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64 Não destrua isso.


Notas iniciais
Referências a "Nightmare on Elm Street".

[Spencer P.O.V. on]

Eu precisava conversar com a minha namorada, desde o ocorrido de ontem, não trocamos nem sequer uma SMS, muito menos tivemos uma conversa pessoalmente, fosse qual fosse o rumo do dialogo, precisávamos dialogar. Chamei ela para o meu quarto depois do fim das aulas, fiquei pensando em maneiras para dizer tudo aquilo estava entalado na minha garganta, rodava o meu quarto buscando uma estrategia para que as palavras ditas por mim conseguissem me fazer sentir leve, limpa por dentro, não vejo termo melhor do que alma lavada, para descrever o que almejava. Alison aceita minha proposta, meio que se sentido obrigada a falar comigo.

Perto da última aula, ela me ligou dizendo que seria ótima eu ter boas explicações, que me encontraria ali para ouvi-las. Realmente aquelas palavras soaram como as mais patéticas que alguém já me disse. Não sei se eu ainda nutria alguma esperança na Alison e que se eu podia sonhar com um dia que ela não exalasse falta de confiança em mim, um que não cria-se casos. Contudo eu continuaria tentando, essa é minha intenção, ter fé que tudo iria melhorar, que Ali era capaz de mudar, de enxergar seu comportamento e entender o quanto ele era nocivo e destrutivo. Nós encontramos no meu quarto, ela já entrou com a mior prepotência do mundo.

– Estou esperando explique-se.

– Eu não tenho explicar nada, só falei com uma amiga e vimos um filme. Agora me responda o que foi aquela cena?

– Não teve nenhuma cena.

– Você vai engar que aquilo foi uma cena, não foi nada né Alison? — Me indignava sua falta de hombridade.

– Não. — Dizia como se fosse normal todo caos que criou, eu realmente não consegui digerir suas palavras.

– Ali eu não tenho mais nada para falar com você. — Ela ficava me encarando, me julgando.

– Por que recusou minhas chamadas ontem? — Alison tinha a pachorra de perguntar meus motivos.

– Você ligou minutos depois de ir embora do meu quarto. Fez isso só para incomodar mais ainda eu e minha amiga, você acha que tenho prazer em ser pertubar, me considera algum tipo de mazoquista. — Essa frase foi libertador, sabe quando você diz algo que parece te deixar mais leve.

– Eu ainda não ouvi você me explicando sobre as razões de ficar de papinho com suas amigas.

– Alison eu não vou te responder, e minha justificativa para minha abstenção é que sua pergunta foi ridícula.

– Ridículo é o papel que se prestar ao dar mole a essas vadias. — Alison não recebia o quão esdruxila era a atitude.

– Alison sai do meu quarto. — Alison.



Jenna estava na porta e esbarra na minha namorada, bem em sua saída. Logo ela nota com quem tinha se chocado.

– Alison.

– Sai daqui.

– O que está fazendo no quarto da Spencer? — Disse Jenna, que apesar de cega, tinha noção de onde estava. — Espera a Spencer sabe que você está viva. Obvio, como não pensei nisso.

– Não mete ela nisso. — Diz ela com raiva.

– Não vou meter. Só farei que ela me faça chegar até as resposta que eu procuro para provar que você está viva e falsificou vários documentos para estar, e ai eu consiguirei minha vingança. — Ela disse com um sorriso malefico.

– Jenna você vai se arrepender. — Seu olhar era furioso.

– Eu tenho certeza que ela vai me levar para sua namoradinha, que me levara a sua identidade, e ai eu venço. — Sai com uma pose vitoriosa.

[Hannna P.O.V. on]

Eu estava com medo do possível novo A, que possuía as fotos minhas e da Spencer. Este pesadelo tinha finalmente terminado, e agora já retornou, me senti em filme do Freddy Krugger, sabe quando você acha que acabou que não terá mais sonhos ruins, você dorme de novo e ele está lá para te assombrar. Meu celular toca tenho até medo de ver, mas não posso fugir.

“Hanna você fará o que eu quiser ou as fotos vão direto ara internet.”

Aquilo me assombrou.

Minutos depois alguém bate a minha porta, eu fico muito assustada e pego um abajur para me defender. Apessoa bate de novo, eu vou lentamente até a porta e a abro bem devargarzinho. Emily aparece.

– Emily oque faz aqui?

– Me responde primeiro por que você tem um abajur na mão?

– Eu fiquei com medo. — Disse assustada.

– Nossa grande arma essa.

– Não debocha. O que faz aqui?

– Vim contar uma novidade. Tinha que ser pessoal, não estou incomodando?

– Não. Qual é a novidade?

– Vou competir oficialmente como nadadora. Vai ser só entre jovens, mas já é um passo importante.

– Claro. Parabéns. -Fico orgulhosa.

– Muito obrigada. — Eu fico me perguntando se devo dizer a ela sobre as mensagens, decido que é melhor não contar, não posso estragar sua felicidade, não seria justo.

– É ótimo que você esteja conseguindo tudo que queira.

– Obrigada amiga. Você tem alguma coisa, parece preocupada?

– É por causa das matérias de aula. — Minto.

– Ah claro deve estar muito atarefada, desculpa incomodar.

– Para Em, eu tenho algumas coisas para fazer, entretanto não está me perturbando. — Digo por ela querer ir embora.

– Então tudo bem. não quero ser um estorvo.

– Não é. Me conte mas sobre a competição.

– Ela acontece daqui um mês.

– Eu vou torcer por você.

– Eu sei disso. — Ela continuar a falar da competição e isso era bom parecia que Emily tinha esquecido a garota que me falou. Eu me sentia feliz com isso, não queria ver minha melhor amiga sofrendo por uma garota, que não estava nem aí para ela, pior que gostava de outro alguém e queria que ela ajudasse nisso. Me confortava um pouco saber que Em estava recuperada.

Após Emily ir embora, eu comecei a pensar no que fazer com aquela mensagem. Fique horas olhando para ela, como se fosse uma foto do Bieber, ou da Spencer, se bem que ali tinha uma foto da Spencer em anexo, sentia falta de cada minuto que tive com ela, mas era passado. Quando percebi que não tinha solução, só aguardei, alguma hora ela ou ele mandará outra SMS e então eu obedecerei suas ordens.

Alice e Aria depois de algumas conversas pelo celular e pelo computador, resolveram se encontrar pessoalmente, para poderem ter a conversa definitiva, como guiariam o namoro a partir de agora. Marcaram o local, chegaram no horário, as duas de frente uma para outra tinha uma face ambigua, meu semblante muito duvidoso, entretanto era hora da decisão. O medo tomava conta de Aria que tentou proferir uma palavras com pouco sucesso.

– A.. Ali.. Al… — Ela se sentia frustrada por não ter coragem de falar, de fazer uma escolha.

– Aria acho melhor nós começarmos a namorar com compromisso de fidelidade. — Alice despeja com muito pesar na palavras. Depois de falar isso parecia temorosa.

– Eu aceito Alice. -Aria parecia mais segura agora.

– Que alívio.

– Acho que será melhor assim, talvez um namoro aberto não sja tão saudável quanto nós pensávamos que fosse.

– Vamos deixar relacionamentos abertos para quem realmente não sente ciúme, de nenhuma forma ou tipo. — Alice diz. Ela segura a mão de Aria que sorri para ela.

– Acho que foi melhor caminho que tomamos. — Aria ainda sorrindo beija a mão de sua amada.

– Espero que seja.

[Spencer P.O.V. on]

Dos dias depois da briga com Alison, eu venci um concurso informal de perguntas na aula de Miss Duchannes, e como prêmio por ser vencedora eu ganhei uma caixa de chocolate. Alison ficaria comigo hoje, então aproveitei que já tinha caixa p para dividir com ela os chocolates, Alison era chocolatra ela iria amar. Aquela caixa de chocolates diferentes, tinha até um de licor, nossa Miss Duchannes se puxou na compra da recompensa a vitoriosa. Antes que Alison chegasse eu escondi em baixo da cama, pois queria surprende-la, eu a pediria para ficar de olhos fechados e quando ela menos percebesse eu daria um chocolate na boca, foi o mais romântico que consegui pensar pelo menos. Eu olho no relógio e vejo que falta quinze minutos para o horário marcado, depois de uns minutos eu olho meu celular e ele sinaliza que ainda faltava cinco minutos, nervosa confiro mais uma vez novamente era cedo sinda restava dois minutos, entretanto minha ansiedade dizia o oposto, fiquei mirando o laptop e passou-se quinze minutos do horário marcado estava desanpontada pensei que ela não ia aparecer então ela bate na porta e me chama.

– Spencer. Abre aqui. — Ela disse.

– Claro, Avery.

– Oi amor,o que faz?

– Vem cá, eu vou te fazer uma surpresa.

– Como assim? — Ela diz já surpresa.

– Fecha os olhos e senta na cama. -Ela me obedece, eu trago um chocolate até sua boca.

– Delicioso. Brigada amor. — Ela sorri lindamente.

– Esse é mais. — Eu a beijo.

– Tem razão. — Ela dize abre o olho.

– Pega mais. Eu sei que você ama chocolate. — Ela pega e eu pego um também.

– Onde você comprou? eu quero comprar um dia também.

– Eu não comprei, eu ganhei. — Também queria saber de onde vinha.

– De quem? — Já fazia aquela cara de ciúme para mim.

– Ganhei em um concurso na aula da Miss Duchannes.

– Daquela puta. — Explodiu.

– Que isso Ali, ela minha professora. — Tentei manter a calma.

– No mínimo ela te deu por que quer você para ela. — Alison não raciocinava quando estava com ciúmes.

– Primeiro, eu ganhei de forma justa em um concurso de perguntas e respostas. Segundo, senhorita Duchannes e eu nunca tivemos nenhum contato pessoal. Terceiro, não aguento seu ciúme. — Era algo inaceitável esse tipo de atitude vindo dela.

– Mas ela quer, eu sei que quer. Por que você fica aceitando os presentinhos dela? assim ela vai pensar que você está dando mole a ela. Terá odeias erradas suas. — Eu preferia não ter dado o chocolate.

– Que presentinho Alison, isso que é um brinde que ela deu para quem vencesse e essa fui eu. — Disse irritada.

– Ela no mínimo armou pra você vencer. Se é que o concurso é mesmo verdade. — Aquilo foi estopim.

– Deu ali, seu créditos comigo terminaram, tudo tem limite, e você ultrapassou, não aceito mais seu ciúme, não posso mais viver tendo que me sentir presa, sem poder conversar com ninguém para não causar sua desconfiança. Eu tentei fazer algo legal para nós, e você estragou, estava tentando recuperar o que tinha de bom no nosso relacionamento, só que você fez questão de destruir tudo de boa em nós duas. Muito obrigada, acho que hoje você me deixou aliviada, por que eu não errei em nada, você me livrou de dias piores que eu teria com você se eu insistisse com isso tudo, estou deveras agradecida. — Digo chorando, novamente eu era despedaça por amor cheio de desconfiança, por uma garota que fingia acreditar em mim, minha se dilacerava pela segunda vez, e eu implorava que ela fosse uma fênix, pois teria retornar das cinzas para eu poder seguir com minha vida. Pedia a Alison que saísse do meu quarto e ela fez.

– Não faz isso comigo, eu vou mudar, me desculpa, eu te amo. — Eu apenas abaixei a cabeça. Ela foi embora.

Notas finais
Reviews?????? Estive muito atarefada, por isso, não postei antes. Leia o que está ai em baixo, algo sobre os escritores desanimar quando não tem comentários. Então comentem.