Stand up, be strong

13 Capítulo 13 - State of Emergency.


Notas iniciais
Como sou muito fofa e querida, arranjei alguns minutos por dia para escrever e consegui fazer um novo capítulo. Ele é um pouco menor em relação aos últimos, mas é muito emocionante kkk
Peço desculpa caso haja erros de gramática e certas frases confusas. Não reli ele antes de postar, quando eu tiver tempo dou uma olhada e mudo o que estiver estranho.
Chegamos aos 100 reviews! Muito obrigada! Foi isso que me animou para escrever esse pequeno capítulo antes de abandoná-los por 2 meses ♥ *-*
Capítulo dedicado à: BleachFanMax, Fe Neac, Doce Amarga, Reira, Pedro12345, rukiableach, liruichi, Miko.
Bem-vindos leitores novos!
Ps: Não se preocupem, responderei todos os reviews que eu recebi, como sempre faço. Mas estou sem tempo agora.
Boa leitura.

Acordei alegre e mais disposta que o normal. Após tomar o café da manhã e escovar os dentes, abri meu armário em busca de algo para vestir no encontro que teria hoje. Optei por uma calça jeans preta, uma regata com desenhos em vermelho, uma sapatilha vermelha, um cardigan listrado de azul e branco e aproveitei para usar uma de minhas bolsas preferidas por ter a bandeira da Inglaterra nela. Olhei-me no espelho e decidi prender meu cabelo, pois ele estava um pouco armado. Passei um gloss, lápis preto e sombra azul. Ótimo, agora era só esperar dar a hora.


~POV: Ichigo~

Acordei com uma dor de cabeça insuportável. Assim que abri os olhos, reparei que não estava em meu quarto. O local em que eu estava era inteiro branco e não havia outros móveis além da cama em que eu estava deitado. A porta estava na minha frente e uma janela muito pequena se encontrava ao meu lado.

“Que porra de lugar é esse? Que horas são?”.

Quando olhei meu pulso percebi que estava sem relógio. A minha cabeça doía demais e dificultava meu raciocínio. “Como vim parar aqui? Deixe-me ver... Eu estava caminhando até a casa do meu tio após o encontro com a Rukia, e... Ah, sim, aqueles homens me mandaram entrar no carro... AH, NÃO! A Rukia deve estar me esperando. Droga! Preciso sair daqui.”. Fui até a porta e tentei abri-la, mas estava trancada. Joguei-me contra ela com o objetivo de arrombá-la, porém não teve efeito algum. Dei um grito de raiva e dor. De repente vi a maçaneta virando sozinha e me afastei.

– Toma, come isso e não pense em fugir. – ele me entregou uma bandeja. – Em 30 minutos virei busca-lo, uma pessoa quer falar com você. – ele deu uma risada debochada e saiu, trancando a porta.

Quando ele voltasse para me buscar seria o momento perfeito para escapar. Enquanto comia, fique planejando minha fuga e procurando por coisas que eu pudesse usar para feri-lo caso fosse necessário. Assim que terminei de comer, reparei que havia uma câmera no teto, o que denunciaria caso eu pegasse algo suspeito. Provavelmente eles estavam me observando, porque assim que terminei de comer ouvi a porta abrindo. E eu ainda não tinha um plano, pois não sabia como era fora do quarto e muito menos em que bairro eu estava. Preferi esperar até achar a chance perfeita de escapar. O homem-armário entrou, prendeu minhas mãos com algemas e me empurrou para fora do quarto. Havia apenas uma porta no fundo do corredor, que foi onde ele me levou. O seu parceiro estava lá com alguns aparelhos de ultima geração. Sentaram-me em uma cadeira com um microfone e outros objetos em uma mesa na minha frente. Ouvi uma voz, claramente distorcida para tornar-se irreconhecível.

– Como vai, Ichigo? Eu tenho algo para você fazer.

– Não vou fazer nada que você me peça. – falei entre os dentes.

– Não esteja tão certo disso. Meus funcionários irão discar um certo numero no celular e colocarão no viva-voz. Você deve dizer o que eu pedir do modo mais convincente e natural possível se quiser sair daqui.

Eu pensei na Rukia e em como ela ficaria magoada se eu me atrasasse. Independente do que me pedissem, valeria a pena se eu chegasse a tempo.

– Ok.

~Fim do POV~


Ele estava 1 hora atrasado. Liguei em seu celular algumas vezes, mas apenas ouvi a voz da caixa postal. Eu estava impaciente e andava em círculos em frente a porta, ignorando o olhar apreensivo de minha mãe, que tentava me distrair com conversas banais.

– Sabe, filha, seu pai até aceitou bem o fato de sua menininha estar namorando. Contei para ele ontem antes de você voltar, mas ele estava muito cansado e não conversamos muito sobre isso.

– Que bom, mãe, facilita muito as coisas o fato de eu não ter que discutir esse assunto com ele. – tentei forçar um sorriso.

Ela ia dizer algo, mas foi interrompida por uma música. Era o toque do meu celular. Corri para atendê-lo, com a esperança de ser ele. As palavras que ouvi em seguida pareceram facas afiadas atravessando meu corpo.

– Que? Por quê? – tentei segurar o choro. – Por que você fez isso comigo? Eu pensei que... Pensei que estava tudo resolvido.


~POV: Ichigo~

– Ótimo, Ichigo. Sua colaboração facilitará tudo. O número para qual discaremos é de uma certa baixinha dos olhos turquesas e cabelos pretos...

– A Rukia? Por quê? Qual a ligação dela com isso?

– Na verdade ela é uma das peças principais do jogo, querido Kurosaki. Escute bem o que tenho pare te falar, está bem?

– Fala logo!

A pessoa riu e comentou:

– Ansioso como sempre. Você precisa dizer para ela que nunca mais quer vê-la e que sairá com outra garota hoje. Uma garota muito melhor. Diga que ela foi apenas um passatempo. Se você for convincente, será libertado.

– Nunca farei isso. Não me importa o que vocês façam! Que tipo de idiota são vocês? Por que não pedem dinheiro como criminosos normais?

– Porque não preciso de dinheiro. Se você não fizer o que estamos pedindo, iremos atrás dela. E eu sei que você não gostaria que feríssemos sua querida Rukia.

– Qual o sentido disso tudo? – gritei com raiva.

– Não importa, apenas faça! – a pessoa me respondeu de maneira autoritária.

Suspirei, contendo o desespero. Precisava fazer isso pelo bem dela. Não podia deixar transparecer a dor que tais palavras me causariam.

– Tudo bem... Podem discar o número.

Eles riram maldosamente e colocaram o celular em minha frente. Eu me lembrava de ter visto um igual em algum lugar. Tinha uma capa rosa com muito brilho e outras coisas gays desenhadas. Nunca esqueceria um celular tão brega assim, mas de quem é? Não me lembro.

– Alô? Rukia...? – eu respirei fundo, preparando-me para o que dizer. – Eu não irei vê-la hoje. Na verdade, nunca mais quero sair com você. Foi divertido ontem, mas achei uma garota que me entretém melhor. Você foi um bom passatempo. – conti os gritos e lágrimas de arrependimento que quase escaparam enquanto a ouvia chorar e balbuciar algo como resposta. – É isso, até logo. – Eles pegaram o celular e desligaram enquanto ela pedia por explicações.

– Muito bem, Ichigo. Mas você não será liberado ainda. – a pessoa disse de maneira cruel.

– POR QUE NÃO? EU FIZ O QUE VOCÊS ME PEDIRAM! – berrei com todas as minhas forças.

– Porque tá divertido. Segunda-feira à noite você pode ir.

Eles riram da minha reação e então me levaram de volta para o quarto. Quando eles soltaram minhas mãos soquei a parede violentamente, ignorando a dor que sentia. Gritei a palavra “vadia” várias vezes, pois tinha certeza que quem havia feito isso era mulher. Passei o resto do dia (ou seria noite?) pensando em maneiras de me vingar, até que não aguentei e adormeci.


Notas finais
Espero que vocês me desculpem por tê-los deixado angustiados com aquele final surpreendente no capítulo anterior kkk
Obrigada para aqueles que leram e não esqueçam de deixar reviews! Onegai, eu devia estar estudando em vez de escrevendo para vocês, eu mereço, vai? *-* hihi.
Até o próximo capítulo!