Still Into You

4 4. Primeiro Body Shot de Leite Condensado


Notas iniciais
Lindezas, voltei :3 Um início de perversão pra vocês, mas só o início ~apanha muito~

“Algumas coisas, algumas coisas apenas fazem sentido

e uma delas é você e eu”

Se fosse há cerca de um mês atrás e eu tivesse ficado sabendo que Mirajane tinha tentado se matar, eu teria dado risada. Se eu soubesse que ela apanhava da mãe eu ia dizer que achava pouco, que era mais que merecido. Mas a história foi bem diferente, ela tentou se matar e eu senti como se fosse levar uma parte minha junto. Vi as marcas que a mãe dela havia deixado e queria que a mulher sofresse o dobro.

Eu só fui pra aula naquele dia porque ter ficado em casa teria sido pior, sentia meu coração apertado, louca para ter notícias dela. E então uma mensagem recebida no meu celular o fez disparar completamente: “Me desculpe pelo que te fiz passar ontem, estou bem e já estou em casa. Pode vir aqui depois da aula? Quero tanto te agradecer, mas nem sei como. Te amo muito! Mira.” Ah Mirajane, sem você minha vida seria tão entediante!

– Sentindo falta da sua namoradinha? – Ouvi a voz cheia de desdém de Evergreen atrás de mim.

– O que você disse? – Perguntei me virando para encará-la saindo da mensagem no celular.

– Tanto ontem como hoje você esteve estranha, e tenho certeza que é só porque a Strauss não veio. – Comentou ainda com desdém. – Vocês andam bem próximas ultimamente, vivem trocando bilhetinhos, acho que vocês andam se pegando de uma maneira um pouco diferente agora, não é?

Respirei profundamente, me segurando pra não cair na porrada em cima dela.

– Acho que anda reparando de mais em nós, está com ciúmes? Por estar com o Elfman, achei que gostasse de pênis! É melhor desistir Evergreen, você não faz meu tipo.

Ela ajeitou os óculos, irritada.

– Não sabe o quanto agradeço aos céus por isso, espero que seja verdade, eu não quero ser assediada por nenhuma sapatão! Mas é melhor você tomar cuidado com o que fala, Scarlet, você mesma está cavando a própria cova! – Disse e saiu da minha presença.

De certa forma ela tinha razão, o mais sensato seria desmentir o que ela disse, em vez de provocar ainda mais, mas depois que minha mãe, a de Mirajane e o irmão dela já sabiam de nós duas, eu não queria mais ter que ficar escondendo de todo mundo. Ter que agir como se Mirajane não fosse nada minha na frente dos outros era terrível e eu sendo a pessoa nada discreta que sou, sabia que uma hora ou outra ia acabar nos denunciando.

Eu mal via a hora em que as aulas daquele dia acabassem, e quando essa coisa maravilhosa aconteceu, eu saí em disparada à casa de Mirajane. Assim que ela abriu a porta pra mim, eu não consegui me conter e fiz uma das coisas que mais odiava que fizessem comigo, dei-lhe um abraço praticamente saltando pra cima dela. E eu que não sei controlar nada da minha força, senti as costas da coitada estralarem e logo a soltei com medo de quebrar alguma coisa nela.

– Ai, Erza... – Gemeu. – Isso por acaso foi pra descontar todos os abraços forçados que te dei?

– Desculpa... é só que eu precisava te abraçar. – Peguei o rosto dela com as duas mãos, fitando bem seus olhos. – Ah Mira, você quase me matou do coração. – Dei-lhe um selinho. – Fiquei com tanto medo de perder você. – A abracei gentilmente dessa vez. – Por favor, me promete que nunca mais vai fazer isso!

– Erza, se minha mãe aparecer de novo... eu não sei se consigo mais suportar as loucuras dela, não tenho mais forças!

– É por isso que eu estou aqui, pra suportar junto com você! Eu enfrento sua mãe, faço qualquer coisa, mas não vou deixar que chegue a tal ponto de novo! Eu não falo só por mim, falo por você, você não pode desperdiçar sua vida por causa disso. Uma hora tudo isso vai passar, você vai ver, e eu vou estar com você a cada segundo, eu te amo, esqueceu? – Dei um beijo em sua testa. – E então, me promete?

– P-prometo. – Respondeu um pouco hesitante, mas foi o suficiente. Ela, então, bocejou. – Desculpe, eu ainda estou com sono, deve ser por causa dos remédios. Eu queria que você me explicasse as matérias que eu perdi ontem e hoje, mas vou acabar dormindo.

– Então dorme, querida, eu posso te explicar mais tarde, se você não se importar. – Sugeri.

– É, eu acho que vai ser melhor. – Concordou ela.

– E também, vou ter treino de handball agora à tarde, depois de um mês sem espancar ninguém, finalmente resolveram me aceitar de volta! – Comentei. – É claro que eu faltaria se precisasse ficar com você...

– Não, eu não quero que falte no treino por minha causa, você é a salvação daquele time! – Ela riu. – Até eu quero a Titânia de volta!

– Você deveria voltar também, você é boa, certeza que vão te aceitar sem pensar duas vezes.

– Eu vou pensar sobre isso, mas no momento não, prefiro ficar torcendo por você, exceto hoje. – Bocejou ela novamente. — Vou tentar torcer nos meus sonhos.

– Ok. – Sorri acariciando seu rosto. – À noite eu venho aqui então... não, melhor, você pode ir lá em casa? Meus pais vão a um jantar de negócios fora da cidade e só voltam amanhã à tarde, assim pode dormir lá, se quiser, já que amanhã é sábado dá pra ficar acordado até mais tarde.

– Hmm. – Ela sorriu maliciosamente. – Seus pais vão estar fora e quer que eu durma na sua casa, o que andou pensando em fazer, hein, dona Erza?

Então eu instantaneamente corei. Não tinha pensado em nenhuma malícia, mas a mente de Mirajane sempre maliciava mais. E pensando melhor, percebi que se dependesse dela, muita malícia aconteceria àquela noite, eu estava perdida!

– N-não é bem i-isso que pensou! – Protestei.

Ela riu de mim toda corada me atrapalhando na fala.

– Mas bem que gostou, não é? – Perguntou ainda maliciosa e riu ainda mais da minha cara de constrangimento. – Relaxa Erzão, eu sei que você é muito puritana, eu não vou tirar a sua santidade... – Diminuiu o tom de voz chegando bem próximo ao meu ouvido. — A não ser que você queira.

Então mordeu o meu lóbulo e tive que desviar os meus pensamentos pra eu não sentir aquela coisa estranha na minha intimidade de novo. Eu sabia que essa seria uma sensação frequente dali pra frente, mas naquele momento não era legal, porque eu já estava prestes a sair. Ah, maldita Mirajane, por que tinha que me provocar?

Acabei não aguentando. Virei ela e a prensei contra a parede, do lado de dentro da casa. Subi uma linha de sucções pelo seu pescoço, da base até próximo à orelha e depois abocanhei seus lábios com vontade. Tinha ficado apenas um dia sem aquilo e já estava sentindo muita falta! Ela correspondia com a mesma intensidade e logo perdeu o fôlego.

– C-calma, Erzão! Deixe um pouco pra mais tarde. – Disse ela ofegante.

Aquele maldito “apelido” de novo, porque não arranjam algo decente pra me chamar?

– Então para de me chamar de Erzão, cacete! – Reclamei.

– E se eu não parar? – Perguntou já maliciosa novamente.

– Eu vou te deixar mais marcada do que está. – Eu respondi só pra ameaçar, eu não faria aquilo, a não ser que fossem marcas de chupões.

– Erza... se fizer isso eu vou gostar. – Ela riu, e mais uma vez eu me indaguei se ela era masoquista, franzindo as sobrancelhas. – Não faça essa cara, é brincadeira! – Riu ainda mais e depois bocejou pela terceira vez. – Acho melhor você ir pro seu treino, à noite eu irei pra sua casa. – Me deu um selinho.

Eu aprofundei um pouquinho o beijo antes de me despedir de vez. Deixá-la era sempre ruim. Então fui pra casa almoçar e depois para o treino de handball, o qual foi bom para eu liberar um pouco das minhas energias. Depois voltei para minha casa, tomei um banho e jantei. Minha mãe já havia saído e a casa estava só pra mim. De sobremesa eu decidi comer, pra variar, morangos, mas com leite condensado.

Logo a campainha tocou, obviamente era Mirajane e fui atender levando junto meu potinho com o leite condensado e os morangos. Quase caí pra trás, ela estava tão linda! Vestia uma blusinha de alcinha branca com um leve decote e uma saia rodada bem curta, cor de creme. E somado com seus cabelos claros recém-lavados e sua pela branquinha, ela toda reluzia.

– Caramba! Até babei leite condensado! – Comentei meio abobada e ela riu. – Você tá linda, mas não precisava se arrumar pra vir na minha casa, eu estou me sentindo uma mendiga. – Limpei o canto da minha boca, eu realmente tinha babado, que vergonha.

É obvio que eu era uma sem noção e devia ter vestido algo melhor do que uma camiseta preta de banda e um short jeans, mas eu era daquele jeito meio desleixada mesmo e não queria ter que ficar fingindo que sou arrumadinha em frente à Mirajane, muito menos na minha casa.

– Que isso, você é linda de qualquer jeito, Erzão! – Disse e depois me deu um selinho.

Entrou e eu fechei a porta.

– Já jantou? – Perguntei.

– Já sim. – Respondeu.

– Aceita sobremesa? Duvido você rejeitar. – Ofereci a ela o potinho.

– Desculpa, mas deixe essas cinco mil calorias longe de mim. – Respondeu. – Como você não engorda comendo tanto doce?

– Não sei, metabolismo rápido? – Respondi indiferente. – Ah, qual é? Só um não vai te matar, mulher minha não tem que ter essas frescuras!

– Mulher sua? – Perguntou. – Te dei o direito dessa possessão? – Ela estava tirando sarro, mas eu acabei corando, a frase havia saído meio automática, eu não queria soar possessiva.

– D-desculpe. – Respondi.

– Tudo bem, eu gostei. – Ela piscou sorrindo e pegou o potinho da minha mão. – Só por isso vou comer um.

Pegou um morango que já estava parcialmente imerso no leite condensado e levou até a boca, mas nisso uma gota do leite condensado caiu no seu peito próximo ao seio esquerdo. Ela percebeu o quanto meus olhos ficaram vidrados ali.

– Pensou em fazer algo a respeito? – Perguntou após engolir o morango. Se eu havia pensado? Estava me segurando para não abocanhar o local, mas ela acabou logo com minha esperança, limpando com o próprio dedo e levando a boca. – Desculpe, se quiser eu me sujo novamente mais tarde, se colocar sua boca aqui agora, vou perder todo o foco e direi adeus aos estudos, e primeiramente eu realmente quero que me explique as matérias que perdi.

Ela tinha razão, no meu caso, se fizesse aquilo a única coisa que eu iria querer estudar seria o corpo dela.

– Vamos começar logo então. – Ela disse. – A cada matéria que me explicar e eu entender, te recompenso com um moranguinho, o que acha?

– Que maldade. – Fingi tristeza. – Isso é tudo pra eu não desistir?

– É pra você não começar com besteirinhas, Erzão! – Riu apertando minha bochecha, soltei um grunhido de reprovação.

– Quer mesmo brincar com o perigo? Me aguarde mais tarde! Só por isso vou começar com matemática!

– Deveria saber que não tenho nenhum problema com matemática. – Tsc, malditinha!

Ficamos, então, horas estudando e assim como ela havia prometido a cada matéria terminada ela me dava um morango com leite condensado... na boca! Ela estava testando todo o meu autocontrole, enquanto eu quase morria sufocada pelas minhas borboletas. A última matéria que restava era química, mas já estávamos cansadas.

– Então é assim que fica a equação iônica balanceada, entendeu? – Olhei pra ela e ela estava de olhos fechados com a cabeça apoiada no braço. – Mira! Você não está prestando atenção!

– Ah, que se foda a equação sei lá do que, já estou de saco cheio! – Reclamou ela. – Pode me explicar isso amanhã? Já não está entrando mais nada na minha cabeça.

– Tudo bem. – Disse retirando meus óculos que usava pra estudar. – Já não aguento mais também. Mas... eu quero meu último morango!

Ela riu maliciosa.

– Acha que merece? – Pegou o potinho e mexeu o último morango restante no leite condensado.

– Claro! – Afirmei.

– Então venha atrás dele. – Ela rapidamente levantou e saiu em direção ao meu quarto.

Respirei fundo, eu sabia que ela ia me deixar maluca, mas como não ir atrás dela? Levantei e segui os seus passos.

– Me dá o morango, Mirajane! – Disse ao entrar no quarto.

Ela limpava o leite condensado do morango com a própria língua com um olhar extremamente safado.

– Pegue. – Disse colocando-o dentro de sua blusa no meio dos seios. Meus olhos se arregalaram com sua atitude.

– Para, Mira. Não vou fazer isso.

– Achei que queria o morango... – Ela fez um biquinho.

Respirei fundo de novo. Caminhei até ela e tentando encostar o mínimo possível coloquei dois dedos no meio do seu decote e puxei o morango.

– Como você é sem graça. – Afirmou tomando o morango da minha mão.

– Isso não é justo! – Protestei.

– Injusto é você não entrar na brincadeira, Erzão! Vamos ver o quanto você consegue aguentar. – Ela deixou o morango em cima da minha cômoda e lambuzou a ponta do indicador com leite condensado. – Eu quero que você me limpe.

Levou o dedo até próximo a minha boca, eu hesitei, o que a fez bufar irritada. Eu não queria deixá-la irritada, mas eu tinha medo do que a aquela “brincadeira” daria. Era incrível o alto nível de perversão de Mirajane mesmo sendo um dia após ter tentado se matar. Eu queria agradá-la, queria vê-la feliz, mas o meu autocontrole estava a um fio de ir para o espaço, e quando isso acontecesse, eu não saberia do que seria capaz.

Abri lentamente a boca, Mira colocou seu dedo entre meus lábios e eu passei a língua levemente sobre ele, limpando-o, o que a fazer fechar o olhos como se aquilo lhe desse prazer. Tirando o dedo da minha boca, lambuzou-o novamente e dessa vez passou, um pouco acima do seu seio, no mesmo local que havia caído da outra vez. Eu me aproximei lentamente levando minha boca até o local e lambendo-o. Além das borboletas, senti aquela corrente elétrica na minha intimidade. Descobri que lambê-la me dava prazer e aparentemente a ela também.

Ao levantar os meus lábios ela tomou-os luxuriosa, sua língua envolvendo a minha ainda doce, não era um beijo agressivo, mas era cheio de vontade. Ela aos poucos ia para trás me levando junto. Ao dar de costas para a cama, ela se deitou, ficando com a cabeça aonde na verdade seria o local dos pés. Sorriu pra mim, um sorriso tão lindo, um misto de felicidade e malícia, mas eu também sentia nele amor, era um sorriso incrível, que só Mirajane conseguia dar. Eu olhava pra ele ao contrário, em pé bem na parte final da cama.

Ela lambuzou o dedo novamente levando dessa vez à própria língua e eu uni a minha a dela, beijando-a ao contrário, nunca havia beijado daquela forma, era estranho e até engraçado e não deixava de ser bom. E como se não fosse suficiente, ela me surpreendeu ainda mais, em um movimento rápido retirou sua blusa, deixando a mostra um sutiã rosa claro que cobria seus grandes seios.

– Eu sei que não é tão sexy, mas foi o melhor que eu tinha pra hoje. – Disse com o tom de voz baixo exalando desejo.

– Como se alguma coisa não ficasse sexy em você. – Respondi.

Dessa vez lambuzou bem mais os dedos passando em seu abdômen, na linha mediana, até seu umbigo. Ainda naquela posição ao contrário, e um tanto receosa, levei meus lábios até a pele extremamente clara da sua barriga que subia e descia com sua respiração descompassada, podia jurar que ouvi um leve gemidinho quando passei minha língua por aquela região. Ela então passou o dedo, mais uma vez lambuzado, do umbigo pra baixo até próximo ao início de sua saia.

Engoli em seco, tive que subir com meus joelhos na cama e aquilo nos deixava numa posição um tanto constrangedora, eu levei minha língua até sua pele novamente, dessa vez tremendo devido a grande proximidade com a intimidade dela, mais uma vez escutei um tímido gemidinho e eu novamente tinha sensações estranhas na minha intimidade. Saí daquela posição ficando ainda em cima dela, mas dessa vez na posição normal, olhando para seu rosto. Minha respiração um pouco ofegante.

– Não gosto quando empalidece desse jeito Erza, tá tudo bem? – Perguntou.

– E-eu s-só queria meu morango, Mirajane. – Respondi.

Ela riu

– Vai me dizer que não está gostando, Erzão? – Eu grunhi por causa do apelido e ela aparentemente se divertia.

– Você é má, Mirajane, muito má!

– Eu sou? E o que você vai fazer? — Perguntou provocativa.

– Eu vou castigar você!

Colocando o potinho com leite condensado no chão. Eu a virei de bruços na cama.

– Já está sem blusa, o que acha de tirar essa saia? – Perguntei não sabendo da onde aquela malícia estava surgindo.

– Faça o que quiser. – Ela respondeu.

– Você sabe por que eu quero tirá-la? Porque ela está me atrapalhando a dar uns tapas merecidos nessa sua bunda!

Ela riu.

– Eu duvido você me bater, está com peninha de mim porque apanhei da minha mãe, você não tem coragem!

– Está me desafiando? Acha mesmo que não tenho coragem? Você mesma disse que ia gostar.

Porque eu estava levando a situação para aquele ponto eu não sabia ao certo. Da minha parte era mais brincadeira do que verdade, apesar de eu não duvidava muito que uma das minhas fantasias era realmente bater na bunda dela. Porém o que eu morria mesmo de vontade de saber era se ela era mesmo masoquista, aquilo estava me consumindo.

– Vai logo, então... – Me pediu, confirmando cada vez mais minhas suspeitas.

Retirei a saia deparando-me com uma calcinha também cor-de-rosa. E ah... aquele bundão! Era grande e redondinho, era perfeito! Eu apertei cada uma de suas nádegas com uma mão com gosto, antes de levantar a mão e bater em uma delas. Ah... tão macio! Mas eu era meio covarde, não ia conseguir bater nela mais do que aquilo.

– Erza... – Ela gemeu. – Eu te amo!

Que tipo de pessoa diz um “eu te amo” após levar um tapa na bunda? Talvez Mirajane tivesse mesmo distúrbios psicológicos. Respirando profundamente, me debrucei sobre ela, envolvendo sua cintura.

– Sua maluca! – Disse em seu ouvido. – Também te amo.

– Ah, Erza... por favor, me faça sua. – Era uma súplica gemida, era melodiosa, era música para meus ouvidos.

Mas como eu faria aquilo?

Notas finais
As frases da música estão acabando, mas minhas ideias só aumentam :O Espero que estejam gostando! Me desculpem qualquer coisa, eu estou com o sono e as coisas acabam ficando meio fumadas quando estou nesse estado, mas minha vontade de postar é maior ♥