Stop look me

10 Capítulo 10 - Strange Sensation


Notas iniciais
OLÁAAAAAAA PESSOAS! kkkkkkkkkkk desculpa a demora, prometo agora que estou de ferias, postar mais rapido! Sem delongas, podem ler!

Santana suava frio. Respirou fundo, tentando colocar as ideias em ordem dentro de sua cabeça. Um ano e meio. Um ano e meio sofrendo, sem nem nunca ganhar uma palavra da garota dos seus sonhos e agora, em pouco mais de um mês, elas tinham se beijado, quase transado, e agora Quinn estava ali, com sua expressão fria de sempre, dizendo que queria tentar algo com ela. Que queria sentir algo por ela. Ela não sabia o que fazer, mas não fugiria como a loira sempre fazia. Sorriu ao voltar para a realidade e ver a carinha decepcionada da loira pela sua demora em responder.

Q: Santana, você não vai aceitar né? Pode falar... Droga! Sabia que não ia bastar somente isso para você, você merece e deseja alguém que te ame. — Tentou se levantar rapidamente, mas não contava com a agilidade da latina, que a puxou para perto, e fez ela sentar novamente, só que dessa vez em seu colo.

S: Nem pense em sair correndo Fabray! — Sussurrou enérgica olhando dentro dos olhos verdes que tanto amava e puxando a loira pela nuca em direção a sua boca, encostando seus lábios nos lábios finos, e suspirando. Inacreditável o quanto o gosto da boca de Quinn era bom! Santana sugou os lábios rosados entre os seus e sentiu a loira estremecer com o gesto, então arranhou a nuca dela de leve, a provocando ainda mais. Se beijaram lentamente por mais alguns segundos, até Quinn ficar sem ar e separar o beijo devagar. Santana sorriu instantaneamente ao ver o quanto a loira estava vermelha, suada e sem ar e a loira retribuiu com um sorriso de canto e se escondeu no pescoço da morena, se mostrando envergonhada e surpreendendo a latina.

Q: Isso é um sim? Diga que isso é um sim — perguntou ainda ofegante pelo beijo. A loira ainda parecia insegura, porém precisava dela. Não era amor, mas ela também não sabia o que era. Precisava dela por perto. Precisava suprir essa necessidade, essa atração que ela não entendia de onde surgiu.

S: Isso é um sim, — selinho na boca da loira — um claro, — mais um selinho — e um com certeza — e beijou a loira, que sentiu seu corpo esquentar. Toda vez que beijava a latina a sensação mudava, mas no fundo, era sempre a mesma queimação no ventre, a confusão de pensamentos martelando dentro da sua cabeça, e seu coração palpitando como se não houvesse amanhã. Isso a sufocava. Era nessas horas que sentia vontade de sair correndo. Sentia a latina a beijando com tanto amor...

Quinn a beijou por mais um tempo, sentindo que a latina parecia sentir o estranho sentimento que ela sentia com mesma intensidade.

A loira se separou apos mais alguns beijos apaixonados e quentes da latina, que sorriu olhando com olhos brilhantes e apaixonados para ela.

Q: Preciso ir, linda. — Declarou com lamento na voz. O elogio deixou a latina surpresa, porém não deixou que transparecesse. — Tenho treino das Cheerios agora – confessou olhando no relógio. – Na verdade, já estou um pouco atrasada.

S: Poxa, achei que a gente ia ficar mais um pouco aqui... queria te beijar mais vezes. – Disse meio emburrada, o que a loira não soube definir entre fofo ou infantil.

Q: Não posso abusar. É minha volta hoje, não posso ficar usando da boa vontade da louca da Sue. — Disse se movimentado para levantar e puxando habilmente a latina junto, que ficou em pé de frente para ela e agarrada em seu corpo pela cintura. — Mas... eu também quero aproveitar melhor. Posso te levar a um encontro hoje à noite? Já aviso que não será algo convencional. — A voz da loira era fria e a latina já não entendia nada. Como ela conseguia alternar de humor tão rápido. Ora fofa, ora carinhosa, ora fria, ora indiferente. Isso a deixava louca.

S: Você está falando sério? — Santana ainda não acreditava e Quinn achava engraçado o jeito que a latina desconfiava de suas intenções. – Tipo... serio mesmo?

Q: Estou sim, San... aceita? — Indagou novamente, parecendo ansiosa.

S: Sim! — Deu um selinho feliz e amoroso na loira que sorriu com o canto da boca, como sempre fazia.

Q: Ok. Hum... vá casual ok? Nada muito chique nem nada muito simples. Vamos num lugar que gosto muito. – Ressaltou mexendo nos cabelos negros da outra.

S: Tá bom, eu vou estar conforme! — Concordou com a cabeça, demonstrando também ansiedade.

Quinn se soltou do abraço e se afastou caminhando em direção a saída do auditório. Santana ficou observando a silhueta loira se afastar e suspirou ainda sentindo suas pernas bambas. Precisava se beliscar para saber que não era um sonho, que aquele pedido, aqueles beijos, aquele jeito frio e ao mesmo tempo atencioso de Quinn não era algo fantasioso de sua mente apaixonada. Se beliscou, realmente. E não, não acordou, o que significava realidade, o que significava que aquilo tudo que aconteceu nos últimos minutos era real. Precisava desabafar com alguém. Pegou o celular, e discou rapidamente o número de seu melhor amigo, que chamou algumas vezes antes de ser atender.

Sm: Oi San! Está tudo bem? — Perguntou preocupado.

S: Está tudo ótimo, está tudo lindo! — Afirmou animada, assustando o amigo, que não entendeu nada.

Sm: Hum... me explica, que não estou entendendo nada, Santana. O que aconteceu? Algo que eu não saiba? – Sua voz estampava confusão.

S: Me encontra daqui a 15 minutos na minha casa. E já aviso, hoje eu preciso de ajuda para escolher o look da noite, Sam!

Sm: Look da noite? Para quê? O que você vai fazer hoje à noite, garota? – Indagou ainda mais confuso do que antes para a latina.

S: Sam Evans, hoje eu tenho um evento importante! – Brincou achando graça por deixar o loiro tão confuso.

Sm: Então diga o que é! – Lhe respondeu já irritado por tanta enrolação por parte da latina.

Sm: Hoje à noite eu tenho um encontro com o amor da minha vida, mas conhecida pela alcunha de Quinn Fabray!

Notas finais
Comenteeeeeeem, pelo amor de DEUS, BUDA, ALÁ E TODOS OS OUTROS!