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16 Permanent


Notas iniciais
Oieeeeeeeeeee, desculpem a demora. To lerda pra escrever esses dias u_u Gente, não sei o que colocar aqui, então espero que gostem do capítulo. Capítulo super mega pequeno )=

POV (Daryl)

Nunca fui um cara romântico, nunca gostei de abraços e sorrisos, nunca cogitei a possibilidade de me sentar em um sofá e assistir um filme abraçado a uma mulher. Não faço o tipo "corações e flores", não acho que consiga me acostumar a esse tipo de coisa. E ainda assim eu me encontro nesse momento mandando rosas para Carol.

Isso tudo é só um monte de lixo poético, e a pior parte é que eu gosto disso. Gosto da pessoa que eu sou quando estou junto dela, Carol é tão diferente. E por Deus, eu não me canso de pensar no quanto aquela mulher é linda. Quem imaginaria? Eu, Daryl Dixon. O caipira ignorante. Apaixonado.

– Um bastardo romântico. — Ouço a voz de Andrea. — Interessante.

– O que você quer loira? — Pergunto caminhando para longe dela.

– Você realmente gosta da Carol? — Pergunta.

– Sim. — Digo.

– Por que? — Ela pergunta e eu paro de caminhar para encara-la. — O que ela tem de mais?

– Eu preciso ter um motivo pra gostar da Carol? — Pergunto caminhando até ela.

– Sempre tem um motivo... amor, tédio... — Andrea me olha atentamente. — Pena.

– Você não presta Andrea. — Digo e novamente dou as costas pra ela.

– Então é isso? Você tem pena da Carol?

– Eu gosto da Carol, sei exatamente o que eu sinto e tenho certeza que ela também sabe. — Falo. — Não vem querer tirar suas conclusões sobre mim.

– Eu só queria entender. — Ela diz

Continuo caminhando sem dar mais atenção a ela. Andrea consegue acabar com meu dia só por respirar. Vadia idiota. O que ela tem haver com meus sentimentos por Carol?

POV (Carol)

– Sophia, atenda a porta por favor. — Grito da cozinha.

Ouvi os passos apressados de Sophia, não pude evitar um sorriso quando ouvi sua voz ecoando pelo o comôdo da sala. Meu caipira.

– Boa tarde. — Ele sussurra em meu ouvido.

Paro de lavar a louça e me viro para ele.

– Boa tarde. — Sorrio e ele me beija.

Nossos beijos são tão íncriveis, cada um é diferente mas todos tem o mesmo sabor. Quando Daryl me toca, eu sinto que preciso de mais do que apenas um beijo, eu não quero que ele pare. Nunca.

– Vocês são tão nojentos. — Sophia fala me fazendo soltar um pequeno sorriso nos lábios de Daryl.

Ele se afasta de mim e mostra a língua para ela, que está arrumando flores em um vaso.

– Flores? — Pergunto para ela.

– Seu namorado que trouxe. — Ela fala. — Amanhã tem eleição, Philip tá certo de que vai ganhar.

– Claro, ele é o único que tá concorrendo a Governador. — comento mechendo nas petalas de rosas... Eu sempre amei rosas, mas essa é a primeira vez que recebo. — São lindas.

– Como você... — Ele sorri de lado.

– Ergh. — Sophia diz e sai da cozinha.

– Amanhã tem festa na cidade. — Digo e Daryl rola os olhos e agarra uma maçã.

– Eu odeio essas coisas. — Ele diz mordendo a maçã.

– Por que? — Pergunto. — É divertido.

– Prefiro ficar com você. — Daryl caminha até mim sem desgrudar os olhos dos meus.

– Sophia adora festas. — Sussurro quando ele começa a beijar meu pescoço.

– Ela tem a Lori. — Ele sussurra em meu ouvido. — E eu quero você.

Seus lábios alcaçam os meus, sua línga explora cada pedaço de minha boca e suas mãos me agarram prendendo-me a seu corpo possessivamente. Sinto minhas pernas amolecerem e tenho certeza que se não fossem os braços fortes de Daryl ao meu redor, eu teria um encontro com o chão de minha cozinha.

– Sophia... — Sussurro mas ele parece não me ouvir. Suas mãos agora estõa por toda parte, elas desçem de minhas costas até meu traseiro, o apertando com força. Novamente sua boca está em minha garganta, sinto sua línga fazer contato com a pele de meu pescoço, fazendo tremores percorrer meu corpo. Daryl morde o lóbulo de minha orelha e então se afasta de mim. Segundos depois Sophia atravessa a cozinha como uma bala.

– Caçador me leva no parque? — Seus olhos brilham.

Daryl rola os olhos e bufa.

– Eu tenho escolha? — Ele pergunta.

– Não. — Sophia sorri. — Vou me arrumar.

Daryl abaixa a cabeça sorrindo.

– Não é justo. — Ele diz.

– Nada é justo. — Eu sorrio e lhe dou um selinho. — Acho que também vou me arrumar... Tomar um banho... — Digo baixo em seu ouvido. — De porta aberta.

– Você não para de me provocar. — Ele diz com voz divertida.

– Dois podem jogar esse jogo. — Falo passando a ponta dos dedos em seu peitoral. — E foi você quem me provocou.

– Talvez eu devesse te jogar na cama agora. — Ele diz e cada parte de meu corpo grita para que ele faça isso.

– Faça.

Notas finais
Espero que tenham gostado, sei que não ficou muito bom. Mas no proximo eu recompenso vocês. Não esqueçam de comentar e lembrem-se que criticas são bem vindas ♥