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34 Pequena e Frágil.
Notas iniciais
No Capitulo anterior:
– Spence, eu preciso que você me diga o que fazer, como eu suporto tudo que isso, por favor me de uma luz. — Ela diz desesperada.
– Primeiro, bebendo não vai solucionar nada, fazendo isso só está deixando tudo maior, segundo, você sabe que sempre pode contar comigo, se necessitar de um abraço eu vou estar aqui por você, terceiro, eu sei o que o eu direi é muito clichê, porém falarei igualmente, tudo passa Aria. — Faço um carinho no ombro dela.
– E como eu parar de pensar na Ali com a Emily, elas tiveram uma conexão muito forte no passado. — Aria parece abatida.
– A palavra-chave é passado. — Eu digo ela dá um sorriso pequeno.
– Você sempre sabe o que dizer, por isso eu te adoro tanto Spencer, não te adoro não, te amo amiga. — Ela me abraça, fico feliz por ajuda-la.
– Eu também te amo amiga. — Nos despedimos e ela parece bem contente.
...
Emily, eu sei que não deseja ficar com Ali, é que ela é tão, tão magnífica, atraente, talvez a palavra correta seja interessante ou encantadora, melhor sedutora é isso, e eu sou uma baixinha sem graça, possuo tão poucos atrativos, sou uma garota que não não tem nada de especial, ume pobre coitada,tenho muito medo de te perder, porque você iria me escolher? — Aria diz
– Nunca mais repita isso, não se subestime, você é muito mais interessante do que reputa, nem imagina ser poder de sedução, e eu suspeito que se fosse menos apaixonante que Ali, as pessoas te trocariam por ela, não o inverso.
– Você é tão maravilhosa. — Eu digo e ela me beija, presumo que ela aceitou a minha tentativa de redenção.
– Você estava certa sobre uma coisa, eu não disse que esqueci a Alison. — Emily diz respirando fundo.
– E…
– Eu não esqueci a Ali.
– Eu sabia. — Diz Aria cabisbaixa.
– Calma não me deixou terminar, eu não esqueci a Ali, mas eu não sinto mais nada por ela, eu tenho recordações bom e ruins com ela, nunca olvidei como ela me tratou quando revelei minha paixão. — Nos beijamos.
Fim do capitulo anterior.
uma semana depois...
Alison foi faz uma visita surpresa para Emily, que sem escolha a atendeu. Ali não media consequências para tero queria, era determinada, seu lema era “ Terei o que eu quero, doa a quem doer.” Emily vai falar com ela até porque não deixará a menina sozinha na rua tem um assassino atrás dela.
– O quer comigo Ali?
– Já disse quero você.
– E o seu plano é invadir noite mina casa como um ladrão e eu vou me apaixonar por você por que devo fixurada em criminosas. — Emily debocha.
– Não meu plano é mostrar que ainda sou a mesma Ali que se apaixonou.
– A que me tratou feito objeto e me descartou. Tá ficando cada vez furado isso, prevejo que afundará.
– Não, a mesma Ali que faz as pessoas se encantarem por ela, que provoca, que é muito charmosa.
– Eu vou deixar você ficar aqui, porque não é seguro lá fora, então é melhor dormi se não minha mãe te vê e chama a polícia, ou um padre, um exorcista talvez, na última opção um medium.
– Você está muito engraçadinha hoje.
– Muito obrigada todo mundo me fala que devo ser comediante.
– Eu não penso assim, para mim deve ser minha namorada.
– Olha eu tenho uma colega de profissão aqui.
– Ha-Ha-Ha. — Alison finge estar rindo.
– Vai dormir, depois nos falamos. — Diz Emily pegando um pijama para Ali.
– Eu vou, mas não pense que escapou de mim, isso é só o começo, Emily Fields você será minha. — Alison dá uma pegada forte na cintura de Emily que não tem reação, encara ela para beija-lá, larga e vai embora.
– Essa menina é doida. — Emily fala sozinha.
2 semanas depois…
[Spencer P.O.V on]
Minhas lembranças aos poucos iam retornando, já praticamente era como se não tivesse sofrido amnésia, Hanna e eu estavam cada vez mais em harmonia, Hoje Melissa voltou de viagem, eu fiquei feliz e ao mesmo tempo triste, feliz por que sinto saudades dela, triste porque agora não vou poder mais usar casa do lago, eu e Hanna nós divertimos muito lá. Hanna vai ficar comigo hoje enquanto esperamos ela.
– Oi Gente. — Diz Melissa chegando.
– Oi Melissa, oi Wren. — Falamos todos.
– Oi senhor e senhora Hastings, oi Spencer, Hanna.
– Mãe, falei com a Upen, Houve engano a Spencer foi aceita sim, eles não sabem como está carta foi mandada.
– Parabéns Spencer. — Diz Wren.
– Filha Parabéns. — OS Hastings diissseram.
– Irmãzinha Parabéns.
– Amo que coisa boa. -Diz Hanna sorrindo muito. — Porque não está comemorando Spnece? — Ela pergunta.
– Não, eu não lembrava que tinha me escrito na Upen, mas é uma notícia ótima, to muito feliz.
– Não parece, o que foi?- Pergunta Han notando meu desconforto.
– Nada, impressão sua, vamos subir Han.
– Spencer deu subimos agora vai falar porque não comemora essa novidade tão boa? — Hanna pede uma explicação, normalmente me sentiria afortunada por receber essa informação, mas não era o caso.
– Eu me escrevi em Hollis e entrei. — Digo.
– É só se matricular na Upen, a Hollis nunca foi seu sonho. — Diz não compreendo a desculpa para eu estar assim.
– Não é tão simples, a Aria vai para Hollis e foi muito bom para nós duas saber que estaríamos juntas na universidade e ela tá passando por tanta coisa, eu vou ter que escolher decepcionar minha família ou minha melhor amiga. — Digo caí uma lagrima, penso em justificativa para prefirir uma ou outra.
– Tem fazer escolha por você mesma Spence. — Ela diz me acariciando.
– Sem pretexto ou finalidade?
– Sem Spence. — Ela não era só primorosa por fora, por dentro era deslumbrante também.
– Eu ainda não sei.
– Qualquer coisa que fizer, vindo do seu coração, eu te apoiarei. — Fico Exultante ao ouvir ela falar.
– Você sabia que é melhor namorada de todas. — Eu digo me aproximando dela.
– Sou? sou melhor que a Tess? — Pergunta Hanna sorrindo com aquelas covinhas graciosas.
– Hmmm… tenho que refetir. — Digo a estigando.
– Tem que analisar? — Diz braba, fica mais esbelta irritada.
– Claro que sim. — Ela me beija.
– Você é melhor namorada.
– Não, não aceito. -Digo fazendo biquinho.
– Qual a circunstância para não aceitar?
– Não, tem um próposito, você namorou vários meninos e disse que sou a melhor namorada,quero ser a melhor pessoa que namora, e a melhor amante também. — la me olha e balança cabeça.
– Você é a melhor amante e a melhor pessoa que namora de todo o universo, de tudo que existe.
– Agora sim. — Sorrio e depois nós beijamos.
– Spencer como você mexe tanto comigo, tipo viva, morta, viva novamente, lembrada, esquecida, silenciosa, falando, de todas as formas.
– Eu sou foda, fazer o que?
– Sua idiota. — Ela ri de um jeito muito gostoso.
– To brincando, Não sei, só sei que você não mexe comigo. — Ela olha para mim. — Você me faz tremer como se estivesse em um terremoto.
– Quase me pega Spencer Hastings, eu estava perto de pular no seu pescoço. Você gosta de me surpreender. — Ela diz e fico admirando seus olhos.
– Adoro.
– Ui minha namorada é romântica.
– Sou mesmo. Sabe o que acho Romântico?
– O que?
– Se nós duas saíssemos agora daqui e fossemos ao colégio e invadissemos ele, para ficar só nos duas lá.
– Nem pensa Spencer.
– Pode me dar uma justificativa? — Estranhando ela não querer.
– No dia em que eu te perdi, que teoricamente morreu, fizemos isso, não costumo ser supersticiosa, mas certamente não me arriscaria te perder de novo, nem por um segundo. — Tenho vagas memórias do que ela dizia.
– Agora estou me recordando, eu não tenho noção do que considerou, porém para mim foi uma dança inimaginável.
– Se tá tentando fazer eu mudar de opinião, Spencer Hastings desista imediatamente, meu medo é maior que seu encanto.
– Chata.
– Cala boca. — Beijo ela.
– Assim.
– Shhhh. — Ela me beija.
– Que pena não querer ir a escola. — Fico deasanimada.
– Mas podemos fazer outra coisa.
– O que está percorrendo pela sua cabeça? — Pergunto imensamente curiosa.
– Verá. — Ela diz sorrindo devassa.
Ela me leva até o porão da minha casa, e ao chegarmos lá ela pede para eu fecharos olhos, anciosa não fazia a miníma perpeção do intento dela pedir para eu ficar de sem ver, isso me deixou um pouco temorosa.
– Pode abrir. — Quando ela está com o dedo no meu rosto e uma tinta rosa de quadro na mão.
– Sua eguinha você pintou.
– Pintei. — Fala com cara de vitoriosa.
– Não vai ficar assim.
– Não vai?
–Toma. — Peguei a roxa e pintei o nariz dela.
– Sabia que quase foi assim que demos o nosso primeiro beijo, foi por muito pouco.- Ela diz e me olha com aquele olhar.
– Interessante saber. — Ela desenha um coração vermelho na minha boochecha e me mostra no espelho.
– Coração. — Digo e desenho um infinito verde na testa dela.
Depois ela desenha dois risco azuis no meu pescoço, e pego a cor preta e escrevo S em braço dela e no outro escrevo H, fazemos alguns outros rabisco uma na outra, passamos o final da tarde jubilosas, uns beijinho não poderiam faltar, a vida começou a ser prazenteira para mim como antes.
– Spencer você e sua namorado estão todas pintadas. -Diz minha irmã
– Estamos. -Digo gargalhndo
– Pintaderrimas. — Hanna fala Chocalhando.
– E vocês rim. — Diz achando aquilo engraçado e trágico.
– Melissa, na vida não se deve perder tempo chorando, rir é o melhor remédio. — Eu digo e Melissa ri.
– Viu já tá rindo. -Diz Hanna.
– Garotas vocês são muitos diferentes.
Aria estava caminhando tranquila a noite pela rua, estava espairecendo, pensando na vida, precisava daquilo mais do que nunca; tinha planejado para a noite seguinte contar ao seus pais do seu namoro com Emily, Emily já havia contado, e até apresentado ela a a sua família. A calmaria acabou quando vê alguém se aproximando logo nota que esse alguém se trata de Alison DiLaurentis, que vai até Aria e a confronta.
– Oi Aria.
– Oi Alison.
– Era melhor eu ter dito oi doppelganger né?
– Não entendo o que quer dizer com isso?
– Imaginava que não ia entender, ou pelo menos ia se fazer sonsa.
– Ali o que o você quer comigo? — Aria pergunta enojada com aquela conversa.
– Na verdade, eu que deveria te fazer essa pergunta Montgomery. O que quer comigo? — Alison pergunta deixando Aria mais confusa.
– Eu nada, do que você tá falando?
– Eu to falando de você querer tomar tudo que é meu, eu tenho, eu já tive, você quer para você, sabe o que isso soa? Inveja, não pode ser como eu, então tenta tomar o que me pertence diga que estou errada.
– Alison eu não tomei nada seu, para de ser mesquinha.
– Então porque namorou Ezra e Emily, logo duas pessoas que me pegaram antes. Qual a razão de amar minhas sobras? — Ali sorri ironicamente.
– Primeiro eu não sabia que Ezra tinha te namorado, na verdade achava que ele nem te conhecia, segundo pessoas são livres, não possuem donos ou donas, o tempo da escravidão neste país já passou, terceiro eu não tenho culpa que me apaixonei pelas mesmas pessoas que você, quarto se você está presumindo que me intimidando assim irá conseguir algo, está enganada, quinto e último se eles te trocaram por mim, deduzo que eu seja mais interessante que você, ou seja, quem deve morrer de inveja é você. — Aria diz Ali quase não contia a raiva que estava sentindo de seu ex-amiga.
– Isso não vai ficar assim. -Diz Ali bufando e saindo.
No dia seguinte, Era momento de Aria apresentar Emily a sua família, o nervosismo tomava conta dela, as dúvidas vão rodando a sua mente, como, será que eles me aceitaram gostando de meninas, o que eles vão achar da Emily e eu estar namorando, será que não aprovarão. Emily se arruma toda e as mesmas coisas passam em sua cabeça, além do medo de que Byron tente mata-la ou alguma coisa parecida. Emily bota sua melhor roupa espera Aria busca-la. Aria chega e as duas vão caladas até apresentação, apenas olhando uma para outra o caminho inteiro.
– Oi garotas — Ella atendem.
– Oi mãe.
– Oi senhora Montgomery. — Elas entram e sentam-se na mesa.
– Então Aria, fizemos esse jantar porque você disse que queria conversar sobre algo, contar-nos alguma coisa. — Diz Ella.
– Eu também quero saber, dá última vez que falou isso, você revelou que seu professor namorava você. — Diz Byron incomodado.
– Tá. — Emily olha para Aria que olha de volta.
– Vai dizer alguma coisa. -Diz Ella.
– Mãe, pai, o que tenho a contar a vocês é bastante importante, quero desde já pedir que não me julguem premiditadamente, que me ouçam e tentem ao máximo me compreender, eu pensei muito antes de contar isso. — Aria é interrompida pelo seu pai agora.
– Só que me falta agora só me contar que está namorando o diretor do colégio, onde ele está? — Diz Byron evidentemente desgostoso com a situação.
– Pai. -Diz Byron.
– Byron. — Diz Ella. — Deixa a menina terminar.
– Eu não estou namorando o diretor da escola ou o Ezra, eu vim contar o que estou namorando a Emily. -Seguro a mão dela quando digo.
Byron se vira e liga o vinil, pego o disco e coloca uma música como se nada tivesse acontecido.
A música era “Divano” do Era com os dedos ele acompanhava música. Depois de um minuto começou a falar:
– Finalmente me livrei dele. — Com sorriso com aberto no rosto.
– Bem isso foi engraçado. -Diz Aria.
– é. — Diz Em.
– É. -Diz Ella apavorada, e dando graças a deus que tinha se separado.- Filha eu respeito sua sexualidade, e pela reação do seu pai acho que não está desconfortavél com a situação.
Aria estava muito feliz, mas algo ia estragar a noite dela, nessa hora Aria recebe uma SMS e Abre:
são fotos anexadas, ela abre:
E vê Emily e Ali juntas na casa de Emily, aparentemente só conversando, todavia isso não a deixava mais tranquila.
– Emily me explica isso?
– Foi algumas semanas... -Emily diz e Aria a interrompe.
– Algumas semanas e só fico sabendo hoje, porque A me disse. — Aria sai de casa chorando.
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