Notas iniciais
To com muito trabalho só deu para postar hoje.

No capitulo anterior:

– Transei com Miss Carter.

– Fez sexo com a professora de atletismo. -Emily indaga totalmente perplexa e angustiada.

– Fala baixo quer que mundo saiba, acho que não te ouviram em Paris. — Kaitlin estava assutada e ao mesmo tempo e amedrontada.Emily estava atormentada coma situação.

– E tem a mais?

– Mais? — Kaitlin diz como se não fosse choque o bastante.

– Sim. Acho que to apaixonada por ela. — Emily sente a melancolia invadir seu peito e sai. — Aonde vai?

– Depois te digo. — Emily foge do assunto.

...

– Mas contar com a Avery não será muito fácil.

– De onde você conhece ela Aria? você disse que não tinha visto ela nunca. — Questiona alice

– Não, é que a Spencer me disse que ela é de Aries, elas não são confiáveis. — Aria nos acoberta.

– Não sabia que era ligada a signos, Aria.

– Ela é bastante. — Finjo.

– Há cada dia te conheço um pouco mais, minha linda. — Diz Alice que fica feliz com isso.

– Eu também quero te conhecer mais e mais.

– Awn que fofo. — Digo parecendo uma shipper. Depois disso temos nossa comemoração, comemos bastante e vamos de volta para nossas faculdade, pois a vida segue.

...

– Sabia que era miss Duchannes. Quando fui lá, vi que ela estava te olhando. Gosta de um perigo maninha. — Diz se vangloriando.

– O que te levou a crer e agora estar certa de que eu namoro minha professora? -Pergunto confusa.

– Spencer já te peguei, para com disfarçe. Eu sei porque você sempre gostou de coisas britânicas, não resistiria o charme da professora de 27 anos gatinha da universidade.

– E se for. — Digo despitando-a.

– Que ótimo. Só não deixe que o papai e mamãe saiba e muito mais importante a reitoria não pode nem sonhar sobre o que está havendo entre vocês duas. — Melissa me aconselha.

– Não sou boba, Melissa. Também sou uma Hastings, não se esqueça. -Falo me gabando.

– Como é namorar a professora?

– Divertido. -Sorrio. — Muito perigoso.

– Sempre amou o perigo. — Ela ri.

– Sempre. -Sorrio novamente.

[Spencer P.O.V. on]

Segunda-feira, Alison veio desesperada até mim, me deixou um tanto quanto apavorada. Ela me pediu para entrar em seu quarto, pois havia algo muito importante que teria que contar, a obedeci, pois ela realmente parecia falar muito sério. Alison olha para fora para ver se ninguém está ouvindo nossa conversa, essa paranóia dela, estava me dando medo. Ela pediu para que eu me sentasse, foi o que fiz. Então ela me disse:

– Jenna sabe de mim.

– Como assim? ela sabe que você é a Avery.

– Não exatamente.

– Não to entendendo.

– Ela sabe que eu estou viva, estudando aqui, provavelmente sabe que eu tenho uma identidade nova, mas não sabe sobre Avery ou sobre nós. Porém não sei se ela vai demorar muito para descobrir. — Alison soava enquanto me dizia aquilo.

– Nós vamos dar um jeito Alison se acalma.

– Que jeito não podem saber sobre nós.

– Eu sei Alison, quero dizer,ela não vai conseguir. Juntas vamos manter nosso segredo intacto.

– Está certa vamos ir para aula.

Saindo do quarto me deparo com uma colega que iria fazer trabalho comigo hoje, e lembro a disso:

– No meu quarto mais tarde não se esquece Ariane?

– Certo. — Ela respondeu.

– Que história essa de no meu quarto mais tarde Ariane? -Alison perguntou vermelha de fúria.

– Só irmos fazer um trabalho juntas, Ali.

– E por que no seu quarto?

– Por que no dela a menina vai receber visita.

– Mas por que não na biblioteca? — Me enchia de questões.

– Que diferença isso faz.

– Não me respondeu a pergunta.

– Porque ela disse que queria que fosse no meu quarto. Para nós duas ficarmos confortáveis, podemos fazer as coisas deitadas ou sentadas na cama, para de enxargar coisa onde não tem. — A menina era hétero, o comportamento de Ali, não fazia sentido.

– Não colou essa desculpa. — Ela disse séria.

– Porque iremos fazer sexo selvagem. Era isso que queria ouvir? — Digo irritada.

– O que?

– É claro que é mentira Al...Avery. — Percebi que estavam nos olhando. — Só vamos estudar juntas, fazer um trabalho, nada mais.

– Tá, aceito.

– Tchau minha ciumentinha. — Beijo ela.

Mais tarde Ali me telefona.

– ...Eu sei que ninguém pode saber sobre nós, muito menos ela, ela não vai descobrir fique tranquila, nosso segredo vai ficar guardado. Confia em mim. — Entra alguém no quarto. Fico em pane.

– Falando com Miss Duchannes?

– Melissa. Já falo contigo amor. Beijo. — Desligo.

– Você esqueceu um livro em casa papai pediu para te entregar. -Ela me entrega o livro. — Ela tem razão vocês tem que se cuidar, imagina se a reitoria descobre isso. Daria problemas para duas, mais pra ela do que para você na real. — De certa forma melissa estava certa, de maneira torta, sem saber o que acontecia realmente mais certa, aquilo traria problema para mim e Alison, muito mais para Alison. Entretanto eu séria considerada cúmplice e poderia ser até expulsa da instituição ou pelo menos suspensa, isso me deixa demasiadamente preocupada comigo.

–Eu sei. Só que não sei oque fazer?

– Você tem duas escolhas?

– Quais?

– Terminar a relação ou correr o risco? Se você acha que vale a pena, faça. — Melissa dando conselhos de irmã mais velha.

– Acho que sim.

– Então não tem ada a se arrepender. A vida é feita de escolhas, que podem no levar a lugares diferentes, se o seu coração diz que essa decisão corretar deia ele te guiar a um novo rumo. — Nossa nunca conheci esse lado da Melissa. Pensei bem, acho que eu devo ter falado algo parecido para Hanna uma vez.

– Eu sei.

– Me conta como vocês fazem para ninguém perceber?

– Combinamos de nos encontrar na sala de dela, as vezes ficamos depois da aula, essas coisas. — Comecei a inventar. — Ela não pode saber que você sabe, se não já era nossa relação. — Minto.

– Entendido.

– Obrigada.

– O que te chamou atenção nela, tipo sem ser beleza?

– Ela inteligente, gosta filmes cults, lê livros sobre o amor e a vida, ama Jane Austen, é engraçada e espirituosa, e tem uma mente muito aberta, é esclarecida, e vê o mundo de um modo que diferente e isso me encanta nela. Não sei explicar éa paixão. — Era tudo verdade, menos a parte de eu estar apaixonada pro Miss Duchannes, ela realmente era tudo aquilo. E sua visão de mundo me fascina muito é tão singela.

– Que fofinho. Espero que de certo. Beijo vou ter que ir, estuda menina, não fica só dando uns amassos na professora entre uma aula e outra.- Melissa sai do quarto rindo.

– Tudo bem. Só que os amassos vão continuar. — Digo. Ligo de volta para Ali. — Alo.

– Alo, Spence. Quem tava ai?

– Minha irmã.

– O quela queria?

– Me entregar um ivro que deixei em casa.

– Demorou esse tempo todo, só para te entregar o livro.

– Não ela quis conversar sobre mim e Miss Duchannes.

– Sobre sua professora de literatura britânica.

– Sim.

– Porque?

– Eu já havia te contado que ela suspeitava que nós tivessemos algo, foi por isso.

– Tá mais isso não motivo, pois é só uma suspeita, e você só nega, isso não dá uma conversa de tanto tempo.

– Eu meio que confirmei essa história.

– O que? — Ela fala indignada.

– Eu disse que namorava a minha professora. Que ela tinha adivinhado. — Não entendo o alarde.

– Por que fez isso?

– Para ela parar de investigar, melhor que ela ache que namoro a Miss Duchannes que saiba que eu namore você.

– Então do que falou com Melissa?

– Ela me perguntou como fazíamos para não ser pegas, disse que nós pegavamos entre uma aula outra, e também perguntou como me apaixonei. Ai descrevi umas caracteristica que atraem mulheres da minha professora. Foi apenas isso. Tudo resolvido.

– Eu não fico confortável com você conversando com a professora depois da aula, não faça mais isso.

– Foi apenas uma vez e eu a perguntei sobre um trabalho.

– Que não ocorra mais.

– Eu não creio no que ouço. — Desligo.

Aria tirou nota boa na prova, queria festejar, então deu uma volta por Hollis onde encontrou uma garota. Deu uma abandada para ela e a mesma corresponde, Aria ajeitou o cabelo, sorriu meio tímida, a garota mordeu lábio e foi até perto de da baixinha. Aria notando isso, pegou o pó compacto deu uma olhada rápido no espelho, novamente deu arrumada no cabelo. A garota já próxima da morena puxa assunto.

– Oi vi que você estava me notando. — A menina era alta e ruiva de olhos azuis.

– Quem disse que eu te notava?

– Então me enganei, tchau. — A menina sai fingindo que acreditava, mas aquilo apenas fazia parte do seu charme.

– Não. volta, você está certa. — Aria caiu direitinho.

– Certa em que exatamente? — A menina se fazia como ninguém.

– Eu tava olhando para você, mas não sou boba, você estava me olhando também. — Aria não era tão ingenua.

– Será?

– Acho que errei. Vou ver se aquela não tá me olhando. -Aria revidana mesma moeda.

– Adoro um joguinho.

– interessante, só que não está interessada em mim né? — Aria fingi cara de chateada.

– Claro que eu to Tentei desde que entro aqui. E agora te conhecendo um pouco, já sei eu vou gostar de você.

– Você é atrevida. — Aria sorri.- A questão é será que me aguenta?

–Com certeza.- A menina sorri.

As meninas flertam um pouquinho mias,e logo dão uns amassos perto do quarto da ruiva. Depois de um noite longa de puro tesão, Aria e a menina conversam.

– Quem é essa menina com você na foto? — A foto era de Alice com Aria.

– Alice.

– Belo nome é sua amiga?

– Na verdade, ela é minha namorada. — Aria fala anaturalmente. Todavia a menina fica assustada.

– Não me leve a mal, contudo eu não gosto desse lance de ser amante. — A menina fala colocando a roupa intima.

– Mas não é, o que tivemos foi só por uma noite, não significa nada, não vamos ter compromisso.

– Nem esperava por isso, também pensei nisso como uma noite, o que eu quero dizer é que quero fingir que nada aconteceu. Não quero ser uma barreira entre vocês duas, pode ficar tranquila manterei o segredo e descrição. — Ela fala colocando a calça.

– Não tem problema. Ela não seimporta.

– Como assim?

– Não temos sentimento de posse, nem nada. Só precisamos ser fieis ao nosso sentimento e nada mais.

– Então para ela tudo bem você dormir com outras garotas? — Pergunta assustada.

– Isso mesmo.

Emily já nao aguenta mais aquilo que sentia a sufocando, todo o sentimento guardado estava pesando dentro dela. Mesmo sabendo que não seria correspondida, resolver contar a Kaitlin toda a verdade. Nem seimportou em acorda-la.

– Kaitlin,euto apaixonada por você.

– o que?

–Eu queria manter escondido isso. Na verdade, euquer não senitr, mas é mais forte que eu, isso me possui.

2 semanas depois...

[Hanna P.O.V. on]

Meu pai com problemas financeiros que teve entregar algumas coisas a justiça, um sitío que passaria para o meu nome já era posse do governo. Tudo bem, que a estrategia de passar para o meu nome serei para não confiscarem, entretanto ainda assim seria um jeito de resolver meus problemas com dinheiro. A situação era critica, não sabia o que iria acontecer, estava sozinha com medo triste, desesperançada, precisava de alguma amiga para me amparar,ai percebi que todos erros que cometi nos últimos meses me afastaram de todas pessoas que eu amava, e a solidão amava minha companhia. Resolvi ver tinha uma ultima chance de redenção, possivelmente essa seria minha ultima tentativa. Então resolvi ligar a Spencer, queria conversar com ela, desabafar, dizer que sinto muito, voltara ter contato. Eu teno, mas tocou duz vezes e ficou ocupado, pelo número de vezes que tocou ela só podia ter recusado a minha chamada.



[Spencer P.O .V.]

Estou conversando normalmente com Alison. Quando de repente, meu celular toca, então verifico quem está me ligando na tela aprece o número e a foto de Hanna, sem pestanejar, recuso a ligação imediatamente. Não entendo Hanna já ignorava suas chamadas quando não sabia nada do que realmente havia ocorrido, ela acha que agora que sei odas coisas ela fez a mim, vou começar a atender. “O que será que passa na cabeça dela?”

– Quem é? Por que você recusou a ligação? — Ela disse esbravejando.

– Ninguém importante. Só desliguei para ninguém nós atrapalhar enquanto conversamos. — Menti.

– Sei.

– Eu to falando a verdade Alison.

– Eu dúvido muito, parece ter sido alguém que quizesse que não soubesse que te ligou.

– Não viaja Alison, de onde você tira essas idéias malucas. — O sentimento de posse que Alison ultimamente estava começando a me assustar. — Para quem etá toa mina atenção agora?

– Eu. Não desvia do assunto, porque não em diz quem te ligou?

– Ali, eu queria passar um tempo com você. Entretanto se for assim eu não consigo. — Fico chateada.

– Parece que estou fazendo algo de errado. Só esto te protegendo Spencer. — Alison diz dona da razão.

– De quem?

– Dos outros?

– Que outros Alison?

– Dessas pessoas que querem ameaçar o que nós duas sentimos uma pela outra.

– Que ameaça Alison? A nossa única ameaça é a Jenna que vai fazer de tudo para descobrir qual o nome que usou para entrar na universidade, provar que falso e pedir para te expulsar. — Jenna era um perigo constante, porém pelo que aparentava isso não preocupava Ali.

– A Jenna resolvemos depois. — Ela diz irritada.

– Quando? quando ela descobrir sua identidade. Quando tiver na cadeia, por que falsificação ideologica é crime, não sei se isso é de seu conhecimento. — A conversa me estressa.

– Tá só que não me falou sobre a menina.

– Que menina? — Não compreendia o que ela estava a dizer.

– A que ficou falando com você no refeitório. Você não disse o que ela queria? — Perguntou Alison com ciúmes.

– Me poupe Alison era só uma colega. Nem lembro o que conversamos. — Digo indignada.

– O que ela queria? — Insiste.

– Tchau Alison. — Vou embora com muita raiva.

Notas finais
Reviews????