Sorrisos Mortais

12 Um Simples Ciúme


Notas iniciais
Olá de novooo ^.^ O cap anterior foi confuso?? Sim! Mas eu nunca deixo de explicar.. Falando sobre os comentários, somente 1 pessoa está comentando ultimamente :/ Pow, estou triste :/ Sei que vocês também tem seus motivos, mas comentem sempre que puder, okay? Estarei ansiosa esperando os comentários, eu os adoro e quero saber o que vocês estão achando! Ficarei muito feliz caso mais pessoas comentem, não sumam, por favor! E a pessoinha que está comentando (não falarei o nome, pois não sei se vai agradar muito a pessoa) Muito obrigada por me apoiar!! Aah, segunda-feira (27/07) eu vou sair e não vou poder nem mesmo escrever, então vou ver se escrevo no domingo e programo a postagem pra segunda-feira, ok? Eu acho que estou sendo um tanto informal nesses caps, vou ser bem mais formal agora. Aai pessoal, estou postando pelo cel e não tem a opção "Negrito", por isso, tudo o que devia estar em negrito, coloquei entre aspas ('Exemplo'). Boom, falei tudo o que desejava, agora leiam em paz ^.^

– N-Narumi-chan... É você...

¥..........¥..........¥

– Sim, quem mais poderia ser? -- Sorriu descontraída.

– Aa... Por que está aqui?

– Ora, sou sua amiga, não seria legal deixa-lo sozinho neste estado.

"Amiga...? Finalmente pude ter ao menos uma amiga! Espere... Eu não sou seu amigo, 'ela' é minha amiga." Gargalhei em pensamento, aquela risada maligna que aterroriza todos que a escutam.

– Claro, obrigada por se preocupar comigo, estou bem. -- Afirmei ao sorrir inocentemente.

– Por nada! -- Um breve silêncio tomou conta do quarto enquanto Narumi sorria.

– Desculpe-me, -- Quebrou tal silêncio. — Mas você aparentava tristeza ao dormir. -- Sua delicada boca se fechou à desmanchar o belo sorriso. Pareceu curiosa, preocupada ao mesmo tempo.

– Tristeza? -- Fiz o mesmo.

– Sim. Ao dormir seus olhos se enchiam de lágrimas, lacrimejavam um pouco. Sua expressão era triste, um tanto depressiva, além da forte respiração.

– Ah, sim. Tive um terrível sonho.

– Terrível? -- Meus olhos se encharcaram de lágrimas, assim como ela havia dito, das quais escaparam dos mesmos. — Kiyoto-san? Você está bem? -- Senti seus pequenos e suaves dedos à secar meu rosto molhado. A delicadeza e o calor teimavam em ser quase iguais aos da linda moça que chamou-me de filho... Uma palavra tão triste...

– Não me toque! -- Virei meu rosto para que ela se afastasse e tal coisa ocorreu.

– O que foi? Fiz algo errado? -- Espantou-se.

– Desculpe... -- Posicionei a palma da minha não sobre o local que fora tocado. — Devo ter sido grosso. O ocorrido foi... Eu não me sinto à vontade quando outros fazem o que acabou de fazer.

– Sim? Bom... Devo-lhe desculpas, não o farei novamente.

– Muito obrigado...

– Aa... Se não se importa, pode contar-me sobre seu sonho? -- Desviou seu olhar.

– Claro... Bom, no sonho eu encontrei minha falecida mãe...

– Huh? Isso não é bom? -- Intrigou-se.

– Na lógica, talvez sim, na prática, não.

– Como?

– Acho que não pôde entender muito bem. Todos acham que isso deveria ser bom, mas se você estivesse no meu lugar, sentiria-se triste, pois iria querer vê-la novamente e por mais tempo, assim a saudade deveras aumentaria.

– Oh, sim. Entendo.

– Sem mencionar que fui atacado por... -- Vi que, em meu peito, não havia cortes. Estava intacto. — O que?? Mas ele machucou-me! Eu vi sangue! Fora ontem, não tem lógica, não cicatrizou!

– Acalme-se! Sobre o que está falando?? Quem lhe atacou??

– Um homem! Eu não tive a oportunidade de o identificar! Mas... As enfermeiras viram o corte aberto em meu peito! Chame-as!

– S-Sim. -- O fez.

– Chamou-me, Kiyoto-san? -- Uma delas perguntou ao entrar.

– Sim! Ontem, um corte profundo no meu peito... Havia! Havia! Havia sangue, vocês viram, não viram? Eu sei que viram, vocês me socorreram!

– Tome fôlego entre as frases, não fale rapidamente. -- Repreendeu-me a outra. — Bom, vimos, mas não vimos. O senhor passou mal ontem, mas não havia sangue, nem mesmo corte algum! O senhor não possuía ar, estava em desespero revirando seus olhos pelo quarto.

– Chamamos o médico, que estava em frente ao quarto, -- Uma das duas continuou. — Mas quando entramos, o senhor já estava inconsciente.

– Não havia cortes...? -- Sussurrei para minha própria pessoa.

'~FLASH BACK ON~'

[...]
– Você adorava lâminas... Ainda adora? Lembra-se de mim?
[...]

'~FLASH BACK OFF~'

"Isso deve significar que o tal não me conhece por completo... Ou algo o impede de saber mais. E pelo visto eu o conheço... De fato!"

– O doutor nos disse que o senhor não entrou em algum tipo de crise, afirmou-nos que poderia ser emocional ou que algo mexeu muito com o senhor. -- Ouvi uma das enfermeiras dizer.

"Algo mexeu muito comigo? O homem... Seria tudo fruto da minha confusa mente?"

– Eu não tive um dia satisfatório, imaginei coisas ruins, o que pode ter influenciado. Não quero conversar, podem sair? -- Fui direto.

Assentiram, retirando-se do local.

– Narumi! -- Exclamei antes mesmo que pudesse retirar-se. — Pode ficar?

Virou-se e fitou-me diretamente no rosto.

– Claro -- Afirmou com a cabeça e voltou ao meu lado.

'~SAKI NARRANDO/MINUTOS ANTES~'

Haviam muitas pessoas na entrada do grande edifício onde Narumi estava, a perdi de vista e tive de me virar. A professora havia dito que o Kiyoto estava internado e ao lado do nome do edifício, havia a palavra "Byouin" escrita um pouco menor que as outras palavras e num tom vermelho tendo como fundo as paredes brancas da estrutura do prédio (Byouin = "Hospital" na língua japonesa). Entrei e na recepção fiz uma pergunta.

– Olá, poderia dizer-me se Yoshida Kiyoto-san está internado neste hospital?

– Sim, só um minuto... -- Passou alguns minutos pesquisando, até que encontrou um resultado. — O Yoshida-san está no quarto 029 do 7 andar.

– Muito obrigada! -- Saí correndo até lá antes que autorizassem.

– Ei, moça, espere! -- Gritou a recepcionista.

Ignorei-a e peguei o elevador. Ao chegar no 7 andar, saí procurando o quarto número 029. Varri todo o corredor com meus olhos, olhando cada número, observando por dentro dos quarto abertos. Mais para a frente, avistei duas mulheres vestidas de enfermeiras ao sair de um dos quartos. 015, 016, 017, 018, 019, 020, e assim fui até chegar no quarto em que as enfermeiras estavam, e, por coincidência, era o quarto de número 029. Colei minhas costas sobre a parede na intenção de escutar possíveis conversas sem ser vista.

– Narumi! -- Ouvi uma voz masculina, aparentava ser a de Kiyoto. — Pode ficar? -- Continuou.

– Claro. -- Agora a voz da Narumi, parecia haver passos, como se ela estivesse distanciando-se da porta.

Olhei para dentro discreta e vi Kiyoto deitado na maca do hospital, cheio de hematomas e curativos, seus olhos se escureciam por conta das olheiras, ele parecia pálido e desidratado e uma bandeja com comida empoeirava em cima de um mesinha ao lado da maca, ele nem mesmo deve ter tocado na comida. Narumi, parada ao seu lado, fazia carinho levemente em seu rosto. Kiyoto pouco sorria, parecia gostar do ato de carinho recebido por Narumi.

"Droga! Ele não pode gostar dela! Impossível!!!" Arregalei meus olhos ao perceber o que acabo de pensar.

' "Eu... Estou com ciúmes??" '

'Continua...'

Notas finais
Uoooool Saki-chan com ciumes do seu inimigo? *0* Pessoal, comentem por favor :( Não se esqueçam de mim, não sou o Kiyoto, eu só o criei, não tenham medo de mim :( Espero que tenham gostado ^.^