Sono Te Hanasanaide

59 Especial de Natal - Parte 2


Notas iniciais
Conforme combinado, aqui está a segunda parte dos Especiais de Natal! Tô conseguindo manter os prazos, ganho presente, Papai Noel??

Deai wa futto shita shunkan

Nós nos conhecemos em um momento inesperado

Kaerimichi no kousaten de

Quando você me chamou ao atravessar a rua

Koe wo kakete kureta ne issho ni kaerou

E disse: Vamos andar juntos para casa



Sono Te Hanasanaide

Especiais



Parte II



Debruçado na janela, o garotinho soltou mais um suspiro entediado, apoiando o rosto nos braços cruzados no parapeito, enquanto observava lá do alto as luzes cintilantes que piscavam na rua. A neve já parara de cair, mas a noite ainda era gelada. Lá fora, no caso, pois naquele prédio o ar condicionado garantia uma temperatura sempre amena.

Ele estava em um andar alto demais daquele prédio para conseguir distinguir bem as pessoas que passavam na rua, mas podia entender que elas estavam ali para o que parecia ser uma festa no centro da cidade, com aquela enorme árvore de Natal que era impossível não enxergar. Muitas pessoas se juntavam ao redor dela, ou passavam pela rua anterior, que possuia árvores de galhos secos iluminadas em toda a sua extensão. Algumas carregavam pacotes e andavam mais apressadamente, mas outras apenas ficavam ali para apreciar a decoração. Havia barraquinhas espalhadas pela calçada, e crianças corriam entre elas. Estava tudo tão iluminado que ofuscava sua visão.

Ele não sabia por que ainda estava olhando para aquilo.

Preferia estar em casa, onde, ao menos, tinha o seu quarto e as suas coisas. Porém, era Natal, e eles estavam na Itália. A sua babá estava de férias, e, como ele não podia ficar sozinho no quarto do Hotel, seus pais resolveram trazê-lo junto para a empresa onde estavam, para assinar uma parceria, ou algo assim. Depois disso, teriam uma confraternização.

Ele sabia o que isso significava. Já havia presenciado situações como essa suficientes vezes para saber que se tratava de vários adultos reunidos falando coisas meticulosamente calculadas para se convencer de quem era o melhor, enquanto bebiam e riam fingindo que achavam uns aos outros engraçados. Havia comida, mas era sempre muito sem graça. Música mais chata ainda. E ele era obrigado a ficar sorrindo para as pessoas, que repetiam sem parar sobre o quanto ele era bonito e educado, embora ele soubesse muito bem que elas só queriam impressionar os seus pais, agindo tão familiarmente.

Sara aproveitara o momento em que seus pais estavam em uma sala privada para firmar o acordo e assinar documentos, e escapara da visão dos funcionários que estavam tomando conta dele. Subira até aquele andar, encontrando um único cômodo com a porta aberta, que parecia ser uma espécie de sala de espera, elegantemente decorada, e ficou ali por algum tempo, assistindo ao cenário externo como se fosse uma televisão distante e sem som. Tudo era sempre tão entediante, e aquelas pessoas festejando lá embaixo pareciam pertencer a uma realidade que ele não conseguia entender. Por que andar na rua, no frio, com todas aquelas pessoas amontoadas em meio a neve, parecia uma boa ideia para elas?

— Chato… — Sara deitou a cabeça entre os braços de novo, baixando os olhos. Quanto tempo aquela reunião ainda demoraria? Ele queria saber se daria tempo de passar de carro pela rua iluminada, para ver de perto a árvore de Natal. Não que ele esperasse que seus pais fossem atender a esse pedido, de qualquer forma. Tinham uma árvore de Natal bem grande em casa, afinal. Mas mesmo assim…

Ouviu um barulho vindo da entrada, e sobressaltou. Os funcionários haviam encontrado-o? A porta abriu e fechou, e, diante dele, de repente estava uma garotinha, aparentemente mais jovem do que ele. Ela tinha cabelos castanhos cor de avelã, curtos e um tanto desalinhados. Usava um vestido de festa, então provavelmente devia ser filha de algum dos investidores que fora arrastada para lá, como ele. Os olhos grandes e castanhos o fitavam com curiosidade.

Ciao... – Ela murmurou, incerta, aproximando-se com passos vagarosos. Sara desceu da cadeira onde estava apoiado, encarando-a. Ela falava italiano, evidentemente, e, por mais que ele estivesse aprendendo a língua, não estava seguro de que conseguiria explicar para ela o que estava fazendo ali. Não queria que ela acabasse chamando os adultos, também. — Io ti conosco?

Sara balançou a cabeça negativamente, vendo que a garota só parou de andar ao ficar bem de frente para ele. Ela provavelmente não entenderia se ele falasse no seu idioma — ele não sabia pronunciar muito bem o italiano, ainda. E não sabia se ela entenderia inglês. Podia apenas ignorá-la e sair dali, mas ela parecia esperar por uma resposta, e ele não sabia o que fazer.

Cosa stai facendo? — Ela continuou. Falava bem rápido, e ele não conseguia entender muito bem para poder traduzir. Ao perceber que ele não a entendia muito bem, resolveu tentar de novo. — O que… está fazendo aqui? — Dessa vez, ela falou em inglês. O sotaque dela era engraçado, mas agora, ele entendeu melhor.

Nada. — Ele respondeu diretamente, também em inglês. A garotinha sorriu e passou direto por ele, subindo na cadeira que ele usava antes para olhar pela janela. Seus olhos brilharam por um instante, enquanto ela observava a mesma visão da festa que ele havia tido minutos antes.

Quer ir até lá? — Ela apontou pela janela, com o sorriso perdurando. Sara levou alguns segundos para entender. Ir até lá? Lá onde? Na festa?

Mesmo que ele não tivesse dado uma resposta, a garota pulou da cadeira e segurou a mão dele, levando-o consigo sem nenhuma dificuldade, já que ele estava surpreso demais para impor qualquer resistência. Juntos, eles atravessaram a sala sem demora, e seguiram pelo corredor até o elevador.

A garotinha ficou na ponta dos pés para alcançar o botão que chamava o elevador para aquele andar, mas não soltou a mão dele. Ela parecia bem confiante do que estava fazendo, e Sara não ousou fazer perguntas. Em parte, porque havia um pequeno empecilho de dialetos, mas a verdade era que ele estava muito tentado a aceitar aquela proposta vinda do nada de fugir daquele lugar. Se alguém os encontrasse, podia simplesmente contar que não entendera nada do que ela dissera, e não sabia onde estava — o que ainda era verdade, aliás.

A porta do elevador abriu-se novamente alguns segundos depois, revelando o hall de entrada. Não havia sinal de ninguém, e tudo estava silencioso. Devia haver um guarda em algum lugar por ali, mas ele não estava por perto no momento. A garota seguiu em frente mais uma vez, e Sara a acompanhou, dessa vez por si só.

Ela exclamou algo para si mesma em italiano, e virou-se para encará-lo, como se de repente lembrasse de algo.

Qual seu nome?

— Sara. E o seu? — Ele respondeu e perguntou de volta, mas a garota não o ouviu, pois estava ocupada tirando algo do bolso do vestido. Um pequeno cartão de identificação. — Como conseguiu isso? — Ele falou mais para si mesmo, novamente surpreso.

A garota não o entendeu, mas olhou para ele com olhos conspiradores, erguendo o dedo indicador em sinal de “segredo” e rindo como quem busca por um cúmplice. Ergueu-se mais uma vez na ponta dos pés para alcançar o leitor do cartão magnético, e, com um clique que ecoou muito mais alto do que deveria no espaço sem som algum, a porta se abriu.

Os dois se entreolharam, e logo entenderam que eram parceiros de crime. Saíram para o lado de fora, sentindo o vento frio da noite assaltá-los. Deviam ter pensado em pegar um casaco antes de fugir. A garota tomou o cuidado de fechar a porta atrás de si, e então estendeu a mão para Sara. Ele a segurou sem hesitar, e os dois correram na direção da rua, atravessando e ouvindo a música que vinha do centro da praça, cada vez mais alta.

Sara nunca esteve em um local com tantas pessoas reunidas. Se, lá do alto, as pessoas espalhadas pareciam pequenas e distantes, agora que ele estava ali, sentiu-se perdido. Havia pessoas rindo e falando alto, andando para todos os lados. O centro da praça estava todo iluminado por lanternas, e as barracas de comida espalhavam um cheiro delicioso pelo local.

A garota, ao contrário dele, não parou para observar. Conduziu-o sem dificuldade por entre as pessoas, buscando brechas quase inexistentes, para levá-los até o centro da praça. A Árvore de Natal, completamente reluzente e decorada, parecia muito maior do que ele imaginara. Sara teve que inclinar a cabeça para trás para poder vê-la.

Ele olhou para o lado e viu a menina também olhando para cima. Os olhos dela refletiam as luzes da árvore e das lanternas, e pareciam dourados, translúcidos, como mel… Ele perdeu alguns segundos observando isso, e, quando se deu conta, os olhos reluzentes viraram-se na sua direção. Ele sobressaltou, soltando a mão da garota de imediato e virando o rosto para o outro lado.

Você está com fome? — Ela indagou, apontando para a barraca de comida que estava exatamente na direção para onde ele olhava agora.

Eu não tenho dinheiro aqui. – Ele respondeu, simplesmente. O cheiro de comida que se espalhava pelo local era íncrivel, ele tinha que admitir. Se havia uma coisa da qual não podia reclamar naquela viagem para a Itália, com certeza, era da comida.

Deixa comigo! — Ela exclamou, confiante, tirando do bolso do outro lado do vestido uma pequena bolsinha. Ela estava preparada, o que fez o menino pensar que ela teria planejado aquela fuga há muito tempo, afinal.

A música ainda tocava alto enquanto eles andavam através das pessoas para escolher o que comer primeiro, diante de tantas opções disponíveis. As pessoas caminhavam, corriam, dançavam e cantavam. Para qualquer lado que Sara olhasse, não havia ninguém parado ou desanimado. As outras crianças corriam como nunca, e seus pais não pareciam preocupados. Todos riam, animados. Ele nunca havia visto uma festa daquela maneira.

Como esperado, a comida era ótima. Ele perdeu a conta de quantos pedaços de panettone ou de biscoitinhos decorados já havia comido, e, mesmo assim, muitos dos comerciantes dali simplesmente distribuíam comida à vontade para as crianças, apenas para vê-las contentes.

Eeei, Sara! — A menina chamou, sorrindo, puxando-o pela manga do casaco, repentinamente. — Vamos brincar!

Antes que ele pudesse entender do que ela falava, já havia sido levado para o meio das outras crianças que se reuniam por ali. Sara não estava acostumado a ter tanto contato com outros da sua idade. Tinha aulas particulares em casa, e não havia crianças por perto no seu convívio. Mesmo quando seus pais o apresentavam a filhos dos seus amigos, ele não sentia necessidade de interagir com eles, e não tinha o menor interesse em qualquer outra pessoa. Porém, dessa vez, ele se encontrou sem a opção de recusa.

Ainda que ambos estivessem falando a mesma língua, Sara tinha a impressão de que aquela garota não o ouviria. Ela segurou a mão dele, e logo outra criança também o fez, e quando ele percebeu, estavam formando um círculo. Todas elas, inclusive a garotinha, cantavam alto uma música que ele não conhecia e não entendia, enquanto giravam na mesma direção.

Ele não sabia o que fazer. Não conseguia acompanhar o ritmo dos outros, e perdeu o compasso, desfazendo a roda. Achou que tinha estragado a brincadeira, já que todos pararam de cantar e ficaram olhando para ele. No entanto, repentinamente, todos explodiram em risos, e ele não conseguiu evitar que uma risada escapasse também. Aquilo tudo era tão bobo, e ele sentiu vontade de rir, sem nenhum motivo mesmo. Todos juntaram as mãos novamente, e, agora preparado, Sara conseguiu acompanhar sem dificuldades.

Era a primeira vez que se movia assim. A primeira vez que ria sem pensar muito, e sentia aquele calor esquisito, apesar da noite estar fria, espalhar-se por todo o seu corpo. Parecia vir de dentro. Ele não sabia explicar, e então, percebeu que não precisava de uma explicação.

Sara, nós temos que ir! — Minutos depois, ele não sabia dizer exatamente quanto tempo havia se passado na verdade, a garota o puxou. Ela ainda ria, e ele lembrou que tinha que voltar para a empresa, antes que alguém percebesse a fuga dos dois. Não queria nem imaginar a confusão, caso percebessem.

Eles se despediram com acenos das outras crianças, e correram por entre as pessoas e as barracas, ouvindo a música se distanciar a medida que seguiam de volta para a rua fria e azul. Sara ainda sentia seu coração acelerado e aquecido, e, quando finalmente chegaram em frente ao prédio, teve que parar para recuperar o fôlego. Não estava acostumado a correr dessa forma. A garota riu ao vê-lo completamente desconcertado, com a respiração ofegante e sem conseguir dar nem um passo a mais.

Você é realmente muito delicada, não é? — Ela comentou, rindo. Sara percebeu que havia algo de estranho no gênero da frase, mas podia ter entendido errado. De qualquer maneira, a menina continuou falando sem prestar atenção. — Não consegue nem correr!

— Você me puxou de repente! — Ele protestou, fazendo ela rir ainda mais. Ele não aguentou, e começou a rir junto com ela. Uma risada leve, que parecia afastar todo o frio que ele sentia. Algo que ele não lembrava de já ter feito antes.

Subitamente, a risada teve fim. Sara não entendeu, e virou o rosto na direção para onde ela olhava agora, repentinamente pálida de susto. Da porta do edifício, vinham correndo algumas pessoas, parecendo quase desesperadas, e, entre elas, os seus pais.

— Saralegui!

— Onde você estava??

Eles vieram correndo até ele, completamente descompensados, de uma maneira que Sara nunca havia visto antes. Sua mãe se abaixou e o segurou pelos ombros, e seu pai se inclinou até a sua altura. Ele encarava aos dois como se nunca tivesse os visto antes. Na verdade, nunca havia presenciado nada assim em toda a sua curta vida. Seus pais, sempre tão compostos, elegantes e ocupados, parecendo tão… bem, parecendo pais.

— Eu só… Eu não fui longe… Eu estava com ela… — Ele voltou a olhar para a garotinha ao seu lado. Os pais dela gritavam com ela, em italiano, e nem que se esforçasse muito ele seria capaz de entender. Eles também gesticulavam muito, e ela só parecia se desculpar, baixando o rosto. Olhou para ele e sorriu de leve, como se também pedisse desculpas por ter causado problemas a ele. Sara apenas negou com um suave menear de cabeça, e um sorriso discreto que só ela foi capaz de notar.

— Por que você fez isso? Por que fugiu desse jeito? — Sua mãe indagou, a voz alterada, fazendo-o sobressaltar. Ele não havia pensado muito nas consequências quando decidiu sair. Nem imaginara a reação dos seus pais — no entanto, jamais teria previsto o que via agora. Seus pais nunca brigavam com ele. Estavam sempre longe, ocupados com o trabalho ou com outros assuntos. Aquele cenário todo, dessa forma, parecia surreal.

— Eu… Eu não fiz de propósito… — Ele apenas balbuciou, refletindo pela primeira vez sobre o que fizera. Sentiu a mão do seu pai na sua cabeça.

— Se você estava entediado na festa, deveria ter nos procurado, e não saído sozinho para a rua. É perigoso!

— O que você estava pensando?! — Sua mãe repetiu mais uma vez, e, antes que ele pudesse responder, ela o abraçou com força, apoiando o rosto em seu ombro, e acarinhado a sua cabeça. Sara ficou sem reação. — Eu pensei que alguém tinha levado você de lá… Alguma coisa poderia ter acontecido! Eu não sei o que eu faria se você estivesse em perigo, Sara…

— Eu… — Ele ainda encontrava alguma maneira de se justificar. — Eu só queria ver a árvore de Natal…

Ela o afastou somente o suficiente para fitá-lo.

— Da próxima vez, você nos avisa, e nós vamos juntos, está bem?

Sara assentiu. Olhou novamente para a sua cúmplice, e ela também estava sendo abraçada pelos pais, que continuavam falando aos brados mesmo quando já pareciam ter perdoado a filha por ter praticamente sequestrado o filho dos seus mais importantes sócios. Ela percebeu o olhar dele, e sorriu, tranquilizadora. Tudo ficaria bem.

Ele não entendia exatamente o que fizera de tão grave assim ou por que sua mãe agira daquele jeito. Talvez fosse algo como o Espírito de Natal, como nos filmes. O importante foi que, depois desse incidente, eles voltaram para o hotel. Durante todo o dia seguinte, fizeram passeios pelos pontos turísticos da Itália, e Sara pôde passar um tempo com os seus pais como raramente era possível.

Evidentemente, com o tempo, a rotina de sempre voltou a se instalar. Eles tinham muitas ocupações — seu pai, com a empresa, e sua mãe com a sua grife de moda. E logo, ele também começou a ter as suas próprias responsabilidades e atividades para se preocupar. No fim, não houve uma próxima vez. Eles nunca mais voltaram à Itália. Ele nunca mais encontrou uma árvore de Natal tão bonita como aquela. E nunca mais viu aquela garotinha, também.

Nem mesmo o nome dela ele sabia, e, mesmo assim, nunca deixou de pensar que deveria, algum dia, agradecê-la por ter lhe proporcionado a melhor noite de Natal que ele algum dia já tivera.



— Sara-san, por favor, podemos começar?

O fotógrafo o chamou, e ele desviou sua atenção. Havia perdido alguns minutos observando aquela árvore de Natal que fazia parte do cenário montado para a campanha publicitária na qual trabalhava. Havia viajado para mais de dez anos no passado, quando árvores de Natal pareciam gigantes e mágicas para ele. Agora, eram apenas um amontoado de galhos artificiais e luzinhas piscantes sem nenhum significado.

— É claro.

Ele preparou um sorriso cordial e se posicionou, confortavelmente, ouvindo os ruídos familiares de bastidores e flashes de câmeras. Havia algo de tedioso em fazer tudo sempre da mesma forma, mas ele não podia evitar. Aquele era o mundo ao qual ele pertencia agora. Os Natais mágicos haviam ficado há muito tempo para trás, e ele se sentia tolo de lembrar disso logo agora. Pensar nisso era inútil.

Não havia mais uma fuga fácil daquele tédio interminável, afinal.



Notas finais
Estou vindo direto do passado (de ontem) para postar esse capítulo. É a primeira vez que programo uma postagem, que emoção 'u' Se alguma coisa der errado a culpa não é minha... Então, eu não pude postar hoje de verdade porque estou cheia de compromissos (ui!) e tenho que entregar o meu projeto final da última matéria desse semestre (se chover e a corrida for cancelada eu vou ficar tão puta - porque o projeto era fazer um carrinho pra uma corrida, e... é, ninguém quer saber disso, volta pro que tava falando antes). Ou seja, aqui está o capítulo, já que todos estão prontos já, bonitinhos, só esperando por vocês o/ É tão legal ter tudo pronto e só postar. Eu devia tentar mais vezes... Espero que tenham gostado de ver um pouco do passado desse personagem que, segundo as minhas estatísticas, é o mais odiado da fic... (por tabela, é o mais amado pela Editora, porque ela gosta de ir contra a maré, é de Humanas, tadinha). Talvez agora, com um vislumbre da infância dele, vocês tenham outra perspectiva? Ou não? De qualquer maneira, fico ansiosa pra saber o que acharam heheeh Até a semana que vem~ com mais um capítulo...