Stay

17 Can't hold us


Notas iniciais
Oi minhas garotas perfeitas e lindas u_u Explicações: 1º. Bem, eu já tinha metade do capítulo pronto (Outra vez) E dessa vez não foi o navegador... Meu teclado deu um bug e ficou sem funcionar, só voltou quando meu irmão mecheu numas coisas aqui. 2º. Eu sou apaixonada por Caryl, MUITO, MUITO MESMO. E eu já li TODAS as fanfics Caryl da Nyah... Literalmente, eu já revirei a categoria de The Walking Dead todinha umas 10 vezes só pra ver se não tinha nada novo. E como não achei nada resolvi ler outras do Daryl com personagens originais... E acabei gostando... E passei a semana lendo... MAS EU JURO QUE FOI SÓ UMA FASE. Sou Caryl forevah u_u 3º. No inpiração. Me julguem u_u Amei todos os comentários de vocês, obrigado meeeeesmo... AND, SUPER OBRIGADO PELA A LINDA RECOMENDAÇÃO, EU SUPER AMEI E SUPER ME EMOCIONEI... Porque foi super perfeita u.u Capítulo dedicado a minha mais nova leitora, Thaaty e Brenda que me fez essa recomendação que eu amei de verdade. ♥ Espero que gostem =3

POV (Daryl)

Me sentia fraco, tão inutil e pequeno como um inseto. Não era o que eu esperava sentir, não era a reação que eu esperava ter. Me encontro agora rodeado por lembranças dolorosas que invadem minha mente como um tiro, sinto-me como se tivesse 9 anos novamente, e novamente sinto toda a dor que sentia naquela época. Penso no quanto gostaria de correr para qualquer lugar longe daquela sala, no quanto eu gostaria de não estar parado lembrando-me do dia em que Merle saiu de casa comigo em seus braços quando quebrei minha perna pela a primeira vez, ou na única vez em que ele se colocou entre mim e meu pai... Ou simplesmente pensando no quão péssimo irmão ele tem sido desde que nasci. Mas para mim, mesmo com todo esse passado fodido, ainda havia alguma coisa... Ainda havia... "família". E mesmo que meu objetivo seja de compreender o que essa pequena palavra significa, a dor constante em meu peito me mostra que não sou apenas eu... E que eu não quero que seja.

Senti a mão de Carol apertando a minha, eu queria que aquele toque causasse o mesmo efeito que sempre me causou... Mas a imagem a minha frente me impossibilitava de sentir qualquer coisa que não fosse raiva, ódio e... Medo.

Novamente a imagem de Merle se colocando a minha frente no momento em que meu pai se preparava para me acertar volta a minha cabeça, as lembraças passam por minha mente como um vulto, as vozes das pessoas naquele quarto são tão distantes quanto meus pensamentos e a única coisa da qual eu tenho certeza, é de que nem mesmo Carol poderia fazer-me sentir bem agora.

Continuo olhando para a cama aonde meu irmão está, o som das maquinas que avisam que ele ainda está vivo é tudo que posso ouvir, uma sombra de desespero passa por mim quando olho mais uma vez para sua mão recém amputada.

– Daryl. — Carol está parada a minha frente, seus olhos preocupados e acolhedores. Ela suspira pesadamente quando eu paro meu olhar sobre o dela. — Precisamos ir.

– Não. — Digo friamente voltando a olhar para meu irmão.

– Não podemos ficar. — Ela diz baixo. — Daryl... Não podemos.

– Não vou sair daqui Carol. — Digo afasto suas mãos de mim.

– Você não pode fazer nada agora. — Ela diz simplesmente. — Por favor...

Relutante, deixo meus olhos se arrastarem até a mulher parada do outro lado da sala. Respiro algumas vezes e caminho lentamente até ela. Dou uma ultima olhada para Merle, antes de Carol me levar para longe dali... Para longe da minha única família.

Continuo calado enquanto Carol guia o carro pelas as ruas de Woodbury, ela diz uma ou duas palavras em alguns momentos, mas logo volta a se calar.

Me deixo ser levado para horas atrás, quando recebi a notícia de que meu irmão estava no hospital... O que restou dele, pelo o menos.

Foi quase quando vi minha casa em chamas, sabendo que o que restou da mulher a quem chamava de mãe foram apenas cinzas, não haveria mais nada ali... Nada a ser salvo. E mesmo sabendo que ela estava morta, eu a esperava para vir me cobrir de noite. "Estúpido"

POV (Carol)

Daryl continuava calado, seu olhar distante... Era como uma criança perdida e sozinha... Perdido e sozinho. Vê-lo daquela forma me destruia, eu apenas queria abraça-lo e mandar toda a dor para algum lugar distante.

Parei o carro em frente a minha casa, ele me olhou e juntou as sobrancelhas.

– Vamos... Não vou deixa-lo sozinho naquela casa. — Digo e lhe dou um rápido selinho.

Daryl não diz nada, abre a porta do carro e sai. Suspiro, e fico o observando caminhar para dentro de minha casa. Saio do carro e o sigo.

– Daryl? — Chamo mas ele não responde, apenas se senta no sofá e cobre o rosto com as duas mãos. — Hey...

– Eu não... — Sua voz é embargada e as palavras parecem entalar em sua garganta. — Eu...

– Shh... — Me sento em seu colo e ele me aperta contra ele. — Ele vai ficar bem.

Seu rosto entá afundado entre meu pescoço e colo, seus braços me prendem a ele com força e tudo que sou capaz de fazer é acariciar seus longos fios castanhos. Agradeço mentalmente pelo o silêncio, não saberia o que dizer e também, qualquer coisa que diga não o faria se sentir melhor.

Fechei meus olhos e me lembrei do nosso curto momento horas atrás, antes de ele receber a maldita ligação. Por um segundo amaldiçoei Merle, mas logo me dei conta do quão egoísta isso era...

– Carol... — Ele sussurra depois de longos minutos.

– Estou aqui. — Digo.

– Parece que estou perto de mais de amar você. — Ele sussurra e meu coração para por alguns segundos, fico imóvel, sem saber o que dizer a ele. — Não há nada que eu possa fazer sobre isso, eu não sou bom... Nunca fui... Mas você é.

– Daryl... — Começo mas ele me interrompe.

– Você sabe que não sou aquele que quebra promessas... E eu nunca vou falhar com você. — Seus olhos finalmente encontram os meus. — Eu não vou te machucar. Aqueles olhos assustados me diziam que ele não falava apenas sobre me machucar fisicamente... Ele dizia também, que nunca partiria meu coração.

Sorri, mesmo desejando correr dali, mesmo sabendo o que aquele sorriso causaria, mesmo sabendo que eu estava perto de mais de ama-lo... Mesmo sabendo que eu já o amava.

Seus lábios vieram de encontro ao meu, e eu finalmente pude parar de pensar no quão errado aquilo seria e no quanto aquele maldito sentimento me arrancou 12 anos da minha vida. Mas ele não era Ed... Ele nunca me machucaria ou machucaria Sophia, nunca faria algo que me magoasse a ponto de odia-lo e ele estava ali, me beijando como se o mundo estivesse prestes a desmoronar acima de nós. Todos os problemas haviam sido jogados para um lugar distante e eram apenas eu e Daryl, vivendo o nosso momento.

Senti minhas costas caírem sobre o pano macio do lençól, seus olhos azuis mergulhavam nos meus, como se quisesse fazer aquele momento ser eterno. Sua mão desceu do meu pescoço até a lateral de minha coxa, ele inclinou a cabeça para alcançar meus lábios e toma-los com com carinho e luxúria, e eu queria mais... Muito mais

Mas eu sempre queria mais quando se tratava de Daryl, um beijo apenas não era o bastante, um toque não era o bastante, o tempo... Nunca era tempo o bastante. Não para apreciar os momentos e sensações que só ele me proporcionava, eu sempre quero mais, quero mais dele, quero mais de nós...

Sua boca foi de encontro a meu pescoço, mordendo, lambendo e chupando. Seus toques eram ávidos e lascivos, eu arfava a cada vez que sua boca quente fazia contado com minha pele. Lentamente, Daryl foi subindo sua mão por dentro de minha blusa, seus dedos percorriam sorrateiramente o vão entre meus seios. Daryl moveu seu quadril contra o meu, me fazendo sentir sua ereção apertada contra seu jeans.

Levei minhas mãos tremulas até os botões de sua camisa, querendo desesperadamente arrancar aquela peça de roupa, que naquele momento se tornara algo icômodo. Daryl se ajoelhou sobre o colchão e deixou que a camisa deslizasse por seus braços, ele me fitou por alguns segundos, provavelmente esperando alguma reação. Observei cada cicatriz que ia de seu peitoral, até abaixo de sua barriga e me peguei pensando no quanto queria beijar cada uma daquelas cicatrizes.

Ele se deitou sobre mim novamente, se apoiando em seus próprios cotovelos. Habilmente, Daryl se livrou de minha blusa. Fiquei paralazida por um tempo, com vergonha, com medo do que ele iria pensar ao ver as várias queimaduras de cigarro espalhadas por todo o meu corpo, ou as cicatrizes causadas por vidros ou qualquer lâmina que Ed encontrasse pela a frente. Mas ele apenas me olhava, olhava para meu corpo e voltava aos meus olhos... Me olhava como se eu fosse a única mulher em seu mundo.

– Você é perfeita. — Ele sussurra perto do meu ouvido.

Seus dedos correm por cima das cicatrizes, acariciando... Como se prometesse que elas nunca mais me causariam dor, como se disesse em palavras mudas que eu era bonita e eu posso jurar que naquele momento, eu me senti realmente bonita.

Meu sutiã foi jogado para o outro lado da sala, Daryl passou a língua em seus próprios lábios, para depois abocanhar um de meus seios. Arfei e segurei sua cabeça, puxando seu cabelo. Arquei meu corpo e tive que morder os lábios para não gritar quando o senti prendendo meu mamilo entre os dentes.

Daryl se apertava cada vez mais a mim, e eu só movia meus quadris, sentindo-o cada vez mais duro. Ele soltou um rouco gemido antes de descer seus lábios pela a minha barriga, depositando um beijo a cada cicatriz de meu corpo. Daryl rápidamente se livrou de minha calça e de minha peça intima, Gemi alto quando o senti... Lá. Ele estava definitivamente me levando a loucura, cada toque, cada beijo... Era um prazer que Ed nunca havia me proporcionado, e tenho certeza de que nenhum outro homem me proporcionaria.

Daryl se livrou de suas proprias roupas. Ele se ajeitou entre minhas pernas e me olhou profundamente. Minha respiração estava ofegante, assim como a sua. Apertei meus olhos e mordi seu ombro ao senti-lo se encaixando em mim.

Movo meu quadril, pedindo em silêncio para que ele se movesse dentro de mim, o que ele faz sem hesitar

Ele fazia movimentos lentos e torturantes de vai e vem, seu rosto totalmente afundado no meu pescoço, algumas vezes deixava escapar um palavrão ou outro. Nossas mãos permaneciam entrelaçadas, assim como nossos corpos que agora se moviam em completa sintonia. Eu já não tinha controle sobre minha mente, ou meu corpo e muito menos sobre meus gemidos, que a essa altura se tornaram gritos de prazer.

– Carol... — Ele geme baixo enquanto esmaga minhas mãos.

Ouço a cama batendo contra a parede, e por algum motivo isso me faz sorrir. Talvez seja por saber que minha vizinha fofoqueira provavelmente estaria ouvindo tudo agora, o que me deixava mais excitada.

Rápido... Forte... Uma mistura de sensações domina meu corpo, sinto uma corrente elétrica passar por mim e finalmente me liberto, gritando por seu nome, assim como ele...

(...)

Acordei e percebi que o sol ainda não havia nascido, os braços de Daryl me envolviam protetoramente contra ele. Olhei para cima e percebi que seus olhos estavam abertos. Daryl me olha e sorri abertamente para mim.

– Oi. — Ele sussurra.

– Oi. — Digo sorrindo. — Faz muito tempo que está acordado?

Ele balança a cabeça confirmando.

– Estava pensando... — Ele diz. — Em Merle.

– Ele vai ficar bem. — Digo me lembrando de seu irmão.

– Eu sei. — Ele sussurra e beija minha mão. — Dorme pequena.

Sorri ao ouvi-lo me chamando daquela forma.

– Boa noite. — Digo e fecho os olhos.

– Parece que estou perto de mais de amar você. — Ele sussurra antes que eu seja tomada pelo o sono.

Notas finais
Então é isso ai garotas, espero que tenha gostado... O Hot não ficou muito bom, eu to um pouco enferrujada nessas coisas ehueheuhe Foicou meio confuso né? Essa coisa do Merle e.e No próximo capítulo vocês vão entender melhor o que aconteceu. Comentem o que acharam do capitulo. A opinião de vocês é importante, criticas são bem vindas e comentários também u_u Amo vocês, até a próxima ♥