Sorrisos Mortais

14 Volto Mostrando O Verdadeiro Terror


Notas iniciais
Yoo ^^ duas pessoinhas comentaram :/ só duas :/ Pow, você aí que está lendo isso, comeeente por favooor! Hoje terá uma surpresaaa o/ Boa leitura...

"Matar... Matar... E-Eu preciso matar!"

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Passaram-se algumas horas, era à noite. Na falta de algo para fazer, andava pela rua onde a Saki-chan morava.

"A primeira que aparecer eu mato!" Logo após pensar, vi a Saki-chan saindo de sua casa e recolhendo algumas cartas que foram entregues lá.

~FLASH BACK ON~

Eu nunca vou te amar! Pelo contrário, eu te odeio e sempre irei odiá-lo!

~FLASH BACK OFF~

Senti meu rosto ser molhado por minhas próprias lágrimas, arregalei meus olhos, apesar do que ouvi, eu ainda a amava, mas ela foi a primeira que me apareceu...

"E-Eu não posso mata-la... Devo procurar outra" Ela entrou em sua casa com algumas cartas na mão e a porta fora fechada.

"Tudo bem, ela entrou, agora devo procurar outra." Continuei a vagar solitário pelo local à procura de mulheres.

~FLASH BACK ON~

Eu nunca vou te amar! Pelo contrário, eu te odeio e sempre irei odiá-lo!

~FLASH BACK OFF~

Esta frase não parava de invadir meus pensamentos, até que não resisti e chorei em silêncio.

~MINUTOS DEPOIS~

– Kiyoto-kun, você está chorando? -- Uma voz feminina distante atingiu meus ouvidos. Levantei minha cabeça olhando para frente e vi Narumi vindo na minha direção. Sequei minhas lágrimas e parei ao vê-la na minha frente.

– Não, não estou. -- Disfarcei.

– Mas haviam lágrimas em seu rosto! Se não se importar, diga-me o que houve. -- Calei-me por alguns instantes, mas, de fato, decidi desabafar.

– Eu... Todos me odeiam... Não possuo amigos nem família... O mundo inteiro pensa que sou um assassino, mas... Você acredita no que digo?

– O que? Claro que acredito! Eu sou sua amiga, não? -- fitei Narumi surpreso. Não deixei resposta, apenas sorri.

– Caso não se incomode em dizer-me, você vai para algum lugar? — Perguntei ao mudar o assunto.

– Ah, sim, estou indo para a minha casa.

– Hmm... Então o dever de um homem como eu é acompanha-la até o seu lar.

– Faria isso?

– Claro, aliás, passa-se de 23 horas, esse horário é perigoso para uma mulher indefesa, principalmente quando se está sozinha.

– Ah... Muito obrigada. -- Sorriu. Fui ao seu lado e levei-a até sua casa.

~NO CAMINHO~

Estávamos numa rua um pouco escura, deserta, conversava-mos descontraídos.

– Sabe, Kiyoto-kun, eu-... -- Interrompi suas falas ao empurrar sua cabeça ao chão e bate-la fortemente. Fiz o mesmo até que desmaiasse, e ocorreu. Segurei-a em meus braços e a levei até uma floresta um tanto grande que ficava perto dali. Ao chegar no meu destino, posicionei-a sentada na grama e apoiei suas costas em uma árvore. Fiz todos os preparativos e sentei-me ao seu lado, fiquei à espera de que acordasse.

~MINUTOS DEPOIS/NARUMI NARRANDO~

Abri meus olhos devagar e olhei em volta. Tudo girava, estava estranho. Fui recuperando-me, até que vi o Kiyoto-kun sentado ao meu lado afiando uma de suas Katanas. O mesmo fitou-me bem nos olhos.

– Acordou? Que bom! Estava à sua espera! -- Sorriu.

– O que pretende?? -- Assustei-me.

– Você logo irá descobrir. -- Ele levantou-se e veio até a minha frente, ainda segurando sua Katana.

Olhei para minhas pernas e estavam amarradas, tentei desamarra-las mas minhas mãos também estavam. Olhei novamente para o Kiyoto e reparei que ele usava luvas, provavelmente para não deixar suas digitais em local algum. Ao lado de onde estava sentado anteriormente havia uma mochila, da qual eu não sei o que guardava. Ela estava aberta, mas não se via nada dentro. Kiyoto ajoelhou-se e fez pequenos cortes no meu rosto.

– Ei, isso dói! -- Reclamei.

– Sim, eu sei. -- Neste momento, seus cabelos se tornaram pretos, assim como seus olhos mudaram para a cor vermelha. Me assustei, afastando-me um pouco para trás. Eu tinha muito medo, não acreditava que aquilo aconteceria, não comigo.

– V-Você... Você é mesmo o... Você mentiu pra mim, fingiu ser o que não era! Eu não devia ter acreditado em vo-... -- Ele me interrompeu, apertando minha garganta com a intenção de me sufocar.

– Sim, eu sei! Eu fingi ser inocente para conquistar a sua confiança, e, assim, poder ter a honra de tortura-la!

– P-Por que eu fui... Acreditar em você? -- Comecei a perder o ar.

– Por que você foi feita para morrer nas minhas mãos! Todas foram! Eu, de fato, tinha que por minhas mãos nesse corpo, tinha que rasga-lo por completo!

– A-Aaa.... P-Pare! -- Ele me soltou, fez o que pedi, mas não deve ter sido por que pedi...

Apanhou novamente sua Katana e cravou-a no meu tórax e foi rasgando a minha pele para baixo. Ele cortou-me fundo, cortou até onde dava. Eu, com certeza, gritei o mais alto possível, a dor era imensa. Ele riu, mas não somente riu, como também enfiou suas duas mãos dentro do corte feito e o abriu, depois segurou minhas costelas e puxou-as devagar, o fazia como se estivesse numa cirurgia! Após minutos puxando-as, soltou-as antes que quebrassem. Eu não podia respirar, pois doía mais, então respirava o menos possível. Escorria muito sangue pelo meu ventre, eu o olhava desesperada, pois teria uma hemorragia pelo tamanho do machucado. O Kiyoto se sentou e ficou vendo minha morte, mas uma hora decidiu ajudar-me à morrer. Retirou de sua mochila um machado, não de tamanho tão grande. Desamarrou minhas pernas, esticou-as e separou-as. Eu teimava em junta-las e dobra-las para que ele não fizesse o que desejava, mas, uma hora, posicionou-as do modo que queria e sentou-se em cima das duas pernas, para que eu não as movesse. Kiyoto pegou seu machado e fez um pequeno corte no meio da minha coxa, do qual encheu-se de sangue. O mesmo amputou minha perna no local onde fizera o corte. Gritei novamente, desta vez mordendo meu lábio inferior. Me contorcia devido a dor e tentava desviar minha mente daquilo, mas nada era possível.

Olhei para o rosto de Kiyoto, ele sorria, era medonho. Vi em sua mão um gravador de voz, ele ligou-o e passou a me assustar.

– Diga algo, suas últimas palavras. -- Não o respondi. -- Vamos, diga!

– N-Não me mate...

– Não... Eu não vou te matar...

– O que? -- Intriguei-me. Ele não aceitaria manter-me viva, não tão fácil.

– Eu não a matarei, seu sangue é quem a matará, ele é quem vai sair de dentro de ti, fazendo-a morrer! -- Ele segurou meu pescoço com a mão esquerda e com a direita retirou um canivete de seu bolso, do qual cravou na minha garganta. Tentei gritar, mas minha voz não saia, somente fazia sons estranhos, alguns parecendo gemidos. Ele apertou o meu pescoço, fazendo mais sangue sair de mim. Aos poucos fui vendo manchas brancas dominar minha visão, então perdi todos os sentidos. Não via o cenário triste e amedrontador, não ouvia as risadas malignas do Kiyoto, não sentia a dor, nem sua mão segurando meu pescoço, nem mesmo o resto do meu corpo, não sentia o cheiro do meu sangue, nem o gosto dele, que havia subido até minha boca por conta do corte na garganta.

"Este é mesmo o meu fim?"

Continua...

Notas finais
Haaaa, primeira tortura detalhada! O que acharam? Gostaram? Não gostaram? Tem alguma dúvida?? Comente, mesmo que não tenham nada pra falar, digam o que acharam do capítulo, ou o que acham que vai acontecer ou aconteceu!!! Estou carente de comentários :( Ateh!