Srta. Kaulitz

12 Capítulo 12- A primeira tentativa.


Notas iniciais
Capítulo By: LayKaulitzTom
Peço desculpas a vocês pela demora, a culpa foi minha e do meu estudo. O próximo é escrito por mim e já está pela metade...

Narradora on:

O dia não demorou em tardar em Los Angeles, e logo o sol nascia novamente. Hoje seria um dia ótimo para um pique nique no bosque, pela visão de Tom.

—Bom dia. —Diz Gustav chegando à cozinha e encontrando todos reunidos.

—Bom dia. —Responderam em unissono.

—Nat eu marquei seu ultrassom para amanhã. Tem algum problema? —Bill diz à cunhada que até então permanecia calada.

—Tudo bem Bill. —Natasha se pronunciou sorrindo.

—Sabe Natasha, eu estava pensando da gente sair hoje. Só nós dois. —Tom diz e tanto os garotos quanto Natasha o olharam surpresos por esse convite.

—Seria ótimo. — a garota concorda sorrindo e se retira da mesa indo para o jardim da mansão.

Ela sentia falta da Alemanha. Sentia falta do frio que lhe rondava, as fugidas à noite para ir a alguma festa escondida com sua amiga Carol. Ah, Carol! Ela era uma amiga e tanto... Apesar de ter a traído, ela fazia falta.

—Natasha? —Lay se aproxima da garota.

—Sim? —Natasha se vira e a olha.

—Desculpa por ontem. Eu nem sei por que fui te levar pra lá. Aquelas mulheres são realmente umas vadias. Nem acredito que me envolvi com elas, e não liga para o que elas falaram. Você é linda do seu jeito—Disse Lay e saiu rapidamente dali deixando Natasha pensativa.

(...)

—Está pronta? —Tom bate à porta do closet do quarto onde Natasha tinha se trancada à 30min.

—Estou. —saiu do closet e foi observada por Tom, que sorriu para ela. A garota estava simples e linda. Uma beleza nunca vista antes pelo Kaulitz. Era impressão ou ela estava ficando cada dia mais linda?

O casal desceu até a sala e anunciou aos demais que estavam de saída. Tom pegou uma cesta com o lanche da tarde de ambos e se encaminharam para o carro. Era até de se estranhar esse comportamento de Tom, mas ele tentava fazer com que os dois fossem pelo menos amigos durante o casamento.

—Onde estamos indo? — Natasha quebrou o silêncio que pairava entre eles, enquanto Tom seguia caminho para o bosque.

—Vamos fazer um pique nique no bosque. Conversar, nos conhecermos um pouco melhor. —O Kaulitz diz e sua esposa apenas assente com a cabeça. Rapidamente chegaram ao local desejado e saíram do carro.

Foram de encontro a alguma sombra confortável.

—Aqui é ótimo. —Falou Natasha forrando o chão com uma toalha de mesa típica de um pique nique. Sentaram-se.

O bosque estava tranquilo. Alguns casais de namorados, pais e seus filhos, pessoas brincado com seus animais de estimação. Uma cena que fez Natasha pensar em como seria se Damon, seu ex-namorado, tivesse aceitado seu filho. Se eles seriam uma família feliz. Mas logo tratou de espantar tais pensamentos e voltou a admirar o local.

—O lugar é realmente lindo. —Comenta a garota voltando a olhar para Tom, que apenas concorda.

—Então, me fale um pouco sobre você. —Pediu o moreno os servindo com um suco de pêssego.

—Bem, o que quer saber? —Perguntou Natasha. Tom deu de ombros sorrindo.

—Do que você gosta, do que não gosta. Sei lá, qualquer coisa que eu não saiba.—Disse ele.

Era até estranho, pelos olhos de ambos, conversarem tranquilamente sem haver uma discussão.

—Tudo. —Diz Nat sorrindo após bebericar o suco.

—Não, eu sei que você é irritante, chata, linda... —Tom brinca já começando a rir após ver a careta de sua companheira.

—Não teve em graça. —Disse ela fingindo estar emburrada e segurando o riso.

O Kaulitz se aproximou dela e lhe deu um pequeno abraço seguido de um beijo no topo da cabeça.

—E baixinha. —Concluiu ele voltando a rir.

—E você é o muro da vergonha né?! —Natasha diz debochada se referindo ao muro de Berlim.

—Você acha? Pelo seu tamanho perto de mim, pode até ser. — é, aquele momento tranquilidade entre ambos já estava durando muito...

—Ah Kaulitz! Você tira minha paciência. — Falou a garota entre dentes.

Tom apenas ria da situação.

—Eu tiro sua sanidade. Isso sim. —Afirmou ele confiante de sí.

Nat revira os olhos.

—Eu vou embora! — ela ameaça a se levantar. Mas Tom puxou seu braço a trazendo para mais perto dele.

—Não vai não. A gente ainda nem lanchou. Vai ter que esperar. —Natasha bufou impaciente, mas concordou.

Começaram a comer as besteiras que Tom tinha levado e voltaram a conversar civilizadamente. E agora, conhecendo um pouco mais um do outro.

O sol já começa a se pôr, e o novo casal se recolhia para o carro.

Em meio ao caminho para casa Natasha avistou uma sorveteria.

—PAARAAA! —Gritou segurando no braço de Tom, que parou o carro bruscamente assustado.

—Tá louca? Poderia acontecer algum acidente! —Tom a reprova olhando-a com uma certa preocupação e raiva.

—Eu quero sorvete. — Natasha falou manhosa fazendo bico.

Tom revirou os olhos e bufou, mas logo achou fofo o modo da garota falar. Estacionou o carro e saíram ambos do mesmo, indo em direção à sorveteria.

Sentaram-se numa mesa de canto afastada das outras.

—O que irão pedir? — Perguntou a garçonete com seu bloquinho e caneta em mãos.

—Sorvete de morango para ela. —Tom falou.

—E de limão pra ele. — Natasha conclui a frase e sorriram um para o outro.

(...)

Hoje seria o primeiro ultrassom de Natasha.

Ela se encontrava um pouco nervosa. Olhou-se no espelho por uma última vez e saiu do quarto descendo até a sala encontrando Tom, Lay e Gustav brincando de dominó, Georg e Bill assistindo um filme qualquer.

—GANHEEI. — Comemora a mais jovem pulando e comemorando vendo os dois garotos fazerem caretas.

—Por pura sorte. — Murmura Tom fazendo bico.

—Sorte Tom? Ganhar três vezes seguidas é sorte? —Gustav diz contrariado.

A esse momento Bill, Nat e Georg assistiam os três discutirem sobre o pequeno jogo.

—A na próxima eu deixo vocês ganharem. —Lay diz e eles lhe mostram a lingua.

—Eu também tenho uma. —A garota diz e mostra a sua também.

-Quero ver você me ganhar no guitar hero. —Tom se levanta e fica a sua frente com pose de maioral.

—Fácil. —Diz Lay colocando as mãos na cintura o desafiando.

—Essa até eu quero ver. —Georg se pronuncia ajeitando-se no sofá ao lado de Natasha.

—Pena que irá ficar para mais tarde. Agora tem a consulta da Nat no médico. —Bill, sempre o responsável.

—Que tal hoje a noite ser apenas de jogos, pizza e coca cola? —A nova Kaulitz se pronuncia os olhando. Todos pareceram pensar um pouco e concordaram animados.

—Então, vamos? —Pergunta Gustav se levantando.

—Quem vai? —Tom questiona.

—Todo mundo! —Natasha exclama contente e eles concordam.

Após chegarem ao consultório médico, os pacientes ali presentes os olhavam curiosos.

—Os dois estão grávidos. —Brinca Tom apontando para Natasha e Gustav, que o olhou feio mostrando o dedo.

—Hey! Esqueceu-se de mim meu amor? —Georg entrou na brincadeira segurando o braço de Tom e unindo suas mãos.

Os demais riram, enquanto as pessoas ali olhavam estranhando toda a situação.

—Claro que não meu lindo. —Tom o responde e logo riram juntos negando com a cabeça.

—Srta. Natasha Kaulitz? —Perguntou a recepcionista olhando de Nat para Lay confusa.

—Sou eu. —Natasha fala levantando a mão.

A mulher sorriu para ela.

—Me acompanhe por favor. Doutor Lincon a espera. —Disse fazendo gestos para que Nat a segui-se. Natasha olhou para todos e parou seu olhar em Gustav, o pedindo pelos olhos para que a acompanhasse. Ele assentiu e se levantou. Saíram os dois primos, da sala de espera e entraram na sala do Dr. Lincon. Um homem de meia idade que se sentava atrás da mesa branca, e os olhava sorrindo simpático.

—Srta. Kaulitz. Como vai? —Disse Lincon se levantando e os cumprimentando com um aperto de mão.

—Bem, obrigada. —Respondeu a garota sorrindo.

—E você é...?-Perguntou o doutor à Gustav.

—Gustav Schäfer. Primo dela. —Falou e Dr. Lincon apontou para as duas cadeiras a sua frente para que ambos se sentassem.

—Bem, eu sou o Doutor Lincon Powen e estarei cuidando de você, Natasha, durante sua gravidez. —Se pronunciou ele logo começando com a consulta. Natasha já se encontrava deitada na maca com aquele gel em sua pequena barriga volumosa.

Dr. Lincon autorizou a entrada dos quatro que os esperavam para ver o ultrassom. A garota segurava firme na mão do primo. Sentia um misto de alegria e tensão. Logo já se ouvia o batimento do coração do bebê. Natasha se emocionou e deixou duas lágrimas derramarem por seu rosto.

Dr. Lincon lhes mostrou o pequeno ser que se formava, naquela tela.

—Eu não estou vendo nada. Só borrões cinza e preto. — Reclamou Georg emburrado. O médico soltou um pequeno riso.

—Aqui. Está vendo? —Mostrou para eles o ser que se mexia pouco. Georg assentiu.

Aquele dia nunca seria esquecido por eles.