Still Into You

3 3. Primeiro Desespero


Notas iniciais
Olá leitoras lindas, mas um capítulo pra vocês ♥

“E baby, mesmo nas nossas piores noites

Estou afim de você”

Tentando cumprir a meta imposta por mim mesma e não conseguindo tirar da cabeça o que havia acontecido no sofá da casa de Mirajane, naquela mesma noite após eu tomar meu banho, tranquei-me no meu quarto e antes de vestir qualquer roupa decidi observar meu corpo no espelho de corpo inteiro do meu guarda-roupa.

Fiquei me perguntando se, se eu não tivesse a parado quando tocou nos meus seios, ela teria tentando algo a mais. Era meio vergonhoso que eu ficasse tão cheia de frescuras, mas eu não ficava tão confortável com esse tipo de situação porque meu corpo era intocado até por mim mesma, e eu se quer já havia me imaginado em tal situação com alguém.

Depois que eu já sabia do que poderia me acontecer, eu teria que estar preparada. Se me tocar deixaria Mirajane feliz, eu a deixaria feliz. Na verdade, eu não deveria encarar isso como uma coisa ruim e não podia negar, se eu pudesse, eu também gostaria de tocá-la.

Então, pensando que eu teria que me acostumar com aquela ideia, eu segurei cada um dos meus seios com uma mão e tentei imaginar o que Mirajane gostaria de fazer, fechando os olhos, eu comecei a apertá-los e acariciá-los, mas logo parei, me sentindo estranha demais por estar fazendo aquilo. Decidi, então, que numa próxima ocasião deixaria que ela mesma fizesse.

No dia seguinte, eu estava inquieta, preocupada, mal conseguia prestar atenção nas aulas, tudo isso porque Mirajane não tinha aparecido. Eu senti medo de algo ter acontecido entre ela e a mãe. Durante o intervalo procurei por seu irmão, mas também não o vi, então resolvi mandar uma mensagem no celular dela perguntando se estava tudo bem e até o término das aulas eu não obtive resposta. Eu me segurei para não perguntar a Evergreen se ela sabia algo do Elfman, ia dar muito na cara se eu me demonstrasse preocupada pela Mirajane.

Fazer o caminho de volta pra minha casa sem a companhia dela foi algo estranho, eu já tinha me acostumado com a sua presença. Chegando em casa resolvi ligar, mas ela não atendeu. Passei a tarde toda preocupada, hora ou outra eu ligava pra ela ou mandava outra mensagem e estava quase me descabelando por não saber que diabos teria acontecido. No final da tarde, estava a um ponto de ir até a casa dela, mesmo que sua mãe estivesse lá, não me importaria, eu tinha que saber se ela estava bem. Apenas decidi tomar um banho antes de ir.

Logo que saí do banheiro escutei meu celular tocar e corri para atendê-lo quase surtando ao ver que era Mirajane.

– Mira, quer me matar do coração? O que aconteceu pra sumir durante o dia inteiro? – Perguntei um tanto exaltada, assim que atendi a ligação.

– Er... não é a Mira, é o Elfman. – Respondeu o irmão dela me deixando ainda mais confusa.

– Porque você me ligou do celular dela? Aconteceu alguma coisa? – Perguntei.

– Sim... Eu não sei o que eu faço, acho que Mira tentou se matar.

Meus olhos arregalaram e eu devo ter empalidecido, senti meu peito doer e quase deixei o celular cair, mas respirei fundo tentando me recompor.

– C-como assim tentou se matar, Elfman? – Eu quase gritava com o pobre coitado.

– Ela tomou um monte de remédios. – Respondeu ele. – Eu estranhei ouvir o celular dela tocar várias vezes e ela não atender, fui até o quarto dela e quando a chamei, ela não me respondeu. Resolvi abrir a porta e ela estava deitada na cama, eu a chamei, tentei acordá-la, mas nada. Foi aí que eu vi os frascos de remédio na mesa dela.

Cada palavra de Elfman me acertava como se fosse uma facada, senti um desespero tão grande em imaginar a Mirajane desacordada devido a uma overdose de remédios, ao imaginar que aquilo a mataria, que eu nunca mais a teria. Não, eu tinha que fazer alguma coisa, tinha que dar um jeito de salvá-la.

– Acabei de encontrá-la. – Continuou ele. — Não sei o que fazer, por favor, me ajud...

– Eu to indo aí agora mesmo. – Respondi antes que ele completasse e desliguei.

Nunca vesti uma roupa tão rápido e nem havia penteado meu cabelo tão rápido como naquele dia, devo ter saído parecendo uma maluca, correndo em direção a casa dela. E aqueles três quarteirões que nos reparavam nunca pareceram tão intermináveis. Ao chegar lá eu quis enforcar o maldito do Elfman por ter deixado a porta trancada, mais um pouco de espera para abri-la eu quebraria a campainha com o meu dedo.

Mal ele abriu a porta, eu nem me dei ao trabalho de cumprimentá-lo decentemente, corri até o quarto de Mirajane. Deitada na cama, ela parecia apenas estar dormindo tranquilamente. Naquele momento eu quis chorar, mas engoli a vontade, não deixando que nenhuma lágrima escorresse, eu tinha que manter minha postura e permanecer forte. Entretanto, reparei algo estranho, ela tinha marcas roxas nos braços e nas pernas.

– O que são essas marcas roxas? – Perguntei sentindo a presença de Elfman atrás de mim.

– Minha mãe bateu nela. – Ele respondeu.

Eu virei para encará-lo horrorizada, eu sabia que aquela mulher não devia ser a melhor mãe do universo, mas para Mirajane ter ficado com todas aquelas marcas, ela devia tê-la espancado. Que tipo de mãe fazia aquilo com uma filha?

– Não me olhe assim, ela estaria pior se eu não tivesse a tirado de cima dela.

Uma onda de ódio me dominava e eu tive que respirar fundo várias vezes. Eu nunca tinha me sentido daquele jeito nem mesmo pela própria Mirajane. Lembrando-me que não podia ficar ali perdendo tempo fui até ela tentando sentir seu pulso, estava bem fraco, mas aliviei-me por ainda existir, sua respiração também era quase imperceptível.

– Liga pro hospital e chama uma ambulância. – Disse ao Elfman tão autoritariamente que me obedeceu de imediato.

Fitei o rosto extremamente pálido de Mirajane, mas ainda assim tão belo. Como ela podia estar com aquela expressão tão tranquila? Parecia feliz que deixaria aquele mundo. Acariciei o seu rosto, sentindo sua pele levemente fria e então não consegui conter uma lágrima que me escapou.

– Porque você fez isso? – Perguntei num surto de desespero. – Você disse que me amava, eu disse que te amava... Disse pra você se lembrar disso...

Então chorei ainda mais. Completamente perdia minha sanidade, eu não podia perdê-la daquela forma!

– Por favor, Bela Adormecida, acorde! – Selei seus lábios e a encarei. – Acorde! – Beijei-a novamente. – Por favor, não me deixe!

Encarava-a esperando alguma reação, e um pouco depois percebi o quão idiota eu estava sendo, sentindo-me envergonhada. Sequei as minhas lágrimas a tempo de Elfman entrar novamente no quarto informando que a ambulância já estava a caminho. Pedi então que me contasse exatamente o que havia ocorrido.

– Bem, ela disse a nossa mãe que na verdade você não era amiga dela, mas que estava apaixonada por você. Devia ter tido um contexto, mas eu estava acabando de chegar em casa e só peguei isso. Então ela me pediu pra ficar no quarto até terminarem de conversar, mas mesmo assim pude ouvir. Ela sempre culpou a Mira pelo acidente da Lisanna e mais uma vez ficou jogando isso na cara dela, dizendo que em vez de fazer loucuras como ficar com garotas, devia ter responsabilidade e cuidar melhor da irmã.

– Não acredito que ela fez isso! – Comentei irritada.

– Pois é, mas pode acreditar porque depois Mira e ela discutiram feio: Mira dizendo que na verdade a irresponsável era ela por não cuidar dos filhos. O problema é que ela não tem a nossa guarda porque é desequilibrada, toma um monte de remédios, nunca teve responsabilidade nenhuma, nunca quis ter tido nenhum de nós. Aposto que ela nem está se importando tanto assim com a Lisanna, mas ela sempre gostou de descontar tudo na Mirajane, porque sempre dava trabalho por brigar na escola, sempre discutia com ela, Mirajane sempre teve o gênio forte, então não deu em outra quando ela disse que era lésbica.

Estava explicado porque Mirajane não gostava da mãe, eu mesma queria matar aquela mulher, fazer tudo aquilo com a própria filha era desumano!

– Quando ouvi que ela estava batendo na Mira eu intervi. – Continuou ele. – Mira é muito mais minha mãe do que ela e não deixaria que ela continuasse a agredi-la. Depois disso fomos visitar a Lisanna e Mira não lhe dirigiu mais a palavra sequer uma vez. Até eu fiquei com raiva, quem mais sofreu com o que aconteceu com a Lisanna foi a Mira, ela nunca esteve aqui pra ver isso!

“Hoje de manhã, ela fez com que Mira faltasse na escola para levá-la a um psiquiatra, alegando que estava louca por gostar de uma garota, eu tentei impedi-la, mas a minha própria irmã disse que não adiantaria discutir. Então eu as acompanhei, porque tive medo de deixar Mira sozinha com a minha mãe de novo. Ela praticamente obrigou o médico a receitar remédios para Mirajane e a fez tomá-los na marra, o que a deixou meio dopada, mas havia sido só uma cápsula de cada. Ela disse pra que eu assegurasse que Mirajane tomasse os remédios, eu concordei, mas obviamente eu não faria isso, eu não acho que minha irmã esteja doente e tinha é vontade de jogar aquilo tudo fora. Nossa mãe então foi embora, Mira foi pro quarto dela e eu achei que estava dormindo ou estudando, mas foi aí que ela deve ter tomado os remédios.”

Eu estava tão abismada, não conseguia acreditar como a própria mãe de Mirajane tinha feito tudo aquilo com ela, não conseguia entender como alguém poderia ter uma mente tão preconceituosa pra achar que a filha é doente por gostar de uma garota, a ponto de obrigá-la a tomar remédios. E ainda estava inconformada com o fato da Mira ter tentado se matar, ela sempre me pareceu tão forte... Talvez tivesse chegado a seu limite.

– Eu estou me sentindo culpado, eu devia ter cuidado melhor da minha irmã, devia ter defendido melhor ela. Eu não fui homem o suficiente.

– Você não teve culpa! – Respondi. – Você é só um garoto e ela, apesar de tudo, é sua mãe, sei como deve ter se sentido. A única coisa que deve fazer é, quando a Mira acordar, dizer a ela o quanto ela é importante pra você, que você a ama e que sempre vai estar junto dela. Nós vamos fazer a Mira feliz, ok?

Ele assentiu.

– Gosto do seu otimismo. Isso sim é uma atitude de homem! – Disse a mim e sorriu.

– Espero que esteja me elogiando. – Respondi e sorri de volta. – Enquanto a ambulância não chega, acho que é bom pegarmos os nomes dos remédios que a Mira tomou...

Ele assentiu e fizemos isso com os frascos que estavam em cima de sua mesa. Pouco depois a ambulância chegou e eu e Elfman entregamos as informações e acompanhamos Mirajane até o hospital. Chegando lá ela ficou nas mãos da equipe que nos disseram que fariam uma lavagem estomacal e uma desintoxicação por diálise, a fim de tentar retirar o máximo do remédio do seu organismo, mas ainda não sabiam se ela sobreviveria. Eu sentia o quanto Elfman se controlava, mas depois de certo tempo ele chorava desesperado. Eu não sabia o que fazer, além de ser péssima pra consolar alguém, eu também me controlava. Eu não queria ser pessimista, queria pensar que tudo daria certo.

Depois de muito tempo na espera, um dos médicos veio nos informar que ela estava bem e que não corria riscos, nosso alívio foi imenso. Assim que fosse levada para um quarto poderíamos ir vê-la. Então, eu chorei, de felicidade. Chorei porque ela estava a salvo, porque eu podia vê-la novamente, seu sorriso, seus olhinhos azuis, poderia abraçá-la e beijá-la e dizer que a amava inúmeras vezes até que ela se cansasse de ouvir. Dizer que eu estaria ao lado dela sempre, mesmo que as piores coisas imagináveis acontecessem. O medo de perdê-la fez meu amor por Mirajane dar um salto gigantesco e eu sentia que se passasse por aquilo de novo eu não suportaria com tanta compostura.

– Muito obrigado por ter vindo comigo, eu não saberia o que fazer se não fosse você. – Elfman disse a mim.

– Não precisa me agradecer, eu faria qualquer coisa pela Mirajane. – Respondi.

– Então é sério mesmo esse lance entre vocês? – Perguntou. – É estranho porque vocês eram quase que arqui-inimigas. – Ele riu.

– Nunca ouviu dizer que a linha entre o ódio e o amor é bem tênue? – Ri também.

– Contanto que fique só no amor de agora pra frente eu apoio vocês.

– O-obrigada. – Eu devo ter corado, era um pouco estranho saber que ele além de saber de nós duas, ainda era a favor.

– Sua mãe sabe? – Ele perguntou.

Meus olhos se arregalaram. Droga, minha mãe! Eu saí tão desesperada da minha casa que eu esqueci completamente de deixar um aviso para ela e pra piorar eu também tinha esquecido meu celular em casa. Ela devia estar furiosa! Geralmente minha mãe é um amor, a não ser que eu a deixasse irritada, aí ela virava o demônio e algo que a deixava muito irritada era eu deixá-la preocupada.

– Não, ela não sabe. – Engoli em seco. – E não terei nem a oportunidade de contar se eu não ligar pra ela agora. Você pode me emprestar seu celular?

– Claro. – Respondeu me entregando o aparelho.

Receosa disquei o número dela.

Alô? – Ela atendeu.

– Alô, mãe. É a Erza.

Eu vou te matar sua vagabundinha, cadê você? – Perguntou completamente irritada.

Eu já sabia que estaria assim, e ela sempre me xingava nessas horas, mas eu sabia que era coisa momentânea, então não me importava.

– Calma mãe. Eu posso explicar.

Você sabe que horas são? São quase onze horas, Erza! Como você quer que eu fique calma? Você quer me matar de preocupação? E de quem é esse número? – Ela berrava tanto que acredito que até o Elfman ao meu lado podia ouvir.

– Mãe, eu estou no hospital... – Respondia com a maior calma do mundo.

No hospital? O que foi que aconteceu? Como você está no hospital e só me liga agora, Erza? Você enlouqueceu?

– Não aconteceu nada comigo, foi com minha amiga, ela tentou se matar. – Então minha mãe deu uma pausa pra eu falar. – Desculpa não ter avisado. O irmão dela me ligou desesperado. Eu fiquei com tanto medo dela morrer... me desculpa.

Ouvia ela respirando tentando se acalmar.

Eu estou indo até ai, Erza. – Disse já mais controlada e desligou.

– Obrigada. – Disse devolvendo o celular ao Elfman que me olhava assustado. – Ela não é sempre assim, só quando eu a deixo preocupada.

Cerca de dez minutos depois, provavelmente tendo passado por sinais vermelhos e ultrapassado o limite de velocidade, ela apareceu e devido ao meu cabelo não foi difícil me encontrar.

– Aí está você! Erza, não me mate do coração desse jeito, ok? Eu sei que você sabe se cuidar, mas já está muito tarde e não fazia ideia de onde estava, já fico imaginando que te sequestraram e estão te estuprando.

Ah, minha mãe era pouco inconveniente! Além de pensar isso, precisava falar?

– Mãe, por favor... – Disse encolhendo de vergonha. – A propósito, esse é o Elfman, irmão da Mirajane.

– Mirajane? Não era essa a garota que estava sempre brigando com você? – Ela me perguntou.

– Sim, mas... somos amigas agora. – Respondi. – Na verdade, mais que amigas, eu a amo.

Eu pude sentir Elfman me olhar espantado por eu ter contado aquilo tão de repente pra minha mãe. Mas ela sempre fora bastante liberal e compreensível e por isso sempre fui muito honesta com ela. Eu sabia que ela não ia achar ruim, tinha certeza que ela me conhecia a ponto de que era capaz de ficar espantada se na verdade eu disse que estava a fim de um homem. E se a Mirajane teve coragem de contar para a mãe dela que era um milhão de vezes pior, porque eu não contaria pra minha? Não queria ficar escondendo isso dela.

Ela ficou um tempo processando informação, mas por fim suspirou e sorriu.

– Fico feliz, Moranguinho. – Bagunçou meu cabelo. – E como ela está?

– Mãe, não me chama de “Moranguinho”. – Respondi entre dentes. Eu odiava esse maldito apelido que remetia a meus cabelos vermelhos e minha paixão por morangos que ela havia me dado. Existe coisa mais vergonhosa? – Estamos esperando notícias, mas ela está bem.

Para nossa surpresa, nem meio minuto se passou e um médico veio até nós dizendo que ela já estava no quarto e que apesar de ainda estar dormindo poderíamos ir vê-la. Fui sozinha com a minha mãe antes do Elfman. Ele disse que ia passar a noite ali e minha mãe achou melhor que eu fosse pra casa, e como ela precisava acordar cedo para ir trabalhar, eu não queria ficar abusando.

– Ela é muito bonita, filha. – Minha mãe disse assim que a viu.

Eu senti as borboletas aflorem com o comentário dela. Chegava ser uma situação engraçada minha mãe levar tudo tão na boa. Mirajane tinha ainda a mesma expressão tranquila e agora que eu sabia que estava bem, aliviava meu coração. Deixei-me suspirar.

– Eu sei, ela parece um anjo. – Comentei.

– Não deixe que ela faça isso de novo. – Acariciou meus cabelos.

– Não vou deixar. – Foi quase uma promessa a mim mesma.

Foi difícil deixá-la, mas disseram que no dia seguinte já teria acordado e que receberia alta. No caminho de volta pra casa contei toda a história de Mirajane para minha mãe, minha relação com ela, a relação dela com a mãe e o que havia a levado a tentativa de suicídio. Ela própria ficou horrorizada.

– Eu jamais faria algo do tipo com você. Amor não pode ser considerado doença. Eu te amo, filha e eu vou te apoiar.

– Eu sei disso, mãe. Muito obrigada, eu também te amo.

O mais curioso dessa história é que ela nem era minha mãe biológica, eu era adotada. Mas era tão mais verdadeira pra mim do que a mãe biológica de Mirajane era pra ela e eu não deixaria que a aquela mulher fizesse Mirajane sofrer de novo, era mais uma das minhas metas.

Notas finais
Na minha opinião, esse capitulo ficou meio zzzzzzzzz Mas o próximo, modéstia a parte vai estar divino ♥ Com direito a leite condensado, morangos e quem sabe uma laranja! HAUSAHSUASAS (Vocês não sabem o quanto a cena que eu imaginei me atormentou no meio da aula!! Socorro, viu!) Então, até o próximo! Ps: Antes que me perguntem, eu não me esqueci de OTFR, ok? Tá difícil, mas eu hora sai alguma coisa!