Notas iniciais
Olá pessoal! Demorei? Desculpem, mais agora voltei, agora tive ideias! Estou me esforçando para formalizar a fic cada vez mais, mas se eu exagerar avisem ^^ Aah, dêem uma olhadinha nos gêneros!!!! Adicionei uns, me digam o que acharam =3 Geeente, capa nova! "Ela está em andamento o/ essa de agora foi só pra não ficar sem nada, mas a definitiva está por vir! o/ uhuuul" Foi isso que eu escrevi há algumas horas, mas agora a capa já esta pronta :D antes mesmo de postar eu já alterei a capa! Agora a nossa fanfic está com look novo o/ "NaomiChan, por que você está mudando tanta coisa na fanfic?" Aah, gente, simplesmente por que estou aperfeiçoando mais a fic pra satisfazer todos vocês! Prometo que essas constantes mudanças vão valer a pena!

"- PARE! P-PARE! SEU MANÍACO! M-Me solte... Não me machuque, por favor! -- Chorou.

– Tuas súplicas não mudarão teu destino! Sua morte está apenas começando..."

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– Yoshida-san, por favor -- A bela Minori dizia ao aproximar-se com alguns papeis em suas mãos. — Aqui temos uma lista de casos não solucionados, veja. São todos de sua preferência e experiência.

– Ah, sim, vamos ver... -- Fui olhando de folha em folha, até que me deparei com algo do qual me interessei. — Sequestro seguido de tortura e tentativa de homicídio.

Vítima: Temporariamente Não identificado

Sexo: Feminino

Idade: Temporariamente Não identificado

Local do crime... -- Neste exato momento, reparei em algo que me chamou muito a atenção... No topo do papel havia uma imagem, um tanto embaçada, capturada por uma câmera de segurança. A foto estava muito escura, havia uma mulher ensanguentada se levantando, podia ser visto seus longos cabelos castanhos e sua roupa um pouco rasgada. Observei a foto por um longo período, analisando-a, até que tudo se encaixou...

– Iremos ao local do crime amanhã às 14h, okay? -- Disse ela.

– Nós?

– Sim, além de toda a perícia. Ah, Yoshida-san, a vítima tem entre 16 a 18 anos, caso isso ajude-o um pouco.

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Chegamos ao local, uma floresta escura e vazia. Procuramos todas as pistas do crime, encontramos poucas, apenas 12. Foi avistado sangue derramado sobre uma árvore, da qual estava com manchas escuras.

– Veja, Yoshida-san, há sangue aqui.

– Sim, posso ver. A tortura fora forte.

– Recolherei o sangue para fazermos a autópsia. Verifique o local por onde a vítima fugiu. -- Aproximou-se da árvore e recolheu uma amostra do sangue, que já estava quase seco.

Fiquei um pequeno tempo observando-a, afirmei e dirigi-me ao local ordenado.

!--------!--------!

– Não fora encontrado provas contra o assassino, -- Disse ao voltar e dirigir-me na direção de Minori. — apenas uma unidade de cartucho circular calibre 22. O mesmo já fora recolhido para análise. -- Permanecemos um tempo em silêncio.

– O senhor estava pensando naquele assassino?

– Creio que não tenha sido o próprio, Kiyoto sequer usa arma de fogo.

– É nisso que penso. Mas somente após as análises, principalmente do cartucho, nós poderemos palpitar sobre o assunto.

– De fato... Concordo contigo.

– Bom, não há mais nada aqui, não encontrou nada lá? Mesmo? -- Disse levantando-se.

– Apenas mais sangue.

– Tudo bem, por hoje é só.

!--------!--------!

Caminhava lentamente até a minha casa após este dia de trabalho, pensava em coisas um tanto nada a ver, não sei por que...

"Certo, depois devo arrumar o meu quarto, tomar um bom banho e ir direto dormir. Nada de ficar acordado até tarde, não posso me atrasar para a aula..."

Passei um tempo pensando no que acabei de pensar.

"Kiyoto, você já tem 18 anos, que brisa! Mas, de qualquer forma, eu trabalho... O que? Que coincidência, veja só quem acabo de encontrar!"

– Olá, Mayumi. -- Sorri ao aproximar-me. Olhou-me surpresa e apressou o passo. — Soube que está prestes a se tornar uma Nakamura, meus parabéns!

– Por favor! -- Entrou em uma loja, me deixando sozinho.

– Por favor eu que o diga! Está com medo? Ts... Está bem. -- Continuei.

Kimura Mayumi em breve se casará com Nakamura Karui, os dois estão extremamente felizes.. Eu quase estraguei o namoro dos dois, estão fazendo o máximo para me evitar. Como quase estraguei o namoro dos seres humanos mais grudados que existem? Acho que ainda é cedo para revelar... Bom, acabo de falar da Mayumi, que sumiu há algum tempo por conta de eu ter focado em outros assuntos {Não, não foi o Kiyoto que focou em outros assuntos, fui eu mesmo}, mas o que aconteceu com a Saki-chan? Acho que devo menciona-la, pois já se passou meses após o término do ensino médio... Mas ela sofreu...

~FLASH BACK ON~

=SAKI NARRANDO=

Acordo calmamente, um dia lindo lá fora, última semana de aula. Me levanto para tomar banho e visto o uniforme, faço um café da manhã simples, torradas com Nutella e um suco de laranja para acompanhar, o café da manhã preferido do meu irmãozinho. Mas por que ele não acordou ainda? Imagino sua alegria ao chegar na mesa. Aproximo-me da porta do seu quarto chamando-o.

– Kazuto-kun? Acorde, seu preguiçoso, está na hora de arrumar-se para a escola. -- Bato na porta após chama-lo, mas não recebo resposta. — Kazuto-kun? -- Abro a porta devagar para não assusta-lo, mas não o vejo na cama. Olho pelo quarto já esperando pelo pior, quando vejo o meu irmãozinho amarrado no canto do mesmo. — K-Kazuto-kun??? -- Entro no local na mesma hora, nem penso no que poderia acontecer, então a porta se fecha e ouço barulhos na mesma, mas quando viro-me procurando uma suposta pessoa, vejo apenas a porta trancada. Olho para o Kazuto e quem era o responsável? Sim, Yoshida Kiyoto encarava-me ao lado do pequeno!

– Bom dia, Saki-chan!

– K-Kiyoto?? O-O que está fazendo?? Solte-o! -- Gritei

– Ei, pensa que será fácil?? Não sou tão bonzinho ao ponto de solta-lo em troca de nada, primeiro você terá que obedecer-me!

– O-O que quer?

Beije-me!

– O que?? Está louco?? Farei qualquer coisa, menos uma loucura dessas!

– Não quer me beijar? Então deite-se comigo!

– ....... Eu não farei nada do tipo! -- Logo que termino a minha frase, Kiyoto pega uma arma, exato, uma arma, e a aponta para a cabeça do Kazuto-kun. — N-Não! Pare, ele é apenas uma criança!

– Não importa a idade, se estiver vivo serve como refém.

– V-Você pode matar-me caso não o obedeça, mas não faça mal à ele!

– Ou me beija, ou o mato.

– D-Droga! -- Aproximei-me devagar tremendo dos pés à cabeça.

Kiyoto agarra-me pela cintura, viro o meu rosto para o lado, mas sinto sua mão segurando o meu rosto e fazendo com que eu o olhe nos olhos. Não mexo um dedo sequer, apenas me entrego. Fecho os olhos e sinto seus lábios tocando os meus, que sensação terrível! O assassino começa a me torturar levemente com sua boca, seria possível que a vítima morra? Aos poucos começo a sentir o mesmo acelerando o beijo, passando uma de suas mãos pelas minhas costas subindo-a até o meu ombro. Será que é possível gostar de um beijo dado por um homem do qual odeio? Será que posso encontrar prazer nisso? O fato é que aqueles segundos se tornaram horas... Por que não acabava? O Kazuto-kun chorava e pedia para que eu parasse, ele estava com medo, mas o Kiyoto não permitia que eu o acalmasse... Por fim, após minutos a me agarrar, ele me soltou. De cabeça baixa passou sua língua pelo seu lábio exterior com um grande sorriso maligno.

De fato... Adoro sua boca!

Continua...

Notas finais
Yooo ^^ gostaram??? Eu adorei!! O Kiyoto literalmente roubou um beijo da Saki-chan! Mas quem será que afirmou o quanto gostou do beijo nesta última frase? Espero a opinião de todos vocês e dos fantasminhas também! Escrevi na maior pressa por que estou atrasadissima para o colegio, desculpem se saiu algo que não devia sair. Ateeh o/