Still Into You

2 2. Primeiro "Eu te amo"


Notas iniciais
Olá, como vão?? Um beijo na bochecha de todas vocês que estão lendo a fanfic, foram tantos elogios só com aquele capítulo, que estou radiante de felicidade! E bem, eu que estou com as ideias dessa fanfic a mil não consegui me segurar, mesmo estando às vésperas de uma prova. Mas como consigo estudar com Erza e Mirajane na minha cabeça? Impossível! Então aqui vai mais um capítulo ♥

“Se lembra da noite em que pela primeira vez

encontrei sua mãe

e no caminho de volta pra minha casa

te disse que, te disse que te amava?”

Depois daquele primeiro dia, toda vez que eu a via, eu sentia as borboletas habitarem meu estômago. Mesmo que não fosse em alguma situação grandiosa: ela podia estar a alguns metros ainda chegando ao colégio, podia estar chegando na sala de aula, podia estar na fila da cantina. De uma hora pra outra ela conseguiu virar de vez minha cabeça, eu estava maluca por ela.

Todos os dias eu não via a hora das aulas terminarem para podermos nos encontrar, eu me segurava tanto para nos intervalos não levá-la ao banheiro e agarrá-la ali mesmo. Com o tempo ela foi percebendo isso pela maneira que eu a olhava e ela provocava ainda mais. Ela mordiscava sensualmente a ponta do lápis, ela me mandava bilhetinhos dizendo a cor da sua calcinha, quando sabia que eu estava olhando andava rebolando, tudo isso e muito mais. Era torturante!

Então terminadas as aulas, corríamos ou para minha casa, ou para a casa dela. Geralmente para minha casa, já que era garantido que meus pais ficariam fora o dia todo trabalhando. Na casa dela, o pai estava sempre viajando e a mãe não morava com eles, eram divorciados, mas ainda havia seu irmão mais novo, e ela ainda não estava preparada pra revelar tudo a ele, então só íamos para a casa dela quando era certeza que ele não estaria.

Mesmo morrendo de fome eu tinha que castigá-la por um dia inteiro de tortura. Logo que fechava a porta já a agarrava, geralmente a prensava contra a porta mesmo. Eu subia minha mão pela coxa desnuda dela, já que aquelas saias do uniforme eram minúsculas, e apertava. Eu a beijava com vontade, agarrava seu cabelo, mordiscava seus lábios, eu a deixava sem fôlego, mas ela amava.

“Pra quem não sabia nada, até que você aprende rápido.” Uma vez me disse. É, até eu estava impressionada com esse fato. Quando eu beijava seu pescoço, ela enlouquecia, ah... e como eu adorava ouvir seus gemidinhos! Tinha que tomar cuidado, pois por ser tão branquinha, qualquer coisa já a deixava roxa, mas na verdade eu gostava mesmo é de deixá-la marcada. E depois de eu quase matá-la sem ar, e até eu mesma estar respirando com dificuldade, é que eu conseguia me soltar dela.

Mirajane gostava de cozinhar e, a propósito, cozinhava muito bem. Eu ficava meio sem graça quando ela cozinhava na minha casa, mas ela fazia questão, não me deixava nem ajudar. Acho que era até bom, eu sabia me virar, mas nunca fui lá muito boa na cozinha. Ela, então, fazia nosso almoço, almoçávamos juntas, fazíamos a lição de casa e ficávamos o resto da tarde em meio a beijos e carícias. Ás vezes assistíamos a um filme ou ouvíamos as músicas uma da outra. Tudo estava indo bem de mais pra ser verdade.

Um dia no meio da última aula recebo um bilhetinho dela: “Hey Erzão, quer ver minha calcinha de oncinha na minha casa hoje? Eu estava pensando em fazer um bolo, o que você acha? Ps: Eu sei que seu sutiã é preto, deve ficar incrivelmente gostosa com ele!” Eu até cheguei a engasgar e meu estômago gelou. Pude ouvi-la soltar uma risadinha da minha reação. Mirajane só tinha aquela carinha de anjo, mas era bem malvada! E bem boca suja também, ninguém acreditaria que me escrevia aquelas coisas se eu não mostrasse as provas. É por isso que até hoje tenho guardadas todas elas. E me chamar de Erzão? Ah, estava merecendo muitas marcas roxas naquele pescoço!

– Que ideia foi aquela? – Perguntei a ela um pouco exaltada quando a aula finalmente terminou.

– Own, você tá vermelhinha! – Ela sorriu. – Que fofa!

– Fofa? Eu te mato Mirajane, não é justo fazer isso comigo! – Agora já estava mais fazendo um draminha, não conseguia mais ficar muito tempo brava com ela.

– Ah para, sei que no fundo você gostou! Agora vamos logo, eu comprei morangos.

– Morangos? – Meus olhinhos devem ter chegado a brilhar, essa garota jogava sujo, sabia que podia me conquistar desse jeito.

Então fomos até a casa dela, como era perto do colégio, íamos a pé.

– Seu irmão não vai estar em casa? – Perguntei.

– Não, ele foi pra casa da Ever. – Pronunciou o nome dela com certo desprezo, o que me fez rir.

Evergreen era uma garota da nossa sala que se achava a rainha do universo e não precisava nem abrir a boca pra eu saber que ela não gostava de mim. Um dos motivos era porque ela queria ser a representante da sala, mas quem acabou ganhando o posto fui eu. Mesmo que metade da sala nem olhasse na minha cara, eles ainda achavam que eu era melhor que a Evergreen, daria até pena se ela não fosse tão invejosa. O que o irmão de Mirajane viu naquela garota sempre foi um mistério.

Logo chegamos, entramos e Mirajane trancou a porta da casa. Comecei a desabotoar o blazer vermelho que eu usava, a caminhada até lá havia me deixado com calor, mas ela tirou minhas mãos pra ela mesma desabotoá-lo até que o tirou.

– Eu sabia que era preto. – Disse se referindo ao meu sutiã que era visível sob a camisa branca da uniforme. – Vi você arrumando a alcinha dele e quase surtei só de imaginar você sem blusa. Eu queria tanto poder ver. – Ameaçou então desabotoar minha camisa.

Eu já estava corada infinitamente e com sensações estranhas no estômago. Rapidamente tirei suas mãos.

– N-não acho que é boa ideia.

– Ah, mas por quê? – Se aproximou respirando próximo ao meu pescoço.

Argh... eu odiava ser tão fraca às provocações dela! Ela começava a roçar o nariz no meu pescoço me fazendo arrepiar, segurava na minha cintura e eu já paralisava. Subiu sua boca até a minha e me beijou, trazendo meu corpo para junto do seu. Caminhou me levando consigo até o sofá, no qual ela sentou e me puxando pelas coxas fez com que eu ficasse por cima, com uma perna de cada lado do seu corpo.

Continuava a me beijar, gradativamente com mais vontade. Uma de suas mãos segurava em minha cintura enquanto a outra afundava em meus cabelos, segurando-os fortemente. Desceu a boca pelo meu pescoço distribuindo beijos e sucções pelo local, fazendo-me arrepiar toda, a sensação era muito boa! Ela abriu o primeiro botão da minha camisa e beijou meu decote. Distribuía beijos pelo meu peito desnudo e quando percebi ela havia aberto todos os meus botões.

Segurou minha cintura com ambas as mãos, e foi subindo. A cada toque em minha pele eu arrepiava, até que chegou aos meus seios e segurou-os por cima do sutiã, eram grandes e enchiam suas mãos, ela parecia extasiada ao apertá-los.

– Gos-to-sa! – Sussurrou pausadamente no meu ouvido. – Eu te amo tanto!

Apenas gostaria de entender porque situações como aquela me deixava tão paralisada. Mas também, Mirajane não pegava leve comigo, ela tinha que tocar nos meus seios, me chamar de gostosa e dizer que me amava, tudo pela primeira vez e tudo dentro de apenas um minuto! Conviver com ela era assim, eu tinha que estar preparada para atitudes inusitadas, mas eu ainda não estava.

E naquele momento, senti coisas que nunca havia sentido, sensações estranhas que geralmente ficavam só no meu estômago, desciam para o meu baixo ventre, como se uma pequena corrente elétrica passasse por aquele local. Eu fiquei assustada.

Não tinha sido a favor da minha vontade que tivesse aberto minha blusa, muito menos tocado nos meus seios, e depois do que ela disse, sentia-me mal, desconcertada. Podia até ser bobagem me sentir assim, mas eu que sempre vivi como se uma armadura estivesse entorno de mim, aquilo tinha ultrapassado meus limites. Eu tinha uma grande resistência em relação ao meu corpo.

Eu logo tratei de tirar as mãos dela de mim e sair daquela posição. Encostei as duas partes da blusa tentando esconder meu corpo.

– Nunca mais faça isso! – Disse a ela.

Ela mesma pareceu se assustar com minha reação, lançando-me um olhar interrogativo. Eu ofegava e devia estar bem vermelha, estava envergonhada, tanto que mal consegui olhar pra ela.

– D-desculpa. – Disse ela tristemente. – Não sabia que não ia gostar tanto assim, me desculpa.

Eu fechava rapidamente os botões da blusa. Ela levantou do sofá e passando os braços pela minha cintura me abraçou, ficando com cabeça no meu busto.

– Você tem todo o direito de ficar brava comigo, eu disse que não ia te dar motivos pra me odiar e já estou fazendo tudo errado de novo. Mas o que eu disse é verdade, eu amo você, Erza, e eu juro que não fiz por mal.

E depois disso, meus músculos se relaxaram e eu já não estava mais com raiva.

– Ah, Mira... – Levei uma mão até seus cabelos claros acariciando-os. – Sou eu que devo ser muito estranha.

– Porque estranha? – Ela então ergueu o rosto para me olhar. – Você tem todo o direito de não querer que eu te toque daquela forma e eu tenho que te respeitar.

– Eu sinto coisas estranhas quando estou com você, que nunca tinha sentido antes. Você sente coisas estranhas também?

– Own Erza, já disse que você fica muito fofa desse jeito? – Perguntou acariciando meu rosto, eu devia estar bem corada. – É normal sentir isso, eu também sinto. Quando estou com você meu coração fica tão acelerado e qualquer coisa que você faz me arrepia toda.

– Sente alguma coisa no estômago? Tipo borboletas? – Ela riu.

– Às vezes sim.

– E... mais pra baixo? – Perguntei mesmo quase implodindo de tamanha vergonha. Ela arregalou os olhos, surpresa com a pergunta, mas aproximou os lábios do meu ouvido.

– Você não sabe o quanto. – Sussurrou. – Você me deixa maluca! – Me envolveu pelo pescoço e encostou seus lábios nos meus por alguns segundos. – Não se ache estranha, sinta-se livre para sentir as coisas em vez de reprimir, porque tudo isso é normal e você vai ver o quanto é bom!

E, então, uniu seus lábios nos meus levando a um beijo calmo e demorado. A abraçava pela cintura nos deixando bem unidas. A fiz dar passos para trás até que sentasse no sofá. Dessa vez sentei ao seu lado e explorando toda sua boca sem pressa alguma, ficamos ali por minutos. Uma de suas mãos na minha nuca, enquanto as minhas seguravam sua cintura, nossas pernas entrelaçadas. Ela sorriu quando o beijo terminou e acariciou meu rosto.

– Nossa, eu acabei nem te mostrando... – Ainda ofegante, ela lentamente subiu a lateral da saia e então pude ver uma pequena parte da sua calcinha, que como ela havia dito, era de estampa de oncinha. Logo abaixou a saia novamente e ao olhar para o meu rosto riu e me deu um rápido selinho. Eu devo ter ficado com a maior cara de boba vendo aquela coxa, e que grande maldade foi me mostrar só a lateral! Ah, se eu fosse mais ousada, teria levantado o resto da saia, mas talvez eu fosse morrer com as minhas próprias sensações estranhas se fizesse isso.

– Vamos comer alguma coisa, antes que meu estômago se digira. – Levantou do sofá me puxando pela mão. – E depois vou fazer seu incrível bolo, pra compensar todas as vezes que já te roubei.

A tarde seguiu cheia de risadas. Enquanto fazia o bolo, Mirajane quase me sujou inteira da farinha e só parou quando eu ameacei quebrar um ovo na cabeça dela, mas eu só acabei a sujando de farinha também, imagina só depois ficar sentindo o cabelo dela cheirar a ovo, eca! Preferia mil vezes o cheiro delicioso que ele tinha.

E o bolo realmente ficou delicioso, recheado e coberto com morangos. Mirajane tirava sarro de mim dizendo que parecia eu ia ter um orgasmo. Na época eu nem sabia direito o que era, mas hoje em dia eu diria que o bolo de morango de Mirajane me fazia ter orgasmos culinários.

E depois de arrumar toda a bagunça na cozinha fomos estudar um pouco e no final da tarde estávamos eu e ela trocando carícias no sofá, até que depois de um tempo que ficamos apenas abraçadas ela cochilou, sua cabeça encostada sobre os meus seios. Eu fiquei apenas observando-a, acariciava de leve seus cabelos, suas expressões tão tranquilas, me remetia a uma figura angelical, ah, ela era tão linda! E o tocar da campainha da casa fez-se quebrar o meu momento mágico. Mirajane acordou assustada.

– Não acredito que eu dormi. – Disse esfregando os olhos. – Me desculpa.

– Não foi nada, gostei de ficar te observando. – Sorri.

A campainha tocou novamente. Mirajane se levantou indo até a porta.

– Elfman? Você esqueceu sua chave de novo? – Perguntou esperando ser o irmão.

– Não é o Elfman. – Respondeu uma voz feminina. – Você pode abrir a porta pra mim, filha?

Vi Mirajane estremecer e suas mãos tremeram ao girar a chave na porta. Ao abrir, do lado de fora se encontrava uma mulher muito semelhante à Mirajane, sabia que ela tinha uns 40 anos apesar de bastante conservada.

– Oi querida, que saudade! – Disse abraçando Mirajane que permanecia estática.

Ela não gostava de me contar sobre seus pais, toda vez que me falava da mãe sentia certo desprezo em suas falas. Era estranho que mesmo que o pai mal ficava com eles, ela e possivelmente os irmãos também, preferiam isso ao morarem com a mãe.

– O que faz aqui? – Mirajane perguntou.

– Eu vim ver como estão, inclusive Lisanna, eu quero ir visitá-la. – Respondeu ela. – Elfman não está? Eu vou ligar pra vir pra casa. – Foi então que ela pareceu me notar. – Ah me desculpe, você é amiga da Mirajane? – Perguntou a mim. – Eu sou Elena, a mãe dela.

Ela veio até mim e me deu um beijo na bochecha.

– E-eu sou Erza. – Respondi um pouco envergonhada.

– Que cabelo lindo você tem. – Elogiou-me.

Ouvi Mirajane resmungar alguma coisa antes de se aproximar e segurar meu braço.

– Eu vou acompanhar Erza no caminho da casa dela enquanto você liga pro Elfman. – Mirajane disse à mãe, um tanto grosseiramente.

– Tudo bem. – Ela respondeu.

– Não precisa me acompanhar Mira... – Mas antes que eu argumentasse, percebi pelo seu olhar que era melhor eu ficar calada.

Peguei as minhas coisas, dei tchau à mãe dela e segui pra fora da casa.

– Eu sei que você não precisa ser acompanhada, mas eu quero te acompanhar. – Disse ela enquanto andávamos em direção a minha casa. – Desculpe por minha mãe aparecer assim do nada, e eu praticamente te obrigar e ir pra casa, mas eu tenho certeza que vai ser bem melhor pra você não ter ficar suportando-a.

– Mira, ela é sua mãe...

– E seria melhor que não fosse. Erza, você não sabe como ela é, e para seu próprio bem é melhor que nem saiba mesmo. Pensando bem, devia eu ter ligado pro Elfman, coitado, é capaz de ele ter um treco quando receber a ligação dela.

– Eu não vou protestar, eu não a conheço e não tenho direito de dizer nada, só queria que não ficasse com todo esse sentimento negativo.

Ela suspirou.

– Vou tentar. – Sorriu. – Ah Erza, como pude algum dia na minha vida odiar você? Você me faz tão bem!

Paramos de caminhar. A rua estava deserta e ela me abraçou. Naquele momento eu me perguntava se Mirajane era mesmo a garota má que eu imaginava ou se na verdade a mãe dela era tão terrível assim. Então eu percebi que mesmo que a mãe dela não fosse, ela mal ficava com os filhos, tanto ela quanto o pai. Mirajane era a irmã mais velha e acabava por cuidar dos irmãos, e ainda tinha que lidar praticamente sozinha com o que aconteceu com a irmã. E ela tinha apenas 16 anos, seria meio que óbvio se fosse uma garota perturbada, seria óbvio também que ela tivesse descontado em mim quando soube de seus sentimentos. Ela não era má, ela apenas precisava de ajuda.

Senti meu coração apertado. Eu que achava que tinha sofrido com tudo, nunca pensei que talvez Mirajane sempre esteve sofrendo. Acariciei seus cabelos platinados que começavam a reluzir devido à luz da lua que ficava mais evidente a cada minuto que escurecia. Então levantei levemente seu rosto e fitei profundamente seus olhos azuis. Naquele momento senti uma imensa necessidade de dizer, um sentimento que havia acabado de perceber, mas que estava ali tão forte. Tantas borboletas me invadindo, tão acelerado meu coração.

– Eu te amo, Mirajane! – Selei levemente seus lábios com medo de que alguém surgisse. – E se tiver algum problema, seja com a sua mãe ou com o que for, se lembre disso. Talvez eu nunca mais vá conseguir te odiar, eu vou ficar brava na hora como hoje à tarde. – Eu ri. – Mas não será o suficiente pra vencer esse sentimento que é muito mais verdadeiro.

Ela sorriu e até me senti culpada quando vi lágrimas escorrendo dos seus olhos.

– Também te amo, te amo demais, eu ainda vou reparar tudo que eu fiz. Você já é quase uma necessidade pra mim, eu quero ficar o tempo todo ao seu lado... – Ela pausou a fala e lentamente foi me soltando ficando apenas com nossos dedos entrelaçados. – Mas eu tenho que ir, minha mãe...

Deixou a frase morrer. Antes de ela soltar de vez, olhei para nossas mãos unidas, elas perfeitamente se encaixavam. Ela chorava e eu queria tanto ficar reconfortando-a, mas saiu correndo. Eu sabia que ela precisava mesmo ir e ambas sabíamos que quanto mais ela demorasse, pior seria. Então aquela noite eu me impus uma meta: não importasse o que, eu faria de tudo para ter Mirajane feliz.

“Não é um passeio no parque

para nos amarmos

Mas quando nossos dedos se entrelaçam

não posso negar, não posso negar que você vale a pena”

Notas finais
Preciso confessar que eu desabei em lágrimas escrevendo o final do capítulo. Nem foi nada tão grandioso assim e lá estava eu quase inundando meu teclado, vai me entender e_e Meus olhinhos já tinham lacrimejado um pouco com o anterior, ai ai, olha só o que essas duas fazem comigo! Até o próximo, pessoal, e não se esqueçam de me dizerem o que acharam! Beijos