Notas iniciais
Bem, esse vai ser o início de tudo.

NA ESCANDALOSA ELITE DE MANHATTAN, A PALAVRA IMPOSSÍVEL não existe. Tudo é possível. E com toda a certeza os moradores dela sabem disso. Começando pelo Chelsea Hotel. Lá vivem: Serena van der Woodsen, Chuck Bass, Dean Winchester, Blair Waldorf, Samuel Winchester, Bella Swan, Nate Archibald, Clark Kent, Edward Cullen e Chloe Sullivan. E em casas muito elegantes no bairro Upper Westside na cobiçada Manhattan, vivem Dan Humphrey, Jenny Humphrey, Lana Lang. E por fim Jacob Black, que vive no subúrbio de Manhattan. Todos são estudantes da Constance Billard — para moças -, e St. Jude’s — para rapazes.

Serena van der Woodsen

Abri meus olhos pela manhã e percebi que minha cabeça doía muito. Chuck deu uma festa ontem e eu tomei um porre e fiquei com um carinha que era gay. Na hora H ele broxou. Droga, que horas são? Olhei meu relógio digital, que Blair me deu antes de me ignorar completamente, por eu ter ficado com o Nate. O relógio marcava sete e quinze, pulei da cama. Eu ia me atrasar e a primeira aula hoje é com a megera da Sra. Wilbur.

- Ah, esquece. Eu já perdi a primeira aula mesmo – sussurrei para mim mesma. Abri a porta do meu banheiro, liguei a banheira. Tirei a blusa que eu estava ontem na festa, tirei as jóias e o resto das minhas roupas e entrei na banheira.

- Hm — eu relaxei enquanto a água escoria por meu corpo.

Tomei banho com a maior calma do mundo, a segunda aula só começava às oito e meia.

Sai da banheira, peguei minha toalha e passei-a por todo meu corpo, depois a amarrei cobrindo de meu busto até metade de minhas coxas. Entrei no closet tentando escolher uma roupa para vestir, então decidi o que vestir. Peguei a minha Trench marrom-dourada original, meus óculos Brown Sandrine Round e meus brincos Tiffany de ouro, coloquei em cima da minha cama Box. Vesti um sutiã preto de veludo e a calcinha par do sutiã. Vesti meu vestido estilo detetive que eu havia colocado em cima da cama. Coloquei os brincos e optei por usar a bota Via Uno cano longo. Olhei novamente para o relógio que agora marcava oito e quinze. Saí do quarto correndo. Quando cheguei a porta lembrei de pegar meu Blackberry e minha bolsa.

Voltei ao quarto, peguei minha bolsa e coloquei meu Blackberry dentro dela. Saí de novo correndo desesperadamente até minha limusine que me esperava no estacionamento do hotel.

- Para onde senhorita Woodsen?

- Para onde mais poderia ser?! Para o Constance Billard. Seu insolente! – disse quase que gritando. Ele deu partida no motor.

Meu Blackberry tocou. Peguei ele dentro da bolsa.

Me assustei ao ver quem me mandava um torpedo; Blair.

Hm, não tem medo de ser reprovada Serena??? Ah é eu esqueci, você não sabe o que significa isso..

Então eu respondi a mensagem.

B. nós éramos melhores amigas. Você não acha que isso já esta indo longe demais?

Pouco tempo depois ela respondeu

Você não acha que foi longe demais transando com o Nate? Suspirei. Como é possível ela ainda não ter esquecido isso?

Chegamos, graças a Deus. Eu desci do carro, e fui correndo até a porta de entrada do colégio. Tropecei em um degrau. Um garoto que eu não lembrava o nome, mas que reconheci de cara, me segurou.

— Ah, obrigada! – disse a ele. Saí correndo de novo.

Blair Waldorf

Sentada na sala de aula da Sra. Wilbur eu mandava torpedos pelo meu Blackberry para S. — Senhorita Waldorf.

- Posso saber por que não está prestando atenção na minha aula? – ela disse tomando o celular de minhas mãos. Eu tinha inventar algo e rápido.

— Sra. Wilbur, estou tentando apressar Serena, já que ela ainda não chegou. E tenho medo de que ela estrague o último neurônio da cabeça dela, se é que ainda tem um lá. –

Percebi que ela estava pronta para confiscar meu celular e me enlouquecer, quando a própria S. salvou minha pele.

S. entrou na sala desesperada. Parecia que tinha vindo correndo da sua casa até aqui. Eu comecei a rir e todos os outros começaram a rir também.

- Antes tarde do que nunca senhorita van der Woodsen – disse a Sra. Wilbur furiosa.

— Eh, desculpa? – disse Serena.

- Crianças, saiam que eu vou conversar com a senhorita van der Woodsen. Todos nos levantamos e saímos as pressas da sala.

Enquanto andava pelo corredor entrei no banheiro, vi meu reflexo no espelho. Eu estava linda, como sempre. Um rostinho de anjo, cabelos pretos presos por uma tiara amarela, vestido Carttolet Rose produzido por minha mãe e uma sandália de cetim preta.

— B. preciso falar com você – disse a voz irritante de alguém que eu já amei.

- O que é Nate? – disse sem olhar para ele.

- Blair, eu esqueci a Serena...

- Ah, poupe-me Nate. Se está fazendo isso para voltar comigo, esqueça – eu o interrompi. Virei-me sai andando.

Avistei Chloe conversando com um rapaz lindo, que parecia muito elegante. Com certeza era novato. Fui na direção dela.

— Oi Chloe. – eu disse educadamente sorrindo.

- Ah, oi B. esse aqui é Clark Kent. – ela disse apontando para Clark.

- Olá, B. – ele disse sorrindo O sorriso dele era realmente muito bonito. E aqueles olhos azuis.

- B.? — Ah, oi. É um prazer conhecê-lo. Sabe Chloe, eu fiquei pensando, vamos dar uma festa de Boas Vindas para os novatos hoje. – eu falava com a Chloe, mas ainda olhava para Clark.

- Parece uma ótima ideia – respondeu ela – eu vou organizar tudo, daqui a pouco eu volto. Ela saiu de perto de nós, C. adora uma festa.

- E então? Veio de que escola? – eu perguntei intrigada.

- Eu vim da...

- B. quem é esse cara? – interrompeu Nate.

— Continua Kent – eu disse ignorando o Nate.

— Na verdade eu vim de uma cidadezinha no interior de Washington, Forks. Não é muito bom lá.

- Por que você mudou para cá?

- Por que tinha enjoado de Forks. E meu pai mora aqui. No Chelsea hotel.

— Sério? no Chelsea? Eu também moro lá. — Que bom. Posso te ver todos os dias.

— Coincidência ou destino? – eu perguntei para mim mesma em voz alta.

— Destino.

Eu abri um sorriso e me virei. Dei dois passos para frente. Olhei para o Kent de novo.

— Você não vem? – eu perguntei Ele assentiu e me seguiu.

Chuck Bass

Blair estava vindo na minha direção. Ela é tão gostosa. Chuck, cara, tu é Chuck Bass! Tu não pode achar isso da B.

- Oi Chuck, tenho que te apresentar o Clark. Ele estuda aqui. Quero que apresente todo mundo para ele. Okay?

– E o que eu ganho com isso? – eu perguntei com segundas intenções.

- Nada meu, mas que tal um convite para a festa que eu vou dar hoje? – ela disse mexendo no cabelo.

- Vai ter cerveja? Vodka? Prostitutas? – perguntei.

- Chuck você vai fazer ou não? – respondeu ela ignorando minhas perguntas.

- Por você, minha gata! – eu disse e segurei o rosto dela quase a beijando.

Ela me empurrou.

- Que nojo! – sussurrou ela. Ela passou por mim, e foi andando em direção ao meu colégio. Com certeza para ver o que o Jacob esta fazendo.

- Vamos lá então. – eu falei para o Clark. Mostrei para ele todos os cantos dos dois colégios, apresentei para ele todas as gatas e os caras. Ele disse que queria fazer parte do time de futebol e eu apresentei ele para o treinador.

- O que eu não faço pela B.? – eu disse enquanto esperava ele fazer xixi no banheiro.

— Ela é muito bonita. — Ele secou o negócio dele, vestiu as calças e lavou as mãos.

- Bonita? Ela tem um chama porque ela é virgem – eu expliquei.

- Ela é virgem? – ele perguntou surpreso e exaltado. — É. — Ela é tão bonita, e sei lá. Ela tem charme. – ele disse fascinado.

— Hey, cara! Você tá apaixonado. – eu disse.

- Talvez eu esteja. Não acredito nisso. — O cara tava mesmo gamado na B. e isso quer dizer que eu não sou o único. Isso é bom, muito bom. Saímos do banheiro.

- E aí, qual seu lance com a B.? – ele perguntou interessado.

- Meu lance? Não, nós não temos nada ainda. – eu disse. Uma gostosa passou pelo corredor onde nós estávamos.

- É hoje que eu vou me dar bem, você vai ficar sozinho agora, falou? – eu perguntei, não queria decepcionar a B. Ele assentiu e eu fui atrás daquela gata. Alcancei-a. Segurei seu ombro e ela virou.

- Olá, minha princesa.

- Oi, Chuck.

- Peraí, você me conhece?

- Todo mundo te conhece Chuck. E sim eu te conheço muito bem. Sou a garota que você tirou a virgindade semana passada.

Hm, essa doeu. Hei, eu sou Chuck Bass, eu não desisto facilmente.

— Você gostou da sua primeira vez? Quer repetir?

- Ah Chuck, foi perfeito. Claro que sim.

Nossa essa foi fácil.

- Olha, me desculpe eu tenho coisas para fazer. Que são mais importantes.

Virei-me e andei em direção de onde eu sabia que Blair estava. As escadarias do Constance Billard, para moças. E não é que eu estava certo, ela estava lá junto com a Chloe , Jenny e com uma novata que era bem gostosinha.

- B. Eu ja falei com a organizadora das minhas festas e ela disse que hoje não dá tempo, mas amanhã rola, com certeza. – disse Chloe enquanto eu me aproximava.

— Muito bom C. Ponto para você! – disse B.

– Chuck, como vai nosso novato Clark? – disse B. agora para mim.

- Ah, ele? Achei que você estivesse preocupada comigo. Mas eu sei que você me ama.

- Tá bom Chuck, só não vai corromper o Kent, ele parece ser uma pessoa muito nobre.

- Nobre B.? O cara veio de um interiorzinho lá no fim do mundo.

- Fim do mundo é onde está seu cérebro Chuck. – ela disse furiosa, eu adoro quando elas ficam com raivinha.

Ah, não! O idiota do Edward está vindo para cá. B. me puxou pela gola da minha camisa e falou no meu ouvido.

- Ah, você tem que se livrar desse cara.

Ela me largou e o Ed. já estava do meu lado.

— Oi cara, como você tá? – eu disse fingindo ânimo.

- Eu to mais ou menos, cara. Passei o braço pelos ombros dele e fui levando ele para longe da Blair.

— O que aconteceu? Por que mais ou menos? – eu disse ainda fingindo interesse. — Eu não me dei bem ontem lá na sua festa. – ele disse quase chorando. Eu esperei que ele continuasse.

- Pois é cara, uma gata falou que podia me dar uma carona para outra festinha, aí eu disse que não, por que eu não queria outra festa, eu queria ficar sozinho com ela, aí ela disse que eu era muito idiota e foi embora.- Coloquei as mãos no rosto para esconder o riso.

- Cara, ela queria transar contigo, a festinha era isso. – eu disse por entre os dentes.

- Ah, poxa eu também queria transar com ela – disse ele ressentido.

Nate Archibald

Estava na coordenação do St. Jude’s, eu tinha que descobrir quem era aquele tal novato que estava com a B.

- Posso ajudá-lo Sr. Archibald?

- Claro, pode me dar a ficha dos novatos? – eu perguntei.

- Não, me desculpe. Isso é confidencial. Não me dando por vencido, eu tentei suborná-la, era o único jeito.

- Nem se eu pedir com carinho? – perguntei tirando uma nota de cem dolares do bolso.

- Desculpe senhor, eu sou muito bem paga para ser subornada. Decidi abrir a carteira. Tirei do meu bolso minha carteira de couro, que B. me deu no outono do ano passado. Abri e tirei de lá mais cinco notas de cem dolares, entreguei nas mãos dela.

- Tem certeza de que não pode me ajudar?

E ela cedeu.

Guardou as notas no bolso da saia e foi para trás do balcão procurando a pasta requerente ao que eu queria. Ela me entregou uma pasta, eu abri, folheei de uma por uma até ver a foto do sujeito.

Clark Kent, veio transferido de Forks. Notas perfeitas, era capitão do time de futebol, e participava do clube de astronomia. Antes de entregar a pasta para ela, arranquei a foto dele e guardei no bolso.

- Obrigado.

Saí da sala. Como é possível esse cara ser perfeito? Ele tem que ter um podre, e eu vou descobrir. Saindo da sala, esbarrei com ninguém mais ninguém menos que Blair Waldorf .

- Ai, olha por onde anda! Ela levantou o rosto e quando viu que era eu, ela simplesmente passou direto.

Me escorei na parede, tentando entender por que ela não me perdoa. Duas garotas passaram pelo corredor.

- Ah, a B. Vai dar uma festa para os novatos amanhã, você vai?

- Claro, as festas da B. são as melhores.

Ótimo, eu vou nessa festa, e o Kent vai perder tudo o que não tem. Não mandei ele se meter com a Blair.

Chuck, ele vai me ajudar.

Fui atrás do Chuck, rodei toda a St. Jude’s, e não o encontrei. Ah, é claro. Deve estar na Constantine Billard, ele não perde a chance de fazer as conferidas dele.

Achei o Chuck na Constantine, mas por íncrivel que pareça ele não estava com uma garota. Ele estava com o Ed.

- E aí, Chuck.

- Ah, oi Nate. – ele respondeu.

- Você tem que me ajudar.

- Ajudar? Eu posso também? – disse Edward.

Geralmente eu não deixaria, mas tenho que ter a ajuda de todos. Eu assenti.

Contei para eles tudo o que eu planejava, nos mínimos detalhes.

- Ok, não acredito. Você quer estragar a festa da B.? – perguntou Chuck chocado.

- Não a festa da B. Eu quero estragar as ilusões do Kent. – eu disse impetuoso.

- Quente? O que tá quente? – perguntou Edward.

Argh, eu mereço.

- Olha, eu tenho que fazer isso por que nao vou permitir que o Kent fique de papinho com a Blair.

- Ok cara, se é assim que você quer. Sabe que eu to do teu lado em todos os rolos – confirmou Chuck.

- Rolo? De papel higiênico? – falou o cabeça do plano.

Chuck riu.

Chloe Sullivan

- B, agora é serio. Você não pode tirar mais dinheiro da conta da sua mãe. – repreendi ela.

- Ah, não tenho culpa se minha mãe não me deu um cartão de crédito sem limites, Chloe. O meu limite esgotou semana passada.

- B. não sei como você fez isso. Seu cartão é de dois milhões de dólares.

- Eu tive que comprar um Gucci original.

- Você comprou aquele vestido? Era edição limitada.

— É, eu comprei. Quando eu vi me apaixonei, e tive que vê-lo em meu lindo corpinho.

- Sabe, ontem eu comprei um da Prada, mas não foi tão caro quanto o seu.

- É, pelo menos já temos nossas roupas para amanhã. — Você vai usar um vestido de um milhão e meio de dólares em uma festinha de colegial?! – eu disse supper pasma.

- Claro querida, os novatos tem que ver que Blair Waldorf não está para brincadeira. Espero que você não tenha esquecido disso. – ela disse o mais fria possivel. Parecia que B. queria impressionar alguém. Mas quem?

- Blair! – gritou alguém. Eu e Blair nos viramos para ver quem era, era ninguém mais ninguém menos que o gostoso Clark Kent.

- Blair — ele chegou mais perto -, o que eu devo usar na festa de amanhã?

- Ah, vai ser um baile de máscaras, então pode ir com a roupa que quiser, contanto que seu corpinho esteja elegante. Ninguém vai saber quem você é. Ele se aproximou do rosto de Blair e sussurrou algo no seu ouvido. Quando ele terminou B. Deu um sorrisinho presunçoso e ele se afastou. Fiquei com vergonha de perguntar o que ele havia lhe dito. Mas engoli todo o meu orgulho e falei:

- Blair, o que o Kent lhe disse?

- Você vai descobrir na festa. – disse B. totalmente enigmática. O sinal soou alto demais, como sempre e nos dirigimos as nossas salas.

Clark Kent

Observei Blair enquanto ela se dirigia a sua sala.

Chuck Bass veio na minha direção .

- E aí cara? – disse Chuck.

- Nada de interessante por enquanto.

- O que você quer dizer com “ por enquanto”?

— Você vai descobrir... amanhã na festa da Blair.

Dei as costas para Chuck e fui para o St. Jude’s. O ex da Blair estava parado na porta da minha sala e impediu minha passagem.

— O que você quer, hein cara? – perguntei irritado.

- Eu? Querer alguma coisa? Porque eu iria querer alguma coisa? Eu tenho tudo.

— Não, você não tem tudo. Você não tem a Blair.

- Posso arranjar uma garota igual a Blair em qualquer esquina.

- Pode ser até parecida, mas não igual. Porque a Blair é edição limitada. E você deixou ir embora quando era seu. E você sabe disso, porque se não soubesse não estaria atrás dela igual um cachorrinho, abanando o rabo. – joguei a real na cara desse panaca.

- Posso conseguir ela de volta em um estalar de dedos. — É, né. Sonhar não mata... Entrei na sala de aula, o professor ainda não havia chegado. Sentei-me ao lado de Chuck Bass.

Vi pela visão periférica, o ex da B. entrando na sala.

— Chuck, qual o problema desse cara? – apontei para o ex da B.

— O Nate? Nada, ele é um bom camarada. Só que eu acho que, atualmente o problema dele é voce e a B.

- Então diz para ele que eu não vou desistir dela. Nesse exato momento o Sr. Optimus entrou na sala.

- Bom, meninas. Como alguns de vocês ainda não me conhecem, eu sou o professor de Física. E a Física tem que estar dentro de vocês.

Para minha total surpresa, B. entrou na sala.

- Mocinha, achei que essa escola fosse só para homens. – disse o sr. Optimus.

- E é. Queria, com sua licença, pegar emprestado um de seus alunos. – disse B.

— Com sua licença eu gostaria de tocar minha aula. Então leve logo o seu namorado.

- Ah, obrigada. Obrigada. Obrigada. – ela disse incrivelmente animada B. abriu um sorrisinho torto. Foi até minha carteira.

- Vamos antes que ele se arrependa.

- Tá bom. — Ela abriu outro sorriso perfeito de B. W. Peguei minhas coisas e a segui ate fora da sala. Quando estava fechando a porta olhei direto nos olhos de Nate e dei um sorriso malicioso.

Notas finais
Nao ficou muito bom né???
ah, comentem. e sejam sinceros.
Obrigado.
Bjs