Sorrisos Mortais

13 Acontecimentos Depressivos Desmancham Meu Sorriso


Notas iniciais
Olá. Pessoal devo lhes contar algo que me deixou péssima. Eu reparei que muita gente, MUITA gente, está acompanhando a história (na questão de lê-la), mas não está marcando a opção de "acompanhar". Meus capítulo tem muitos acessos e todos giram em torno do mesmo número, ou seja, tem algumas pessoas que devem ter lido a fanfic direto. Eu posso até entender, as vezes eu lia vários capítulos seguidos de alguma história sem acompanha-la por que ficava curiosa e acabava esquecendo disso, mas eu sempre me lembrava de acompanhar no final, mas parece que muitos estão lendo-a até o último capítulo postado e largando-a... Também tem vários leitores sumidos aqui, eu fico péssima quando vejo que ninguém está comentando.. Apareçam, por favor!! Não custa nada parar pra escrever nem que seja uma única palavra! Por favor, estou triste de verdade. Também tenho uma notícia ruim. Eu só vou poder postar alguns dias da semana, terça-feira e quinta-feira, estes são os melhores dias pra mim. Se eu escrever bastante, eu posso vir a postar mais de um cap ou postar adiantado. Por que esta mudança? Isso por que vou começar uma nova fanfic. Estou na dúvida entre três fanfics que desejo/devo iniciar, por isso não vou especificar qual é, mas é por isso que vou mudar desde já o intervalo entre as postagens. Eu gostaria MUITO que tivessem bastante comentários quando eu entrar novamente no Nyah, por isso, não saiam daqui sem antes comentar nem que seja uma única palavra! Estou de olho nas visualizações, por isso sei quantos passaram por aqui e quanto desses comentaram, hein? Não se esqueçam, por favor!!!

"Droga! Ele não pode gostar dela! Impossível!!!" Arregalei meus olhos ao perceber o que acabo de pensar.

"Eu... Estou com ciúmes??"

¥..........¥..........¥

– Narumi, por favor, deixe-me sozinho, não estou muito bem. -- Kiyoto pediu.

– Claro, mas o que sente?

– Nada de mais, apenas uma dor de cabeça. Quero, somente, passar um tempo sozinho.

– Tudo bem, voltarei amanhã durante a tarde após a aula. -- Curvou-se e virou-se. Pretendia sair, mas não dera um passo sequer. Deu meia volta e aproximou-se da maca novamente, se abaixou um pouco segurando algumas mexas de seus cabelos ruivos e lisos, dos quais caiam sobre o rosto pálido de Kiyoto. Ela encostou seus lábios nas bochechas dele, dando-o um leve beijo. Narumi Levantou-se novamente e soltou os fios de cabelo, que caíram e acomodaram-se sobre os ombros e seios da mesma.

– Estarei à sua espera amanhã. -- Kiyoto deu um leve sorriso, um tanto inocente.

"Não toque no Kiyoto, garota!" Desta vez não me importei quando pensei.

Narumi devolveu o sorriso e dirigiu-se até a porta do quarto. Percebendo o perigo de ser vista, me escondi dentro de um quarto, que, por sinal, estava vazio. Narumi passou reto, saí de onde estava e aproximei-me do quarto de Kiyoto, esperei alguns minutos, para não despertar desconfiança e entrei.

– Olá, Kiyoto-... -- Assustei-me, interrompendo minhas palavras, quando vi um sorriso medonho, assustador, um terrível sorriso assassino no rosto de Kiyoto. Eu já havia mostrado que ali estava, não poderia descobrir o que ele estava pensando.

Kiyoto desmanchou rapidamente o seu sorriso e fitou-me nos olhos.

– Saki-chan? Por que está aqui? -- Perguntou-me surpreso.

– E-E-Eu... Disseram-me que você estava internado, decidi visita-lo... -- Sorri disfarçando o medo que me obrigava a sair daquele local.

– Você?? Não seria você aquela garota que tanto me odiou?

– Kiyoto, eu não deixei de odiá-lo! Apenas pensei que seria bom vir vê-lo algum dia.

– Certo, o que quer?

– Nada importante. Seria melhor eu não aproximar-me de você. -- Retirei-me de lá por medo, não consegui me conter.

~KIYOTO NARRANDO~

Logo após retirar-se, a Saki-chan fechou a porta do meu quarto, então olhei para a janela esperando apreciar a paisagem, mas dei de cara com o homem que havia me atacado no hospital, levei um enorme susto! Eu já havia melhorado, por isso enxergava bem.

– P-Pai??

~ALGUNS DIAS DEPOIS~

Eu estava na sala da minha casa, sentada no sofá assistindo TV, estava relembrando de quando eu e meu amado ficava-mos ali assistindo filme. Ele me abraçava, não afastava-se de mim por nada, acariciava meu rosto, passava levemente seus dedos entre algumas mexas de meu cabelo. O clima era depressivo sem o homem que amo ao meu lado... Em algum momento, a campainha tocou. Andei até a porta e abri-a fitando alguém parecido com... Sim, segundos após desconhece-lo, percebi que o homem era realmente Yoshida Kiyoto.

– Droga, Kiyoto! Até em minha casa não possuo paz? -- Reclamei.

– Me desculpe, como tive alta do hospital, pensei em visita-la. -- Respondeu sorrindo.

– Eu não quero sua companhia! Saia imediatamente deste local!

– Espere! Deixe-me pergunta-la algo!

– Sim, diga rapidamente! -- Tivemos um minuto de silêncio. Um silêncio nada confortável, não com aquele homem frente à mim.

– Por que me odeia?

Calei-me. Não podia acreditar no que havia escutado.

– Você não sabe?? Não, claro que não! Você pensa que pode fazer-se de inocente, mas você não me engana! POR QUE ACHA QUE O ODEIO??? POR QUE??? ... -- Silenciei-me por pequenos segundos. — Você o matou, não o matou? -- Perguntei com meu tom de voz diminuído, um tom mais sério e raivoso ao mesmo tempo.

– Sim, o matei.

– E ainda tem... AINDA TEM A CORAGEM DE CONFESSAR DESSE MODO, COMO SE NÃO FOSSE NADA DE MAIS?!?

– Hey, acalme-se! -- Intrigou-se. — Eu pensei que ficaria feliz!

– Feliz??? FELIZ??? CLARO, FICARIA ÓTIMA SE A PESSOA QUE EU AMO MORRESSE! POR QUE PENSA QUE EU FICARIA FELIZ???

– Por que eu o matei por você. Matei-o para que pudéssemos ficar juntos. -- Aproximou sua mão de mim, da qual segurava um buquê de flores. Estava afirmando que aquilo seria um presente.

– Claro. -- Dizia com aquele mesmo tom mais baixo. — Você me ama, não é mesmo? -- Segurei levemente as flores oferecidas.

– Sim. -- Sorriu.

– Se você me amasse de verdade, não o mataria, pois preferiria que eu fosse feliz com ele do que triste com você–- Ao pronunciar aquelas palavras, joguei violentamente aquele buquê no chão, bem na sua frente. Kiyoto assustou-se, vi tristeza em seus olhos. – Eu nunca vou te amar! Pelo contrário, eu te odeio e sempre irei odiá-lo!–- Virei-me e bati a porta, deixando-o lá.

~KIYOTO NARRANDO~

A porta foi fechada fortemente após ouvir coisas terríveis da garota que amo. Olhei para o chão e vi as flores que comprei à ela despedaçadas pouco à frente de mim. Senti meu rosto ser lavado por algumas lágrimas que escorriam por ele. Agachei-me devagar e segurei o buquê cuidadosamente, assim, levantei-me. Olhei para as flores, todas destruídas. Levei-as para uma praça e depositei-as na terra, retirei-me e tomei o caminho de volta para minha casa entristecido.

"Matar... Matar... E-Eu preciso matar!"

Continua...

Notas finais
Gostaram? Comentem, por favor! Lembram-se do que disse nas notas iniciais? "Eu gostaria MUITO que tivessem bastante comentários quando eu entrar novamente no Nyah, por isso, não saiam daqui sem antes comentar nem que seja uma única palavra! Estou de olho nas visualizações, por isso sei quantos passaram por aqui e quanto desses comentaram, hein? Não se esqueçam, por favor!!!" Entendido? Por favor, não passem por aqui sem dizer-me algo! Obrigada...