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62 Privacidade.
Notas iniciais
No capitulo anterior:
– Mas não é, o que tivemos foi só por uma noite, não significa nada, não vamos ter compromisso.
– Nem esperava por isso, também pensei nisso como uma noite, o que eu quero dizer é que quero fingir que nada aconteceu. Não quero ser uma barreira entre vocês duas, pode ficar tranquila manterei o segredo e descrição. — Ela fala colocando a calça.
– Não tem problema. Ela não seimporta.
– Como assim?
– Não temos sentimento de posse, nem nada. Só precisamos ser fieis ao nosso sentimento e nada mais.
...
– Kaitlin,euto apaixonada por você.
– o que?
–Eu queria manter escondido isso. Na verdade, euquer não senitr, mas é mais forte que eu, isso me possui.
...
– Tá só que não me falou sobre a menina.
– Que menina? — Não compreendia o que ela estava a dizer.
– A que ficou falando com você no refeitório. Você não disse o que ela queria? — Perguntou Alison com ciúmes.
– Me poupe Alison era só uma colega. Nem lembro o que conversamos. — Digo indignada.
– O que ela queria? — Insiste.
– Tchau Alison. — Vou embora com muita raiva.
Fim do capitulo anterior.
Eu tento, mas tocou duz vezes e ficou ocupado, pelo número de vezes que tocou ela só podia ter recusado a minha chamada.
Depois da revelação de Emily, ela e Kaitlin não conversaram por suas semanas. Emily viu que estava sozinha, em ninguém com quem contar, olhou um retrato onde estava abraçada em suas amigas, todas sorrindo,felizes e Emily nem lembrava o motivo, porém sabia que queria aquilo de volta. Emily deitou na cama e começou a refleitt, foi então que resolveu pegar o celular e ligar para Hanna, sua primeira chamada não foi atendida, meio desesperançada Emiy fez a segunda foi então que ela atendeu.
– Oi Emily, você nunca mais quis falar comigo depois que tudo aconteceu. — Hanna se referia a Ezra sendo preso e a mudança das duas para universidades distantes.
– Eu achei que não queria mais a minha companhia, por tudo que houve entre mim e Alison, eu fiquei sabendo que ela tá com Spencer agora. Achei que me odiaria, porque eu tive algo com ela e agora ela roubou sua namorada. — Disse Emily.
– Não odeio, eu odeio a Alison e a mim mesma, por fazer tanta besteira a ponto de perder a melhor coisa que já aconteceu na minha vida. Mudando de assunto, sinto saudade.
– Eu também. O que tava fazendo que não me atendeu da primeira vez? — Perguntou Emily.
– Eu recusei na verdade. Há algum tempo atrás, eu tentei falar com você, mas nunca me atendia, fiquei com raiva de você. Você não se importa mais comigo.
– Desculpa Hanna, eu achei que não fossemos mais amigas. E queria dar um novo rumo a minha vida, contudo estava completamente errada. Eu ainda preciso da sua amizade.
– Tem sorte que eu preciso de uma amiga tanto ou mais que você, pois se não, eu desligaria na sua cara.
– Eu não tenho a menor dúvida disso. — Emily fala rindo.- Como vão as coisas sem a Spencer?
– Mal. Eu tenho tanto problema que eu não sei nem o que fazer.
– Aqui também estou na pior.
Nesse momento Kaittlin entra no quarto e pede pra conversar com Emily. Que atende o pedido.
– Espera um pouco Hanna. -Diz Em.
– Eu vou mudar de quarto. — Diz Kailtin.
– Como assim?
– Eu não posso dormir no mesmo quarto que você sabendo que te causo dor.
– Você sabe que não é isso que eu quero.
– Sim, mas o quer,eu não posso te dar, não seria verdadeiro.
– Quero dizer, não precisa se mudar.
– Preciso.
– Então, se não posso fazer nada. Adeus.
– Adeus Emily. — Kaitlin se vira e sai. Emily vai até o telefone e percebe que Hanna desligou.
[Hanna P.O. V on]
Emily me pediu para dar espera-la. Foi então que bateram na minha a minha porta. Era o garoto que eu vendi as fotos, eu quis dispensa-lo, achei que ia querer mais fotos, ou me agarrar. Só que ele disse o que eu tinha a me dizer era importante. Então deixe ele dizer o que tinha que dizer.
– Hackearam meu noteboook.
– O que?
– O que ouviu me dizer.
– Não posso crer.
– Mas é verdade, ele pifou completamente. Entrou uma mensagem de Hack detectado, eu cliquei para ver o que era, ele scaneou todos os meus arquivos e apagou. — Diz ele apavorado.
– Meu deus isso é desastre. — Hanna diz morrendo de medo.
– Se acalma.
– Como você perdeu as minhas fotos, tá tudo na mão de hacker, que não tenho ideia de modo vai utilizaras fotos. — Meus olhos transpareciam toa a minha fúria.
– Eu não tive culpa, ocara invadiu meu sistema sem eu percerber. — Ele tentava se justificar.
– Tem razão, mas me deixa sozinha.
– Tudo bem.
– Vai.
Minha mente fica imaginando a cena de Spencer descobrindo que postaram as fotos na internet, a cena se repetia continuamente na minha cabeça, parecia um gif de internet, começando, terminando e voltando infinitas vezes. Eu ficava pensando será que a essa hora o hacker já postou, ou pior a Spencer já podeaté visto.
Aria estava na biblioteca se organizando, pegando uns livros para trabalhos e provas ou mesmo para se entreter junto com algumas amigas. Elas conversavam, sobre o dia o dia, as tarefas da grade horária cada uma, os conteúdos das matérias, sobre conciliar relacionamento ou festas com as obrigações cotiadianas e na dificuldade que era fazer isso. Era um desabafo múltiplo. Aria ficava checando a lista que tinha em mãos e as pratileiras livros, um olho lá um aqui. Aria pegou ao total seis livros, suas amigas ficaram na mesma média.Aria foi até onde faz o registros de livros e lá estava outra pessoa com vários livros indo até a bibliotecaria. As duas saíram correndo para ver quem chegava, primeiro no final esbarram e derrubaram livros, então as duas juntaram seus livros e se comprimentaram.
– Meu nome é Aria.
– O meu é Hayley.
– Bela cor de cabelo. -Hayley era ruiva
– Belos olhos. — Aria sorriu sem graça.
– Muito livros
– É. Estou muita aterafada e você também pelo jeto? — Perguntou a menina, para pequena.
– Sim. Sempre.
– Vai fazer tudo isso agora?
– Não. — As duas conversaram um monte, Hayley tinha namorado, mas contou que sempre teve curiosidade em ficar com menina, Aria já contou que fazia teatro e falou sobre os alcolicos anônimos. As duas pareciam bem intimas, mas o que viria depois é que seria muito intimo. As duas estavam frenese, trocando olhares e rolou um beijo.
– Beija bem.
– Você também
Aria e Hayley começar a se beijar, se agarram , dão vários beijos e se notava a energia sexual e química sexual que as duas tinham. Elas já foram para o quarto de Aria, onde elas começaram a se agarrar com mais voracidade, pareciam animais famintos. Os beijos eram continuos, os agarrões eram com muita vontade, Hayley apertava com vontade do bumbum de Aria, Aria apertoou os seis de Hayley, que já deu chupão no pescoço da pequena, que por sua vez arranhou todas as costas da ruiva. As duas começaram a fazer o negócio estavam lá, quando entra algém no quarto.
– Alice.
– Aria. — Diz Alice surpresa.
[Spencer P.O.V. on]
Eu fui estudar com uma amiga. Peguei meus cadernos, minha caneta, os livros que seriam necessários, algumas anotações, uma barra de cereal para o caso de bater uma fome. Me dirigi até a biblioteca, tranquila de que teria feito tudo certo. No meio do caminho da ida até a biblioteca, percebo que esqueci uma coisa, meu celular, deixei na minha cama. Mas estava em cima do horário e decidi deixar ali, eu não iria precisar nesse momento mesmo, não faria mal desgrudar um pouco do telefone. Então ao chegar a biblioteca, esperei um pouco até minha colega chegar. Ela chegou dizendo:
– Desculpa, te fazer esperar é que não achava meu livro, estava com meu namorado. — Se explica.
– Bom pretexto para passar o tempo juntos. — Brinco.
– E você namora?
– Eu estou namorando sim.
– Seu namorado também é assim? Pega suas coisas sem pedir, como se tivesse permissão para vasculhar o que seu? — Ela faz uma brincadeira. Eu finjo uma risada.
– Sim. Só que, na verdade, é namorada, ela mexe no que é meu muitas vezes, as vezes parece até a mania, de tanto que ela faz. Fora as roupas minhas que ela empresta a si mesmo. — Fico pensando se ela me devolveu aquela blusa azul ou não.
– O meu, pelo menos, não pega as minhas roupa emprestado,acho que não ficariam bem nele. Não é o número dele. E maioria não faz o estilo dele. — Eu moro de rir.
– Além do mais, a maioria deve engorda-lo, não faz a jus ao corpo dele. — Ela ri bastante. — Mas quem saiba as minhas não fiquem melhores, tenho uma blusa, que cai bem em todo mundo. — Ela ri demais.
– Bem isso.
– Já distraímos. Vamos estudar?
– Claro. — Abrimos os livros.
Já era bem tarde, então decidimos terminar o trabalho amanhã, ele já estava bem adiantado, e o sono já nos pegava de jeito. Me despedidi, me certifiquei dessa vez, não irai esquecer nada. Foi um pouco cômico a cena de eu checando os bolsos da calça quatro vezes, só para ter certeza que a chave estava realmente lá. Volto tranquila ao meu quarto, já pensando no longo e demorado sono que vou ter. Ao chegar lá me deparo com Alison deitada na minha mexendo no meu celular. E irritada digo.
– O que você pensa que está fazendo?
– Mexendo no telefone. — Diz indiferente.
– Não, está mexendo no meu telefone. — Digo furiosa.
– Você se apega muito a detalhes. — Fala dissimuladamente.
– O que você queria com meu celular?
– Pare com isso Spence, não tente se fazer de vitima. — Não compreendo direito do que ela se referia.
– Me explique o que tá vendo no meu aparelho de celular?
– Não me enrole. Quem me deve explicações é senhorita. — Ela diz cruzando os braços.
– Eu?
– Sim. Por que naquele dia mentiu para mim quando alguém te ligou e você recusou, eu descobri tudo era sua ex. Não entendo o motivo de você não querer atender, isso seria compreensivel se ainda tivesse sentimentos por ela. Responde Spence ainda tem?
– Claro que não Ali. Agora é minha vez de perguntar. Quem te deu o direito de invadir minha privacidade?
– Sou sua namorada.
– Isso não justifica.
– Me diz, então a sua razão para não atender a sua ex-namorada que tinha te ligado? Questiona.
– Porque eu não quero ter contato com alguém que me magoou muito. Porque eu não quero que nada fica no caminho entre você e eu. E mais importante porque você e eu estamos juntas.
– Nunca mais fale com ela.
– Pare de ser ridicula Ali.
– Não estou sendo.
– Está sim e infantil. — Saio de lá irritada.
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