Fury pareceu confuso.

– Você sabia disso? — Tony perguntou para Fury.

– Tenente Talbot foi morto em um acidente. — Ele respondeu para Tony.

– Você é o olho que tudo vê da S.H.I.E.L.D e parece não saber de nada. Jones fez tudo isso. Ele queria o caminho livre para ser o centro das atenções e ter todo o prestígio da mídia e do Governo com o projeto. Você é burro ou o que, Stark? Pensei que soubesse escolher com quem trabalhar. — Tony o pegou novamente pela gola, batendo-o novamente contra a parede.

– Continue falando! — Hammer tossiu com os punhos de Tony contra seu pomo de Adão.

– Eles.... querem... O Hulk....E o Capitão. — Tony o soltou novamente para deixar que falasse. Hammer tossiu mais duas vezes e pigarreou para limpar a garganta. — Jones queria os dois para filtrar o sangue deles até conseguir uma base boa o bastante para recriar o soro. -

– E você acha que eles iriam se voluntariar? Que eles iriam gostar de servir de ratos de laboratório? — Tony cruzou os braços, achando graça em tudo aquilo.

– Já ouvir falar em coma induzido, Stark? — Tony franziu a testa. — Eles iriam manter os dois vivos até conseguir recriar o soro. Manteriam a "matéria prima" com eles até conseguirem. Mas parece que eles conseguiram metade do caminho pronto, não é mesmo? — Fury chegou mais perto de Hammer.

– Você disse que o governo não gostou da S.H.I.E.L.D ganhando destaque. Qual o verdadeiro plano? — Hammer olhou rapidamente para Tony antes de responder.

– Fechar a S.H.I.E.L.D e me dar todos os projetos dela e da Stark. A S.H.I.E.L.D não seria mais necessária depois de os soldados do governo voltarem a ser os verdadeiros heróis americano. E assim, eu poderia voltar ao topo. — Tony riu.

– Você nunca chegou nem perto do topo, Hammer. Pare de sonhar. — Tony revirou os olhos para aquilo, saindo da sala.

– Será mantido em regime privado, senhor Hammer. Essa conversa foi gravada e será usada no tribunal contra você e o Coronel Jones. Seria bom se manter calado daqui em diante. — Fury disse antes de sair logo atrás de Tony que andava impaciente de um lado para o outro no corredor, esperando por Fury.

– Já sabemos o plano deles. Agora temos que usar o nosso. — Tony falou para Fury, enquanto voltavam para a sala de reuniões.

–Que seria, Senhor Stark? -

– Atacar. —

Depois de cerca de dez minutos, Fury reapareceu com Tony na sala de reuniões. Ele apoiou as mãos na mesa, olhando para o vídeo que passava enquanto tentava formar um plano bom de ataque. Ninguém perguntou o que havia acontecido até Fury olhar para todos.

– Senhores, temos um sério problema ocorrendo entra a S.H.I.E.L.D e o governo. Precisarei de todos para isso. — Fury olhou para o rosto de cada um, suspirando. — O Senhor Stark e as agentes Romanoff e Stark descobriram coisas que nos colocam em perigo. Precisamos nos preparar para atacar.- Steve segurou a mão de Stella de forma discreta por debaixo da mesa, enquanto escutava com atenção a tudo que Fury contava. A conversa com Hammer havia sido gravada e ela foi mostrada para todos. Em seguida, as fotos e vídeos de Natasha e Stella na festa foram mostrados para concluir o mesmo pensamento de ataque contra o governo.

– E o que pretendem fazer agora? — Clint perguntou enquanto analisava todas as possibilidades.

– O óbvio. Atacar eles e acabar com isso. Destruir o laboratório e descobrir quem levou a amostra daqui para eles. — Tony explicou passando uma mão pelo rosto.

– Agora não seria o momento mais apropriado para atacar eles. Já perdemos tempo demais e podemos colocar muitos civis em risco. — Steve falou no que Fury concordou com a cabeça.

– Se você não entendeu, o governo nos declarou guerra, Rogers. — Tony falou apontando para eles. — E a culpa é toda sua. Sua e do seu maldito sangue de laboratório.- Fury segurou Tony pelo ombro.

– Stark se acalme. — Tony se soltou sem problemas de Fury olhando envolta.

– Não, eu estou cansado de ver todos aqui em perigo por sua culpa, Rogers. Por que não se rende para o governo e acaba com tudo isso? — Stella se levantou logo atrás de Steve, se colocando a frente dele.

– Pai você ficou louco? -

– Não, eu estou bem lúcido. Ele quase me tirou você com esse soro. Quase acabou com todos nos quando você foi sequestrada e você foi sequestrada por causa dele! — Ele apontou os fatos, no que Steve trava o maxilar de raiva.

– Então você me acha responsável por tudo isso? — Tony ficou mais perto dele, tirando Stella do caminho.

– Você é a culpa de tudo isso. — Fury entrou no meio dos dois, os separando rapidamente.

– Você está perdendo o foco, Stark. Não é apenas ao Capitão que eles querem. O doutor Banner também está na linha de tiro. — Tony bufou.

– Por culpa dele. Será que vocês não entendem que a culpa de tudo isso nos acontecer é do Capicolé? Pelo amor de Deus. — Steve olhou rapidamente para Stella, dando um passo a frente.

– Eu vou me entregar a eles. — Tony bateu palmas.

– Agora sim eu vejo um pouco de atitude. — Stella olhou incrédula para o pai e Steve.

– Você ficou louco? — Falou para Tony, ficando na frente de Steve. — Steve, não... Você não tem que ir... — Falou com um tom de choro, o medo tomando conta de sua voz. Ele suspirou ao segurar as mãos dela.

– Vai ser melhor assim. — Fury interviu, olhando para Steve de forma séria.

– Você não precisa fazer isso, Rogers. Podemos usa-lo de isca para entrarmos lá e acabar com tudo isso.- Steve olhou para Fury, franzindo a testa.

– Isso. Podemos ficar de olho enquanto você entra lá para que ninguém fizesse nada com você. — Tony revirou os olhos ao ouvir a filha.

– Por que você não deixa ele fazer o papel dele de herói americano? Ele está feliz com isso. — Steve encarou Tony ao trincar o maxilar novamente.

– Pelo menos eu não tenho medo de assumir riscos, de me sacrificar por outras pessoas. -

– Essa história de novo? Por favor, Capicolé, e já ouvi choramingos melhores. — Stella colocou as mãos no peito de Steve ao ver que ele ia dar um passo a frente.

– Pare vocês dois. Ninguém aqui vai fazer nada! Eu não quero nenhum dos dois machucados. — Steve e Toy se sentaram com uma grande distancia um do outro, alem da grande mesa entre eles. — Fury concorda que poderíamos usar Steve como isca para conseguirmos chegar lá dentro. Uma vez que conseguíssemos entrar, seria fácil de acabar com tudo isso. — Fury deu a volta na mesa, apontando para os vídeos.

– Com estes vídeos, podemos facilmente ajudar Rogers a entrar e chegar ao laboratório. Enquanto isso, estaremos agindo do lado de fora. — Steve suspirou ao concordar, olhando para Tony.

– Será um prazer ajudar, senhor. — Tony revirou os olhos em resposta. A reunião seguiu entre protestos de Tony e estratégias sendo feitas entre Fury e todos os outros. Cerca de vinte minutos depois, todos já estavam indo se arrumar para seguir o plano. Stella correu para se trocar e pegar a armadura, indo para o convés praticamente ao mesmo tempo que Natasha.

– Certeza de que não quer uma carona? — Natasha perguntou enquanto entrava na aeronave.

– Estou bem. Prefiro ir sozinha. — Ela viu Steve junto de Bruce e Clint, acenando para ele antes de voar de encontro a Tony. Eles já haviam terminado de sincronizar a armadura de Stella a dele, facilitando a comunicação entre eles. Tony começou a dar coordenadas para Stella que fingiu não ouvir.

– Você pode prestar atenção em mim? — Stella olhou para ele de forma irônica.

– Se eu não olhar, vai me jogar aos leões? — Tony suspirou, não sabendo como se redimir com a filha.

– Ele existir é a culpa de muita coisa... -

– Como o do seu ciúme ridículo de pai com filha? — Eles voavam perto da aeronave que Natasha e Clint pilotavam, no que Natasha apareceu no monitor da Stella.

– Pode pedir para o seu pai parar com a criancice e focar na missão? — Tony sorriu.

– Obrigada Agente Romanoff. Vai me xingar em Latim de novo? — Natasha revirou os olhos.

– Baburrus. — Ela falou de forma irritada, fazendo Stella rir.

– Preciso de aulas de latim. — Ela falou rindo para a amiga.

Notas finais
Estou com um pouco de pressa então Roupas ou qualquer outro link eu irei inserir depois. Espero que tenham gostado!!!