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35 Palavra de quatro letras.
Notas iniciais
Emily corre atrás de sua amada, até que chega uma hora em que ela despistada pela mesma. Desesperada para se explicar ela começa chora alucinadamente, decidi não desistir de procurar sua pequena, eis que surge na sua cabeça que o único lugar que Aria poderia estar era um bar. E procura de bar em bar por ela, até que a encontra com um copo na mão e maquiagem borrada.
– Aria. — Emily.
– Sai daqui.
– Amor desculpa,não é o que está pensando, eu juro. — Emilyse ajoelha pedindo redenção diante de Aria.
– Não Emily, você mentiu para mim, me fez de boba.- Diz Aria sem ao menos para cara de Emily.
– Mas não foi nada.
– Claro para você uma não foi nada, só ócios do oficio não é? — Aria fala e pede ao garçom mais uma.
– Você está dizendo o que eu estou pensando. — Emily apavorada ao ouvir aquelas palavras.
– Você é muito gata, quanto é? tá me sobrando dinheiro, preciso me divertir um pouquinho você tá me ofendendo.
– Poxa eu posso tentar conseguir mais. — Aria diz rindo e chorando ao mesmo tempo, alcoolizada.
– Aria, eu vou te perdoar, só porque a culpa de você ter bebido é minha, mas é última vez que me trata assim.
– Ainda bem que sabe.
– Aria,a Ali tava sem lugar para ficar, sem dinheiro e eu deixei elas ficar uns dias, não rolou, eu garanto. -Emily diz chorando. — O Ezra deve ter tirado as fotos e te mandado para separar a gente.
– Eu acredito em você, nossa como fui idiota, me desculpa Emily, mas é que não sei a Ali veio até mim um dia desses e ela tava tão segura que iria ter você de volta, quando olhei aquelas fotos, só pensei ela venceu.
– Perdoo, vamos para sua casa, eu só vou compra um Halls, você limpa a maquiagem, vou dizer que fomos caminhar um pouco ,sua mãe tá preocupada.
– Emily você é a melhor Emily.
– Aria você é a melhor.
Emily chegam na casa de Aria dão a desculpa de que Aria estava tonta porque caminhar a demais, ela passou mal e foram tomar banho juntas, os pais de Aria nem perceberam estavam comemorando se livrar do Ezra. Os toques no banho vão acontecendo e as coisas esquentando, já no clima Aria pega a mão de Emily e leva até seu clitória, Emily por sua vez faz massagem no clitóris de Emily e beija seu pescoço, Aria dá uns gemidinhos,e arranha a perna de Emily, Emily continua massageando, até que Aria pede penetração, e ela assim o faz, colocando dois dedos em sua amada, que dá algumas reboladinhas no dedo, e segue esse ritmo. Depois elas vão dormir, cada uma em uma cama.
De manhã, Emily e Aria tomam café juntas, café que Aria preparou.
– Preparei para você. — Era um café da manhã, tipicamente americano ovos, bacons de soja e wafles. Nos Wafles estavam escrito a A e E de chocolate.
– Eu amei, você é melhor namorada de todas. — Emily beija sua namorada, por aquela declaração.
– A é de Aria e de Emily, não Ali ou Ezra, é estranho que as pessoas que nós namoram anteriormente ter a mesma inicial que nossas atuais namoradas, ou seja eu e você. — Emily acha curioso isso.
– Loucura, né?
– Parece o Teorema de Katherine, só que ao invés de sermos viciadas por um nome específico, somos aficionadas por uma letra inicial, você A e eu E. Temos um tipo linguístico. — Aria faz de “que bizarro”.
– Para de fazer essa cara é muito engraçada. — Diz Emily morrendo de rir.
– Vem cá que eu irei mudar meu semblante rapidamente. — Elas se beijam.
– Mas eu sabia que A e E eram de Aria e Emily.
Quatro dias depois...
[Spencer P.O.V. on]
Era o final da tarde, eu e Hanna estávamos na casa dela, mais especificamente no seu quarto, eu estava sentada e ela com sua face entre as minha pernas, minha calcinha estava abaixo dos meus joelhos, sua boca em minha parte mais intíma, sim estávamos fazendo sexo. Era maravilhoso, ela fazia movimentos com língua diferentes, circulava fazia outros que não consigo descrever e ritmo era em sintonia com o que queria, eu puxava seu cabelo e arranhei suas costas, e ela não parava de me chupar, era enorme o meu prazer, e da alguns gemidinhos, ela adorava. Nesse momento, tão bom escuto uns barulhos vindo do andar debaixo e resolvo perguntar.
– Hanna já tá na hora da sua mãe voltar? — Ela para um pouco de me chupar, para me responder.
– Não, porque?
– Eu escutei uns barulhos deve ser impressão minha, continua. -Peço.
– É sua imaginação amor. -Ela continua a me chupa e do uns gemidinhos, e volto a escutar algo.
– Você fechou lá embaixo né?
– Sim. Acho que sim. — Ela volta a me chupar , agarro bem forte seu cabelo e do mais uns gemidos.
– Presumir não basta. -Do um arranhão daqueles bem deliciosos nela, ela me chupa e me deia no vacúo.
– Vocês tão ai. — A voz era de Aria, deixei escapar um gemido quando ela fala.
– Hanna , Spencer?
– Espera um pouco já vamos atender as duas. -Eu coloco minha calcinha e minha calaça, Hanna poem sua blusa, ela tirou para aproveitarmos a calça e sapatos a mesma coisa, também estava descalça , coloquei um dela mesmo. Normalmente fazemos sexo nuas, porém hoje estamos meia apressadas.
– Oi amigas. — Digo com um falso sorriso.
– Oi vocês.- Hanna diz Han emburrada.
– Oi. — Diz Aria rindo.
– Oi sabemos o que estavam fazendo. — Diz Emily rindo mais.
– Não fazíamos nada. — Eu digo disfarçando.
– Vieram aqui especialmente para isso. — Diz Han muito emburrada.
– Não Hanna, Spencer não se faz. — Emily diz.
– Desculpa atrapalharmos vocês, é que queríamos saber se Ezra não ameaçou as duas, ficamos preocupadas. — Diz Aria.
– Não. — Digo
– Não. -Diz Hanna mais brava ainda.
Hanna vai tomar um ar, enquanto as meninas ficam lá em baixo conversando e eu escuto parte da conversa delas, enquanto pego uns biscoitos.
– Aria, se tivesse três desejos agora quais faria?
– Desejaria, que A saísse da nossa vida para sempre, que eu tivesse todos os livros que eu pensasse.
– E o terceiro? — Pergunta Emily.
– Um gravador.
– Para que?
– Para eu levar onde eu for e tocar ele, e ouvir todos os dias a sua voz , não importando a distância que estiver de você.
– Nossa que lindo.
– Linda é sua voz.
– Eu queria o seu primeiro desejo, queria me tornar nadadora profissional e por último um camêra fotografica digital, que nunca estragasse, que mantesse algumas foto para sempre na memória.
– Porque? — Pergunto Aria.
– Poderia ver seu rosto mesmo no deserto, sem ninguém, isso me traria um pingo de esperança e felicidade.
– Querem biscoito?- Pergunto.
– Não já vamos, vamos deixar vocês a sós. — Elas saiem.
– Vamos continuar de onde paramos. — Hanna fala, chegando por trás de mim e me envolve com seu braços.
– Não to mais no clima. — Eu digo e ela sai cabisbaixa.
– Que pena. — Faz beicinho.
– Onde vai?
– Deitar.
– Eu disse que não to mais no clima, não disse que não pode recupera-lo. -Eu sorrio maliciosamente.
– Você é uma mulher complicada Spencer.
– É da minha complexividade que você gosta, eu sei disso. — Sorrio.
– E está certa.
– Quer comer alguma coisa, Spence? — Ela pergunta mudando de assunto. — Posso fazer um bife para nós duas.
– Vegetariana, Hello. — Eu digo, ela esqueceu que quando fui para Riverswood voltei de lá não matando bichinhos para me alimentar.
– Verdade, agora tem duas vegetarianas no grupo, então posso preparar. — Ela fica pensando no que dize. — O que vocês comem?
– Eu vou comer macarrão depois em casa.
– Eu to com fome, quer saber vou comer esse biscoitos mesmo. — Ela diz e pega a caixa e sobe comigo.
– Vamos fazer o que lá em cima?
– Quer ouvir música?
– Não as suas. — Possivelmente ela ia me fazer escutar Justin Bieber, indubitável eu não suporto esse tipo de canção.
– Nhéé. — Ela diz mostrando sua língua para mim, como se fosse gitar.
– Você sabia que sua boca linda.
– Ela fica mais linda assim. -Ela me beija, me invadindo.
– Concordo.
– O que tá afim de fazer?
– Eu queria ver os episódios que ainda não vi de Game of thrones, mas nesse instante quero te contemplar.
– Se eu fosse você, eu preferia admirar o espelho. — Ela me diz. — Cada dia tá mais fui fiu hein gata.
– O que é isso que acabou de dizer?
– Que para mim é impossível não te desejar ao te ver, e ter é um presente, você torna minha vida algo imprevisível e te perder seria e foi a pior dor que eu já enfrentei em toda minha vida. — Ela diz e segura a minha mão.
– Tentar te esquecer quando me disse que não queria nada mais comigo foi algo bem duro para mim, por mais que não lembrasse das coisas que passamos juntas, eu sentia que você tinha trazido a minha vida algo diferente, algo muito bom, e que eu realmente desejaria ter volta, algo que não recordava como era e agora sei.
– Vem cá dança comigo.
– Não vai ter medo de perder, eu sei que naquele dia eu e você estávamos dançando juntas.
– Não, porque eu vou estar te segurado, se algo quiser te tirar de mim, eu ssegureicom todas as forças que movem esse planeta.
– Então vamos dançar. — Coloco uma música bem lentinha e começo a guiar ela, Hanna não sabe guiar.
– Minutos antes de você cair do penhasco, eu tinha vivido o dia que para mim o dia a feliz da minha vida, e depois o mais triste, as coisasse transfomaram tão rapido que não era plausível aguentar.
– Sua força é algo imensurável, nunca surportaria coisas tão pesadas desabando sobre mim. — Uma lagrima cia do olho de Hanna e ela encosta sua cabeça em meu ombro esquerdo, e continuamos lentinhas.
– Já parou para avaliar que nossa história é muito estranha. — Diz Hanna sorridente, parecendo viajar sobre os pensamentos.
– Não muito.
– Eu e você mal nos conhecíamos, eu era uma gordinha sem graça, muito tímida, que só tinha uma amiga, você era uma nerd gatinha demasiadamente pressionada pela família para ser tornar a melhor, isso não mudou muito, só é uma nerd não tão clássica atualmente, você e eu não conseguiamos namorado nem com muito esforço, nem um encontro, ai veio a senhorita DiLaurentis e nos modificou significativamente, de repente eu era mais atraente, você mais popular, então Ali tecnicamente morreu, ao invés de voltarmos a ser as feiosas,melhorams ainda mais, você estava completamente na moda, e eu era a mais popular e namorava o gatinho que eu queria, mesmo nesse período nós brigavamos o tempo todo, voltamos a ser amigas e mais brigas, se no colégio elegem o casal mais improvável de acontecer nós seríamos eleitas, então você deus pega no noivo da sua irmã, uns meses se passam namoro Caleb você Toby. — Eu a interrompo.
– Toby esse é o nome do meu Ex. — Digo.
– É, continuando Caleb se muda, descobrimos que Toby era ajudante de A,começamos a ficar próximas e nos apaixonamos, você teoricamente morre, eu choro a sua perda, me conforto com Travis, você esquece tudo, vive com um outro nome, Marissa alguma coisa, ganha novas amigas, uma nova irmã, uma outra família, e claro uma namorada gata que toca violão, conhecem várias bandas legais, essas coisas, ou seja, você fica apaixonadinha, nós nos encontramos eu tenho você de volta, deixo a escapar, aparece quem a menina tocadora de violão, super descolada, que me faz sombra,Tess e deseja reconquistar, por um tempo consegue, mas eu te recupero para mim e agora estamos aqui conversando sobre isso. — Ela sorri e acho linda a nossa história.
– A autora da nossa história é meio maluca, acho que no mínimo ela deve curti livros do John Green, para escrever isso. — Eu digo e ela sorri.
– Nós somos autoras de nossa próprias histórias.
– Gostei disso que falou. — Ela me beija. — Pelo menos você assumiu uma coisa. -Eu digo deixando a curiosa.
– O que?
– Que eu tenho bom gosto para mulher.- Digo e sorrio.
– Isso sem dúvida.
– Convencida. — Sorrio ironicamente.
– Eu tenho muito melhor. — Ela diz e me faz sorrir.
– Tem? — Sussuro.
Ela apenas balança a cabeça positivamente e nos beijamos.
– Me conquistou. -Eu digo.
– Como assim?
– To no clima de novo.
– Você fica excitada agora, minha mãe deve voltar daqui 20 minutos. — O celular dela toca. — Mãe vai atrasar mais duas horas. Tudo bem. Vou esperar. — Ela joga o celular no sofá e me agarra.
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